Como é a PRF em Minas Gerais - parte 1
- guifsalles
- 30 de jul.
- 124 min de leitura
Relato um pouco do que vivi e ouvi dentro da PRF, como é o ambiente de trabalho na corporação e alguns crimes. Cada bloco eu explano sobre um determinado PRF que convivi. Me reservo o direito de editar qualquer erro. Percebam como foi trabalhar 16 anos nessa corporação até me aposentarem sem razão, me traírem. Vejam como é o comportamento dos policiais, os mesmos que me destruíram e me torturam até hoje, em 2026. Eu estaria completando 20 anos de trabalho nesse mês de Junho.
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Minas Gerais - 4a SRPRF
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PRF Territo
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Hoje é ex superintendente de Minas Gerais e sempre foi integrante do setor de inteligência.
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Foi um dos articuladores dos problemas que enfrentei em Betim. Foi justamente na gestão dele que as coisas começaram a piorar para mim, que meus celulares e contas de e-mails foram "hackeadas". Amigo pessoal de Adilson Souza, Antônio Dias, Maria Chaves, Adailson Silva e outros desafetos. Todos esses e outros criaram situações que envolvesse disparos de arma de fogo na tentativa de me prejudicar e fazer eu ser demitido.
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Fez uma apresentação para responder perguntas do efetivo e uma das perguntas que fiz por e-mail direcionada à ele foi: "a inteligência da PRF persegue seus servidores ou os monitora?". Não respondeu até hoje, mas um dos seus cãozinhos, a PRF Maria Chaves, que era minha chefe de equipe, começou a me zoar argumentando que alguém tinha mandado perguntas de perseguição para o superintendente. Adailson e ela riam e diziam que eles da inteligência não faziam isso.
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Foi até o posto de Betim para uma situação de abordagem a um veículo na BR 381 seguindo orientação da inteligência. Mas quem abordou o veículo não foi a equipe dele, com muitos PRFs, e sim, eu e Adailson. Ele e seus asseclas ficaram de longe olhando e rindo. Não colocou nosso nome na ocorrência e não ganhamos os pontos de produtividade pela abordagem e apreensão das drogas. Pra mim isso tudo foi montado por eles. Os indivíduos pareciam policiais e não criminosos.
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Forjou com a ajuda do setor de inteligência um suposto curso de inteligência onde o PRF Antônio Dias me indicou a participar. Só eu não era da inteligência no curso e só eu não tinha os pré requisitos para estar ali. Me senti mal, deslocado e sabia que aquilo ali não era um curso. Tanto é que a parte que mais me interessava como os equipamentos de contrainteligência e os softwares utilizados foram tirados da grade do curso pelo inspetor Walder que dizia, "nem todo mundo aqui vai entrar na inteligência". Em um dos momentos do curso, após o PRF Denis me fazer uma pergunta e eu responder, ele disse em voz alta, "é doido!". Ele não gostou de eu falar de inteligência emocional no final do curso.
Nunca conversou comigo.
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Admirado pelo PRF Adailson, fez cursos de inteligência fora do Brasil. Pra mim é um lixo de PRF.
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Raslan
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Em uma reunião disse que queria me ver na inteligência. Ele é maçom e foi superintendente. Disse que eu era quieto, calmo, discreto e que falava pouco, perfeito pra ocupar um lugar na inteligência. Ele realmente me descreveu como eu sou. Ouvi falar que atualmente está no setor de inteligência. Não me ajudou quando fui afastado da rodovia e nem perguntou o que aconteceu. Possuía apreço por mim mas hoje parece indiferente. Aprovou a tortura eletrônica contra mim realizada pela inteligência.
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Numa festa de confraternização da PRF num sítio em Betim, só esperou eu me afastar da minha esposa para ir conversar com ela. De longe eu via os dois numa conversa muito agradável. Interessante que não veio conversar comigo. Igualzinho os PRFs da Bahia faziam. Não é coincidência.
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Demerson
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Trabalha no núcleo de operações especiais, NOE, com o canil e é amigo do PRF Adilson Souza, meu desafeto.
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Me chamou pra abordar um veículo na unidade de Betim sentido Belo Horizonte. Ele fez a abordagem e então abriu o capô do veículo e sem pestanejar pediu meu celular. Emprestei o aparelho com o app de consulta da PRF mas então ele pediu pra eu ir buscar o bafômetro. Então eu lhe respondi que eu iria levar meu telefone comigo. Ele fechou a cara, bateu o capô e mandou o condutor embora. Diante da reação dele já imaginei que ele iria fazer exatamente o que Antônio Neto fez com um motorista que a inteligência queria monitorar ilegalmente, mudar a configuração de segurança do aparelho e instalar um aplicativo oculto ou espião. Minha atitude impediu que isso fosse feito naquele momento. Não confio nesse indivíduo.
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Desconfio que o dia que me enviaram pra Pará de Minas e me seguraram lá sem razão, sem fazer nada, tenham entrado no meu veículo que estava estacionado no posto PRF de Betim. Digo isso pois quando acabou o meu plantão e eu entrei no meu carro pra ir embora senti imediatamente um cheiro muito forte de cachorro. O cheiro estava bem forte e era inconfundível. Mas porquê estariam colocando cachorros dentro do meu veículo? Como abriram meu veículo? Não só Demerson trabalha com o canil da PRF mas isso indica mais uma atividade ilegal por parte da PRF. Salientando que durante meu afastamento da rodovia e as torturas por meio de vozes eletrônicas uma das frases mais usadas por essas pessoas era "tem maconha no seu carro Salles". Alguém tem dúvida de quem está fazendo isso comigo?
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Duarte
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Também do NOE e canil da PRF.
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Em um dia de trabalho em Betim, já encerrando seus trabalhosos lá, abriu a porta da unidade de Betim, virou pra mim e disse, "é assaltante de residência mesmo", fechou a porta e foi embora. Depois dessa frase dele percebi que o que eu havia pensado comigo, horas antes, sobre os indivíduos que estavam sendo presos por eles, serem criminosos que assaltam residências ter sido ouvido por alguém. Mas como alguém estaria ouvindo o que eu penso? Muito depois descobri que não estão lendo meus pensamentos, estão ouvindo eu vocalizar de boca fechada, movimentar as cordas vocais, numa espécie de tradução do que eu penso. Essa situação faz parte das torturas que enfrento atualmente, falo internamente e sou ouvido por essa gente. Assim como descrevi na seção anterior isso prova quem está fazendo isso comigo.
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Essas pessoas não são minhas amigas e não tem apreço por mim ou pela minha família. São de grupos de elite e são torturadores.
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Maria Chaves
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Prejudicava o PRF Nolasco intencionalmente quando queria. Ele chegou a chorar quando me relatava as coisas que ela fazia a ele. Ele estava prestes a aposentar a qualquer momento mas era submetido a serviços e tarefas delegadas por ela, inclusive ter que dirigir e ter que ficar na viatura, sendo que havia um acordo entre eles pra Nolasco ficar na unidade. Mas ele dizia que ela só fazia isso quando era do interesse dela, pois queria se beneficiar ficando no posto e não na viatura. Ele chegou a dizer que não ficaria um minuto a mais na PRF por causa dessas situações. Chateado, Nolasco me disse que trabalhou muito para ser tratado daquela forma. E eu acreditei nele pois depois fui trabalhar na equipe dela e senti na pele como ela planeja tudo pra levar vantagem em tudo.
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Certa vez chegou com o PRF Antônio Dias perto de mim e disse que eu havia inserido ou deixado de inserir uma informação numa ocorrência feita no sistema SIIO. Fui confrontado pelos dois, neguei ter errado e fiz isso veementemente, pois tinha certeza do que eu tinha feito. Eles riam e diziam que eu tinha errado, que era só ler a ocorrência. Fiquei um tempo tentando entender o que poderia ter acontecido até eu descobrir que o sistema feito pelo PRF Marcos II não possuía criptografia e essa condição permitia que os chefes da delegacia vissem as senhas dos policiais diretamente no banco de dados o que permitia alterações utilizando a senha do servidor. Mas também faziam alterações diretamente no banco de dados pois o programador forneceu esse acesso. Cheguei a ver tal condição na tela do computador da delegacia Metropolitana onde o PRF Fonseca e Antônio Dias alteravam campos desse banco de dados. Esse sistema não era homologado pela PRF e não deveria ter sido implantado. Daí desconfiei como algo que eu tinha inserido foi mudado. A senha que eu utilizava nesse sistema chamado SIIO eu também utilizava em sites e contas de e-mail e redes sociais.
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Me colocou pra trabalhar com o PRF Diorato na viatura sabendo que ele tinha ódio de mim por ter respondido processo na corregedoria por minha denúncia. Eles são amigos. Ela não me preservou e gerou um risco para mim. Eu me sentia mal trabalhando com ele e sentia que ele poderia fazer algo comigo a qualquer momento. Em certa ocasião, Maria Chaves pediu para nós irmos recolher um semirreboque em frente à igreja Verbo Vivo em São Joaquim de Bicas por estar atrapalhando a entrada da igreja. Não estava atrapalhando mas tivemos que recolher por ocupar uma parte da faixa. Não demorou e Diorato começou a me assediar juntamente com o pessoal da igreja para eu entrar e conhecer essa igreja. Tentei ao máximo não entrar mas a insistência foi tanta que cedi. Diorato ficou conversando com o americano, o ministro John, dono da igreja, e eles me colocaram pra tirar fotos com crianças. Eles ficavam me olhando e conversando entre si. Havia um policial militar com eles e que trabalhava para essa igreja. Por fim, o pessoal dessa igreja ficou pedindo meu telefone para Diorato. A questão aqui não foi entrar na igreja mas sim ouvir da boca de Diorato que aquela era uma igreja evangélica diferente das outras e que ele tinha muita vontade de conhecer. Outra questão foi pesquisar na internet essa igreja e ver que ela era investigada por perseguir pessoas, controlar o sexo dos seus frequentadores e vigiar. Ademais o nome da igreja remete a uma palavra com vida, uma voz que fala com você, como se palavras pudessem ser assim. Coincidentemente, é o que ouço hoje através das vozes eletrônicas que me torturam todos os dias e que tem participação da PRF. Pra mim Maria Chaves e Diorato, assim como outros, estão fazendo isso comigo, com ou sem a participação dessa igreja. Essa igreja pode ter trazido de outros países como EUA ou Israel a tecnologia que faz essas vozes eletrônicas.
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Em certa conversa nossa ela virou pra mim e disse que agora ela sabia que eu tinha mania de perseguição, fato que somente o PRF Adilson Souza dizia. Parei de conversar com ela na mesma hora. Ela e Adilson já fazem trabalhos pra corregedoria juntos.
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Em outra ocasião me fez abrir o sistema de avaliação de chefes para lhe mostrar. No caso, eu tinha justamente que fazer a avaliação dela no sistema e já estava pronta. Quando ela viu a avaliação me questionou sua nota baixa. Dei nota baixa em dois quesitos. Lembro que um quesito perguntava se a chefe incentivava a equipe a trabalhar e eu informei uma nota menor pois ela não incentivava ninguém a trabalhar. Fui obrigado a dizer na cara dela que ela não fazia isso, então ela saiu com raiva. Pra mim ela me ludibriou pra ver as avaliações que eu tinha feito dela e de outros PRFs. Ela chegou a ver também a nota do PRF Ranieri e acredito que ela tenha falado para ele pra causar desavença e aborrecimento.
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Em outro dia, já sabendo que eu me declarava espírita, que essa era minha religião, sentou-se do meu lado e de Adailson, abaixou a cabeça e começou a simular que estava psicografando como Chico Xavier fazia. Me senti muito mal com aquela situação. Ela queria simular que estava recebendo um espírito e que esse espírito lhe dizia coisas que ninguém sabia. Não sei a religião dela mas ela foi muito impertinente e zombou da religião espírita.
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Não me queria na equipe dela quando fui designado para trabalhar. Na época ela e o PRF Antônio Dias eram os chefes da equipe Delta. Ambos bateram o pé pra não me receberem na equipe. Porém, eu nunca pedi pra ir pra equipe deles. Eu estava saindo da equipe Charlie por problemas com o PRF Adilson Souza mas o chefe PRF Christian Neves convenceu a chefia a me colocar na equipe de Maria Chaves. Tudo isso aconteceu nos bastidores sem que eu fosse consultado. Quando vi já estava na equipe dela. E minha vida nessa equipe foi um inferno. É bom destacar que Maria Chaves e Antônio Dias eram da inteligência e já tiveram um relacionamento amoroso como o próprio Dias falava pra todos. Eram muito unidos o tempo todo, me acordavam dando gargalhadas durante a madrugada fazendo menção de um "se fodeu Salles" vai ter que atender acidente. Eles manipulavam a escala de trabalho pra sempre conseguirem suas folgas quando queriam e também para dormirem nos horários e dias que queriam no plantão. Havia uma escala de sono com uma ordem de escolha do horário de sono noturno, então num plantão você pegava um horário ruim e outro plantão um bom. Mas eles quando tinham o horário ruim estavam de folga e assim levavam vantagem e no próximo plantão estariam num horário bom. Usavam como vantagem informações que detinham com exclusividade por serem chefes, e usavam isso para tirar férias, tirar folga ou participar de operações remuneradas. Como detinham informações sabiam quando, como, onde, quem estava doente, quem foi trocado de posto, tudo pra programarem suas vantagens. Também escolhiam com quem iam trabalhar, assim deixavam PRFs considerados chatos ou ruins pra trabalhar comigo. Tudo era manipulado.
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Paulo e eu prendemos um indivíduo no pátio de veículos apreendidos no posto de Betim furtando peças. Já havia muito tempo que queríamos pegar esse cara. Após uma denúncia fomos até o pátio e prendemos o indivíduo. Eu o vi dentro de um dos veículos e a situação desenrolou. Dentro do posto ele mentia sobre seu nome e outros dados a seu respeito. Ele não tinha documentos. Insistimos muito e eu sabia que ele estava mentindo. Mas Maria Chaves começou a sentir pena e a dizer que ele estava falando a verdade. Ela dizia que sabia com certeza que ele não estava mentindo. Ela convenceu Paulo a não prender o indivíduo e Paulo logo concordou e alegou que o juíz iria aplicar o princípio da insignificância, que assim dava pra liberar o indivíduo. Ela tentou com o PRF Antônio Neto da inteligência confirmar o nome do indivíduo mas não conseguiu. Dei a ideia de encaminhar o indivíduo pra polícia civil pra uma averiguação melhor dos dados dele e fazer a prisão em flagrante. Mas fui voto vencido e disseram que não existia encaminhar alguém pra averiguação. Ela e Paulo liberaram o indivíduo. Poucos dias depois mais peças dos veículos tinham sido furtadas no pátio atrás da unidade. A inteligência começou a procurar o indivíduo novamente e o grupo GPT afirmava que esse indivíduo tinha um mandado de prisão em aberto do Espírito Santo. Não conseguiram pegar o indivíduo de novo. É assim que uma chefa de equipe trabalha? Libera criminoso em flagrante delito? O resultado da ação dela ainda resultou em danos e furtos também na propriedade vizinha ao lado da unidade de Betim. Todos os veículos foram danificados e tiveram peças furtadas, simplesmente todos.
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Chegou no posto certa vez gritando que era nojento sentir os outros se esfregando. Só eu estava no recinto naquele momento mas ela não explicou o que falava. Ela estava muito nervosa. Parecia que dizia aquilo para mim. Essa atitude corrobora com as acusações que venho sofrendo por meio dessas vozes eletrônicas mediante tortura.
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Me mostrou no celular dela uma foto do PRF Adailson Silva com macacão laranja do presídio. Disse que Adailson tinha sido preso por desacato a policiais militares após um acidente de trânsito na saída de uma festa. Eu não fui a essa festa. Contudo eu não acreditei na foto, parecia uma montagem onde ela queria dizer que o próximo seria eu. Foi isso que eu entendi pela foto e pelas indiretas dela, uma ameaça à mim.
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Ela dizia que a pior turma que ela já tinha visto formar na PRF era a minha. Não só me criticava pois criticava os PRFs Messias, Eônio e outros da minha turma. Ela chamava Eônio de incompetente e dizia que ele tinha que sair da chefia da delegacia por não saber resolver os problemas, que o PRF Antônio Dias tinha que voltar pra chefia.
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Deixava o PRF Adailson desligar ou abaixar o som do sistema AB, Alerta Brasil, colocado pela inteligência, que monitora e consulta placas pelas câmeras na rodovia. Não sei porque ele fazia isso mas eu imagino que era pra não trabalhar. Ela era a chefe de equipe mas não estava nem aí pra nada. Ela não cobrava produtividade do PRF Adailson, não delegava trabalhos a ele, não o questionava. Muitas vezes eu o via respondê-la mal e sair. Mas a coisa que Adailson mais fazia era ficar no TikTok e Kwai vendo vídeos de mulher ou assistindo pegadinhas do João Kleber. Adailson dizia que não ia fiscalizar trânsito pois queria ocorrências de crimes e que isso que era importante. Ela deixava ele fazer o que quisesse. Ambos eram da inteligência e segundo ele tiveram um romance.
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Certa vez Maria Chaves comentou que na reunião com o PRF Territo, superintendente e também da inteligência que algum servidor havia perguntado sobre monitoramento de servidores. Adailson riu. Logo ela falou alto, "e aí Adailson?", "a inteligência persegue servidores?", e ele respondeu rindo, "é claro que não Cida". Quem tinha encaminhado a pergunta para o PRF Territo fora justamente eu. Eu imaginava que teria sigilo mas isso não existe dentro da PRF. Inclusive mandei várias perguntas mas até hoje não vi ou recebi as respostas.
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No dia que fui encaminhado pra delegacia por suposta quebra de medida protetiva, a PRF Maria Chaves compareceu na casa da minha mãe e ajudou a PM. Fui com ela pra delegacia da polícia civil na viatura da PRF e juntamente com uma viatura da polícia militar. No caso, eu não sabia que existia medida protetiva e até o juíz confirmou o fato posteriormente em processo. Mas dentro da delegacia da polícia civil fui enganado pela escrivã, amiga de Maria Chaves, que me fez assinar vários documentos digitalmente sem que eu visse o que eu estava assinando. Mesmo eu questionando a escrivã ela me garantiu que eu estava assinando o documento lido por ela, ou seja, minha declaração. Essa escrivã mostrava entrosamento e proximidade com a PRF Maria Chaves. Em seguida o policial civil Bráulio me mostrou que havia um outro documento que tinha sido enviado para o delegado à distância, já que não havia delegado na delegacia. Interessante que antes de entrar na delegacia notei a presença de PRFs do GPT, e inclusive o PRF Flávio Vasconcelos me confidenciou que queriam me aposentar. Perguntei o motivo mas ele não disse, então eu ignorei essa informação já que ele não era meu chefe e não tinha nenhuma relação comigo. Já o documento que surgiu e que eu não havia assinado era uma declaração minha que eu admitia ser esquizofrênico. Documento falso com declaração falsa. Maria Chaves conseguiu uma cópia desse documento e encaminhou pra delegacia metropolitana. Esse documento foi recebido pelo chefe de delegacia Messias. Esse documentos foi usado num processo forjado para me aposentar compulsoriamente sem explicação. Ela articulou isso junto da escrivã da polícia civil do plantão de Betim mesmo sabendo que todo o processo era sigiloso. A escrivã não poderia ter dado esse documento para Maria Chaves. Lembrando que me foi negado um advogado e o delegado nem questionou. Meus direitos foram cerceados.
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Enquanto estávamos na delegacia da polícia civil de plantão em Betim a PRF Maria Chaves ficou passando a mão no meu cabelo e falando do tamanho do meu pé. Considerei isso um tipo de assédio sexual. Em outra ocasião ela me perguntou se eu tinha pouco pêlo no corpo como se já tivesse me visto. Em outra ocasião esbarrou a mão no meu pênis e saiu dando gargalhada, configurando outro assédio de forma intencional.
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Articulou juntamente com os PRFs Adailson, Antônio Neto e grupo GPT, a abordagem de uma Fiorino branca de placa com letras JIJ de Janauba/MG, onde me fizeram dar um disparo nessa Fiorino. Esse veículo estava envolvido a roubos na região de Betim durante a madrugada e até aquele momento não tinha sido localizado. Quando eu e Adailson saímos com a viatura ele mesmo escolheu o trajeto e logo batemos de frente com o veículo. Ocorreu uma perseguição mas num dado momento Adailson gritou pra eu atirar. Eu atirei apesar de não querer fazê-lo. Eu ouvi uma voz no ouvido mandando eu atirar. Mas assim que ocorreu esse disparo Adailson tirou o pé do acelerador e disse que não ia mais perseguir o veículo, abandonando a ocorrência. O pior foi pela manhã quando vi o PRF Adilson Souza numa sala gesticulando e conversando agitado com o PRF Antônio Neto e Edvaldo. Quando Adilson saiu da sala me falou na cara que sabia que eu tinha atirado e que nisso eu poderia ter acertado alguém. Não entendi o porquê dele estar na unidade já que ele não trabalhava mais ali. No mesmo instante já imaginei que era uma armação, tanto é que as vozes eletrônicas focaram nessa ocorrência quando me assolavam em 2021. É bom salientar que Adilson já tinha tentado fazer isso comigo anteriormente quando me mandou atirar num Fiat Uno vermelho conduzido por um senhor alegando que ele tinha roubado o carro. No final o carro era desse senhor e eu tinha me recusado a atirar. Dou detalhes no bloco correspondente ao PRF Adilson. Esse caso da Fiorino ocorreu no plantão da PRF Maria Chaves, chefe de equipe, mais uma vez, com intuito de me prejudicar.
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Maria Chaves viu quando o PRF Adailson saiu da sala principal, adentrou outra sala e voltou com uma munição 9mm. Adailson me deu essa munição como reposição do disparo que fiz na Fiorino. Ele falou que a munição estava sobrando e então aceitei. Tempos depois me liguei e percebi que ele poderia ter feito sacanagem comigo e me dado algum tipo de munição problemática, já que elas são numeradas. Outra vez fui inocente demais e não percebi o que Maria Chaves e Adailson estavam armando pra mim. Eles tem ódio de mim.
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Tempos depois a delegacia programou junto ao setor de patrimônio uma conferência das munições e outros materiais sob tutela dos policiais. Até hoje não me pediram pra explicar nada sobre munições e nem sobre a munição que Adailson me forneceu. Lembrando que parte das munições ficaram sob tutela da polícia civil sob justificativa de realizar perícia no meu armamento. Essa perícia foi feita sem razão, sem nexo com qualquer ocorrência e o resultado dela nunca saiu. Pode ser que a polícia civil nem tenha feito perícia, que tenham usado esse argumento para retirar meu armamento e me impedir de continuar trabalhando normalmente. O que realmente ocorreu. Ainda na época da conferência das munições presenciei na unidade de Betim a PRF Maria Chaves solicitando emprestada uma munição de 9mm a um PRF mais novo para fazer a conferência no setor de patrimônio. Ele emprestou a munição para ela bem na minha frente. Mais um golpe dessa PRF?
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Em outro momento Maria Chaves me ligou e pediu pra eu me deslocar até o posto da PRF de Betim para liberar um caminhão que eu tinha retido no pátio da unidade. O veículo ficou na frente da unidade com algum tipo de pendência que não me lembro. Prontamente me recusei a fazer isso, a adverti que eu estava numa festa e estava bebendo bebida alcoólica. Ela então disse que eu era obrigado a ir até lá pra liberar o veículo. Eu a disse que não e informei que eu poderia fazer isso no dia seguinte. Virou discussão mas não fui. Nessa época eu não era da equipe dela. Cheguei no outro dia e resolvi tudo sem intercorrências. Por um instante imaginei que ela queria me induzir a deslocar com meu veículo embriagado até a unidade de Betim. Daí seria mais uma armação pra me prejudicar. Será que ela já sabia de antemão que eu estava bebendo?
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Ficava ostentando, falando alto dentro do posto de Betim sobre sua vida financeira e seus bens. Ficava citando a construção da sua casa com piscina e sauna, viagem ao exterior de seu filho pra Holanda, o valor do seu pró labore de R$ 16.000,00 na empresa Apail Diesel do qual é sócia e etc. O interessante aqui é que ela falava somente quando eu estava no recinto e próximo dela, pois quando eu saía eu ouvia ela baixar a voz ou parar de falar. Parecia que ela queria se exibir para mim.
