Como é a PRF em Minas Gerais - parte 2
- guifsalles
- 30 de jul.
- 76 min de leitura
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Aguiar
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Aguiar é o único PRF em Betim que usava o termo "pau no cu". Chegava no posto de Betim gritando essa frase. Até hoje não sei o sentido dessa frase mas tem relação com algo que ele tem conhecimento ou já fez. Essa é uma das frases utilizadas por vozes eletrônicas que sou obrigado a ouvir durante as torturas desde 2021.
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Amigo de Pires e Heider, compuseram uma equipe em Betim. Passavam o plantão me incomodando e jogando indiretas quando eu já estava trabalhando administrativamente. Quando não aguentei mais essas indiretas fui trabalhar em Contagem.
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Dizia conhecer a legião estrangeira da França. Não sei muito sobre esse PRF mas ele sabe exatamente o que estão fazendo comigo com relação à essas torturas eletrônicas.
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Heider
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Heider ficava confrontando normativas internas da PRF e manuais operacionais comigo como se só ele soubesse o que está escrito. É um PRF novo mas ficava me testando. Sentia a necessidade de parecer mais inteligente que eu, mas nunca conseguiu. Nem o conheço direito.
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Elogiado pelo PRF Messias. Salientando que Messias, chefe da delegacia, o elogiava diretamente para mim parecendo uma provocação. Hoje sei que tudo na PRF tem um sentido, não só o comportamento de Heider como também de Messias. Não tenho relação nenhuma com esse PRF, sei que mora no bairro PTB em Betim e mais nada.
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Trabalhei com ele enquanto eu estava afastado da rodovia, ou seja, trabalhando administrativamente em Betim. Era da equipe Bravo com os integrantes Pires, Arthur, Gontijo e Aguiar.
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Pires
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Integrante do grupo GPT da delegacia Metropolitana e instrutor, nada mais. Não é meu amigo e não é Deus.
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Parecia um psicopata quando ficava me olhando de forma vidrada. Ele sempre pareceu que queria me dar uma porrada mas não executava. É esquisito e fica contando estória que ninguém entende.
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Como é integrante do GPT faz uso de vários tipos de rádio e inclusive utiliza o novo aparelho celular que funciona como rádio em qualquer lugar e rede. Esse celular foi escolhido a dedo pelos instrutores e inteligência da PRF. O chefe da delegacia, Messias, me negou o recebimento desse celular. Nesse aparelho é possível criar grupos de rádio aonde somente os integrantes desse grupo falam entre si.
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Instrutor de abordagem da PRF, é amigo dos PRFs Christian Neves e Agnaldo Nascimento da Bahia, também instrutores e meus desafetos. Como instrutores eles fazem estudos de equipamentos para aquisição pela PRF. Os três são meus desafetos e me prejudicaram dentro da instituição de forma intencional.
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Ficava falando de um PRF indiano da inteligência como fazia o PRF Adailson. Por alguma razão que não sei ficavam falando e citando esse PRF indiano da inteligência. O nome de guerra desse PRF indiano é Bravim. Será que é pelo uso de tecnologia desconhecida no Brasil mas usada na Índia? Eu recebi ligação telefônica dessa localidade durante as torturas. Nem sei se ele é indiano mesmo mas é chamado assim.
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Pires questionou porque prendi um indivíduo que furtou peças de veículos no pátio de veículos apreendidos. Eu só respondi que era o correto a se fazer. Ele e Maria Chaves não gostaram da minha atitude pois queriam que liberasse o indivíduo.
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Não me deixava em paz para trabalhar, me incomodava o tempo todo, ficava me chamando e contando estórias sem sentido. Eu não entendia nada que ele falava. Ficava me olhando fixamente como se fosse um psicopata, como se fosse me atacar a qualquer momento. Ele me encarava muito e eu não sabia o motivo. Juntamente com Aguiar e Heider queriam fazer eu parecer que não entendia nada de polícia.
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Também falava que a PRF Maria Chaves era difícil de trabalhar pois muitos colegas diziam isso à ele. Pires perguntava dela para mim, principalmente como era trabalhar com ela. Não sei o porquê desse interesse. Eu não gostava de trabalhar com ela.
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Pires é um dos PRFs que eu ouvia claramente por meio dessas vozes eletrônicas, principalmente no apartamento em que morei no bairro Filadélfia em Betim. Durante as conversas eletrônicas ele ameaçou me agredir e me xingou com ódio. A voz dele foi muito clara e não era gravação. É como se estivéssemos conversando por um sistema de rádio ou telefone. Contudo a voz dele estava mais distante ou em segundo plano.
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Pires foi até o meu apartamento no Filadélfia em Betim para me conduzir até o setor Siass-Cefet em Belo Horizonte. Ele estava acompanhado por outros PRFs que queriam me obrigar a ir numa perícia que estava marcada para mim nesse setor. Ele apareceu sem comunicar. Não dei atenção a ele pois não era meu amigo, não me queria bem, não me dava paz quando eu estava trabalhando em Betim, não era do setor de saúde da PRF e, principalmente, por não existir tal procedimento de condução forçada para o setor de perícia. Esse PRF, assim como outros, estavam empenhados em me forçar a fazer terapia sem necessidade. Deixei de fazer essas perícias para que não existisse esse tratamento que queriam me forçar, já sabendo que o psiquiatra Gustavo Coutinho Faria estava me prejudicando à pedido da PRF. No dia que foi até o meu apartamento dizia que era meu amigo e estava preocupado comigo. Que mentira.
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Quando eu trabalhava administrativamente em Betim, Pires falava alto dentro da unidade: "deixa o cara com os oxiúros dele". Ele falava com seu amigo Aguiar que ficava gritando, "é um pau no cu mesmo". É bom eu explicar que os oxiúros a que ele se refere é na verdade os incômodos ou algum tipo de ablação que eu sentia no ânus por conta da tortura. Ele sabia que eu estava passando por isso então tripudiava quando estava perto de mim. Já a frase proferida por Aguiar eu também ouvia durante a tortura que permanece a mesma até hoje com vozes eletrônicas e incômodos na minha região genital. Cabe citar que quando eu sentia esses incômodos no ânus uma voz masculina dizia que estava enfiando o pau dele no meu cu. Isso não é coincidência.
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Quando eu estava trabalhando administrativamente no posto PRF de Betim Pires se aproximava de mim e apontava o seu celular. Era bem próximo mesmo. É como se ele estivesse pareando o celular com algum dispositivo em mim. Outros PRFs como Adailson e Maria Chaves também faziam isso e eu não entendia. Outros mais também fizeram isso. Continuo desconfiado que existe algum tipo de dispositivo em mim, que inclui o funcionamento dessa tortura.
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Gontijo
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Mais novo de polícia que já possui um irmão na PRF. Fez equipe em Betim com esses três últimos que citei, Pires, Aguiar e Heider. Vive fugindo das atribuições do posto como o atendimento ao público e quando você nota a falta dele está dormindo no alojamento ou sentado na cozinha. Muitas vezes o pegava dormindo no alojamento mas a última vez não foi em Betim, foi na sala de reunião da delegacia metropolitana em Contagem, quando eu e Célio procurávamos uma sala para trabalhar seguindo a sugestão do chefe da delegacia. Tivemos que sair da sala pra ele dormir. A sociedade paga esse indivíduo para dormir. Claramente se percebe que ele acha que ser PRF é só atender ocorrências criminais, fazer o que ele quer. Infelizmente esse é o perfil dos novos PRFs.
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Os PRFs Moisés e Ranieri me falaram que quando foram pra Brasília pra encorpar protestos pelo sindicato que a PRF Tatiana Baía e Gontijo ficaram juntos à noite. Não sei porque me falaram isso mas falaram.
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Renato Mendes
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Renato contou para o o PRF Christian que eu anotava as placas dos veículos que cometiam infrações ao invés de fazer com ele, na hora. Ele esperava uma crítica ou uma retaliação de Christian por eu estar fazendo do meu jeito. Ele quis parecer superior. Eu anotava as placas, horário, veículo, cor e local da abordagem para que depois, num momento mais tranquilo quando voltasse para a unidade pudesse consultar com calma e conferir as informações evitando erros na lavratura dos autos de infração. Agindo dessa forma eu conseguia manter meu nível de alerta e manter a minha segurança e a dele, estando pronto para agir se preciso. Já ele ficava de cabeça baixa o tempo todo perdendo o controle à sua volta e ficando mais vulnerável. Quem será que está certo?
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Numa ronda na BR262 começou a falar coisas de cunho sexual e bastante estranhas. Só estávamos nós dois e ele dirigia. A viatura provavelmente possui sistema de câmera. Resumindo, ele dizia que gostava de mulher mas que estava procurando coisas novas, queria experimentar coisas novas. Eu fiquei perplexo e por isso permaneci quieto só ouvindo as besteiras que ele falava. Eu sou heterossexual mas ele já não sei.