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Ela ficou horas do lado de fora da unidade de Betim lendo a tela do seu celular. Era algo muito extenso. O que me deixou incomodado nessa situação não foi o fato dela não estar fazendo seu trabalho no posto e sim o fato de que no dia anterior eu ter tido meu WhatsApp bloqueado por algum tempo, minha conta não estava disponível para mim. Alguém tinha roubado meu WhatsApp utilizando a senha ou PIN. Mas como alguém iria descobrir esse código? Cheguei a comunicar pelo celular corporativo que minha conta tinha sido roubada e até recebi mensagens dos PRFs Urzeda e Catanhede. Depois de algum tempo o WhatsApp voltou a funcionar normalmente. Diante disso tudo imaginei que quem pegou meu WhatsApp fez cópias das minhas mensagens e depois devolveu ou liberou de alguma forma. O que Maria Chaves lia eram minhas mensagens? A inteligência já havia dito que o WhatsApp possui falhas graves e Maria Chaves era da inteligência mesmo estando como chefe de equipe. Seu assecla Adailson a ajudava com isso.
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Maria Chaves foi no meu apartamento me assediar sem minha autorização e sem ser alguém que prezo ou tenho amizade. Ela me prejudicou muito dentro da PRF depois que fui pra sua equipe. Ela assediou a minha vizinha do apartamento da frente, Raquel, que era síndica juntamente com o marido Edmar. Ela lhes contou sobre mim acerca do modo como me vê e contaminou a cabeça deles. Praticamente me caluniou e me difamou pra pessoas estranhas à mim e que eu tinha boa relação. Depois de ganhar a confiança dessas pessoas passou a ir no prédio constantemente. Em uma das vezes ficou batendo nos vidros das janelas do meu apartamento, gritava e chegou a colocar uma pedra na janela da frente pra subir na janela. Em outra oportunidade apareceu com os PRFs Pires, Vasconcelos, e outros, se fazendo de boa samaritana. Nesse dia pedi a ela via interfone que parasse de ser intrometida. Todos ouviram o que falei. Não eram meus amigos, todos esses me prejudicaram de uma forma ou outra e sem me conhecer.
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Suspeito que Maria Chaves seja uma das pessoas que resolveu se aliar aos vizinhos da casa da minha mãe, vizinhos esses que nos prejudicavam demais e reiteradamente por décadas. Ela lançava indiretas no plantão de trabalho que correspondiam ao que ocorria dentro da casa da minha mãe como se soubesse ou escutasse o que era falado. Não confio nela.
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Maria Chaves virou pra mim e começou a contar uma estória. Ela contou que seu tio acabara de morrer em Igarapé, um tio que estava morando sozinho e ficava isolado da família. Disse que ninguém queria se relacionar com ele mesmo gostando dele, que ele morreu assim, solitário. Essa estória era o prenúncio do que estava por vir para mim pois é justamente como me encontro hoje, longe da família e isolado. Isso não é coincidência. Essa mulher tem ódio de mim.
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Maria Chaves tentava fazer os policiais não votarem em Bolsonaro mas ele ganhou a eleição e eu votei nele. Ela fazia questão de informar que Bolsonaro era miliciano e não era o melhor, que Lula era o melhor. Logo ela que é da inteligência e protege os seus como numa milícia.
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Todas as vezes que ia na delegacia de plantão de Betim e encontrava com um policial civil chamado Cristiano ficava prometendo que ele iria trabalhar na equipe dela. Ele estava aguardando sua nomeação para a PRF e ela estava tentando "mexer os pauzinhos" para levá-lo pra sua equipe. Enquanto isso ela fazia de tudo pra eu sair da equipe, sempre me prejudicando e de todas as formas possíveis. Ele foi nomeado mas ouvi dizer que foi para a delegacia de Paracatu. Bom lembrar que uma escrivã nessa mesma delegacia da polícia civil, sua amiga, me prejudicou com um documento criando uma falsa declaração minha.
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Em uma ocorrência de acidente de trânsito na Serra de Igarapé fomos chamados para conter um saque de carga no local. Cristian Coimbra e eu deslocamos e conseguimos conter o saque. Mesmo com a chegada de uma empresa de segurança armada contratada pela transportadora o saque continuou. Havia um PM à paisana no local organizando essas equipes. O meu colega Cristian sumiu. Após eu quase ser atropelado e esmagado contra a carreta por uma viatura dessa empresa de segurança, sai do local e fui procurar meu colega, afinal eu estava sozinho. Quando vi que Cristian estava na viatura desloquei até lá pra solicitar apoio no saque ainda em andamento mas ele estava fazendo uma "live" pro Instagram ou outra plataforma de rede social falando sobre coisas pessoais. Quando vi aquilo fiquei revoltado. Desisti de conter o saque e fiquei também na viatura ouvindo ele falar sem parar. Isso que ele estava fazendo era mais importante que o local do acidente e o saque de carga. O saque continuou e a empresa de segurança não conteve. O policial militar contratado ficou olhando. Indivíduos transportavam as caixas na faixa de domínio livremente. Por fim, deixamos o local que ficou sob escolta dessa empresa e do PM. Para me resguardar da situação fiz uma ocorrência no livro eletrônico, PDI, parte diária da informação, e pedi que os colegas Lana II e Cristian lessem e conferissem a ocorrência mas nenhum deles descordou. Alguns dias depois os PRFs Antônio Dias e Maria Chaves começaram a me mandar indiretas, como era costumeiro, dizendo que a corregedoria iria apurar a situação. Maria Chaves disse, "não é Dias?", "tudo que coloca na PDI a corregedoria tem que apurar?", e ele confirmava. Parecia uma tentativa de me intimidar ou de causar algum tipo de receio pela corregedoria ter de apurar, ou seja, como se eu estivesse errado. Cabe salientar que Adilson fez a mesma coisa, lançou indiretas dentro do posto de Betim alegando que o PM é seu amigo e ia ser prejudicado.
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Maria Chaves pegou seu próprio veículo, um VW Virtus, e me chamou pra ir até o bairro Citrolândia em Betim fazer inteligência pra tentar localizar o criminoso que ela mesma tinha liberado do flagrante. Fomos até uma "boca de fumo" com um carro todo filmado, segundo ela, sob orientação da inteligência da PRF. Eu fiquei com medo de levar um tiro naquele dia. Essa mulher me odeia e não trabalha bem.
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Maria Chaves se acidentou na BR381 próximo do km 482 com sua caminhonete Fiat Strada. Ela estava acompanhada de um dos filhos. Quando ela removeu o veículo para o posto de Betim virou pra mim e disse, "vem cá Salles, vem ver meu carro, acidentes acontecem". Ela disse isso por que eu havia afirmado, e continuo afirmando, que quem provocou meu acidente no bairro Ingá Baixo queria aquilo, foi proposital. Ela não aceitava que eu afirmasse isso. Até meu filho à época, uma criança, viu que o acidente tinha sido provocado de maneira intencional. Foi só depois desse acidente que conseguiram fazer uma chave reserva e acessar seu interior. Esse acidente foi em 07/12/2018 e já haviam vozes eletrônicas falando o tempo todo mas eu não tinha me dado conta disso. Ela tem alguma coisa a ver com esse meu acidente? O casal proprietário do veículo que colidiu no meu também era de Igarapé.
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Maria Chaves não gostava que fizesse multas na marginal da rodovia BR381 em Igarapé pois todos lá eram eleitores de seu irmão Arnaldo. Ela chegou a fazer advocacia administrativa a favor de uma mulher que estava estacionada na marginal, em local com sinalização de proibido estacionar, no km 512, em frente a um comércio na entrada da cidade. Fiz uma multa muito bem feita pra não ser cancelada e isso irritou Maria Chaves. Ela não gostava de mim de jeito nenhum. É uma forte candidata à ser uma das pessoas que me torturam.
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Em certo dia peguei um Fiat Sedan rondando a casa dos meus filhos no bairro Bueno Franco. Quando consultei esse veículo vi que o proprietário tinha sobrenome Chaves. Ele passava devagar e sempre visualizando à mim e meus filhos quando eu ia deixá-los em casa. E não foi uma vez só. Essa consulta está registrada nos sistemas da PRF. Liguei o fato à PRF Maria Chaves da inteligência e minha chefa de equipe.
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Maria Chaves me disse certa vez que seu caseiro tinha feito coisa errada no seu sítio em Igarapé, que não era de confiança, que por isso não podia confiar em "preto", que nunca mais contrataria gente dessa "raça".
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Maria Chaves ou Cida ficava com raiva quando ouvia os PRFs da unidade de Betim, assim como os PRFs de grupos que passavam, falando de "gays" de maneira pejorativa. O PRF Paulo Magno já notificava todo mundo sobre isso pois dizia que Maria lhe confidenciou que um de seus filhos era homossexual.
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Vi quando Maria Chaves levantou da mesa da unidade de Betim e pediu para o PRF Cícero uma munição de 9 mm. Ele entregou uma munição nas mãos dela. Segundo Maria essa munição seria para a conferência de material sob guarda de cada policial que o setor de patrimônio em conjunto com a delegacia metropolitana estavam fazendo. Eu imagino que isso seja um tipo de corrupção, tanto dela como de Cícero, ambos sabendo o que estavam fazendo.
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Maria Aparecida Chaves também conhecida como Cida reclamava do tamanho da fonte de letra que eu usava no meu celular e também no computador quando eu estava como chefe de posto (posteiro). Ela alegava que não dava para ler nada com aquele tamanho e chegava a mudar o tamanho da letra do computador que eu utilizava. Quando ela viu meu celular com uma fonte bem reduzida reclamou dizendo que não era possível eu conseguir ler. Como alguém pode reclamar daquilo que é dos outros? Mas hoje sei que fontes pequenas são difíceis de serem lidas por câmeras, caso tenha alguma dentro da unidade de Betim. E não é de hoje que o próprio PRF Adailson, amigo de inteligência de Cida, já ter dito que colocou câmera e microfone dentro dessa unidade. Se existir tal câmera e captação de áudio é possível comprovar tudo que estou expondo aqui, tudo que foi falado, todo "bullying" e assédios. Fica a dica pois diziam que as viaturas também tinham câmeras escondidas. Quero salientar ainda que a partir de 2022 não consigo mais ler fontes de letras pequenas por causa das torturas eletrônicas que sofro (que coincidência).
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Após eu atender um acidente de trânsito na marginal da BR381, no km 493, sentido São Paulo, chegou um processo para eu responder ao condutor do automóvel que questionava a dinâmica do acidente e questionava o fato da motocicleta estar praticando um ato ilegal. Respondi o processo, justifiquei minha decisão totalmente embasada no CTB mas isso deixou a PRF Maria Chaves puta da vida a ponto de discutir comigo dentro da unidade de Betim e a envolver o chefe da delegacia Antônio Dias na questão. Ela queria ajudar o condutor do automóvel de qualquer jeito e queria que eu retificasse a ocorrência a favor desse alegando que o condutor da motocicleta não podia transitar em parte de uma faixa de rolamento. Mantive minha decisão mas o assédio que sofri pra fazer valer a opinião dela e ajudar o condutor do automóvel foi muito grande. Isso que ela fez chama-se advocacia administrativa e é passível de demissão. Ela e seus coligados da inteligência não aceitam serem ignorados e mostram seu poder. Não era a primeira vez que Maria Chaves se envolveu num cometimento de advocacia administrativa. Importante ressaltar que o condutor do automóvel procurou Maria Chaves e os dois conversaram à respeito do caso. Imagino que ela foi quem sugeriu a abertura do processo para mim. Isso é a PRF.
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Cristiano
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Não é o Cristiano da inteligência.
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Não sei de onde veio esse PRF mas foi trabalhar na equipe de Maria Chaves, na equipe Delta. Conversava com ar de superioridade como o pessoal da corregedoria faz. Disse para mim que estava respondendo processo na justiça por assédio sexual após bater sua mão na nádega de uma mulher.
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É um puxa saco de Maria Chaves.
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Antônio Neto
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Trabalhou comigo em Betim antes de ser chamado pra inteligência. Antes de Betim trabalhava em Montes Claros. Acho que é formado como analista de sistemas ou como cientista da computação. Quer ser maçom como seu pai Barbosa da Copasa.
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Queria saber onde minha família tinha um restaurante em Belo Horizonte. Se interessou muito por isso.
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Perguntava pra os homens da equipe Delta se era só ele que estava percebendo que a PRF Maria Chaves estava dando em cima dele. Diante de todos afirmarem que sim, ele rindo disse que logo ia dar um trato nela. E Antônio Neto é casado com uma mulher que trabalha na Copasa. Seu desejo é ser maçom igual ao seu pai que também trabalhou na Copasa.
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Me confidenciou que sua mulher queria a chefia de algum setor da Copasa mas que outra mulher mais forte estava ocupando o cargo. Que essa outra mulher era incompetente e deveria sair pra sua mulher entrar. Pensou em fazer alguma coisa pra prejudicar ou forçar a saída dessa mulher do cargo de chefia.
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Quando me viu no suposto curso de alinhamento de inteligência me disse que nunca esperava me ver ali. Me senti um rejeitado e mal quisto. Em certa parte do curso o PRF Denis me perguntou se eu confiava no Antônio Neto e eu respondi que sim. Hoje sei que não deveria ter dito que confiava.
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Ficava só no celular quando estava no alojamento de Betim. Parecia que ele não dormia, sempre estava com a tela do celular acesa. Hoje imagino que lia na sua tela o que eu falava intimamente através das minhas cordas vocais, já que toda essa tortura é eletrônica. A PRF Maria Chaves fazia o mesmo quando as vozes eletrônicas que ouço aumentavam. Tenho forte desconfiança que participa dessa tortura muito antes de trabalhar em Betim.
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Ficou nervoso por eu ter contado a ele que consegui restaurar meu celular Motorola após problemas de bloqueio e conta do Google. Ficou insistentemente me perguntando como eu fiz pois ele achava que não tinha jeito de restaurar. Logo desconfiei que meus problemas com aparelhos celulares podiam ter haver com ele e a inteligência da PRF.
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Ele já tinha contato com vários PRFs pelo Brasil afora que eram programadores e especialistas em celulares. Em certa oportunidade, antes de ser chamado pela inteligência, numa abordagem solicitada pela própria inteligência, pegou o celular do indivíduo que estava dirigindo, desbloqueou após fazer pressão no condutor, saiu da unidade com o celular do condutor enquanto ele estava dentro da unidade, ligou pra um outro PRF especialista, alterou a configuração de segurança do aparelho, instalou um software que iria monitorar esse condutor, leu as mensagens de WhatsApp e encaminhou números de telefones pra inteligência, depois devolveu o celular pro condutor e o liberou. Tudo ilegal e sem mandado. Após alguns minutos da liberação do condutor disse pra todo mundo que o condutor estava desconfiado que fizeram alguma coisa com o celular dele, mas tudo isso porque captavam os sons desse celular e ouviam o que esse condutor falava. Também era possível monitorar a localização e ver as mensagens no celular desse condutor. Que era assim que iam prendê-lo. Eu pude ver e ouvir tudo que Antônio Neto fazia e falava. Isso é ilegal. Não concordei com isso. E ele nem era da inteligência ainda, ou era? É exatamente como meu celular está hoje, controlam até a rede celular. Na seção correspondente ao PRF Demerson tem isso também. Que coincidência.
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Cheguei a pedir ajuda à ele por causa dos bloqueios de celular estranhos que eu enfrentava, além de perda de contas de e-mail e redes sociais. Apesar de relatar tudo que eu estava enfrentando ele nunca me ajudou com nada, sequer me dava uma opinião. Em outra ocasião ele me disse, "esquece isso de celular".
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Em um desentendimento entre mim e o PRF Edvaldo por causa da confecção de uma ocorrência de apreensão de animais na BR 262, se colocou ao lado de Edvaldo mesmo sabendo que isso era função de Edvaldo. Isso me irritou bastante. Com a ajuda do PRF Romulo, também em apoio a eles, me forçaram a coletar os dados dos animais e confeccionar essas ocorrências junto à concessionária. Ainda exigiram que as ocorrências fossem feitas no local da ocorrência em Juatuba, aonde não há um computador, fazendo então eu me deslocar até a unidade de Betim e voltar, sendo que o procedimento não era esse. O PRF Edvaldo que estava no posto se negou a fazer o documento dizendo que não era função dele sendo que todos que ocupam essa função o fazem. Enfim, fizeram uma bagunça danada, inverteram a situação pra eu ser obrigado a fazer os documentos e criaram uma situação dizendo que eu estava agindo errado. Antônio Neto era o chefe de equipe no dia. Já o PRF Edvaldo estava ocioso. Isso que é trabalho de equipe, você faz tudo e eu assisto. Deixando claro que ninguém gosta de fazer esse tipo de ocorrência ou documento. Pra piorar a situação, tanto Maria Chaves quanto Antônio Dias também faziam isso comigo mas eu estando na função de Edvaldo.
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Dizia que um guarda municipal de Contagem estava tentando prejudicar o PRF Adailson de qualquer jeito. Que provavelmente a situação em que Adailson estando nu perseguia duas jovens na rua foi uma montagem desse guarda municipal. Adailson chegou a ser preso por isso mas foi liberado com a ajuda do chefe da delegacia, Antônio Dias.
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Enquanto eu estava sentado num computador de frente para as janelas da sala de atendimento principal do posto PRF de Betim, o vi apontando o dedo para minha cabeça e rindo. Antônio mostrava para a PRF Maria Chaves. Só pude ver essa situação porque o filme da janela age como um espelho e ele nem percebeu que eu vi sua atitude e de Maria Chaves.
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Antônio e eu fomos levar uma ocorrência na Depatri da polícia civil no anel rodoviário e pediu pra eu ligar pra uma PRF da inteligência solicitando dados do sistema AB para um dos delegados. Antônio me passou o telefone dela, eu liguei e essa fixou me fazendo um monte de perguntas. Nunca tinha ouvido falar no nome dessa PRF. Fiquei desconfiado que Antônio queria aparecer para o delegado. Situação estranha.
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Romulo
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Mais um que trabalhou no posto PRF de Betim. Depois foi para a setor de inteligência em Contagem. Ele foi pra inteligência antes de Antônio, ou já era desse setor.
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Ajudou a armar o suposto curso de "alinhamento de inteligência" junto com o chefe da delegacia Metropolitana, Antônio Rodrigues Dias. Sugeriu um outro curso pra eu fazer pra poder entrar pra inteligência. Tudo isso em comum acordo com Antônio Dias, que já havia me negado a transferência para esse setor. Estavam brincando comigo por eu ser humilde e simples.
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Disse para mim que eu tinha que assistir um filme chamado "Milagre na cela 7", alegando que o filme era bom e que estava indicando especialmente para mim. Assisti o filme mas não vi nada demais. Só quando fui afastado da rodovia e começaram a me torturar que fui entender o motivo da indicação de Romulo. Ele estava me associando ao personagem principal do filme que é uma pessoa boa mas tem uma doença mental. Ele já sabia o que estavam fazendo comigo quando veio trabalhar em Betim e na equipe de Maria Chaves. Quanta coincidência.
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Paulo Magno
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PRF que mora em Divinópolis mas trabalha no posto de Betim. É primo do PRF Túlio, chefe da delegacia de Oliveira.
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Paulo fazia parte de um triângulo amoroso com a PRF Tatiana Baía. Isso virou um escândalo na delegacia Metropolitana. O marido de Tatiana é policial militar do choque. Chegaram a cogitar que a filha de Tatiana fosse filha de Paulo Magno e isso era difundido dentro da delegacia metropolitana. Realmente eles eram muito próximos e ficavam muito juntos no trabalho e quando discutiam pareciam marido e mulher. Eles fumavam juntos também e já tinham trabalhado no Paraná. O chefe de delegacia, Messias, veio me perguntar se eu tinha ficado sabendo do escândalo e da traição de Tatiana, mostrando que todos ficaram sabendo.
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Paulo falou que eu deveria arrumar uma mulher rica pra me casar pois assim eu estaria bem de vida e tranquilo. Ainda disse que se fosse do ramo do direito seria melhor ainda pra mim.
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Paulo utilizava a senha do sistema ISP, um sistema de consulta estadual destinado às polícias civil e militar. Essa senha era na verdade de uso pessoal de um policial militar de Divinópolis. Ele tinha que ligar pro PM pra usar a senha pois se ocorressem dois acessos simultâneos poderia dar problemas.
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Numa ocorrência de acidente na BR381 em que o atendimento fora feito por ele e a PRF Michele, sofreu a interferência do PRF Adilson Souza que acabou conduzindo uma mulher de um dos veículos envolvidos nesse acidente para dentro do posto PRF. Após discutir com essa mulher Adilson quis prendê-la. Eu como chefe de equipe no dia me recusei a fazer essa prisão já que essa mulher não estava cometendo crime algum. Paulo e Michele concordaram comigo mas isso deixou o PRF Adilson muito nervoso. Adilson queria prender a mulher pois se sentiu ameaçado por ela, já que ela poderia fazer uma denúncia contra ele por tê-la mantido presa dentro do posto PRF de Betim enquanto estavam somente os dois. Quando os chefes PRFs Christian e Tatiana vieram me confrontar e me acusar de não ter feito o que Adilson queria, Paulo não disse nada e nem fez valer sua decisão no dia dos fatos, me deixando sozinho. Fui repreendido na frente de todos como se o criminoso fosse eu. Só que Paulo e Tatiana eram próximos e por isso fiquei isolado nessa questão que rendeu muita falação. Enfim, sofri assédio moral de Christian e Tatiana.
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Paulo fofocou sobre o PRF Sampaio dizendo que ele foi mal tratado no restaurante Beija-flor na BR262. Ele falou o mesmo com outros policiais que estavam no posto de Betim. Ele contou que o pessoal desse restaurante não queria servir Sampaio por ele comer muito e que isso gerou uma confusão no restaurante. Até aqui não havia problema mas depois fiquei sabendo que estavam falando que fora eu quem estava fofocando sobre Sampaio. Mais uma vez as más línguas estavam recaindo sobre mim sendo que eu não presenciei o fato e só soube por que Paulo estava dizendo.
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Paulo se fingiu de amigo quando tive problemas com as minhas irmãs na casa da minha mãe. Ele demonstrava interesse nos fatos então eu o informei que a ocorrência feita pela PM estava com fatos inverídicos, colocados pelos policiais militares e que minhas irmãs mentiram. Ficava me dando conselhos errados, tentava fazer eu abrir processo no sistema SEI pra questionar meu afastamento da rodovia e relatava fatos ocorridos com ele idênticos ao que ocorria comigo. Um dos fatos que eu lhe contei foi do funcionamento de câmeras na casa da minha mãe, que as câmeras sofriam interferência sem motivo e que o gravador aparecia em certos horários com cortes ou exclusões de poucos minutos. Ele dizia que isso acontecia na casa dele, ou seja, era normal. Mas depois entrei em contato com a Intelbras que me confirmou que nada disso acontece ou é normal.
Salientando que ele tinha acesso à ocorrência da PM pois possuía acesso ao sistema ISP então podia ler ocorrências da PM livremente e deixar outros lerem, principalmente essa ocorrência que me envolvi com minha família.
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Após a prisão em flagrante de um indivíduo que estava furtando peças de veículos dentro do pátio do posto PRF de Betim, juntamente com a PRF Maria Chaves, a chefe de equipe, decidiram por liberar esse indivíduo. Eu não concordei em liberar o indivíduo mas os argumentos deles foram os seguintes: Maria Chaves afirmou que o indivíduo preso estava falando a verdade inclusive sobre seu nome, mesmo não sendo localizado nos sistemas e eu dizer que ele estava mentindo; Paulo Magno alegar que o juíz aplicaria o princípio da insignificância e iria liberar o indivíduo de qualquer jeito, e por fim, Maria Chaves dizer que Paulo era formado em direito e por isso sabia mais que nós. Eles cometeram um crime. Ainda tentei fazer com esse indivíduo fosse levado para ser identificado na delegacia de polícia civil mas ambos afirmaram que não existe levar alguém pra averiguação em delegacia. Só que o indivíduo foi preso em flagrante. Esse indivíduo foi procurado posteriormente pela inteligência da PRF mas não foi mais localizado. Como pode, ele conseguiu depenar todos, todos os veículos do pátio e quando foi preso, foi liberado.
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Paulo disse que iria dar um jeito de fazer atividade jurídica na corregedoria da PRF pra que esse tempo contasse para um futuro concurso público para delegado ou algum cargo em tribunais. Me parece que esse jeitinho foi aceito pela corregedoria pois ele foi trabalhar nesse setor. Isso pra mim não existe mas em se tratando de PRF podemos imaginar que tudo é possível.
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O peguei por várias vezes mexendo nas bolsas de outros colegas que são colocadas sobre uma bancada na área de entrada e atendimento ao público. Ele se sentia confortável fazendo isso.
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Sempre alterava as configurações dos computadores da unidade de Betim, apagava arquivos e demonstrava muito entendimento nisso. Não era só ele que fazia isso mas muitos PRFs não gostavam que isso fosse feito.
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Paulo ficou com raiva de mim quando votei por manter o horário de rendição ou troca de plantão dos policiais às 08h00 da manhã. Justificou que ele e Michele moravam em Divinópolis e que outro horário era melhor pra eles, um horário mais cedo. Só disse isso pra mim, não confrontou outros PRFs como fez comigo e o horário de oito horas ganhou.
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Paulo me disse que se eu colocasse bebida alcoólica no ânus iria ficar bêbado mais rápido. Me disse isso antes de eu sofrer com os incômodos na minha próstata e ânus. Pra mim essa frase dele remete ao seu conhecimento do que está acontecendo comigo, ou seja, as torturas e vozes eletrônicas.
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Depois que sai da equipe Charlie e fui pra equipe de Maria Chaves, Paulo também pediu pra sair e veio pra equipe de Maria Chaves. Não foi logo que eu saí mas ele veio trabalhar comigo na equipe Delta. Não sei se isso foi um ato pra me vigiar mas achei estranho ele ter saído de perto da sua turma ou grupo. Ele informou que tinha saído por causa do PRF Adilson mesmo sabendo que Adilson iria ser removido pra Contagem.
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Certo dia Paulo começou a andar de um lado pro outro todo nervoso e a dizer, "esse cara não sabe conversar com mulher?", "isso me mata de raiva". Ele conversava com uma das equipes do GPT dentro do posto de Betim mas a conversa parecia ser direcionada a mim. Achei que ele iria me bater pois estava muito nervoso, porém, não se aproximou de mim. Como eu disse em várias seções de vários PRFs aqui, eu sofria com indiretas, assédios e difamação da minha pessoa.
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Paulo ficava falando que eu não gostava de PM, então eu sempre respondia que não era verdade. Eu sempre tive um bom relacionamento com a PM e sempre procurava ajudar até em ocorrências de acidente. Se eu não gostasse de PM jamais iria nas casas e sítios deles, nas festas com PMs ou qualquer outra coisa. Até deixei de multar uma policial militar na BR381 por estar com película bem escura no pára-brisa dianteiro. Não sei por que ele falava isso pois nunca confidenciei nada do tipo a ele. Ele é mais um dos que não gostavam de mim e fazia parte da turma do mal juntamente com Tatiana, Michele, Adilson, Christian. Sempre metidos a moralistas e puritanos mas na realidade era o contrário. Nunca tive nada contra a PM.
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Como integrante da turma do mal, que já citei várias vezes aqui, ele acessava o sistema SEI e lia os processos de todos os policiais da delegacia Metropolitana. Depois que ele via o conteúdo espalhava dentro da equipe. Os processos são abertos para todos os policiais mas ele filtrava informações mais sensíveis ou pessoais para divulgar. O chefe da equipe Christian Costa Neves ao perceber a atitude de Paulo explanou que daquele dia em diante Paulo seria o buscador de "fofocas" no SEI para deixar a equipe sempre bem informada. O problema era o uso dos nomes dos policiais e o conteúdo de seus processos como forma de fazer piada ou gozação. Eles gostavam de saber de tudo da vida alheia, tudo que acontecia na delegacia.
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Disse à mim que o PRF Seba tinha comprado lanche pra todo mundo e que tinha deixado na geladeira. Que podia comer à vontade e não precisava pagar. Eu cheguei a comer e beber uma coca-cola. Depois descobri que a coca-cola era exclusiva de Seba. Ele não veio falar comigo. Fui enganado.
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Falava que a PRF Maria Chaves tinha um filho "gay" é que por isso não era pra ficar falando sobre "veado" perto dela pra não ser repreendido por ela. Certa vez os colegas do GPT conversavam sobre isso quando Maria Chaves se levantou de repente e saiu. Nesse instante Paulo informou a todos que a atitude dela era justamente por causa das falas homofóbicas.
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Conseguiu a segunda dose da vacina contra COVID-19 na região do bairro Barreiro em uma unidade de saúde pública. Fiquei com a impressão que o objetivo era conseguir a minha vacinação já que não ofereceu a mais nenhum policial. Ele disse ter ido lá no dia anterior pra tomar a vacina e falou que eu poderia ir pra tomar também. A nossa vacina era de Oxford. O PRF Antônio Dias ficava me perguntando se eu já tinha tomado a segunda dose e eu dizia que não.
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Paulo disse que não nunca iria a um psicólogo pois fazia terapia holística com uma mulher em Divinópolis. Ele e a turma do mal diziam que eu que tinha dito isso, porém eu nunca falei que nunca iria num psicólogo. Não tenho nada contra, foi mais uma tentativa de me prejudicar no trabalho.
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Viu minha bolsinha com óculos escuros na minha mão e disse que o óculos parecia com o dele que sumiu. Eu usava raramente mas deixava meus óculos na bolsa que eu carregava. Esses óculos tinham sido fornecidos pela PRF então todos os policiais receberam. Ele insistiu que os meus óculos poderiam ser os dele já que tinham sumido. Ele estava me acusando de algo que eu nunca faria. Isso é PRF.
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Devido a várias conversas que tivemos antes de eu ser afastado da rodovia comprei um celular IPhone. Paulo dizia que se eu tivesse tendo problemas com minha privacidade ou desconfiasse de estar sendo monitorado, eu deveria comprar um iPhone, que ele já usava há muito tempo por causa disso. Tudo piorou na minha vida quando eu comprei esse celular que uso até hoje e que nunca funcionou corretamente. Assim que comprei esse celular ele já travou a tela de entrada ou a tela de senha. O único modo de desbloquear o aparelho foi ligando pra assistência técnica da Apple que transferiu um novo sistema pro aparelho. Depois dessa transferência nunca mais funcionou corretamente. Tenho pra mim que a PRF armou isso. Paulo agora foi pra corregedoria e quer virar delegado sem tempo de atividade jurídica. A PRF prometeu a ele esse tempo de atividade jurídica dentro da corregedoria. Isso é PRF.
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Tatiana Baía
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Era chefe da equipe Charlie juntamente com o PRF Christian. Somente eles dois montavam as escalas de trabalho. Se acha uma moralista e tenta dar lição de moral nas pessoas como se fosse sua função.
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Montava escala de trabalho alegando que o PRF Adilson Souza deveria tirar folga em um dos finais de semana do mês para ficar com sua esposa já que ela trabalhava durante toda a semana. Isso demonstra injustiça com os outros membros da equipe principalmente comigo que possuía, à época, dois filhos pequenos que precisavam de mim nos finais de semana ou folga da escola. O argumento de Tatiana era pra beneficiar seu amigo pessoal Adilson Souza contrariando as regras morais da equipe. Eu não concordava com isso mas foi feito do mesmo jeito, de acordo com sua turma.
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Era amante do PRF Paulo Magno como relatei acima na seção correspondente à ele. Foi um escândalo na delegacia Metropolitana. Ela disse que teve que tomar remédio psiquiátrico por causa disso e em certo dia, comigo já afastado da rodovia e trabalhando administrativamente em Betim, me disse que eu teria que tomar remédio psiquiátrico. Ela disse que só aceitaria que eu voltasse ao trabalho se eu tomasse remédio psiquiátrico. Mesmo eu questionando o porquê de eu ter que tomar remédio psiquiátrico ela disse que era por quê ela tinha tomado e assim eu tinha que tomar também. Não entendi a relação entre eu e ela mas nunca precisei de remédio psiquiátrico. Ela agia como se fosse a proprietária da PRF.
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Ela ouvia do PRF Adilson Souza em todos os plantões, literalmente, que ela não tinha bunda nenhuma. Pra mim uma falta de respeito mas ela aceitava isso. Em certo dia ela e outros colegas de equipe chegaram na unidade contando que Adilson a havia "cantado" numa festa que fizeram. Eu não fui à essa festa mas fui informado do caso. Ficou bem claro que Adilson Souza queria ficar com ela, mas ambos são casados.
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Juntamente com a PRF Michele, estando somente nós três na unidade de Betim, começou a me dar lição de moral sobre mulheres como se eu tivesse algum problema. Elas também citaram e se referiam à ocorrência da PM que culminou na minha saída da casa da minha mãe. Porém, não entendi nada que falaram pois a carapuça não me serviu. E como elas tiveram acesso à ocorrência da PM? Só por que possuem relação familiar com a PM, acham que podem ler e julgar as ocorrências. Essas duas não são nada pra mim e não significam nada pra mim, eram apenas colegas de trabalho. Essas duas extrapolaram os limites e invadiram minha vida pessoal. Também não acreditaram quando falei que minhas irmãs mentiram na ocorrência induzidas pela PM.
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Assinou uma declaração no sistema SEI aonde alega, juntamente com os PRFs Christian e Moisés, que eu tenho problemas com ar condicionado e que ouço vozes vindas do ar condicionado. Essa declaração mentirosa embasou o pedido da PRF ao do ministério público federal para minha aposentadoria. Eu nunca disse nada de ar condicionado pra ninguém, muito menos afirmei que ouvia vozes vindas dos aparelhos. Mas ocorria de Tatiana, Christian e Moisés me darem a tarefa de acompanhar o pessoal da manutenção dos ar condicionados do posto de Betim. Eles me davam ordens e faziam eu parar meu serviço administrativo pra acompanhar esse pessoal pela unidade. Isso demonstra que nunca tive problemas com ar condicionado mas eles como chefes de equipe me davam essas ordens ilegais já que isso não era minha função. Ela inventou isso e assinou a declaração que citei e foi beneficiada sendo transferida para a sede da PRF em Contagem após minha saída definitiva ou meu abandono ao trabalho devido a bullying e assédios moral e sexual que eu estava sofrendo. Inclusive ela e esses outros PRFs motivaram a minha saída de Betim e ida para a delegacia Metropolitana em Contagem e depois minha saída definitiva. Tatiana ainda disse que eu a ameacei, o que nunca aconteceu, foi mais uma mentira pra convencer o ministério público federal que eu deveria aposentar. Aliás, nunca ameacei ninguém, nem na minha família e nem na PRF. Acredito que se eu a tivesse ameaçado ela teria usado seus amigos na PM pra me matar.
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Como eu disse na seção correspondente ao PRF Paulo Magno ela me confrontou juntamente com o PRF Christian sobre não ter apoiado o PRF Adilson Souza na prisão de uma mulher que era passageira de um veículo envolvido em acidente de trânsito. Disse que eu deveria apoiar incondicionalmente Adilson mesmo que ele estivesse errado pois é assim que polícia faz. Nunca mais eu quis ser chefe de equipe pois não concordo em prender pessoas inocentes.
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Aliás ela me colocou como chefe de equipe enquanto ela e Christian estavam afastados por férias ou outra razão que os afastou por mais tempo. Mesmo estando como chefe de equipe não me permitiu montar a escala de trabalho tendo que esperar que Christian a fizesse e enviasse pra todos da equipe. Fui chefe só por conveniência deles já que não desempenhei nenhuma atividade de chefe. O intuito era me prejudicar, sua turma tentou fazer isso muitas vezes.
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Pegou a minha mão e colocou na barriga dela próximo do umbigo. Ela fez isso repentinamente e eu fiquei constrangido com isso. Ela disse então, "tá com medo?", e eu disse que não. Mais um assédio estranho que sofri dentro da PRF. Estávamos só nós dois na área interna de atendimento ao público.
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Veio pelo corredor da unidade de Betim, abriu a porta e disse rindo para todos que estavam ali que tinha visto o "pinto" do Christian. Depois chegou ele rindo também. Mais uma situação estranha que presenciei na PRF.
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Em uma ocorrência de acidente na BR 262 assim que eu e ela chegamos no local um homem ensanguentado por completo correu na direção dela. Como eu era o motorista desembarquei por último e fui ao encontro deles. Eu o afastei com a perna pra que ele não agarrasse Tatiana pois ele estava repleto de sangue. Depois o indivíduo se acalmou mas foi necessário contê-lo no início. Essa ocorrência foi lembrada por Tatiana e Michele dizendo que eu era violento. Elas não afirmaram isso diretamente mas indiretamente, então deu a entender que estavam me criticando por ter impedido o indivíduo de agarrar Tatiana. Ela gostou do que fiz no dia e agora estava me criticando junto com a sua amiga de turma do mal, miliciana.
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Após o chefe da delegacia, Antônio Dias, me pedir pra olhar os computadores da unidade de Betim e verificar as configurações de uso, segurança, antivírus e etc, notei que o navegador estava com senhas de sites gravadas e uma das senhas era de Tatiana. Essas senhas estavam armazenaras no navegador e estavam disponíveis pra qualquer um ver. Fiz questão de avisar Tatiana pra excluir sua senha e a mostrei que não era seguro. Ela agradeceu. Muitos PRFs mexiam nos computadores e alteravam as configurações como os PRFs Arthur, Paulo, Christian, e etc.
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Nós não tínhamos intimidade mas ela se comportava como se tivesse. Ela aparecia de repente e arrancava pelos da minha orelha sem minha autorização. Ficava me observando e dando orientações sobre não limpar o ouvido com a tampinha da caneta e até não usar palito de dentes por estragar os dentes. Apesar disso nunca conversou comigo e nunca me conheceu de verdade mesmo tendo trabalhado comigo por anos na mesma equipe. Dessa forma, também não a conheci.
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Não gostou de saber que sai da equipe Charlie por causa do PRF Adilson Souza. Ficou com raiva em saber disso do PRF Christian, o único que contei o motivo. Mas eu estava sofrendo assédios constantes de Adilson Souza e pra não entrar em conflito decidi sair da equipe. Ela disse, "bem feito, saiu daqui pra lamber cu de Cida".
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Tatiana juntamente com o PRF Christian impediu que fosse relatado numa ocorrência de roubo um disparo de arma de fogo que fiz para o solo em área de domínio, um tiro completamente seguro. Isso culminou na prisão do indivíduo que havia roubado uma van coletivo de Betim de número 90, que atende ao bairro Citrolândia. Fui prejudicado e não pude receber a munição de reposição. Eu ainda insisti que era melhor contar a verdade na ocorrência pois o indivíduo preso poderia alegar que ouviu um disparo mas eles não quiseram colocar isso na ocorrência. Me impediram de fazer o certo.
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Após o PRF Luiz Azevedo espalhar que a PRF Tatiana Baía era chefe porque era filha de coronel da PM ela veio tirar satisfação comigo como se eu que tivesse feito isso. Na ocasião eu a respondi que apenas disse pra Luiz que ela era filha de coronel da PM bem fora do contexto que Luiz a inseriu. Se tratava da opinião dele. Pedi desculpas se causei algum tipo de embaraço mas esse fato de ela ser filha de coronel já era de conhecimento de muita gente e o PRF Adilson Souza dizia isso pra todo mundo. Luiz que é amigo de Michele Resende, que é amiga de Tatiana, me colocou como errado e não admitiu que foi ele quem condicionou a chefia da equipe ocupada por Tatiana ao fato do pai dela ser coronel. Esse Luiz é um mentiroso e convenceu Michele a dizer que foi eu quem disse tudo aquilo. Salientando que Luiz e Tatiana já tinham tido um entrevero antes desse fato e ele estava com raiva dela.
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Me colocou pra fazer uma ocorrência de crime na unidade de Betim após uma viatura da PM abandonar uma vítima na unidade PRF de Betim. Tatiana não autorizou que a vítima fosse deixada ali. Ela discutiu com o Tenente da PM e disse que a ocorrência era da PM e não aceitaria que a vítima fosse deixada ali. O tenente da PM abandonou a vítima no posto da PRF e foi embora. Diante disso Tatiana ordenou que eu fizesse a ocorrência pois ela estava nervosa e iria sair pra fumar um cigarro. Eu trabalhando em Betim administrativamente tinha virado um capacho que seguia ordens dos chefes de todas as equipes pois não distribuíam serviços para os integrantes de suas próprias equipes. O desentendimento com o tenente levou Tatiana a reclamar junto da chefia da delegacia e do superintendente mas até onde fiquei sabendo não deu em nada.
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Em outra ocorrência envolvendo um policial militar a PRF Tatiana deu ordem de parada pra esse policial que estava numa motocicleta mas ele evadiu. Ela apontou a arma para ele e então ele disse, "atira em mim então". Logo Antônio Dias e Paulo Magno vieram com a viatura, juntamente com ela, e foram em perseguição ao PM. Até então não sabiam que era PM. A ocorrência envolveu motociclistas da PM que tentaram abordar esse indivíduo mas sem sucesso. Ele então adentrou para dentro da unidade da PM no bairro Jardim Alterosas em Betim. Ele carregava uma mochila mas tanto ele quanto os policiais dessa unidade não quiseram dizer aonde estava essa mochila. Por fim ficou caracterizado que os outros policiais militares acobertaram o que evadiu. Creio que também não deu em nada essa ocorrência mesmo envolvendo a corregedoria da PM.
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Depois do meu afastamento da rodovia ficava tentando me colocar pra fazer nhoque para ela. Mesmo eu dizendo que nunca mais iria fazer nhoque enquanto eu não voltasse ao trabalho de forma regular, ela insistia e me assediava para eu fazer o prato na cozinha do posto PRF de Betim.
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Não tenho interesse nessa pessoa e nunca tive. As vozes eletrônicas que fazem essa tortura comigo desde 2021 ficam fazendo algum tipo de relação entre eu e Tatiana mas nunca nem conversamos.
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A contínua do posto PRF de Betim, Roseane, ficava falando que Tatiana estava subindo pelas paredes. Elas estavam externando as necessidades sexuais de Tatiana. Ela disse isso na minha frente e também do PRF Gontijo. Venho salientar, mais uma vez, que nunca tive interesse nessa PRF.
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Tatiana foi assaltada na rua de sua residência próximo da avenida Silva Lobo. O meliante levou seu celular. Ela comentou o fato com toda a equipe e disse que seu marido Fabeto da polícia militar iria encontrar esse indivíduo e matá-lo.
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Me perguntaram dentro da equipe Charlie se eu tinha interesse em alguma PRF e eu respondi que tinha interesse na PRF Bárbara. A faxineira do posto de Betim, Roseane, estava presente e ouviu. Desse dia em diante começaram a falar que eu gostava da perereca branca, ou seja, da Bárbara. Ficou claro que não gostaram de ouvir isso. Tatiana ainda tentou arrumar a secretária da delegacia metropolitana para mim, queria juntar nós dois e havia dito que ela tinha interesse em mim. Essa secretária é filha de PM, morava no bairro Xangrilá mas eu não me lembro o nome dela. Essa secretária não era do meu interesse. Estavam interferindo na minha vida.
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Christian Anderson Costa Neves
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Me disse que eu não receberia uma indenização referente a um processo impetrado pelo sindicato acerca de um reajuste de 28.86% no passado. Disse isso afirmando, mesmo eu o questionando. Era meu direito receber pelo sindicato da PRF mas ele queria fazer eu esquecer o processo sem justificativa. Não sei como ele obtinha informações que não diziam respeito a ele e nem a turma de formação dele. Isso demonstra como estava interessado na minha vida. Eu o considero um desafeto.
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Furtava ferramentas de veículos apreendidos, sejam roubados ou de apreensão de drogas. Em um deles furtou um pé de cabra e guardou no próprio armário. Deve estar lá até hoje. Também furtou caixa de ferramentas.
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Chegou a tomar uma pequena quantidade de maconha de um usuário e ainda alegou que iria fumar com a colega PRF Tatiana. Ouvi os dois falando que iam usar. Ele, Tatiana e Paulo, afirmaram terem fumado maconha. Eu nunca fumei.
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Christian me chamou de burro em certa ocasião. Isso me deixou triste apesar de não ter sido um caso de burrice e sim de desatenção. Isso foi um assédio moral para comigo, de muitos que eu sofria mas eu deixava pra lá.
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Me chamava por um apelido de criança que eu não gostava. Ele descobriu esse apelido após um amigo meu lhe contar. Ficava me chamando mesmo eu não gostando que me chamassem assim. Também ficava me chamando de Guigui pra me irritar. Isso é bullying. Sofri muito isso na PRF, um local de pessoas esclarecidas e que seguem a lei.
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Me deu ordem para limpar e organizar um armário de uso coletivo dentro do posto de Betim. Não o fiz por entender que era uma ordem ilegal e salientando que nunca vi tal ordem no âmbito da PRF. Ele queria estabelecer uma relação de superioridade para comigo e nunca fez tal coisa com nenhum outro PRF. E eu por ser mais antigo de PRF ele deveria me respeitar mais ainda, mas não é o que ocorre atualmente.
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Deu choque num preso dentro da viatura com a arma Taser. Nunca chegou uma apuração do disparo da Taser que é controlado e auditável conforme informam os instrutores.
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Me assediou moralmente na frente de todos da equipe Charlie por não ter dado apoio ao PRF Adilson Souza na prisão de uma mulher na rodovia. No caso, Adilson queria prender essa mulher que não estava cometendo crime, só porque ela disse que ia processá-lo. Nesse dia eu era chefe de equipe, por causa da ausência do próprio Christian e da Tatiana Baía e não aceitei que prendesse essa mulher sem motivo. Os PRFs Paulo Magno e Michele corroboraram minha decisão. Mas Paulo e Michele não foram expostos como Christian fez comigo. Mais um assédio moral ou humilhação.
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Em certa ocasião, durante a madrugada, enquanto eu estava acordado, recebi um caminhoneiro que me solicitou seus documentos e notas fiscais para seguir viagem. O PRF Christian havia deixado esses documentos em cima do balcão, em uma pilha única e pediu pra eu entregar caso ele estivesse dormindo. Entreguei os papéis para o caminhoneiro e pela manhã Christian veio me questionar sobre os papéis que eu havia entregado. Ele disse que não eram todos os papéis que eu deveria ter entregado porém havia apenas uma pilha de papéis, não havia nada separado. Ele colocou suas cópias das notas fiscais da carga para fazer a autuação depois na mesma pilha ao invés de deixar separadas. Fui mais uma vez criticado e assediado moralmente por ter feito o que ele pediu. Porque ele não separou seus documentos? Ele se atentou apenas em me condenar ao invés de reconhecer o erro dele. Fiquei com a sensação de ter sido comparado a um criminoso diante da equipe pois valeu a opinião dele, que não admitiu o próprio erro.
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Ele como instrutor de abordagem ficou muito próximo do PRF Agnaldo Nascimento da superintendência da Bahia. Agnaldo foi meu chefe de policiamento na delegacia de Seabra. Falei dele anteriormente. Ele me prejudicou várias vezes. Como o próprio Christian dizia que os dois falavam muito sobre mim, já imagino que alinharam formas de me prejudicar principalmente porque no governo Bolsonaro Agnaldo (petista) foi chefe em Brasília. Bom inserir aqui também outro instrutor, o PRF Pires, outro desafeto. Se não me engano eles todos são instrutores de abordagem da PRF e podem ter utilizado a academia da PRF em Santa Catarina para criar esse sistema de tortura que enfrento hoje, testar equipamentos em mim e até testar o celular novo que a PRF adquiriu e que me foi negado receber. Ter três desafetos instrutores não é pra qualquer um.
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Numa ocorrência de roubo a ônibus no qual eu corri atrás do criminoso por uma distância longa e fiz um disparo para local seguro, no caso, para o chão, e fiz o criminoso parar de correr e em seguida ele foi preso, Christian com anuência da PRF Tatiana, ambos chefes, disse que não iria constar meu disparo na ocorrência. Eu alertei que falar a verdade era melhor, que eu não me importava em justificar o ocorrido, mas mesmo assim a ocorrência não constou o fato. Nunca fui chamado pela justiça para dar depoimento sobre essa ocorrência e também não pude solicitar ou receber a munição faltante da chefia da delegacia. Como é de praxe mentem nas ocorrências. Mas deixo registrado que algum tempo depois apareceram equipes fardadas do exército brasileiro no local com aparelhos detectores de metais sondando o mesmo lugar em que dei um tiro para o chão de terra.
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Diante de tantos problemas nessa equipe de Christian e vários assédios de vários policiais, pedi pra sair da equipe. Mas ele foi até a chefia da delegacia Metropolitana e usando seu poder fez com que eu fosse colocado na equipe da PRF Maria Chaves e do PRF Antônio Dias. Esses dois últimos tinham deixado claro que não me queriam na equipe deles mas Chistian de algum modo convenceu a todos a fazer isso. Não sei o argumento que utilizou mas conseguiu. Eu não queria ir pra equipe desses dois mas no final não havia vaga disponível nas outras equipes me obrigando a aceitar essa mudança. Essa manipulação me prejudicou demais e me deixou mais triste.
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Comentei com ele que um auditor fiscal da Receita Federal me enganou quando fui até a agência da Receita Federal em Betim e pedi pra corrigir um erro na minha declaração. No caso, eu precisava tirar minha ex mulher da declaração pois não estávamos mais juntos no ano calendário então coloquei-a e passei a dever mais de R$ 6.000,00. Nessa época eu fiquei triste e tive até uma depressão pois esse valor correspondia às minhas poucas economias. Em vez do auditor fiscal pedir pra fazer uma declaração retificadora me disse que não tinha mais jeito, que a Receita Federal não devolveria o dinheiro. Paguei várias prestações correspondente à esse valor. Isso me causou uma tristeza muito grande. O auditor dizia ser amigo do PRF Pedras mas mentiu para mim quando fui lá. Como eu estava, talvez, num estado de depressão, não consegui enxergar a situação da forma correta. Christian ouviu e disse que iria falar com sua esposa Aninha que trabalhava na receita federal para ver minha situação. Nunca mais me retornou, nem ele nem sua esposa me ajudaram. Sei que era só fazer uma nova declaração tirando o CPF dela mas ninguém me ajudou e isso aumentou minha depressão àquela época. Esse indivíduo, Christian, não gosta de mim de jeito nenhum.
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Ficava no plantão dizendo que a PRF Tatiana estava com dó de bandido. Nunca esclareceu de quem estava falando. Por se tratar de mais uma indireta hoje sei que ele falava direcionado à mim. É o mesmo modo de agir dos seus amigos, incluindo instrutores, na PRF. Não tem coragem de falar na sua cara, fica então jogando indiretas sem sentido. Sem sentido pois a carapuça não servia à mim. Ex PM, é mais um idiota que contaminou a PRF com vícios oriundos de outra corporação, se acha o correto e fala mal de todo mundo, além de ser fofoqueiro.
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Em outra ocasião disse pra todo mundo no plantão ouvir que eu estava de caganeira e realmente eu havia acabado de ir ao banheiro. Não sei como ele sabia disso mas me deixou completamente sem graça. Não era comum eu ir ao banheiro naquele horário, uma tarde, mas fui devido a dores na barriga sem explicação e sem estar com qualquer problema. Já eram as torturas eletrônicas e eu não sabia.
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Por último foi até a casa da minha mãe pra obter informações sobre mim, fazendo perguntas e fingindo que estava me ajudando. Minhas irmãs, com raiva de mim, relataram muitas coisas atendendo ao objetivo dele, que era me prejudicar. Christian disseminou tudo que ouviu dentro do ambiente da PRF e sequer me perguntou se as informações eram verdadeiras. É um moralista que ouve um lado só e já faz juízo de valor.
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Me disse no posto de Betim que havia ido numa festa na casa do PRF Adilson Souza. Que nessa festa estavam ele, Adilson e Antônio Dias. Que a maior parte do tempo ficaram falando sobre mim, mas não disse o que conversaram. Provavelmente estavam tramando me prejudicar pois foi isso que fizeram. Que bom que fiquei sabendo pela boca dele mas não tive tempo de me defender desses três da turma do mal.
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Certa vez Christian viu no sistema PDI a anotação de uma equipe de Sabará e criticou. Ele viu que a equipe colocou uma menção de que era a melhor da delegacia Metropolitana. Essa equipe era a de Jailton, então logo começou a falação na equipe com a PRF Tatiana e outros. Eles riam do texto colocado por essa equipe e diziam que a melhor equipe era a Charlie de Betim. Ainda riam dizendo que a equipe de Jailton era mulamba e ruim de serviço. Isso ele não fala em Sabará mas sempre criticou os policiais de lá e não gostava de recebê-los em Betim quando era preciso recompor a equipe.
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Certa vez me perguntou por quê eu não virava instrutor da PRF como ele. Não entendi sua intenção mas foi dito de maneira sarcástica já que tinha me chamado de burro outro dia. Isso é a PRF.
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Christian dizia que a PRF Juliana Pontes tinha as costas quentes em Brasília, que ela podia fazer o que quisesse, que podia faltar ao serviço quando quisesse, que ela sempre era privilegiada, que estava sempre viajando. Falava que ela fazia troca de plantões mas nunca comparecia no dia trocado. Ele não admitia esse comportamento dela e criticava sempre.
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Christian e Adilson tinham o costume de criticar os PRFs de Sabará menosprezando todos eles e os chamando de ruim de serviço. Eles não gostavam dos PRFs de lá e não gostavam que viessem trabalhar em Betim. Christian chegou a dizer que nunca iria trabalhar em Sabará até porque não existia concessionária naquele trecho.
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Foi até meu apartamento no bairro Filadélfia em Betim e ficou fazendo perguntas. Tinha um sorriso irônico na cara. Ele foi até lá com a PRF Vera Arcas mas eu não a deixei entrar por ser amiga de Maria Chaves. Assim que entrou já começou a criticar essa PRF dizendo que ela tinha esquecido sua arma e mesmo assim estava ali fardada e de viatura. Então ele disse, "sabe como é o pessoal de Sabará".
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Christian me forneceu cerca de 10 munições calibre .40 afirmando que eram munições pessoais que não iria utilizar. Recebi as munições mas nunca cheguei a utilizar. Até tinha interesse de utilizar num estande mas não consegui frequentar algum. Como não utilizei essas munições e como a PRF tinha trocado o armamento para 9 mm, dei essas munições para o PRF Almeida que possuía armamento compatível.
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Assim que Antônio Dias me colocou no administrativo começaram a me delegar atividades. Uma delas foi me colocar como responsável por um processo que tratava da instalação de gradil nas janelas da unidade PRF de Betim. Quem colocou meu nome como responsável nesse processo foi o PRF Christian. Eu informei que não tinha conhecimento sobre obras ou construção civil mas fui obrigado a aceitar. Me colocaram pra analisar materiais, especificações, datas, avaliar a instalação, e até a tinta usada na pintura. Eles diziam que só podiam pagar a empresa se eu afirmasse que estava tudo de acordo. Como eu disse, eu não entendo nada de construção civil. O processo foi e voltou várias vezes, e sempre voltava com erros grosseiros e valores alterados. Ficaram brincando comigo como se eu fosse um "burro" e no final me ameaçaram com processo administrativo por causar o atraso do pagamento para a empresa prestadora do serviço. Ainda disseram que a empresa iria na AGU pra denunciar o que estava acontecendo. Tentaram mais uma vez me prejudicar de forma intencional já que o gestor do contrato era outro PRF que estava acompanhando tudo. Por fim, o processo voltou com os dados corretos e Christian avaliou e liberou para pagamento juntamente com esse gestor. Tudo isso foi só para me irritar e me prejudicar.
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O PRF Christian me repreendeu na frente da equipe por ter dito pra uma jornalista que a apreensão de uma carga de cigarros numa carreta ser um trabalho da inteligência da PRF. Não foi uma entrevista, foi uma conversa informal que tive com o jornalista. Christian ouviu e disse que era errado falar da inteligência, que a PRF nunca cita a inteligência, que eu estava errado em fazer isso e que eu estava comprometendo o trabalho sigiloso. Eu não aceitei o argumento dele. Algum tempo depois, na mesma unidade de Betim onde a carreta tinha sido apreendida, vi o inspetor Aristides Junior dando entrevista para um canal de tv e citando que o trabalho de apreensão tinha sido um trabalho conjunto com a inteligência da PRF. Ele falava da inteligência abertamente para o público em geral, assim como a polícia militar também o faz. Inclusive a PM falava até dos radares que leem placas enquanto Christian, o dono da PRF em Betim, escondia tal fato. Hoje tudo isso é de conhecimento público.
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Samuel
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Samuel também é ex PM, muito elogiado pelo PRF Christian. Samuel passava o plantão utilizando um notebook pessoal e não ajudava no trabalho. Ele ficava sentado numa mesa em uma sala adjacente à parte do atendimento ao público, escondido. Sequer atendia o telefone da unidade ou atendia ao público pra ajudar. Ele só ficava mexendo nesse notebook. Alegava que tinha impressora 3D, que pegava projetos de automação de residências, mexia com projetos eletrônicos diversos, e estudava como autodidata. Diz que não tem formação em eletrônica. Foi alvo de reclamações de vários PRFs, de várias equipes, para a chefia da delegacia, mas não meu. Chegaram à conclusão que Samuel tinha que parar de mexer no computador e integrar a equipe de plantão. Não deu em nada. Ele fugia do trabalho e nada foi feito à respeito. É o tipo de servidor que a PRF aprecia.
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Vera Arcas
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Tem formação em psicologia. Tinha se aposentado mas voltou a trabalhar à pedido do PRF Antônio Dias e outros. Muito amiga da PRF Maria Chaves. Passou um período em Brasília pela PRF.
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Vera me perguntou como eu estava e disse que estava acompanhando meu caso (afastamento). Ela é uma das responsáveis pela tortura que sofro hoje. É falsa e conversa "mole" como se quisesse te enganar. Não confio nela.
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Vera foi até o meu apartamento no bairro Filadélfia junto do PRF Christian sob pretexto de me visitar pra ver como eu estava. Ela não é minha amiga e não confio nela e por isso não a deixei entrar. Christian entrou e já foi logo falando dela, pois tinha esquecido a sua arma e que eu sabia como é o povo de Sabará. Ela estava fardada numa viatura caracterizada mas sem arma.
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Estava trabalhando com o pessoal de Brasília em algum setor de saúde do servidor ou de psicologia. Ela me relatou que estavam monitorando uma PRF da Paraíba, que sabiam que ela iria suicidar mas que não deu tempo de chegar no apartamento em que ela morava. Essa PRF, também formada em psicologia, como disseram, pulou do prédio. Como será que Vera e a PRF monitoravam essa policial? Será que era como fazem comigo? A tortura que sofro pode ser a justificativa pra um suicídio já que a pessoa não consegue se defender disso. Essa tortura é desesperadora e não te oferece saída. Se for técnica de psicologia ou psiquiatria estão fazendo errado. Ela sabe o que estão fazendo comigo e se omite da situação.
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O PRF Moisés dizia que Vera era sedenta por homem, que ela não conseguia um pra comê-la e que tentava se oferecendo pra todo mundo, mas não conseguia.
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Urzeda
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Foi superintendente da PRF em Minas Gerais, trabalhou na corregedoria e trabalhou com o ministério público federal em Brasília. Metido a ser pastor e a escrever e a falar certo. Só ele que tá certo em tudo. Não deixa ninguém falar pois só ele fala. Se acha o mais correto do mundo e é odiado por vários PRFs por ter aberto processos contra muitos PRFs incluindo processos de demissão. Trabalhei com ele em Betim mas ele achava que um ex superintendente não podia voltar a trabalhar na rodovia, por questões de "status", deveria estar no administrativo pois era considerado uma espécie de rebaixamento no âmbito da corporação.
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Chegou a iniciar uma acusação indireta à minha pessoa quando sumiu uma motocicleta do pátio de veículos apreendidos da PRF em Betim que ficava de frente à unidade. Esse pátio ficava na frente do posto de Betim e estava às vistas de todos. Havia câmeras no local. Mas por algum motivo ensaiou uma acusação com falas indiretas à mim como se eu tivesse feito a motocicleta sumir como se eu fosse um criminoso. Me senti muito mal com isso já que nunca fiz isso. Ele nunca pediu desculpas.
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Assediava as mulheres das equipes, falando palavras obscenas para elas mesmo parecendo delicado. Era perceptível seu assédio em relação às mulheres das equipes policiais em Betim e aguardava a abertura delas pra continuar. Porém, ele parece não ter medo do que fala.
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Foi testemunha de acusação num processo na corregedoria contra o PRF Diorato. Eu também fui testemunha de acusação. Nesse caso o PRF Diorato, também pastor, mas da igreja Deus é Amor, chegou no trabalho depois de quase 12 horas de atraso sem justificativa. Eu era o chefe de equipe e Urzeda era o chefe de posto. Nós dois chegamos à conclusão que deveríamos anotar tal fato para providências. Ouvi dizer que Diorato tinha sido punido mas não fiquei sabendo o desfecho do processo. Alguns colegas de Diorato começaram uma espécie de campanha contra mim, me difamando e dizendo que eu não deveria ter feito isso. Fiquei sabendo que o WhatsApp de Urzeda sofreu algum tipo de ataque como ocorreu comigo mas não vi nenhum tipo de problema com Urzeda.
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Em uma oportunidade confiei a ele a guarda de uma mensagem de cunho pessoal via WhatsApp. Eu enviei isso a ele pois confiava nele até aquele momento. Não era nada impressionante mas era importante para mim. Só para ele enviei uma mensagem confidencial. Parece que ele não honrou esse compromisso e disseminou a mensagem. Infelizmente descobri que não posso confiar em ninguém na PRF.
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Chegou a me fazer perguntas sobre minha vida. Em determinado ponto da conversa lhe disse que minha mãe e meu pai tinham deixado eu construir uma casa pra mim no lote deles. Ainda lhe disse que eu não tinha condições financeiras pra comprar um lote ou uma casa pra mim, mas que isso era importante demais para mim e meus filhos. Ainda lhe informei que minha mãe merecia uma casa devido a tanto sofrimento de vida. Não sei a razão das perguntas pessoais mas tomou conhecimento de algo que ninguém mais sabia na PRF. O lote da minha mãe permitia a construção de três casas ou apartamentos, em três andares, é isso era um sonho pra mim e pra minha mãe. Minha família vinha enfrentando problemas com todos os pedreiros que iam trabalhar pra nós mas isso ele não quis saber.
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Deixou que tudo isso ocorresse comigo. Tudo isso chegou até a corregedoria mas ele nunca ajudou e não mais falou comigo.
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Carvalho
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Instrutor de tiro. Tinha algum problema comigo e gritava no meu ouvido quando eu estava atirando no curso de reciclagem. Chegava a cuspir no meu ouvido. Mas com as mulheres do estande de tiro ele não gritava, incrível essa situação. Também não gritava com seus amigos administrativos ou PRFs mais velhos. Também trabalhou na corregedoria. Se acha o dono da PRF como outros amigos dele que estão no poder. Nunca conversou comigo.
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Rodrigo Diorato
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Assediador de mulheres, usa como pretexto o fato de ser pastor da igreja Deus é Amor. Sabe-se lá se esse lixo é pastor de verdade.
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Uma garçonete do restaurante do posto Roda D'água na BR262 chegou a me pedir pra tirar o Diorato de perto da mulher do dono do restaurante por ser casada e por que estava incomodando o marido dela. Fiz isso. Diorato tem mania de começar as conversas com mulheres falando de Jesus e devagarinho vai mudando sua intenção. Todo mundo sabe como ele é mas nada é feito à respeito.
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Vários PRFs contam que ele disse para a PRF Adriana Lessa no posto de Nova Lima que lavar louça era trabalho de mulher. Disseram que ela chegou a denunciá-lo mas nada foi feito. O chefe de delegacia Antônio Dias é seu amigo.
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Com autorização da PRF Maria Chaves e sob pretexto de recolher e apreender um semirreboque na porta da igreja Verbo Vivo em São Joaquim de Bicas me fez entrar nessa igreja conta minha vontade e com auxílio de pastores da própria igreja. Diorato alegava que a igreja Verbo Vivo era uma igreja evangélica diferente das outras. Ainda disse que se eu quisesse arrumar uma mulher submissa com autorização dos pais dela seria nessa igreja. No interior da igreja ficou conversando com o ministro John, proprietário da igreja, com um policial militar e um pastor que ficava dizendo que viajava pra Israel constantemente. Enquanto isso eles ficavam me olhando tirar fotos com crianças próximo da viatura. Eram pessoas estranhas que ficavam colocando crianças do meu lado ou no meu colo pra tirar fotos. Nenhum adulto tirou foto comigo. Me senti numa seita americana, não numa igreja. Essa igreja já foi investigada por monitorar seus integrantes sem autorização e determinar quando podiam fazer sexo. É o lugar mais esquisito que já fui, com anuência de Maria Chaves, chefe de equipe, que armou tudo isso com Diorato. Um dos pastores dessa igreja não gostou de eu falar que era espírita.
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Diorato deixava claro pra todo mundo que nunca quis ser PRF pois queria trabalhar no judiciário, porém nunca passou num concurso. Ficava fingindo que trabalhava mas portava o tempo todo vários livros e apostilas de direito dizendo que estava estudando. Sempre fazia serviço mal feito como suas ocorrências de acidentes. Ex PM, é um lixo de policial mas tem muitos amigos e uma advogada que o protege nos processos que responde.
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Segundo vários colegas PRFs, Diorato tem muitos processos na corregedoria e já foi punido várias vezes. Segundo o PRF Antônio Dias, Diorato foi transferido pra Poços de Caldas devido aos problemas que causa, que nenhuma equipe queria ele como integrante. Desconfio que depois que saiu meu afastamento da rodovia que Diorato foi transferido, assim como Antônio Dias foi para o Espírito Santo.
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O considero meu desafeto. Me ligou de uma delegacia da PRF mais distante, creio que Paracatu, e pediu pra eu ensinar os colegas PRFs de lá a fazer identificação veicular numa abordagem solicitada pela inteligência. Não entendi por que me ligou e muito menos a intenção ou objetivo dele já que não sou instrutor. Parecia estar me testando. Ignorei esse idiota e ele deve ter ficado nervoso.
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Me disse numa ronda pela BR262 que a maçonaria perseguia pessoas e as destruía sem pestanejar. Ainda disse que minha família iria sofrer, meus filhos seriam drogados e eu perderia tudo. Adivinha o que aconteceu comigo, com minha família e com meus filhos? Olha essa tortura eletrônica que sofro. O chefe da delegacia, Antônio Dias e a chefe de equipe Maria Chaves sabem o que esse indivíduo estava falando ou fazendo e também sabem das torturas que sou submetido. Será que Diorato conseguiu finalmente se vingar de mim? Ele respondeu um processo na corregedoria por causa das suas próprias atitudes, não por minha causa.
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Diorato constantemente era visto em serviço usando chinelos dentro da unidade de Betim. Ele não atendia nenhum usuário, não atendia telefone, atrasava suas ocorrências prejudicando os envolvidos, enfim, não fazia nada. E ficava descansando, relaxando o tempo todo. É o tipo de servidor que a PRF preza e cuida.
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Arthur
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Ex policial civil. Era da equipe Bravo com Pires, Aguiar, Heider e Gontijo. Deve estar aposentado hoje.
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Estudou no campus federal da cidade de Florestal. Sabe tudo de animais.
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Disse pra todos da equipe Bravo que disparou uma arma contra uma caixa de som da vizinha por não aguentar o som alto. A vizinha chamou a polícia militar que amenizou a situação para ele e não fez uma ocorrência do fato. Isso segundo ele.
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Fazia questão de dizer que pessoas drogadas tem que se foder, tem que morrer, que são inúteis pra sociedade.
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Se diz primo do cantor Ney Matogrosso.
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Disse pra todos na equipe Bravo que num congestionamento na rua desceu de sua moto e desferiu vários socos no capacete de outro motociclista para ensiná-lo a pilotar.
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Discutia política com todo mundo. Chegou a discutir mais veementemente com a PRF Maria Chaves dentro da unidade PRF de Betim, sendo ele Bolsonaro e ela Lula.
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Ficava no computador do posto de Betim vendo vídeos no YouTube sobre uma seita ou religião que consta o nome Metatron. Até brinquei com ele sobre a semelhança com a série de filmes Transformers, mas ele não gostou. Não sei do que se trata mas as vozes eletrônicas da tortura que estou submetido falam sobre isso também.
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Alegava que tinha sido prejudicado pelo PRF Damasceno quando os dois trabalhavam no corpo de motos e Damasceno ascendeu à chefia. No caso Arthur e Damasceno tiveram algum tipo de desentendimento grave e Arthur deixou o corpo de motociclistas pra ir trabalhar na unidade de Betim. Arthur desabafava e xingava muito Damasceno quando falava comigo deixando claro sua irritação com o que aconteceu já que adorava o corpo de motos. Lembrando que foi Damasceno, como chefe de RH, quem me prejudicou e quem me aposentou sem razão.
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Arthur se negou a tomar as vacinas contra COVID-19. Ele ficou tomando remédios contra vermes. Dizia que não era pra tomar essas vacinas, que muita gente estava tendo problemas com elas e ele não tomou.
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Catanhede
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Integrante do GFT, grupo de fiscalização de trânsito da delegacia Metropolitana.
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Após um acidente de um veículo na rodovia fui fazer a apreensão do mesmo e autuei por estar utilizando rodas de tamanho incompatível para o modelo do veículo. Essa é uma autuação comum que o próprio GFT realiza. Um homem que estava ao lado do veículo se dizia parente do PRF Catanhede e não gostou de ter o veículo enviado para o pátio credenciado. Eu não sabia se era ou não parente mas fiz meu trabalho. Tempo depois vi esse PRF dentro da delegacia metropolitana com alguns outros integrantes incluindo o chefe da delegacia Messias dizendo, "ninguém mexe com o GFT". Nisso eu já estava afastado da rodovia e era obrigado a ficar ouvindo indiretas o tempo todo, tudo fazia menção à minha situação de afastamento como se eu estivesse sendo punido por fazer meu trabalho de maneira correta. Messias além de chefe era também integrante do GFT. Ninguém nunca me disse se o homem ao lado do carro era parente de Catanhede. Mas PRF é isso.
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No dia em que meu WhatsApp ficou indisponível para mim como se alguém tivesse roubado minha conta, esse PRF entrou em contato comigo por meio do celular funcional perguntando o que estava acontecendo. Eu descrevi para ele a situação mas não me ajudou em nada. O WhatsApp voltou horas depois como se tivessem me devolvido a conta. Acredito que nesse tempo que eu perdi acesso alguém acessou as mensagens e fez cópia das minhas conversas, devolvendo em seguida. Acredito muito que isso tenha sido feito pela PRF. Vale salientar que sabiam meu código do WhatsApp, descoberto por meio desse sistema de vozes eletrônicas que me assola hoje. Eu ainda não tinha percebido essas vozes eletrônicas. Esse sistema permite saber senhas e códigos, por meio da minha vocalização e por meio de invasão de equipamentos eletrônicos como o celular. Acredito que Catanhede estava tripudiando de mim e da minha situação. Não é meu amigo e nunca me ajudou em nada.
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Eu via muitos DRVs, documentos de recolhimento de veículo, com erros e rasuras desse PRF. No momento da liberação dos veículos eu e outros colegas víamos os erros que Catanhede e o grupo GFT cometem. Se acham melhores que todo mundo mas não são. Esse grupo sobrecarrega quem fica no posto de Betim com as liberações de veículos muito específicas e de difícil vistoria.
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Chegava no posto de Betim e ficava a maior parte do tempo calado. Não conversava. Se fosse perguntado para um assunto de conhecimento do GFT explanava sucintamente e pronto. Não era de me cumprimentar e não mostrava apreço por mim. Mas era nítido que quando uma mulher perguntasse, seja pessoalmente ou pelo grupo de WhatsApp, ele se prontificava rapidamente em responder. Quando era eu quem perguntava no grupo, por exemplo, nunca obtinha uma resposta desse grupo GFT, atrasando e tumultuando o atendimento ao público em Betim, lembrando que muitas liberações eram de veículos apreendidos por eles.
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Eu era um dos poucos PRFs que trabalhava em Betim que recebia o grupo dele muito bem. Eu recebia bem todos os grupos especializados em Betim, ao contrário da maioria dos PRFs que não gostavam da presença deles, pois se sentiam incomodados por vários motivos, principalmente os PRFs que queriam dormir de dia. Vejam como me trataram, como me retribuíram a gentileza.
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Adilson Souza
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Ex chefe do núcleo de comunicações da PRF em Minas Gerais. Trabalha na central ou C3R da PRF em Contagem. Mora do lado do hospital regional de Betim numa rua sem saída.
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Relatava pra todo mundo que pegou uma mulher pelos cabelos e jogou dentro da viatura quando trabalhava no Maranhão, pois lá se podia agir assim sem retaliação.
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Amigo e ex colega de trabalho do PRF Mato Grosso que trabalhou comigo na Bahia. Esses dois trabalharam juntos no Maranhão. Adilson se gabava de fazerem e acontecerem no Maranhão.
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Chegou numa manifestação de caminhoneiros em Igarapé na BR381 dando tiro de espingarda 12, com munição letal com intuito de dispersar os manifestantes. Foi elogiado pelos colegas e pela chefia. Eu não achei isso correto. Os caminhoneiros saíram correndo com medo de levarem um tiro. Gerou uma confusão no local pois eles perceberam que a munição era verdadeira e não de efeito moral.
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Numa ocasião, quando eu chegava no posto PRF de Betim para trabalhar, e eu já estava na equipe de Maria Chaves, Adilson me chamou com urgência e me fez entrar na viatura com ele pra seguir um indivíduo que tinha acabado de furtar um Fiat Uno vermelho em frente a unidade PRF. Eu não estava entendendo nada e a equipe dela estava completa. Durante a perseguição, perto do sindicato dos cegonheiros, mandou eu atirar no pneu do Fiat Uno que era conduzido por um senhor. O veículo não parava e esse senhor sequer olhava para mim. Adilson então me disse que eu tinha que atirar. Não atirei. Depois disse que que o condutor estava bêbado e eu tinha que parar o carro. Não percebia isso. A outra viatura que vinha atrás sumiu. Quando saímos da BR381 e caímos na avenida Cardeal Eugenio Paccelli a outra viatura surgiu e entrou na frente do Uno fazendo o motorista parar tranquilamente. Final dessa estória, o condutor era proprietário do veículo, não estava bêbado e era oriundo de fiscalização da PRF Michele. Não precisava de Adilson ter me chamado pois ali tinham mais 4 PRFs da equipe dele e outros dois da minha equipe que já tinham chegado. Foi tudo um enredo pra me prejudicar. Adilson queria me forçar a atirar pra que eu respondesse e fosse expulso da PRF. Tempos depois Adailson iria fazer a mesma coisa comigo pra me forçar a atirar. Conto isso na seção correspondentemente ao PRF Adailson.
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Foi até minha residência num dia em que eu estava trabalhando. Adilson era da minha equipe e sabia que eu estava trabalhando. Quem me contou que ele foi até lá foi a irmã da minha ex mulher Sueli. Ele foi lá pra encontrar com minha mulher Sueli mas foi a irmã dela que atendeu o portão. Nunca me disse que esteve na minha casa. Até hoje estou esperando ele dizer o que foi fazer lá mas não tem coragem por que está sempre armando. Normalmente estaria minha mulher e meus dois filhos pequenos em casa.
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Num curso de defesa pessoal em Contagem pela PRF me deu um tapa na bunda e disse, "êêê trem!". Eu estava saindo de uma posição ensinada quando ele me surpreendeu com esse tapa. Fiquei desconcertado e todo mundo ficou me olhando. Foi a maior vergonha que já passei. O pessoal dos grupos especiais e meus colegas de equipe me olhavam e eu não sabia o que dizer ou fazer. Parecia uma provocação para que eu saísse de mim, me testando, mas sempre fui calmo.
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Ficava perguntando se eu tinha algum conhecido na P2 da PM. Quando eu falava que conhecia o Júlio, que namorou minha irmã Paula, mesmo sendo casado, ele falava que nunca tinha ouvido falar nesse Júlio na P2. A pior parte foi eu notar, à certa distância e depois dentro do posto PRF de Betim, os dois se cumprimentando e conversando com muita afeição. Dois mentirosos. Adilson adora um PM, devia ter sido um.
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Relatava que conversava constantemente com policiais militares da P2 de Betim e que esses lhe ensinavam que o WhatsApp possui falhas e que após ler as mensagens deve-se apagar todas elas. Só não disse por que tem que apagar. Até o ministro Moraes do STF faz isso. Isso é coisa de inteligência? Ou estão escondendo alguma coisa? Vários PMs são sócios do mesmo clube em Betim, chamado Teuto Clube.
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Ficava me perguntando se eu entendia de celular. Foram muitas vezes que ele perguntou isso e eu sempre falava que não entendia patavinas de celular. Uma vez quis que eu olhasse o celular de sua esposa que não estava funcionando mesmo sabendo que eu não entendia nada desse tipo de aparelho.
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Possui um amigo chamado Célio na concessionária da VW em Betim chamada Reauto, onde comprei meu VW Polo. Esse Célio trabalhou numa empresa de informática em que eu trabalhei como técnico de informática. Uma das coisas que aconteceram comigo foi a abertura do meu veículo enquanto estava estacionado na área restrita da PRF de Betim. Era possível sentir cheiro de suor, cheiro de cachorro e ver peças desmontadas ou mal colocadas no meu veículo. Policiais estavam abrindo meu veículo sem justificativa. Esse veículo sofreu um acidente proposital no bairro Ingá baixo em Betim e foi enviado para essa concessionária para reparo mas ficou muito tempo, mais que o necessário, na unidade da Reauto em Contagem que, por coincidência, fica ao lado da superintendência da PRF. A demora chegou a chamar atenção da seguradora Bradesco e cheguei a fazer reclamações na fábrica da Volkswagen. Suspeito que tenham feito algum tipo de cópia da chave ou outro meio para abrir meu veículo remotamente. Eles conseguiam acender a luz do teto quando queriam e destravar as portas, sempre em alinhamento com as vozes eletrônicas que sofro até hoje. No caso das luzes era pra impedir de eu dormir dentro do veículo. Quanto a esse indivíduo Célio, nunca tivemos boa relação e ele chamava uma das minhas namoradas de feia e corujinha. A última vez que o vi foi na concessionária em Betim e ele ficou falando de mulher e casamento, mas no final não entendi nada do que ele estava falando já que não conhecia minha mulher. Também é sócio do clube Teuto em Betim.
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Toda vez que eu abordava um amigo dele na rodovia me ligava com o objetivo de eu liberar seu amigo da fiscalização. Eu nunca tive essa atitude. Pra mim isso é um meio de intimidar, um meio corrupto de beneficiar seus amigos.
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Criticou os PRFs Barbosa, Pedras e um outro que não me lembro o nome por terem atirado num PM que trafegava pela contramão e estava alcoolizado na BR262 em Betim. Disse que o PM era gente boa e que achava que não precisava chegar nesse ponto. No caso Adilson acha que PMs são bons enquanto os PRFs não são. Ele inclusive costuma trabalhar pra corregedoria juntamente da PRF Maria Chaves, como meio de punir PRFs.
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Ficava me assediando pra comprar o veículo Saveiro dele dizendo que eu não precisava de um carro grande só pra mim. Recusei várias vezes. Ele insistia todo plantão. Que cara chato! Eu tinha filhos pra transportar e a opinião dele era sempre em meu desfavor. Ele estava tentando me enganar pra tirar vantagem.
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Também ficava me perguntando se eu vendia o banco do motorista do meu carro, um VW Up, pois ele não aguentava o banco da Saveiro. Também se propôs a comprar as rodas desse meu veículo. Todo dia era uma coisa diferente. Foi um saco ficar perto desse cara, e esse tipo de assédio só acontecia comigo.
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Assim como Adailson, ficou nervoso quando troquei de carro, o VW Up por um VW Polo. Não entendo porque minha vida importa tanto a esses caras. Não entendo porque querem dar opinião na minha vida mas com outras pessoas não fazem isso. Eu fui literalmente perseguido dentro dessa polícia por esses policiais e seus amigos. É uma especie de milícia que todo dia faz um pouquinho pra te transformar em algo no final desse processo. Tem que ser algo intencional já que só acontecia comigo.
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Me acusou indiretamente de ter furtado R$ 50,00 da sua carteira que estava no alojamento. Ele ficava insistindo e falando comigo sobre o ocorrido mas não falava com os outros da equipe. Parecia uma tentativa de me incriminar. Nem no alojamento eu fui. Era mais uma tentativa de me prejudicar.
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Também fazia indiretas de cunho sexual, sempre quando eu estava por perto pois sabia que eu estava ouvindo. Eu notava que era voltado para mim já que minha vida lhe interessava bastante. Constantemente falava alto com a PRF Tatiana, "não sei Tati, como alguém pode não gostar do trem", se referindo a vagina. Também falava, "eu adoro uma falsa magra, nem parece mas elas tem onde pegar". Também ficava falando de mulher com "cuzinho" apertadinho e me mostrando vídeos de sexo que os colegas da P2 mandavam pra ele. Ele chegou a perguntar se eu queria receber esses vídeos que os PMs amigos dele mandavam. Não sei de onde ele tirou essa ideia de que eu não gosto de mulher já que sou heterossexual. Mas posso imaginar que seja coisa da minha ex esposa pois ela disse a mesma coisa para meu pai e ela é a descrição da falsa magra que ele tanto elogiava. Talvez por isso ele foi na minha casa visitar minha mulher. E ainda, posso inferir que os arquivos que ele me mandou, arquivos de sexo explícito, poderiam estar "infectados" haja vista que meus aparelhos nunca funcionaram normalmente de 2014 para cá.
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Também falava que eu e minha esposa éramos feitos um pro outro. Perguntava com falsidade sobre meus filhos e dizia que sabia que eu estava cheio da grana. Ele é uma pessoa falsa. Nunca lhe dei intimidade.
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Ele foi o pivô de uma das brigas que tive com minha ex mulher e depois de um tempo acabei por separar dela. Ela elogiava Adilson mas não dizia por que o estava elogiando, já que mal se conheciam. Ou sim, se conheciam. Eu falava que ela estava elogiando um indivíduo que me prejudicava no trabalho mas ela não se importava, deixando bem claro que era uma mulher desleal para comigo e seus próprios filhos.
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Falava que queria ter tido filhos homens para ensinar futebol. É frustrado por ter tido uma filha.
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Quando o seu cachorro morreu ele me ligou no posto de Betim pra dar uma solução pro corpo. Adilson estava de folga. Sugeri entregar no aterro sanitário da Essencis pois eu não sabia o que fazer. Não entendi porque Adilson me procurou sendo que ele tinha o pessoal dele incluindo os amigos na equipe. Tenho pra mim que alguma coisa ele fez de errado com esse cachorro pois algum tempo antes ele ficava falando de chip no estômago de cães com tecnologia americana para monitoramento em tempo real. Ainda acrescentou que foi um guarda municipal que lhe explicou sobre isso. Adilson também é ex guarda municipal de Betim.
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Sendo ex guarda municipal de Betim e ter muitos amigos nessa cidade, inclusive na Transbetim, explicaria as multas falsas que meu veículo recebeu aqui em Betim. Eram multas com erros e em local que eu não frequentava. Uma das multas eu recorri e mesmo apresentando os argumentos necessários para o cancelamento dessa multa, o recurso foi indeferido. Desisti de recorrer pra uma instância maior devido ao grau de perseguição dessa milícia que Adilson faz parte incluindo amigos na polícia civil como a delegada Ariadne.
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Quando sofri uma tentativa de assalto em frente ao prédio da minha ex mulher justamente quando fui entregar meus filhos, ele ficou perguntando o que eu fiz e se eu liguei pra PM na hora. Para mim esse acontecimento foi uma tentativa de me assassinar e seria encoberto como uma tentativa de roubo que viraria um latrocínio. Aqui o importante foi a ligação da minha ex mulher perguntando pro meu filho se eles já estavam indo embora, ela queria saber o momento exato que eu estaria saindo da minha casa. Os indivíduos estavam escondidos nas plantas que cobrem o muro do prédio. Eu consegui evitar a abordagem desses dois indivíduos. E eu já desconfiava que Adilson e Sueli estavam alinhados. Leia abaixo.
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Já que falei em tentativa de assassinato, é bom salientar que eu tinha acabado de fazer um seguro de vida de R$ 900.000,00 onde os beneficiários eram meus filhos. Porém, o corretor da Funpresp chamado Ronaldo me disse que foi um colega da PRF, da delegacia metropolitana, que tinha me indicado. Daí foi juntar os pontos. Cancelei esse seguro assim que percebi o que estava acontecendo e após sofrer a tentativa de roubo que comentei acima.
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Vale salientar que Adilson e o chefe da delegacia, Antônio Dias, são muito amigos e ambos sempre tentaram levar algum tipo de vantagem sobre mim. Eu costumava dar caronas para ambos enquanto o contrário nunca aconteceu.
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Enquanto eu estava numa ronda na BR381 Adilson me liga e pede pra dar apoio à uma equipe da PM dizendo que um dos policiais é seu amigo. Ele informou que a PM tinha abordado um veículo em frente ao shopping Metropolitan, hoje shopping Partage, no sentido São Paulo. A PM havia abordado um veículo na rodovia e esse veículo estava com licenciamento atrasado. No local, esse PM amigo dele me pergunta onde eu moro e quando respondo que é no bairro Nossa Senhora das Graças, na rua Goiás, ele sem pestanejar me informa que é a sua área de ronda. Logo esse PM diz que por ter-lhe ajudado iria intensificar as rondas na minha rua. Bem, creio que ele estava bem longe da área de atuação dele pois estava na BR381. Tempos depois Adilson iria até minha casa enquanto eu trabalhava. Assim Adilson não precisou consultar nos sistemas o meu endereço. Ele queria alguma coisa com a minha mulher.
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Falava muito dos P2 e outros PMs que são sócios no clube Teuto em Betim. Eles jogam futebol e conversam muito. Ele é um adorador dessa inteligência da PM. Chegou a me chamar pra ir tomar cerveja num bar do bairro Ingá baixo juntamente com seus amigos da P2. Eu nunca quis ir. Já pressentia o perigo desses milicianos. Adilson nunca foi meu amigo, nem trabalhar com ele era bom. Imagino que ele queria me exibir para seus amigos da PM.
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Maria Chaves e Adilson Souza trabalham esporadicamente para a corregedoria da PRF quando solicitado. Ambos já disseram que fizeram trabalhos pra corregedoria e um deles me disse que ambos já trabalharam ao menos uma vez juntos.
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Adilson na equipe Charlie chamava o PRF Christian de "mandão", a PRF Michele de "Michelixo", a PRF Tatiana de "preguiçosa" e do PRF Paulo dizia que esse não sabia de nada mesmo tendo feito curso de direito, que sabia muito mais de direito que Paulo. Ele falava isso toda vez que estávamos a sós e eu tinha raiva dessa atitude dele. Parecia que ele tramava alguma coisa pra me prejudicar e hoje sei que fez isso de modo intencional. Ele criticava o pessoal de Sabará e de Nova Lima, assim como as equipes com os PRFs mais velhos. Ele lia os livros eletrônicos de todas as equipes, lia as ocorrências que outros policiais faziam na delegacia metropolitana e depois saia criticando as informações registradas, sejam por serem poucas, sejam por terem sido feitas erradas. Ele mostrava ocorrências de acidentes dos PRFs Jeronidio, Pedras, Jorge André e outros mais velhos dizendo que esses PRFs não justificavam seus salários. Sempre citava um colega PRF criticando suas ações. O vi elogiar apenas uma pessoa até hoje, o PRF Antônio Dias.
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Ficava tentando convencer o PRF Antônio Dias das suas opiniões e modos de trabalhar, mas quando Dias não concordava ele fazia expressão de tristeza. Depois de um tempo retomava o assunto e tentava convencer Dias do seu ponto de vista novamente. Às vezes parecia um psicopata. Quando Dias concordava com ele era visível sua alegria. Já para comigo queria convencer todo mundo que eu tinha mania de perseguição. Todo mundo o ignorava até que um dia conseguiu me prejudicar.
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Usou um nome pejorativo ao se referir à faxineira do posto de Betim por ela ser negra. Isso desencadeou um conflito e discussão com o PRF Renato Mendes que durou muito tempo. Renato queria que Adilson pedisse desculpas mas não o fez. Eles ficaram sem se falar por meses e trabalhando na mesma equipe. Também teve um conflito com o PRF Paulo Magno que foi o estopim para sua saída para trabalhar na central da PRF. Não me lembro o motivo dessa briga deles.
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Dizia que eu tinha mania de perseguição por não acreditar no que usuários do dia a dia relatavam nas ocorrências. Eu respondia que como policial não preciso acreditar em tudo que escuto mas que tudo se esclarece em algum momento, basta me provar que tá certo. Não vejo isso como problema e isso me ajudou muito na atividade policial. Mas Adilson queria me queimar e me transformar num doente mental que vê perseguição em tudo, o que não é verdade. Ele também criticava eu gostar de teorias da conspiração e alienígenas, colocando esses dois assuntos como parte da minha perseguição. Ele usou tudo isso pra convencer os colegas de que sou do jeito que ele sempre falou. No início disso tudo somente Adilson e minha ex mulher usavam esse tipo de abordagem pra mim, me chamando de doido, que é conhecido como "gaslightning". Será que é por isso que ele foi se encontrar com ela na minha casa sabendo que eu estava trabalhando? Será que é por isso que ambos usavam as mesmas frases comigo? É por isso que sou torturado hoje. Quem lê o que escrevo vai perceber a verdade. Provavelmente, Adilson não queira que sua esposa Giza saiba do seu relacionamento com minha ex mulher, mas se eu for doido, nada aconteceu.
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Adilson ficou sabendo através dos PRFs Christian e Tatiana que deixei a equipe Charlie por causa justamente dele. Esse cara me fazia mal e tornava o ambiente tóxico. Tudo que escrevi aqui sobre ele prova o que estou falando. E não era somente eu que achava isso.
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Ele não passou em todas as etapas do concurso da PRF. Ele foi eliminado em uma das etapas, se não me engano no psicológico, mas conseguiu reverter na justiça, segundo ele, por meio do ministro Sepulveda em Brasília. Teoricamente, ele nem deveria ser PRF.
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Adilson vivia falando pra todo mundo que o Inspetor Aristides Júnior não sabia fazer seu trabalho como NUCOM, núcleo de comunicação, da PRF Minas Gerais. Ficava perguntando a todos se ele estava certo no que dizia pois apontava os supostos erros do inspetor Júnior junto à imprensa. Ele dizia, por exemplo, que só ele estava disponível para gravar com as emissoras enquanto Júnior nem sequer era visto, que só ele dava entrevistas e ia até aos estúdios, que ele fazia um ótimo trabalho como chefe do núcleo de comunicação mas foi tirado pra que Júnior assumisse. Em toda aparição de Aristides Júnior na televisão Adilson fazia algum tipo de comentário negativo. Ele tem rancor de ter sido tirado do NUCOM.
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Adilson Souza pegou uma doença chamada vitiligo. Creio eu que foi depois que eu saí da equipe Charlie como já relatei aqui. Quando eu já estava afastado da rodovia e ele foi visitar sua antiga equipe Charlie em Betim ficou conversando com a PRF Tatiana, e em dado momento falou alto que estava sofrendo "expiação", que por isso estava com essa doença. Mas mais uma vez eu entendi sua indireta, pois estava afirmando que eu fiz isso com ele. Eu nem sabia o que era expiação até eu consultar na internet. Ele tem pra si que eu fiz alguma coisa para ele. Mas foi ele quem foi atrás da minha mulher e era ele quem tentava me induzir a fazer disparos de arma de fogo para ser prejudicado, quiçá, expulso da PRF. Será que é por causa dele que eu estou sendo torturado? Creio que Adilson tenha desenvolvido essa doença por causa da convivência excessiva com gente das inteligências e suas mentiras.
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Numa festa na casa do PRF Adailson no bairro Eldorado em Contagem, bem de frente à guarda municipal, na praça, disse para a esposa de Adailson que bebia uma cerveja todos os dias antes de dormir. Quando ela, neuropsicóloga, disse que era errado fazer isso ele me chamou e disse que eu fazia a mesma coisa. Ela então se voltou para mim e me condenou por fazer isso. Por ora, ele foi deixado de lado e todos começaram a falar de mim. Eu praticamente ignorei o que ela falava pois já sabia que Adilson fomentava qualquer coisa negativa em meu desfavor. Inclusive é bom salientar que minha ex mulher passou a me incentivar a beber cerveja sempre que ela achava que eu estava estressado, mesmo não estando. Hoje sei o que ela fazia comigo, me manipulando
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É sócio do Clube Teuto em Betim. Nesse clube estão a elite de Betim. Diz que tem muitos amigos na polícia militar e P2 no clube, que eles ensinam muita coisa da área de inteligência, principalmente, no uso do celular como apagar mensagens do WhatsApp assim que forem lidas. É amigo de um ex secretário da fazenda do município de Betim que falou sobre mim e da minha passagem pela Prefeitura municipal de Betim. Hoje, nas torturas que sofro todos os dias, dizem que roubei a prefeitura e isso não é verdade. É uma tentativa de justificar as torturas. Adilson e seus amigos estão participando disso desde o início.
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Organizou uma festa da equipe Charlie no seu clube onde conheceu minha ex mulher e meus filhos. Lembro que nesse dia todo mundo começou a me zoar dizendo que se eu traísse minha mulher ela me mataria. Eles riam disso. Estavam presentes Tatiana, Christian, Renato Mendes, Antônio Dias, Domingues e seus cônjuges. Como me ausentei muito tempo da festa por Adilson ter arrumado um campeonato de futebol para meus filhos, minha ex mulher ficou conversando com eles. Depois desse dia o comportamento comigo mudou. Leiam as seções correspondentes a cada um desses PRFs para maiores detalhes e vejam como me prejudicaram e criaram um grupo deles ou turma do mal. Eu fui a bola da vez.
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Falava que uma tal de Carla dos diamantes de Betim era corrupta e foi presa transportando diamantes em seu carro. Pela estória que Adilson conta trata-se de um "flagrante preparado" pela inteligência para prejudicá-la, ou seja, algo armado para ela ser pega fazendo algo grave que fosse passível de demissão. O que aconteceu foi exatamente isso. Ele contava que ela recebia dinheiro de motoristas de ônibus clandestinos e participava de outros tipos de corrupção. Lembrando que Adilson e Maria Chaves trabalhavam constantemente para a corregedoria conforme eles mesmos declaravam.
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Adilson sempre falava que tinha medo do PRF Resende, que trancava a porta da unidade quando o via chegando. Resende foi prejudicado pelos PRFs Moisés, Ranieri e Pedras e hoje está aposentado como doente mental, como aconteceu comigo. Muita coincidência, parece que a estória se repete novamente em Betim. Há algo de errado nesses procedimentos e afastamentos por doença mental. Usam isso pra prejudicar quem escolhem. Não existe controle do que acontece dentro da PRF.
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Adilson adora uma série de filmes com Mathew Damon sobre teorias da conspiração. Ele elogia esses filmes e os chamava de "os filmes mais inteligentes que existe". Um deles que me lembro é o Ultimato Bourne. Mas Adilson me acusa de gostar de conspiração.
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Chegou na unidade de Betim e foi conversar com a PRF Tatiana. Conversando alto pra todos ouvirem declarou que estava indo procurar a delegada Ariadne para dar um jeito no seu cunhado. Adilson queria arrumar um jeito de expulsar o cunhado da casa da sua irmã pois estava dando muito trabalho. Não especificou que trabalho era esse mas logo explanou seu plano de expulsar seu cunhado mesmo à contragosto de sua irmã, produzindo por fim uma medida protetiva que impedisse a volta dele pra casa da irmã. Disse que Ariadne sabia fazer isso e por isso iria procurá-la e explicar a situação. O interessante nessa conversa dele é que foi exatamente o que aconteceu comigo, sem tirar nem por qualquer letra, e com a mesma delegada que expediu a medida protetiva contra mim sem razão. Isso prova como sabem exatamente o que estão fazendo, existe uma milícia em Betim prejudicando pessoas. Destruíram minha vida sem motivo.
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Alega que fica consultando com frequência junto à polícia militar placas de veículos estacionados na rua da sua casa. É aloprado com segurança e polícia militar.
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Antônio Dias
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Chefe da delegacia metropolitana por duas vezes. Foi da inteligência da PRF.
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Um usuário havia denunciado via telefone que a PM estava na BR 381 abordando veículos, o que não pode pois não é sua circunscrição. Era comum esse tipo de denúncia dos usuários da rodovia. O chefe Antônio Dias tomou conhecimento e disse que era pra deixar eles abordarem pois assim a gente não precisava ir até lá.
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Dias me mandou abrir um processo de cancelamento de auto de infração por equipamento tacógrafo num caminhão abordado por mim na unidade de Betim alegando que errei o auto de infração. Ele disse que havia um cálculo de PBT-peso bruto total com base na capacidade do motor e que isso não estava no CTB-código de trânsito brasileiro e nem nas resoluções do Contran. Disse que tinha feito um curso de tacógrafo com a PRF Maria Chaves e que ela tinha um livro resumo do curso. Depois acrescentou que esse cálculo estava em uma norma da ABNT. Tentei procurar a norma ABNT mas não tive acesso, tentei obter a informação com o grupo especializado em fiscalização de trânsito mas ninguém soube informar, tentei conseguir a norma dentro da PRF mas não existia. Maria Chaves me forneceu um livreto com o conteúdo do curso que eles fizeram mas não tinha essa informação que Dias citou. Acabei abrindo o processo SEI que Dias solicitou e encaminhei pra ele mesmo. O que me deixou encucado com tudo isso foi que antes de Dias me pedir pra cancelar o auto de infração ele tinha me pedido pra considerar que o condutor daquele veículo possuía algum tipo de relação com um PRF mais velho da própria superintendência. Será que fui ludibriado? Não existe fiscalização das ações dentro da PRF. A corregedoria e inteligência trabalham a favor desses indivíduos.
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Certo dia me chamou e disse que tinha arrumado uma vaga para mim no núcleo de documentação-NUDOC. Eu estava afastado da rodovia por sua causa e trabalhava em Betim. Ele queria me tirar de Betim pra ir trabalhar em Contagem com o propósito de dar carona pra ele ir trabalhar todos os dias. Isso mesmo, ele mesmo disse que assim eu daria carona pra ele todo dia e ele poderia economizar com o uso do seu carro. Não aceitei a oferta nesse setor pois eu já estava percebendo que existia alguma coisa errada. Esse indivíduo como chefe da delegacia Metropolitana nunca me ajudou em nada, pelo contrário, sempre criou situações pra me prejudicar.
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Enquanto chefe de equipe juntamente com a PRF Maria Chaves foi contra minha ida pra equipe deles, a equipe Delta. Tanto ele como ela disseram que não me queriam na equipe porém não expuseram o motivo. Maria Chaves ainda disse que queria o PRF Alisson Couto na equipe ao invés de mim. Mas Ranieri e Christian me colocaram na equipe deles e que nunca gostei de trabalhar.
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Dias perguntou quanto de pensão eu dava pra minha ex esposa enquanto estávamos num deslocamento de viatura. Eu respondi que era mais de 40% do meu salário fora despesas extras que eu tinha com eles, mas depois me arrependi. Ele achou que eu gastava muito com meus filhos. Ele estava interessado em saber da minha vida, assim como orientou outros PRFs mais próximo a ele em coletar informações sobre mim, como por exemplo, os PRFs Adailson, Adilson e Ariane. Assim fez a PRF Ariane, que dizia ter um acordo com ele. Ela perguntava muito da minha vida e eu não entendia porquê.
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Me deu a tarefa de mapear os pontos de referências nas rodovias sob circunscrição da delegacia Metropolitana. Apenas me deu uma viatura descaracterizada e mais nada. Tive que dirigir e anotar os pontos sozinho. Disse que esse trabalho era importante para a central da PRF para que eles pudessem consultar em caso de emergências. Fiz o trabalho e entreguei. Mas fui menosprezado pois depois que entreguei Dias e Ricardo Borges perguntaram porque não coloquei marcações de localização por GPS. Ainda desconfiei que dentro dessa viatura havia câmera me gravando e me observando. Lembrando que eu estava fazendo esse trabalho sem arma e sozinho gerando risco de vida para mim. Lembrando que Adilson Souza, seu amigo e meu desafeto, estava trabalhando na central da PRF. Outra coisa que é importante destacar é que esse mapeamento serviu pra eles mesmos mapearem minha localização voltada para esse sistema de tortura eletrônica e funcionamento das vozes eletrônicas.
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Em um dia, deslocando para o posto PRF de Betim, onde Dias estava pegando carona comigo, ouvi ele dizer alto e rápido, "é doido!". Então perguntei o que ele tinha dito mas ele falou que não tinha dito nada. Essa mesma frase foi proferida da mesma forma pelo PRF Denis da inteligência no falso curso de alinhamento de inteligência. Também foi direcionado à mim.
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Dias me indicou pra fazer um suposto curso de inteligência chamado curso de alinhamento de inteligência. Fez questão de me dizer na sala da chefia da delegacia que foi ele quem me indicou. E nessa mesma sala tive que ouvir o PRF Fonseca dizer que eu não deveria estar fazendo aquele curso mas sim ele pois já possuía os cursos tidos como pré requisitos. Dias não falou nada ao ouvir seu colega de chefia falar isso. Fiz o curso de uma semana, um curso fraco e sem sentido para mim, e ainda fui assediado por alguns PRFs que já faziam parte da inteligência. Esses queriam que eu já começasse a trabalhar com eles logo que o curso findasse. Me colocaram pra solicitar à chefia ou ao chefe Antônio Dias o pedido de transferência para a inteligência. Estavam na verdade brincando comigo já que nunca fiz curso de inteligência ou sequer sabia das técnicas que utilizam pra enganar e ludibriar. Também nunca pedi pra ir pra esse setor, nunca quis isso. Já havia vozes eletrônicas falando comigo mas eu ainda não tinha percebido. Pra eles era uma brincadeira.
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Disse que odiava o PRF Aroldo e que não suportava ler o que escrevia o PRF Vieira nos grupos de WhatsApp.
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Disse que já tinha ido para a delegacia de Seabra na Bahia a serviço do setor de inteligência. Nessa época eu já estava trabalhando nessa delegacia. Tudo que falam tem algum sentido.
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Criticava o PRF Adilson Souza por falar demais e apresentar ideias falhas. Não gostava da insistência de Adilson em algumas oportunidades mas fingia aturar Adilson. Chegou a me dizer que queria pegar carona comigo pois Adilson falava muito, mas muito mesmo, além de reclamar de tudo.
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Sua esposa, advogada, Ana Paula Silva, fez amizade com a minha ex mulher. Bastou algumas poucas festas para adquirirem essa amizade. O casal sabia dos meus problemas com minha ex mulher, da nossa separação e da minha necessidade por um advogado para tratar de vários assuntos importantes. Ana Paula nunca se prontificou a me ajudar como advogada. Ela se esquivava toda vez que eu falava no assunto e mostrava má vontade. Porém, ficavam perguntando do meu "primo" Bruno Cypriano que na verdade é primo do meu pai e sócio do mesmo clube de Adilson Souza, Clube Teuto.
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Sua esposa Ana Paula se candidatou para vereadora de Betim e me passou seu número para votação através de alguns santinhos. Me disse que era feminista e que precisava de votos para lutar pela causa. Passei os santinhos dela para minhas irmãs e na eleição cheguei a votar nela. Me arrependo muito de ter votado mas graças a Deus ela não conseguiu muitos votos. Hoje sei que ela participaria da tortura eletrônica que sofro como amiga da minha ex mulher que queria se vingar de mim. Esse casal sabe que meus filhos não são meus filhos biológicos.
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No final de 2021 após meu afastamento da rodovia e já trabalhando administrativamente Dias me disse que estava sendo transferido para o Espírito Santo a pedido do PRF Territo da inteligência para fazer um trabalho específico por lá, um trabalho da inteligência. Junto com ele foram os PRFs Juliana Pontes e Higor. Seu amigo Almeida já tinha aposentado e ido morar em Vitória.
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Todas as vezes que precisei de uma carona dele, mesmo pedindo, para ir a algumas festas da equipe ou da PRF, ele negava a carona. Diferente de mim que nunca neguei uma carona a ele. E foram muitas vezes que o ajudei e dei carona, sempre deixando ou pegando esse indivíduo na porta de sua casa. Devo ter dado dezenas de caronas, pena que não contei pra expor aqui. Fingia ser meu amigo pra conseguir o que queria.
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Desconfiei de um boletim de ocorrência de crime que fiz no sistema SIIO ter sido alterado sem meu conhecimento quando Maria Chaves e Dias disseram que eu tinha colocado ou omitido uma informação nesse boletim. Discordei deles por ter certeza do que fiz mas logo mandaram eu olhar no sistema e confirmar o que eles estavam falando. Àquela época eu sabia que não tinha errado mas sabia que esse sistema não possuía criptografia de banco de dados. Assim, os chefes da delegacia, todos eles, tinham acesso aos campos dos bancos de dados de maneira manual ou direta. Eles podiam tanto alterar campos desse banco de dados como ler as senhas dos policiais. Esse sistema não era homologado pela PRF, sendo usado apenas no estado de Minas Gerais. A senha que eu utilizava nesse sistema era a mesma que eu usava pra e-mails e redes sociais. Nessa época eu já estava sofrendo com possíveis ataques às minhas contas de diferentes locais e aplicativos.
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Me disse na sala da chefia da delegacia Metropolitana que conheceu um amigo meu numa festa. Esse amigo era Ubiratan Santana. Antônio Dias me disse que havia conversado muito com ele e que ele contou tudo sobre minha vida. Sua esposa Ana Paula também ouviu Bira falar de mim. Provavelmente, Dias espalhou o que descobriu pois é um fofoqueiro e na PRF valorizam muito esse tipo de gente que fala da vida alheia.
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Declarava pra todo mundo que havia "comido" a PRF Maria Chaves e que ele sabia lidar com ela. Todo mundo falava que Maria Chaves era arisca com todo mundo mas com Dias ela era um amor. Ambos trabalharam na inteligência da PRF.
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Me afastou da rodovia muito antes do setor de saúde ou do Siass-Cefet. Quando fui expulso da casa dos meus pais, o PRF Adilson Souza estava na Central da PRF justamente no dia em questão e fez uma ocorrência no livro digital chamado PDI. Dias pediu pra eu ficar de folga e não ir trabalhar. Foram muitos dias de folga sob alegação (dele) de eu ter sofrido um impacto emocional muito forte. Me fez ficar sem trabalhar utilizando todo o meu banco de horas. Quando voltei, ao invés de me fornecer uma arma pra eu continuar trabalhando normalmente me colocou no administrativo em Betim. Não havia nenhuma restrição para uso de arma até aquele momento mas ele já estava articulando com o pessoal do Siass-Cefet. Minha arma foi retida pela polícia civil para realização de uma falsa perícia. Essa perícia nunca existiu e nem teve resultado, era apenas um pretexto para reter minha arma enquanto eles articulavam com o psiquiatra do Siass-Cefet a proibição de porte. Até hoje não disseram por que não pude usar minha arma e por que eu não poderia trabalhar na rodovia. Infelizmente foi um enredo criado por eles para me prejudicar. Ainda naquele dia que fui expulso da casa da minha mãe a polícia militar colocou na ocorrência que eu estava ameaçando e usando arma de fogo, coisa que nunca existiu. Tudo isso foi um enredo pra causar o que estou passando, inclusive as torturas eletrônicas. Lembrando que Adilson e os PMs são amigos, principalmente o PM Governo.
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Uma sobrinha de Dias trabalhava no gabinete de um dos juízes aqui de Betim. Ele e sua esposa Ana Paula Silva tinham acesso a esse juíz como amigo pessoal. Provavelmente é quem interveio no fórum para expedir a medida protetiva contra mim, salientando que a delegada Ariadne, amiga de Adilson Souza, foi quem solicitou. Lembrando que minhas irmãs não queriam nada disso mas foram induzidas a fazer por essa delegada corrupta. Dias e Adilson são muito íntimos e sempre fizeram de tudo pra me prejudicar. Toda a mentira através dessas ocorrências e outros atos tem relação com essa gente, meus desafetos na PRF. E o pior, são amigos da minha ex mulher.
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Uma das vozes que mais ouvi durante as torturas que sofri em 2021. A voz de Antônio Dias era bem clara e fácil de identificar. Dentro do meu apartamento alugado, em novembro de 2021, ele falava e eu sentia dores no corpo. Ele ficava gritando que não tinha aonde eu esconder e ficava rindo sem parar. Dentro do meu carro eu também conseguia ouvir ele falar e em uma das vezes que sai do apartamento para dormir no carro fugindo justamente dessas vozes, ele disse, "você não vai dormir não", e então, a luz traseira do teto se acendeu. Tentei apagar essa luz mas não consegui, então tive que arrancar com a mão para desligar.
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Após eu fraturar o tornozelo eu passei pelo Siass-Cefet, numa perícia, e informei que eu não conseguiria voltar ao trabalho pois não conseguia andar direito. O médico de lá disse então que era pra eu trabalhar administrativamente. Eu ainda sentia dores e andava com dificuldades. Não gostei do tratamento que esse médico me deu no Siass-Cefet. Informei então ao chefe da delegacia, o PRF Antônio Dias, que eu não conseguiria trabalhar, então ele me colocou pra ficar num plantão inteiro de 24 horas atendendo ao público. O problema não era o atendimento administrativo e sim levantar, caminhar, descer e subir escadas a todo momento pois havia vistoria pra fazer, coisa habitual e volumosa na unidade de Betim. Isso me prejudicou bastante e fizeram as dores aumentarem. Quando fui almoçar num restaurante, eu andava devagar e mancando entre as pessoas. As pessoas viam um PRF fardado mancando e sem condições de trabalho. Fiquei assim por cerca de três meses. Que vergonha pra imagem da PRF. Esses são os chefes da PRF. E lembrando que fizeram a mesma coisa com a PRF Bárbara, ela mal conseguia andar por lesão no joelho e os chefes nem se importavam, ela ficou na mesma situação minha em Betim e mal conseguia subir e descer escadas.
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A pior parte aqui vai ser relatar isso, mas eu vinha notando que meu filho mais novo estava com uma personalidade idêntica à do PRF Antônio Dias. Estranho demais isso. Meu filho fazia piadas sem graça da mesma forma que esse PRF, conversava de maneira idêntica, opinava como se fosse esse PRF, enfim, demonstrava uma personalidade idêntica ao de Antônio Dias. Bem, com o tempo e o envelhecimento do meu filho notei que ele estava ficando idêntico também em aparência, é muito magro, usando óculos parecidos e comendo muito como ele. Já cheguei a divulgar no meu Instagram que Dias é o pai biológico do meu filho mais novo e até já cheguei a conversar com meu filho sobre isso. A opinião do meu filho é que nós dois somos muito diferentes em tudo, mas em tudo mesmo. Contudo, sua mãe Sueli continua mentindo sobre isso e eu continuo sendo perseguido pela inteligência da PRF. Não sei o que vai acontecer comigo mas vou deixar bem claro que não pode haver tanta coincidência física e mental como eles dois tem. Eu tenho pra mim que Dias tem conhecimento disso assim como Sueli, minha ex mulher. Eles querem me internar, me fazer parecer louco, como forma de resolver o problema que causaram. Ou será que Antônio Dias está falando dentro da cabeça do meu filho e forçando ele dizer frases de maneira idêntica à ele? Meu filho nem sabe quem é esse indivíduo e é impossível tanta coincidência.
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Juntamente com Maria Chaves defendia o PT no poder e tentava fazer com que os policiais sob sua gestão não votassem em Bolsonaro. Eu votei em Bolsonaro e não nego. Eu não tenho partido político, já votei em Lula no passado também.
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Uma ex esposa de Antônio Dias ficava ligando no posto PRF de Betim e informando para qualquer policial que atendesse a ligação que Dias não era quem parecia ser, que ele estava prejudicando ela e falava muitas outras coisas depreciativas sobre ele. Em uma das vezes ouvi o PRF Moisés Gustavo dizer que não era pra se preocupar pois ela ligava constantemente mas era doida de verdade, que tinha problemas psiquiátricos. Eu sei que Dias conseguiu a guarda da filha e nunca mais ouvi falar dessa mulher. Será que ela foi internada? Justamente como querem fazer comigo? Não duvido que alguma coisa aconteceu.
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Em uma ocorrência de acidente de trânsito na Serra de Igarapé fomos chamados para conter um saque de carga no local. Cristian Coimbra e eu deslocamos e conseguimos conter o saque. Mesmo com a chegada de uma empresa de segurança armada contratada pela transportadora o saque continuou. Havia um PM à paisana no local organizando essas equipes. O meu colega Cristian sumiu. Após eu quase ser atropelado e esmagado contra a carreta acidentada por uma viatura dessa empresa de segurança, sai do local e fui procurar meu colega afinal eu estava sozinho. Quando vi que Cristian Coimbra estava na viatura desloquei até lá pra solicitar apoio no furto ainda em andamento mas ele estava fazendo uma "live" pro Instagram ou outra plataforma de rede social falando sobre coisas pessoais. Quando vi aquilo fiquei revoltado. Desisti de conter o saque e fiquei também na viatura ouvindo ele falar sem parar. Isso que ele estava fazendo era mais importante que o local do acidente e o saque de carga. O saque continuou e a empresa de segurança não conteve. O policial militar contratado ficou olhando. Indivíduos transportavam as caixas na faixa de domínio livremente. Por fim, deixamos o local sob escolta dessa empresa e do PM. Para me resguardar da situação fiz uma ocorrência no livro eletrônico PDI, parte diária da informação e pedi que os colegas Lana II e Cristian lessem e conferissem a ocorrência, e nenhum deles descordou. Alguns dias depois os PRFs Antônio Dias e Maria Chaves começaram a me mandar indiretas, como era costumeiro, dizendo que a corregedoria iria apurar a situação. Maria Chaves disse, "não é Dias?", "tudo que coloca na PDI a corregedoria num apura?", e ele confirmava. Parecia uma tentativa de me intimidar ou de causar algum tipo de receio pela corregedoria ter de apurar, ou seja, como se eu estivesse errado. Cabe salientar que Adilson fez a mesma coisa, lançou indiretas dentro do posto de Betim alegando que o PM é seu amigo e ia ser prejudicado.
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Me disse que a inteligência da PRF podia criar chip de qualquer operadora na hora. Que se perdesse um chip ele podia providenciar outro. E eu precisei, tive um chip bloqueado pela digitação incorreta do PIN, ele então buscou outro e sai utilizando esse chip no celular funcional. Não sei como isso funciona.
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Disse que foi até a delegacia da polícia civil livrar a cara do PRF Adailson que tinha sido preso. Como ambos são da inteligência me parece que conseguiu pois eles se protegem. Já ouvi várias estórias de Adailson sendo preso e liberado. Ou será que é tudo coisa da minha cabeça? Já no dia que fui expulso indevidamente da casa da minha mãe e conduzido pra delegacia de plantão Dias nem saiu de casa ou me ligou como chefe de delegacia.
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Ingere muita bebida alcoólica e muitas vezes durante a semana. Pelo que já vi ele beber, é cerca de dez vezes mais do que eu bebo. E ele se gaba disso e adora uma festa com sua esposa que também bebe muito. Por que será que ele comete exagero e o Siass-Cefet ou setor de saúde da PRF não faz nada? Dias já chegou bêbado no plantão pela manhã, informou a todos que precisava dormir e foi pro alojamento. Que exemplo como chefe. Se fosse eu não teriam deixado dormir. Isso é PRF.
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Dizia que não precisava fazer atividade física pois era magro e conseguia fazer todos os exercícios nos exames. Esses exames eram realizados anualmente para quem cadastrasse no programa EFI que beneficia o servidor com horas a mais trabalhadas no seu banco de horas. Ele não fazia nenhuma atividade física e portanto não deveria estar nesse programa. E a PRF não faz nada.
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Dias me disse que eu tinha que aguardar pra entrar na inteligência da PRF pois não poderia dispor de mim já que a delegacia estava com déficit de policiais. Ainda complementou que a intenção da PRF era colocar mais gente na inteligência que nas rodovias.
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Dias fez eu e o PRF Gonçalves, da delegacia de Juíz de Fora, nos deslocarmos até a central do viajante em Belo Horizonte pra tomar a primeira dose da vacina contra COVID-19. A aplicadora da vacina disse que eu tinha que tomar no braço esquerdo, que era obrigatório e eu queria a vacina no braço direito. Essa vacina era de Oxford enquanto Antônio Dias tomou a vacina chinesa junto com os PRFs Moisés e Petrônio. A vacina deles foi em Betim enquanto a minha foi em Belo Horizonte. Eu poderia ter tomado a vacina em Betim porém existia um falatório sobre algo ruim na vacina de Oxford e Moisés, estudante de medicina da UFMG se movimentou com seus amigos pra tomarem a vacina chinesa. Nada na PRF é por acaso, tudo tem algum propósito. Agora vale frisar que após tomar a vacina de Oxford fiquei um longo período sofrendo com choques elétricos ou descargas estáticas incomuns e muito fortes. Não sei que relação existe entre a vacina e o choque mas as faíscas eram visíveis e roxas. Hoje sofro com vozes eletrônicas e torturas não normais.
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Antônio Dias me prejudicou e praticamente acabou com minha carreira. Ele criou processos falsos e me afastou da rodovia. Foi ele quem começou todo o procedimento que iria me destruir. Depois disso, já em Janeiro de 2022, foi para o Estado do Espírito Santo dizendo que o PRF Territo tinha uma missão para ele nesse estado. Essa ida dele custou muitas dezenas de milhares de reais aos cofres públicos. Para cada filho dele recebeu um salário integral conforme a lei permite. Ele foi beneficiado pelos colegas da inteligência como se fosse um prêmio.
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Discuti com o PRF Antônio Dias sobre a possibilidade de colocar um redutor de velocidade na BR381 bem na área da unidade de Betim para garantir a segurança dos agentes, segurança pra faixa de pedestre colocada no local e facilitar as abordagens policiais. Ele me questionou e eu retruquei dizendo que a unidade de Sete Lagoas tinha um radar com essa função. Então me disse que o planejamento da ANTT com a PRF e a concessionária Arteris já tinha sido discutido e que não existia nesse a colocação de um radar, passarela, quebra mola ou qualquer outra alteração para o local. Dias disse ainda que eu podia tomar a iniciativa de solicitar mas não mostrou concordância com meu pleito. Como Dias não quis tomar essa iniciativa como chefe de delegacia enviei um e-mail para a ANTT. Até hoje não tive uma resposta.
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Já afastado da rodovia propus correção da sinalização na unidade de Betim. Fiz essa sugestão ao chefe de delegacia Antônio Dias. No caso é muito comum os condutores transitarem pela contramão de direção já que a sinalização é muito deficitária. Vários colegas PRFs abordam esses condutores na contramão. Dias então marcou uma conversa com o gerente da concessionária Arteris mas só pediu para esse conversar comigo. Conversei com o gerente da concessionária, não me lembro o nome dele, mas ele não esboçou boa vontade e desdenhou de uma solução alegando que a sinalização atual foi acordada com a PRF. Diante das dificuldades impostas por esses dois personagens eu então desisti de ajudar.
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Conversei com Antônio Dias sobre a função e o tamanho da marca de canalização no km 498 da BR381 sentido São Paulo na confluência com a pista Contorno. Nesse local os condutores, incluindo das viaturas PRFs, não respeitam a marca de canalização. Ao meu ver a redução do tamanho dessa marca seria suficiente para veículos pesados fazerem um melhor adentramento para a outra pista, com segurança e evitaria multas desnecessárias aos condutores. Essa multa tem um valor bem expressivo. É um local com muitos acidentes, justamente sobre essa marca de canalização. Fui completamente ignorado pela chefia da delegacia.
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Denis
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Denis foi chefe da delegacia metropolitana. Ele deixou vários PRFs nervosos quando declarou que a unidade de Betim tinha bandido. Foi afastado pelos PRFs mais ativos com a ajuda do sindicato, SINPRF-MG. Mostra pouco trato com as pessoas. Por exemplo, no dia que me apresentei na delegacia, recém chegado da Bahia, nem sequer me deu atenção. Ele só disse um seja bem vindo e pronto.
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Denis está na inteligência atualmente e ajudou a forjar o suposto curso de inteligência no qual participei. Sobre o curso falo em vários blocos de outros PRFs, mas em dado momento do curso, ele como instrutor, disse, "é doido!". Ouvi risos no fundo da sala. Quando eu escrevi o termo inteligência emocional e ele leu no quadro ficou nervoso demais e não conseguiu esconder o sentimento. Nesse curso eu me senti como alvo e não como um participante.
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Em outro momento do curso perguntou à mim se eu confiava no PRF Antônio Neto e eu respondi que sim. Hoje eu diria não pois me colocaram e estão me tratando como um criminoso e doente. Simplesmente acabaram comigo pra se divertirem e brincarem de inteligência. Mas posso acrescentar que destruíram meus filhos também com essa brincadeira de inteligência. Essa gente não tem consideração por ninguém, principalmente se for pobre e vulnerável. Hoje tenho onerosa à inteligência. Não vi nada de bom lá, nem as pessoas.
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No suposto curso de inteligência disse que o futuro da inteligência no mundo era vigiar as pessoas pelo celular, que conforme a tecnologia avançava permitia monitorar cada vez melhor. Que ninguém vai viver sem um aparelho celular no futuro, assim, vai facilitar os trabalhos da inteligência.
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Ainda nesse suposto curso Denis criticou o PRF Adailson por não fazer as coisas direito e se intrometer em assuntos que não lhe diz respeito. Imagina a zona que essa inteligência é em Minas Gerais. Adailson também é da inteligência.
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Janaína
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Trabalha na contra-inteligência da PRF em Minas Gerais. Em certo momento mesmo não a conhecendo ficou me assediando pra trabalhar na inteligência. Ela ficava me chamando e perguntando se eu gostava de trabalhar na rodovia. Era insistente. Eu não gostava de responder pois ela queria mudar minha opinião de qualquer jeito. Era como se ela quisesse me levar pro setor de inteligência mas nunca falava claramente o que pretendia. As torturas eletrônicas já tinham começado mas eu não percebi.
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Ajudou e contribuiu com o falso curso de inteligência que durou uma semana. Eles chamavam de curso de alinhamento de inteligência. Foi um curso onde eu esperava aprender alguma coisa mas a parte interessante da grade foi cancelada. O único do curso que não tinha os pré requisitos para trabalhar na inteligência era eu. Eu nunca tinha estudado nada de inteligência, achava estranho eu ter sido indicado e até surpreendi o PRF Antônio Neto com a minha presença. Mas eu não estava aprendendo, eu era o alvo daqueles PRFs como é um criminoso. Eles riram, me chamaram de doido ao longe e em voz baixa, me escanearam com um equipamento caríssimo, e ainda tive que ouvir de Walder que nem todo mundo iria entrar pra inteligência. Mas todos já eram da inteligência, menos eu.
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Michele Resende
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É casada com um policial militar da inteligência-P2, Marquinhos. Eles são de Divinópolis.
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Pouco antes de eu sair da unidade de Betim, onde eu estava trabalhando administrativamente, ela estava estudando sobre doença mental na PRF. Fizeram questão de me informar que Michele estava estudando as doenças mentais na polícia. Não falou nada sobre o assunto mas foi direcionado à mim já que eu estava supostamente afastado da rodovia por causa disso. É tudo um enredo criado pra enganar terceiros. Michele é formada em direito não em psicóloga ou medicina, então, não entendo esse assédio direcionado à mim.
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Michele ouviu muitas queixas minhas à respeito da minha vida de casado e da minha ex mulher. Cheguei a fazer algumas reclamações sobre minha ex mulher e as mentiras que ela contava, mas Michele não deu a mínima para o que eu estava falando. Essas queixas foram apenas uma vez. Essas minhas reclamações provavelmente alimentaram um rol de fofocas contra mim dentro da equipe Charlie e na PRF. Michele e sua turma adoravam fofocar acerca da vida alheia.
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Gostava de falar mal dos PRFs mais velhos como Lana e Wagner Dionísio. Falava de outros também. Ela criticava o modo como eles trabalhavam e os julgava como corruptos. Uma atitude bem feia essa e parecida com a do PRF Denis. Eles acham que são os corretos e moralistas. Michele se junta a PRF Tatiana pra falar sobre dar lição de moral nos outros, literalmente.
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Muito alinhada e próxima do PRF Christian, gostam de fofocar e falar dos outros. Se protegem numa panelinha juntamente com os PRFs Tatiana Baía, Paulo Magno e Adilson Souza. Todos têm algum tipo de ligação com a polícia militar.
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Não sabe trabalhar como PRF sem ligar, passar mensagem e informações do trabalho para seu marido da P2. Tudo que tem repassa para ele como placa de veículos, indivíduos abordados e demandas da inteligência da PRF. Talvez tenha algum tipo de crime nessa atitude pois recebe demandas da inteligência da PRF e passa pra PM.
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Quando estávamos a sós na sala de atendimento ao público da PRF de Betim ela se recusava a atender o telefone fixo ou celular da unidade. Mesmo estando ociosa e vendo que eu estava ocupado fazendo uma ocorrência não se mexia, ficava só mexendo mesmo no seu celular pessoal fingindo que não ouvia o telefone. Isso aconteceu muitas e muitas vezes. Creio que ela se sinta superior e sua atitude sobrecarrega o colega de trabalho que está consigo.
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Certa vez se juntou à PRF Tatiana Baía e começou a me dar lição de moral sobre mulheres. Não eram específicas no que falavam mas a moral estava relacionada ao que aconteceu na casa da minha mãe onde minhas irmãs mentiram pra polícia militar e civil. Elas não disseram mas eu soube que leram a ocorrência da PM que me fez sair de casa. Se pautaram no que estava ali escrito acreditando que era tudo verdade mas minhas irmãs realmente mentiram. Os policiais militares também mentiram na ocorrência para ajudar minhas irmãs e piorar a minha situação pra pedir assim a medida protetiva. Estou até hoje sem ver meus pais e a cachorra da família. Eu não acreditei quando ouvi essas duas PRFs achando que sabiam o que tinha acontecido. Elas são falsas e nem moral tem pra falar dos outros. Usaram a ligação que possuem com a polícia militar para localizar e ler uma ocorrência que não diz respeito à elas e que deveria ser sigilosa. Até o juíz mantém o processo sob sigilo. Mas Michele é casada com P2 e Tatiana era esposa de policial militar e filha de coronel da polícia militar. Elas têm acesso a qualquer ocorrência da PM. Esse fato, de lerem a ocorrência ajudou a disseminar as mentiras contidas ali para todos os outros PRFs, contaminando o ambiente de trabalho. Só para esclarecer, minhas irmãs admitiram para a corregedoria da PRF que mentiram na ocorrência, fazendo a corregedoria arquivar a apuração e não abrir qualquer procedimento.
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Em outra ocasião pediram pra eu fazer um exercício físico no chão da unidade de Betim. Elas, Tatiana Baía e Michele, alegavam que queriam ver se eu conseguia fazer o exercício, que parece uma flexão mas os cotovelos tem que ficar apoiados no chão. Eu me neguei a fazer mas elas fizeram e ficaram rindo e empinando a bunda pra cima. Fingi que não estava vendo aquilo num ambiente de trabalho, um ambiente policial e de atendimento ao público.
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Juntamente com os PRFs que citei ela faz parte da galera do mau pois já ouvi Tatiana chamá-los de galera do mau. São metidos a moralistas e, por ventura, querem dar lição de moral nas pessoas.
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Presenteei o filho dela com um skate no aniversário dele. Eu acreditava que éramos amigos mas o tempo mostrou que não. Ela nunca perguntou as datas de aniversário dos meus filhos e nunca presenteou qualquer filho meu. Eu me afastei dela e da turma dela. Não são confiáveis.
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Michele viajou pra Israel com seu marido Marquinhos. Hoje posso imaginar que trouxeram alguma tecnologia de tortura pois esse país é produtor de softwares e eletrônica de monitoramento devido ao terrorismo. Coincidentemente as coisas na minha vida pessoal e profissional começaram a piorar depois disso.
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Depois que foi convencida pelo PRF Adilson Souza que eu tinha mania de perseguição, o que é mentira, ficava me perguntando se eu acreditava em fulano ou sicrano que estava fazendo ocorrência na unidade de Betim. Ela queria me testar pra saber se eu desconfiava dessas pessoas por algum motivo. Isso me irritou muito pois nunca tive tal comportamento mas a turma deles queria me prejudicar de qualquer jeito. Eu estando sozinho contra a turma deles qualquer coisa que falassem seria verdade. Quando Adilson os convenceu que eu tinha mania de perseguição as coisas mudaram muito pra mim e então pedi pra sair da equipe Charlie.
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Num acidente na BR381 em que um meliante fugia da polícia militar no Jardim Piemont, bem na divisa de municípios de Betim e Contagem, ocorreu o atropelamento desse indivíduo e consequentemente sua morte. Eu confeccionei o boletim desse acidente de trânsito. Porém, posteriormente, Michele me disse que o pessoal da concessionária Arteris havia visualizado uma lesão nos membros inferiores desse indivíduo compatível com disparo de arma de fogo. Perguntei a ela se era pra fazer um boletim sobre isso ou retificar a ocorrência do acidente mas ela disse que não precisava senão iria complicar os policiais militares. Esse indivíduo poderia ter sido alvejado pelos policiais militares e por isso ele caiu e foi atropelado. Não houve questionamentos futuros.
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Em outro acidente de trânsito na BR381, no bairro PTB, ocorreu de uma viatura da polícia civil passar pelo local e prender o condutor de uma Fiat Strada até a chegada da nossa viatura. O condutor foi tirado da parte traseira da viatura pelo delegado que fazia parte da equipe da viatura e entregue a nós. Fiz a ocorrência de acidente, sem vítimas mas questionei a atitude do delegado em não conduzir o preso já que eles o prenderam, estava sob sua custódia e depois soltaram. Não achei correto a atitude desse delegado haja vista que não sabíamos das condições dessa prisão como resistência, algemação, possível agressão ou tortura. Michele não se manifestou como policial e auxiliar. Autuamos o indivíduo por recusar soprar o bafômetro e o liberamos.
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Em outra ocorrência de acidente de trânsito na descida da Petrobras em Betim um caminhão com excesso de peso colidiu em outros veículos na descida. Ao bater o olho já sabia que o caminhão estava com excesso de peso. Comuniquei a PRF Michele que a causa do acidente teria sido o excesso de peso e que deveríamos tomar providências quanto à isso. O caminhão deveria ser pesado diante da falta de documentação que indicasse o peso da sua carga. Ela relutou em levar esse caminhão para pesar e discutimos muito até eu conseguir convencê-la a pesar. Depois da pesagem foi visto que era muito o excesso. Ela ia fazer um boletim de acidente de trânsito incompleto e mal feito. Ela ficou com raiva de mim por termos perdido muito tempo atendendo a ocorrência.
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Em outra ocorrência, dessa vez participando Michele e Christian, abandonaram um acidentado que teria cometido um crime no hospital. Eles não fizeram escolta do indivíduo e também não solicitaram à polícia civil. Tempos depois o delegado responsável pelo inquérito do bairro Citrolandia foi procurar os dois na unidade de Betim e conversaram com o PRF Moisés. O delegado estava questionando a atitude dos PRFs e queria explicações. Não sei o resultado disso.
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Luiz Azevedo
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Mentiu para a PRF Michele dizendo que eu falei mal da PRF Tatiana. Foi justamente ele quem tinha dito que a PRF Tatiana só era chefe por ser filha de coronel da PM. Luiz já tinha entrado em conflito com Tatiana no posto PRF de Betim anteriormente. Contudo ele inverteu a situação pois era amigo da PRF Michele Resende que por sua vez é amiga de Tatiana. Ele então ficou como santo sendo que foi quem disse e espalhou. E eu, que não disse nada, fiquei mal falado. Mas ninguém veio perguntar o que aconteceu. Agora vão saber a verdade.
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Espalhou para todo mundo que eu vendi um carro com problemas para um amigo dele. Contou para a PRF Michele e outros. Mesmo sem saber o que aconteceu na negociação ou sem saber a verdade conseguiu me difamar. Hoje, sofrendo essas torturas eletrônicas, tenho que ficar ouvindo que sou criminoso por ter feito isso. Salientando que o veículo provavelmente foi adquirido já com o defeito de uma loja chamada Coelho Automóveis.
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Todos PRFs mais velhos contavam que ele tinha encontrado um celular de um traficante e não entregou o aparelho para a polícia federal. Ele pegou esse celular, apagou os dados e vendeu o aparelho. A polícia federal descobriu e ele respondeu por essa atitude. No final, parece que não deu em nada.
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Luiz sempre trabalhava com a PRF Michele, só os dois. Eles pegavam a viatura pra fazer ronda e sumiam. Nem rádio da viatura respondiam. O PRF Moisés chegou a dizer que havia alguma coisa estranha nesse comportamento dos dois. Eles pediam para sempre trabalharem juntos.
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Ninguém queria trabalhar com ele por dois motivos, o primeiro por falar sem parar e o segundo por incompetência já que preenchia os documentos sempre de forma errada, atrasava procedimentos, inventava outros procedimentos, deixava de fazer outros e complicava as ocorrências.
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Luiz reclamou muito quando eu decidi abordar um veículo de passeio na Serra de Igarapé que estava com carga roubada de um caminhão acidentado. O veículo estava lotado de carga furtada. Fizemos a ocorrência e levamos o preso pra delegacia, mas ele não queria por ter que ficar na porta da delegacia da polícia civil esperando.
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Ranieri
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Foi uma das vozes que consegui ouvir nos primeiros dias de aluguel de um apartamento no bairro Filadélfia em Betim. A voz dele e do PRF Moisés estavam bem nítidas. Eles conversavam com o indivíduo que fala constantemente comigo, todos os dias. Àquela época eu achava que eles iam fazer parar essa merda de tortura eletrônica mas não fizeram nada.
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Como chefe de delegacia e juntamente com o PRF Christian me colocou na equipe da PRF Maria Chaves, equipe Delta, mesmo eu não querendo. Eu pedi pra sair da equipe do Christian por causa do PRF Adilson mas eles me colocaram na equipe da amiga de Adilson, essa Maria Chaves.
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Fez bullying comigo num grupo de WhatsApp da equipe Alfa, equipe que tinha como chefe o PRF Moisés. Eu já estava afastado da rodovia e trabalhava administrativamente e já sofria torturas quando ele mandou no grupo, que tinha também alguns outros PRFs de fora da equipe, uma imagem da PRF fiscalizando no espaço sideral com meu nome embaixo. No caso, eles descobriram por meio dessas torturas eletrônicas que eu tinha o sonho de ser astronauta quando mais novo. E isso eu nunca contei pra ninguém. Essa tortura faz você falar sem querer, suas cordas vocais trabalham 24 horas por dia, parte do pensamento é convertido no uso das cordas vocais e assim permite que ouçam tudo inclusive suas intimidades.
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Moisés Gustavo Cunha
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Mais um fofoqueiro da PRF. Sabe da vida de todo mundo e fica contando as histórias relacionadas. Disse certa vez pra vários PRFs que conhecia um PRF da nossa delegacia que gostava de troca de casais.
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Formou em medicina faz pouco tempo, mas antes de formado e sem especialidade nenhuma, ajudou o PRF Bennet do setor de saúde do servidor a montar grupos de estudo sobre doença mental com foco na síndrome de Bournout. Assessorou alunos de psicologia da PUC, juntamente com o mesmo setor de saúde, juntamente com a chefia da delegacia metropolitana e juntamente com a PRF Vera Arcas, formada em psicologia, para avaliar o dia a dia dos policiais nos postos. A primeira vez que que vi um grupo de alunos da PUC na unidade de Betim notei que eles queriam falar somente comigo mas como eu estava ocupado foram embora. Nunca ouvi falar em resultado dessa interferência de alunos de psicologia na PRF. Moisés era um estudante de medicina querendo fazer serviço de médico mas com autorização da PRF.
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Moisés, enquanto estudante de medicina da UFMG se movimentou com seus amigos na PRF pra tomarem a vacina chinesa ao invés da vacina de Oxford. Ele, Antônio Dias, chefe da delegacia, Petrônio, ex chefe da delegacia, vieram em Betim pra tomar a vacina chinesa. Como sou de Betim poderia ter tomado essa vacina mas me mandaram pra central do viajante em Belo Horizonte pra tomar a vacina de Oxford que foi aplicada obrigatoriamente no braço esquerdo. Não deixaram eu tomar a vacina no braço direito. Eles escolheram a vacina chinesa com base em propaganda ou informações negativas sobre a vacina inglesa. Outros PRFs ligados à inteligência tomaram a vacina chinesa. Nada na PRF é por acaso, tudo tem algum propósito. Agora vale frisar que após tomar a vacina de Oxford fiquei um longo período sofrendo com choques elétricos ou descargas estáticas incomuns e muito fortes. Não sei que relação existe entre a vacina e o choque mas as faíscas eram visíveis e roxas. Hoje sofro com vozes eletrônicas e torturas não normais.
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Quando eu estava trabalhando administrativamente no posto PRF de Betim eu era deixado sozinho para fazer atendimento ao público, sem arma, sem nenhum policial por perto pra fazer cobertura, enquanto ele, chefe de equipe, dormia no alojamento junto com os outros da equipe dele. Foi uma das razões que sai de Betim e fui para Contagem. Aposto que como médico continue sua saga descansando enquanto as pessoas aguardam atendimento. Isso que é elite.
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Acessou um site de pornografia no computador principal do posto de Betim com telas de vídeos de vários países do mundo onde se apresentavam pessoas de todos os tipos, inclusive crianças. Quem lhe mostrou o site e o fez acessar foi o PRF Nilton Vaz. Esse falava que o site foi fornecido por policiais militares amigos. Mesmo vendo o conteúdo do site não tomou nenhuma providência.
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Dizia que nunca queria trabalhar com a PRF Maria Chaves pois ninguém aguentava o jeito dela, pois ela é de difícil convivência. Ninguém da equipe dele, a equipe Alfa, suportava a PRF Maria Chaves.
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Comentei certa vez com Moisés e o PRF Prado que criminosos se comunicavam por meio de pichações, que eles fazem símbolos para indicar casas de policiais e outros pontos de interesse. Riram de mim e disseram que não existia isso. A casa da minha mãe, tanto o muro como o portão tinha muitas pichações. Uma das pichações era o nome de uma das minhas irmãs. Eu já sabia que os vizinhos não gostavam da minha família e um deles, filho do vizinho Túlio, tentou furtar a escola estadual na mesma rua. O outro filho de Túlio chegou em casa chorando após ser alvo de tiros num ponto de tráfico. Sei que as coisas só pioraram pra minha família vivendo ali e eu nunca tive apoio da PRF. Como foi a atitude de Moisés são os outros PRFs, incrédulos ou céticos. Inclusive o PRF Prado é mal falado dentro do bairro e diziam que ele é estranho. Prado mora na mesma rua que meus pais.
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Disse pra mim quando eu tinha pouco tempo de delegacia que era pra desistir da PRF Adriana Lessa, nem precisava tentar cortejar, pois ela só gostava de novinhos, que muitos tentaram pegar ela mas não conseguiram. Isso tudo por que eu demonstrei um interesse inicial nela.
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A voz dele foi a segunda voz que ouvi quando começou a tortura eletrônica com vozes de rádio num apartamento que aluguei no bairro Filadélfia. Era possível eu ouvir Moisés, Ranieri e uma outra voz masculina que já falam comigo. As vozes deles foram muito claras para mim. Enfim, participaram dessa merda que estou sofrendo sem interferir, aceitando a tortura de um colega de trabalho.
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Moisés me disse que escolheu como especialidade médica a urologia quando o perguntei. Eu já estava desconfiado dele e das atitudes dele para comigo no trabalho e o fato de eu ficar sentindo incômodos na região da próstata e ânus como parte da tortura. No grupo de WhatsApp parecia que queriam me chamar de veado mas não o faziam diretamente. Eu sou heterossexual e sempre fui.
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Em um deslocamento de viatura para almoçar, eu sentado no banco de trás e Moisés no banco dianteiro como passageiro, notei que ele pegou seu celular pra falar com um professor da UFMG em chamada de vídeo mas começou a colocar a virar o celular pra mim ou sua câmera dianteira. Ele estava tentando me exibir para esse seu professor. Foi muito clara pra mim essa atitude dele inclusive quando não conseguiu executar essa filmagem de um dos lados do banco mudou de lado mas ficou com a câmera voltada para mim.
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Moisés, Ranieri e Pedras se gabam até hoje de terem prejudicado um PRF chamado Resende de Betim. Falam que tomaram a arma dele numa luta corporal dentro da cozinha do posto PRF de Betim. Não explicaram o motivo de terem feito isso com esse PRF. Resende está aposentado como doente mental. É o mesmo que fizeram comigo. Parece que possuem "know how" em identificar doentes mentais.
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Quando alguma usuária bonita chegava para atendimento no posto de Betim, se prontificava a atendê-la e afastava outros policiais dizendo que podia deixar com ele.
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Ele foi um dos que comentou sobre vozes ouvidas dentro do posto de Betim por vários PRFs. No caso, eles cogitaram levar a situação para o sindicato alegando que a chefia da delegacia estava monitorando e ouvindo dentro da unidade de Betim. Os PRFs chegaram a desligar as câmeras da unidade achando que as vozes vinham pela rede das câmeras. Vários PRFs ficaram nervosos com a situação achando que eram vigiados pelos chefes da delegacia metropolitana. Eles ouviram pessoas conversando entre si e concluíram que eram os chefes da delegacia conversando. Acreditaram que por um erro ou equívoco tivessem deixado o microfone aberto. Então, não é só eu que ouço vozes, né!? O sindicato SINPRF-MG tomou conhecimento da situação e nunca mais ocorreu.
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Assinou uma declaração com argumentos falsos sobre mim que foi anexado em processo SEI. Ele afirmou que eu tinha problemas com ar condicionado e que eu ouvia vozes vindas desses aparelhos. Porém, eu nunca disse isso. Explico melhor na seção correspondente à PRF Tatiana já que ela assina esse documento juntamente com o PRF Christian. Esse documento com afirmações falsas me prejudicou muito e culminou na minha aposentadoria. E eu nunca disse nada do que está nesse documento. Moisés é um PRF falso, sem ética e mentiroso. Nunca fiz nada pra ele.
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Moisés e o PRF Ranieri vieram até mim pra fofocar que a PRF Tatiana Baía ficou ou dormiu com o PRF Gontijo em Brasília durante a manifestação organizada pelo sindicato. Não sei a intenção deles mas eu não tenho relação nenhuma com Tatiana e nunca tive intimidade com ela. Nem me importei com isso mas pra eles era algo importante. Vale lembrar que as vozes eletrônicas da tortura que sofro citam o nome Tatiana quase todos os dias.
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Tentava fazer com que os policiais não votassem em Bolsonaro. Em sua equipe estava o PRF Pedras, do PT, e eles faziam questão de expor suas posições políticas.
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Jorge André
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Esse PRF foi demitido mas soube que ele respondeu um processo bem antes disso pelo sumiço do colete balístico que estava sob sua custódia. O colete foi escondido por outro PRF para prejudicá-lo, foi intencional. Dentro da PRF se faz isso com quem você tem uma desavença ou, por causa de qualquer outro motivo, com a intenção de causar problemas. Esse colete foi supostamente achado pela faxineira da unidade atrás de um armário. Fizeram isso comigo na Bahia pra me prejudicar, é algo comum dentro da PRF. Eles armam situações pra prejudicar quem eles querem que seja punido.
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Arnaldo Lana
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Estava sentado no computador principal da unidade de Betim quando de repente olhou pra cima e começou a conversar rispidamente com alguém e disse, "ê,ê,ê,ê, aqui não, saí pra lá". Ele estava respondendo as mesmas vozes eletrônicas que ouço constantemente. No caso, eu estava na mesma sala que ele quando uma voz soltou uma frase que ele ouviu. O interessante foi ele direcionar a cabeça pro alto, de onde as vozes vinham quando se está dentro da unidade. Então, não sou o único a ouvir essas vozes eletrônicas.
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Disse para o PRF Alisson Couto que eu estava enfrentando perseguição política. Não sei por que ele disse isso mas disse. Estávamos nós três dentro de um veículo ou viatura voltando pra Betim.
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Barbosa
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Barbosa juntamente com outros PRFs que estavam na sala frontal da unidade de Betim conseguiu ouvir pessoas conversando entre si mas não havia ninguém por perto. Todos os PRFs que estavam ali pararam pra ouvir essas vozes conversando entre si. Eles disseram que parecia a chefia da delegacia conversando mas não sabiam de onde estavam vindos as vozes deles. Chegaram a desligar o sistema de câmeras da unidade por achar que estavam sendo vigiados. Não satisfeitos com o que aconteceu e diante da negativa da chefia da delegacia foram fazer uma representação no sindicato da PRF, Sinprf-MG. Não se falou mais disso. Isso mostra como esse sistema de vozes eletrônicas existe e já foi percebido por muitos, inclusive com ciência do sindicato. O chefe da delegacia era o PRF Antônio Dias. E por isso eu digo que Dias sabe o que está acontecendo comigo.
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Barbosa efetuou um disparo num policial militar na BR 262 após uma abordagem ao veículo do PM que estava na contramão de direção após uma confusão gerada por esse policial militar. Depois dos tiros o PRF Prado teria torcido o braço do PM que estava baleado. Adilson Souza não gostou do modo como os PRFs Barbosa, Prado e Pedras conduziram a ocorrência alegando que o policial militar era gente boa demais.
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Presenciei quase todos os PRFs de Betim contribuindo com 50,00 reais por vários meses. Quem arrecadava o dinheiro era o PRF Barbosa de Divinópolis. Me solicitaram que contribuísse mas eu não tinha dinheiro naquele momento já que estava com dificuldades financeiras por ter sido expulso de casa sem razão. Ouvi o PRF Barbosa dizer que o dinheiro estava sendo aplicado numa conta ou investimento para render. A suposta motivação dessa arrecadação era juntar um montante para jogar na Mega Sena da Virada daquele ano. Nunca vi ninguém fazer jogos ou enviar números para tal feito. Desconfiei que aquele dinheiro estava sendo juntado para contratar um profissional de investigação ou detetive particular ou miliciano já que falavam indiretamente em monitorar alguém. E arrecadaram muito dinheiro pra uma Mega Sena.
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Messias
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Messias é da minha turma de formação no Rio de Janeiro em 2006. Virou chefe pela segunda vez depois que o PRF Dias saiu. Essa segunda vez já quando eu estava afastado da rodovia no início de 2022. Ele trabalhou no hospital Sarah Kubstchek em Belo Horizonte, local onde minha mãe teve problemas ao levar meu irmão com paralisia cerebral. É bom salientar isso porque nesse hospital eles queriam estudar meu irmão e fazer testes nele como uma cobaia de experimentos mas minha mãe foi contra e não voltou lá mais. Hoje sou eu a cobaia. Que coincidência.
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Me assediava pra ir trabalhar em Contagem mas eu queria trabalhar administrativamente em Betim por ser mais perto de casa. Ele sempre falava que seria melhor pra mim, que eu era especial e muito importante pra PRF. Nunca explicou essa importância.
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Ele conseguiu fazer eu sair de Betim e ir pra Contagem. Trabalhando administrativamente na delegacia metropolitana Messias me atribuía uma nova tarefa ou função a cada semana. Trabalhos que outros PRFs não queriam fazer ou eram impossíveis de serem concluídos eram repassados à mim. Esse assédio já estava sendo corriqueiro desde que fui afastado da rodovia. Estavam fazendo da minha vida um inferno. Ainda havia a dificuldade de trabalhar no sistema SEI, específico para processos, sendo um sistema complexo, sendo que eu não dominava o uso do sistema em nível avançado como eles. A quantidade de trabalho que me dava fazia eu ficar o tempo todo trabalhando sem descanso e sem pausa, enquanto eles ficavam nos corredores conversando, fazendo piada ou à toa. Eu não conseguia tempo pra ler, estudar ou fazer atividades obrigatórias. Eu só conseguiria fazer o trabalho se eu fizesse em casa mas em casa havia a tortura psicológica e física, ou seja, impossível. Ele tornou o trabalho insuportável, me encheu de trabalho e ainda tinha que aceitar as indiretas constantes, bullying e assédios. Me senti um escravo como já faziam com outros PRFs.
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Inclusive a secretária da delegacia, Aline, amiga dele, não me dava paz e ficava o tempo todo em cima de mim ou me chamando. Até levá-la pra casa, em Contagem, fui impelido a fazer. Messias ficava me perguntando se eu estava me dando bem com Aline e eu não entendia a razão das perguntas.
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Messias chegou a publicar meu nome como gestor de pátio de veículos apreendidos e dizia que eu iria auxiliar o PRF Célio dos Anjos. Fui obrigado a aceitar a tarefa mas quando Messias e Célio começaram a falar que eu iria ser o único gestor pra saída definitiva de Célio eu não aceitei. Diante disso e já sabendo que Messias iria me forçar a virar o único gestor de pátios deixei de ir trabalhar. Desde a primeira sondagem de Messias que eu dizia não querer trabalhar com pátios. Ele não respeitou minha decisão. Parecia gradativo mas foi mais rápido que eu imaginava, já estava tudo planejado pelos dois e outros chefes como o PRF André José.
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Muitas indiretas, ficava jogando indiretas juntamente com os outros PRFs, sempre pra eu ouvir. As indiretas eram voltadas para mim e envolvia todos os chefes, Aline, Sarah, Célio e De Moro. Eu não aguentava ficar ouvindo indiretas principalmente de sentido voltado à homossexualidade sendo que sou heterossexual. Havia também a difamação que faziam da minha pessoa por toda a superintendência como a que citei no bloco correspondente a secretária Aline. Isso me forçou a abandonar o trabalho. Messias e o chefe do setor de saúde, PRF Bennet, me assediavam para fazer tratamento psiquiátrico de forma forçada mas não justificavam por quê queriam isso. Além disso me chamava de "especial" em sinônimo de doente mental por causa de uma ocorrência de TCO envolvendo o PRF Fonseca. Leia mais na seção correspondente ao PRF Fonseca.
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Uma indireta que Messias fez foi gritar no corredor da delegacia, "se não der a mão e levar, não vai". Ele se referia a me acompanhar ao Siass-Cefet em Belo Horizonte.
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Messias juntamente com Bennet arrumou por conta própria um psicólogo chamado Mateus especificamente para me ouvir no Siass-Cefet. Ambos queriam que eu conversasse com esse psicólogo. Desde a primeira conversa com esse psicólogo cheguei a conclusão que o intuito era me prejudicar e não ajudar. Esse psicólogo afirmava coisas falsas sobre mim e eu desconfiava que estava sendo gravado e ouvido por esses PRFs em sigilo, em outra sala. Em certa ocasião Messias gritou dentro da delegacia metropolitana que tinha que dar a mão e levar porque senão não ia. Ele nessa outra indireta se referia mais uma vez à mim e me acompanhou até o Siass-Cefet. Estava virando uma obrigação ir até o Siass-Cefet, não para eu voltar ao meu trabalho na rodovia e que eu queria e gostava, mas para parecer que eu estava em tratamento psiquiátrico. Foi assim que conseguiram montar relatórios falsos sobre mim com o psiquiatra Gustavo Coutinho Faria do Siass-Cefet. Esse psiquiatra estava alinhado com o que a PRF passava de informações e nunca me perguntou nada sobre minha vida ou o trabalho na PRF. Lembrando que enquanto faziam isso a chefe do Siass-Cefet, Salete Guimarães, assediava minha família pra obter informações sobre mim. Essa Salete invadiu a sala em que eu conversava com o psicólogo Mateus, se sentou e começou a me fazer perguntas, como se fosse uma psicóloga e ainda sem minha autorização. Ela é uma mera assistente social. Ela ajudou nesse processo que Messias e Bennet precisavam pra me prejudicar. Tudo alinhado entre eles. Isso tudo culminou na minha aposentadoria compulsória sem motivo.
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Numa reunião entre eu, Messias e Bennet, na sala desse último, me propuseram que eu começasse a fazer um tratamento psiquiátrico. Era o que eu estava desconfiado virando realidade. Perguntei o motivo mas não informaram de maneira clara, apenas que foi porque mandei uma mensagem estranha no WhatsApp de colegas. Então firmemente eu disse que isso não era motivo para tratamento psiquiátrico, mas eles já alinhados me prometeram que eu iria voltar a trabalhar normalmente na rodovia. Aceitei a proposta mas depois vi que eu seria mais prejudicado ainda. Não cumpri esse acordo, pois sabia que eu não tinha nenhuma doença mental e já fazia terapia com psicólogos sem problema algum. Nessa reunião sentado numa outra mesa estava o PRF Nicolatino, o PRF que me mandava mensagens sobre perícias no Siass-Cefet e auxiliava Bennet. É bom salientar que por causa disso tudo que fizeram comigo perdi a capacidade financeira de pagar um plano de saúde e estou até hoje sem nenhum tipo de cobertura. É bom destacar que nunca me questionaram nada, não havia nada na corregedoria e eles agiam assim sem embasamento legal. Até hoje não sei porque me afastaram e nem por quê queriam me obrigar a fazer tratamento psiquiátrico. Não tá escrito em lugar nenhum, não há processos, nem os advogados que contratei acharam algum processo que falasse algo contra mim. Lembrando que era a PRF Tatiana que queria que eu fizesse tratamento psiquiátrico e dizia que eu só voltaria ao trabalho se eu tomasse remédio pra doença mental. Enquanto isso a tortura eletrônica que simula uma esquizofrenia continua.
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Messias, juntamente com outros PRFs, como o chefe da contra-inteligência, Walder, o chefe da comunicação, Aristides, e o chefe do RH, Damasceno, forjaram um processo para me aposentar compulsoriamente. Mesmo eu afirmando que eu não iria trabalhar enquanto não parassem de fazer bullying comigo, de me assediar moralmente e sexualmente, de me torturar eletronicamente e parassem de querer me obrigar a fazer tratamento psiquiátrico sem motivo, montaram um processo SEI para o ministério público alegando que eu não tinha condições de trabalhar. E eu tenho muita condição de trabalhar. O ministério público foi claro num parecer afirmando que não faria isso pois eu não representava ameaça e não havia nada contra mim. Adivinhe o que fizeram? Coletaram falsas declarações dos PRFs Moisés Gustavo, Christian Neves e Tatiana Baía onde alegavam que eu os ameacei e ouvia vozes vindas do ar condicionado. Tudo mentira mas retornaram o processo ao ministério público e assim conseguiram me aposentar compulsoriamente. Para isso Messias entrou em contato com o meu advogado Dalmo Sávio, filho de P2, que o ajudou a fazer isso sem meu consentimento. O ministério público federal nunca me chamou e acabou destruindo minha vida e dos meus filhos.
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Em outra indireta dentro da delegacia metropolitana ele gritou ao lado dos colegas do grupo de fiscalização de trânsito-GFT, "ninguém mexe com o GFT". Na mesma hora percebi que estavam falando do veículo que apreendi que era da família do PRF Catanhede, esse também do GFT. Na ocasião recolhi o veículo por estar utilizando rodas fora do padrão ou autorizado para aquele veículo. É justamente o mesmo tipo de multa e apreensão que o próprio GFT faz todos os dias. Deu a entender que tudo que eu estava passando era uma retaliação consciente por eu ter feito isso, mesmo eu não sabendo que era da família de Catanhede. Messias fez parte desse grupo assim como o outro chefe Farias Gomes.
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É um dos PRFs que está por trás das vozes eletrônicas que me assolam desde que me afastaram da rodovia em 2021. Tudo isso estava alinhado com o psiquiatra e a chefa do Siass-Cefet pra me prejudicar. Tudo que expus acima, como as indiretas, as acusações falsas de crime, e outros pontos, já era hábito tanto presencialmente no trabalho como por meio eletrônico (tortura).
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Messias me negou um aparelho celular de última geração que funciona em qualquer rede e em qualquer lugar adquirido pela PRF. Ele disse que eu não podia ter esse aparelho que foi estudado, testado e comprado pela inteligência da PRF. O celular possui sistema avançado de rádio e funcionamento em locais sem rede e permite criar grupos de PRFs para falarem somente entre si. Essa é a razão, pelo menos uma das razões, que me impediam de possuir esse celular/rádio. As tecnologias e funções desse aparelho são muito avançadas. Imagino que quando estou ouvindo essas vozes eletrônicas sejam oriundas desses grupos pois como venho relatando desde 2021 as pessoas se revezam pra falar comigo numa espécie de rádio. Essa pode ser a razão pela qual o psiquiatra do Siass-Cefet se interessou, pois virei uma cobaia improvável, vulnerável e sem autorização pra usar IA em um humano. Tudo está restrito entre eles e em processos falsos que ninguém acessa devido ao sigilo.
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Messias me levou numa festa no gabinete do superintendente Raslan. Ele me chamou pra ir com ele pra fazer número na festa. O pessoal da inteligência estava lá assim como muitas estagiárias. As pessoas ali ficavam me olhando e eu não me senti bem com isso, parecia que eu estava sendo exibido, sendo mostrado para as pessoas que estavam lá. Essa foi a intenção de Messias. Raslan parecia não ter gostado de me ver lá e me tratou de forma diferente das outras vezes que conversamos, foi bem ríspido com fisionomia de desapreço.
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Em certa ocasião dentro da delegacia metropolitana Messias me disse pra procurar o hospital espírita André Luiz. Ele queria que eu procurasse um psiquiatra nesse local para fazer tratamento. Mas tratamento de quê? Não fui avaliado por um psiquiatra de verdade até hoje. Depois disso juntamente com Bennet e Damasceno tentou me internar enganando minha família para conseguir isso. Me internar porquê? Até hoje não disseram porque fizeram tudo isso comigo.
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Deixou policiais militares, supostamente de Rondônia, entrarem dentro da delegacia metropolitana, sem razão aparente, elogiando esses policiais. Um deles era muito alto e cheguei a vê-lo abrindo uma das placas do forro com as mãos. Achei a situação estranha e ocorreu no final de expediente.
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Nunca favoreceu meu retorno ao trabalho. Ao invés disso ficava enviando PRFs que não gostavam de mim até meu apartamento para me conduzirem coercitivamente até o Siass-Cefet em Belo Horizonte. Nunca vi um chefe ordenar qualquer PRF deslocar até a residência de outro para levar ao médico. São ações ilegais, antiéticas, com interesses próprios.
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De Moro
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De Moro só ficava junto da agente administrativa Sarah. Todo dia, toda hora, todo minuto. Os dois ficavam juntos o tempo inteiro e saiam com muita frequência, principalmente para fazer compras. Iam no supermercado com a viatura descaracterizada da PRF quase todos os dias.
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Era repetitivo em dizer que "buceta de mulher feia e mulher bonita é tudo igual ". Ele falava pra todo mundo ouvir.
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De Moro era o rei das indiretas, principalmente sobre sexo, mulher e homossexualidade. O pior de tudo que ele parecia direcionar essas indiretas à mim, não pela carapuça servir, mas por estar ouvindo isso 24 horas por dia por meio das vozes eletrônicas com o mesmo conteúdo. Havia sincronia no que ele falava indiretamente na delegacia metropolitana, onde trabalhava, com o que eu ouvia quando estava no meu apartamento.
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De Moro juntamente com o PRF Antônio Dias, chefe da delegacia metropolitana, me ofereceu em 2021, enquanto eu estava trabalhando administrativamente na delegacia, uma viatura descaracterizada pra retornar pra Betim todos os dias. Eu neguei a oferta pois considero isso uma forma de corrupção, usar veículos do estado pra deslocamentos de cunho pessoal. Fizeram isso devido a um processo da corregedoria em que fui testemunha de acusação contra o PRF Diorato e eu afirmei que a chefia da delegacia poderia ter disponibilizado uma viatura para Diorato chegar até Betim para o trabalhar ou facilitar a ida dele ou arrumar um meio de atender a demanda de última hora já que não havia ônibus disponível. No caso Diorato tinha que estar 08h00 na unidade de Betim mas chegou às 18h00. Na Bahia o PRF Carneiro ia pra casa em viatura caracterizada todos os dias. Era a viatura mais nova e ficava na garagem dele. Isso é PRF.
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Sarah - agente administrativa, não é policial
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Agente administrativa. Como eu disse acima só fica do lado do PRF De Moro. Quando não está fazendo artesanato, fazendo fofoca, perambulando pela superintendência, indo ao supermercado fazer compras, ou outras atividades que não dizem respeito ao trabalho administrativo da PRF.
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Tem "status" na delegacia metropolitana. Faz o que quer.
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Fica com Aline batendo papo. Quando eu estava perto as duas ficavam falando do PRF Araújo. Elogiavam ele e o colocavam como alguém importante. Esse PRF era recém chegado na delegacia, não o via conversar com ninguém e não gostava de me cumprimentar. Ele nunca ficou perto de mim, havia algum tipo de problema para comigo, principalmente quando estava em Betim. Eu não entendia o porquê delas ficarem falando de Araújo pra mim.
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Só fica falando de doença e fica explicando que tem herpes zóster pra todo mundo. É interessante pois como uma pessoa pode ter tantos tipos de doença.
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Aline - não é policial
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É a secretária da delegacia metropolitana. Virou um carrapato na minha vida quando fui trabalhar na delegacia em Contagem. Na delegacia metropolitana ela me chamava o tempo todo e me dava serviço extra. Dizia ser ex mulher de um homicida, conversava muito com a Sarah, me chamava de "príncipe" e ficava falando de Araújo.
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Chegou a me dizer, após eu insistir muito, que estavam falando por toda a superintendência da PRF que eu matei meu irmão ou irmã. Infelizmente eu sabia e sentia que estavam falando de mim pelas costas. Era isso que disseminavam sobre mim no âmbito das funcionárias terceirizadas e dos PRFs. O que é uma grande mentira. Mas parecia que havia mais mentira sobre mim sendo espalhada na PRF só que ela não me falou tudo.
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A levava todo dia para casa pois era meu caminho pra Betim. Numa das vezes tentou me beijar dentro do meu carro e na porta do condomínio dela. Eu a afastei e pedi pra não fazer de novo. Eu não confiava nela. Ela ainda me disse que fazia parte de uma igreja que tinha costumes estranhos mas não falou o nome da igreja.
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O PRF Messias, chefe da delegacia metropolitana, ficava incentivando nossa aproximação e perguntava se estávamos nos dando bem. Eu já havia pegado os dois cochichando sobre mim. Era um assédio sexual planejado.
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Farias Gomes
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Farias virou um dia pra mim e disse que o fardo que eu carregava era muito grande e pesado. Evangélico não quis me dizer que fardo é esse. É mais uma indireta que tive que suportar dentro da delegacia metropolitana. Ele era um dos chefes.
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Numa ocorrência na rodovia quase foi morto por um usuário que teve sua moto apreendida. Esse usuário partiu pra cima dele com um facão e quase o matou, deixando sequelas graves em uma das suas mãos. Nesse caso os PRFs do GFT que o acompanhavam na abordagem saíram para ir atrás de outro veículo. Ele só não morreu porque o motorista do guincho e proprietário do pátio de veículos o ajudou. Essa ajuda virou uma espécie de dívida de vida para Farias. Foi difícil ficar vendo Farias favorecer esse proprietário de pátio por causa dessa dívida. Ele atropelava as normas internas e procedimentos pra ajeitar as coisas e favorecer o proprietário chamado Jean.
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Em uma festa na casa de amigos no bairro Filadélfia, mais especificamente na casa da irmã do meu amigo Richard, conheci duas mulheres que diziam trabalhar numa autoescola de Betim. Elas eram gordas e amigas de Carol a dona da casa. Essas duas da autoescola após saberem que eu era PRF decidiram me assediar pra saber do PRF Farias. Elas estavam com ódio dele por ele ter multado ou apreendido o veículo delas ou da autoescola. Elas insistiram muito mas eu não conhecia Farias já que eu trabalhava na Bahia. Mas elas tinham muito interesse nisso e pouco tempo depois meu celular foi furtado dentro dessa casa. Essas mulheres já tinham ido embora, levaram meu celular, mas meus amigos não quiseram me ajudar. É claro que hoje não são mais meus amigos.
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Célio dos Anjos
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Responsável pela fiscalização dos pátios de veículos apreendidos da delegacia Metropolitana. Célio juntamente com o PRF Messias me colocou a contragosto como ajudante no controle dos pátios da região metropolitana. Aceitei o serviço mas em dado momento, cerca de dois meses depois, já queriam que eu assumisse essa função. Com demanda grande, muito trabalho, muita coisa errada, muitos problemas, Célio não aguentava mais trabalhar com isso. Senti que havia algum tipo de conchavo desses dois PRFs para me prejudicar e me deixar sozinho com os pátios. Não aceitei e devido a tantos assédios e excesso de trabalho que vinham me atribuindo deixei de ir trabalhar. Ambos já tinham um jeito de publicar meu nome como responsável pelos pátios sem que eu quisesse, de forma forçada e inquestionável.
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Célio como responsável pelos pátios não cobrou do PRF Higor os danos causados no transporte de vários veículos incluindo os veículos que saíram de Nova Lima e foram encaminhados para Betim. Falo disso abaixo pois todos os veículos foram danificados de propósito.
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Higor
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Higor me disse que fez denúncias contra o PRF Territo por interferir nos trâmites de processos de PRFs, inclusive que estavam se aposentando. Que por causa disso foi perseguido pelo PRF Territo e uma PRF ligada à esse que executa tudo que Territo manda, mesmo que sejam ordens ilegais.
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Foi para o Espírito Santo juntamente com os PRFs Antônio Dias, Juliana Pontes e Almeida. Segundo Antônio Dias me disse pessoalmente, foi transferido para a superintendência do Esprito Santo pra fazer trabalhos de inteligência a pedido do PRF Territo. Não faz sentido Higor ter sido removido para o Espírito Santo com o PRF Dias que é da inteligência e ligado ao Territo.
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Higor conduziu um guincho da PRF e removeu do pátio de veículos apreendidos de Nova Lima para o de Betim todos os veículos daquele pátio. Porém, conforme eu vi no pátio de Betim, cada veículo que ele trouxe no guincho foi jogado contra a frente ou traseira de outro, danificando todos esses veículos e parecendo que estavam acidentados. Ele fez isso devido à desacordos com a chefia ou por outro motivo.
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André José
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André juntamente com o PRF Messias e com o PRF Célio dos Anjos me atribuiu para resolver problemas dos veículos com restrição judicial nos pátios da delegacia metropolitana. Esses veículos ficam nos pátios sem poderem ser leiloados e muitos possuem restrições de várias comarcas e tribunais diferentes. É um serviço impossível de ser feito pois os juízes não respondem aos e-mails e muitos endereços e telefones estão desatualizados. Além do problema de que um juíz responsável por uma vara deveria conversar com o juíz de outra vara para atualização das restrições, o que não acontece. O pior é que esses PRFs ficavam me cobrando como se eu tivesse como resolver os problemas do judiciário. Esse serviço foi me dado para me causar constrangimento, muito trabalho e estresse, já que ninguém na PRF queria fazer esse serviço. Falo mais sobre isso mas seções dos PRFs Célio e Messias.
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André me perguntou o motivo de eu colocar senha ou PIN no meu chip de celular alegando que não havia necessidade disso. Porém, eu estava enfrentando problemas com minhas contas e senhas. Não me ajudou quanto a isso. Hoje sei que está ligado à tortura eletrônica que a PRF realiza comigo, o que permite saberem minhas senhas.
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Maximiliano
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Max é falso, fica de conversinha e fofoquinha. Ficava me perguntando sobre a ingestão de bebidas alcoólicas apesar de não termos essa intimidade. Há grande possibilidade de ter falado de mim pelas costas esperando algum tipo de vantagem por isso. Ele pertence ao grupo de motociclistas da PRF, grupo que está acostumado a ficar falando de todo mundo. Grupo que pertence Damasceno, Pires e Moreira, que também ingere muita bebida alcoólica.
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Apareceu na televisão, ao fundo, numa entrevista do PRF Aristides Júnior, rindo e sem a farda completa parecendo que era tudo uma brincadeira. Não sabe se portar como um policial. Mas isso é PRF, é uma zona, só serve pra torturar seus servidores.
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Petrônio
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Tido como o cara que nunca errou. Você nunca vai ouvir da boca dele algo que tenha feito de errado. Ele é muito bom pra errar. Em tudo que fala é moralista, sabe como se comportar, sabe como falar, sabe como fazer, sabe o que não fazer, enfim, nunca erra, é perfeito. Foi também chefe da delegacia metropolitana.
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Petrônio como chefe da delegacia solicitou minhas munições .40 mas nunca me questionou sobre munições faltantes ou munições diferentes. Porém, eu ficava ouvindo indiretas sobre o assunto. Essas munições eu carreguei desde que entrei na PRF, recebi todas na Bahia e nunca recebi munições da PRF em Minas Gerais. Aliás, munições na PRF é uma zona, grupos de elite não prestam contas enquanto podem cobrar de policiais comuns. Inclusive algumas munições foram me dadas pelo PRF França da Bahia, chefe de policiamento da delegacia de Seabra.
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Quando notei, de verdade, essas vozes eletrônicas sempre me acompanhando e falando frases sem parar, tive que conviver ouvindo a voz de Petrônio em muitos momentos. Em 2021, durante meu afastamento da rodovia, ele estava em Salvador, juntamente com os PRFs que me prejudicaram quando eu trabalhei lá. Até hoje essa tortura que sofro pelas mãos da PRF não acabou. Saliento que toda essa tortura começou no estado da Bahia e provavelmente envolvia o setor de inteligência. Inclusive foi lá que fui testemunha no ministério público contra o chefe de delegacia Carneiro por assédio moral.
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Após eu atender um acidente de trânsito no quilômetro 511 sentido São Paulo e visualizado as câmeras da concessionária notei que o policial militar que estava conduzindo tinha atropelado o condutor do outro veículo envolvido. A câmera gravou boa parte da confusão e a versão apresentada pelo outro envolvido era plausível e compatível com as imagens. Esse policial fugiu do local e quando eu e os colegas Lana e Vitorino fomos até o endereço dele já visualizamos o veículo acidentado em sua garagem. Esse policial não quis nos atender. Seus vizinhos disseram que ele era complicado de lidar. Acionamos a polícia militar pra dar apoio mas eles também não obtiveram sucesso. O veículo estava registrado em nome de uma mulher que também é policial militar. Por fim, o major no local disse que eu tinha que fazer o que fosse cabível diante da negativa em nos atender. Fiz o boletim de acidente e posteriormente esse policial militar chegou na unidade de Betim pedindo pra eu ajudá-lo dizendo que trabalhava em Juatuba, que me conhecia. Lhe orientei e fiz meu trabalho. Esse PM me fez de trouxa assim como fez com todos os policiais militares em frente à casa dele. Conversei a respeito das imagens com o PRF Petrônio e este me instruiu a colocar as imagens num processo SEI e citar o número do processo no boletim de acidente de trânsito. Fiz isso mas pareceu-me que alguns colegas estavam desaprovando minha atitude que creio ter sido a mais correta.
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Continua...