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Renato brigou com Adilson Souza por causa de uma palavra depreciativa direcionada à senhora que faz a limpeza do posto de Betim, Roseane. Ela é negra e o PRF Adilson usou uma palavra que denigre a pessoa referente à sua cor. Renato ficou nervoso e começou a discutir com Adilson dentro do posto de Betim. Os dois ficaram sem se falar por meses e hoje parecem grandes amigos.
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Todos os dias ou plantões da nossa equipe Renato fazia questão de falar que o PRF mais perfeito e mais completo do Brasil era o PRF Christian. Ele "puxava saco" mesmo. Eu não entendia a razão de ele falar isso todo dia mas hoje imagino que era pra me atingir pois eu estava sendo monitorado pela PRF com a ajuda de Christian, chefe da equipe. Pra mim esse indivíduo Christian é totalmente comum como qualquer outro policial.
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Renato é cunhado do PRF Pires e eles tem família em Sete Lagoas. E como já falei, Pires é meu desafeto e já ouvi a voz dele pelo sistema de rádio aos quais ouço vozes eletrônicas de tortura.
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Emprestei um HD para ele copiar algumas músicas. Tinha de tudo quanto é tipo de música. Ele disse que apagou as músicas de cunho sexual que ele nunca tinha ouvido. Achei ele muito preconceituoso em relação ao conteúdo das músicas, fez juízo de valor para comigo. E eu não tenho problema nenhum com músicas. Tudo é arte. Se acha moralista e puritano pelo visto. A questão dele era me criticar.
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Alisson Couto
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Ex policial civil.
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Alisson demorou a chegar em Minas Gerais por conta de um acidente na rodovia e ficou internado um bom tempo. Ele estava vindo de Foz do Iguaçu para a delegacia Metropolitana e iria trabalhar na equipe Delta, da PRF Maria Chaves. Acabou que pedi a saída da equipe Charlie, do PRF Christian, por conta de assédios e outros problemas mas acabei na equipe de Maria Chaves. Ela e Antônio Dias não me queriam na equipe deles. Christian interferiu nesse processo e me colocou na equipe de Maria Chaves enquanto Alisson foi para a equipe de Moisés, equipe Alfa, e se deu bem lá. Até hoje Alisson me vê e agradece por eu ter ido para a equipe dela pois sabe como é difícil trabalhar com ela. E como sei disso.
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Wagner Dioniso
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Foi chefe do grupo de motociclismo em Minas Gerais.
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Wagner me prometeu uma vaga no corpo de motos da PRF. Eu queria muito sair da Bahia e vir para Minas Gerais mas eu não conseguia de jeito nenhum. Tentei de tudo pra sair de lá. Em contato com Wagner falou pra eu tirar carteira e depois vir para o grupo. Falou que o PRF Heleno de Brasília iria me ajudar também. Tirei minha CNH categoria A e mandei alguns documentos que ele pediu, mesmo eu sabendo que não obedeciam um trâmite normal. Ele sabia que eu não seria liberado pelo chefe de Seabra, Paulo Sobrinho. Cheguei a fazer um documento qualquer solicitando fazer curso de batedor da PRF e pedindo a Heleno remoção pra Minas Gerais pra trabalhar no grupo de motociclismo. As orientações de Wagner não tiveram êxito. Acho que passei vergonha, mas eu não queria ficar na Bahia.
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Alexandre Pinheiro
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Alexandre me passava confiança, sabia trabalhar e por isso aprendi muito com ele. Ninguém queria trabalhar com ele e, então, me colocavam com ele. Eu não tinha problema com isso. Eles ficavam satisfeitos por eu estar trabalhando com Alexandre enquanto eles não queriam esse fardo. O chamavam de "doido", diziam que ele tomava remédio controlado e que ele era causador de confusão. Imagino como ele se sentiu trabalhando em Betim com gente que nem o queria por lá. Não vou criticar esse PRF, um dos poucos que trabalhava bem, de forma honesta e que não ficava mandando indiretas ou conversas tortas.
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Me relatava discussões com o superintendente Stanley acerca de vários assuntos importantes dos quais discordavam. Pelo relato dele tive a impressão de Alexandre estar sendo perseguido dentro da PRF, pelo superintendente citado e seus amigos. Não sei se foi obrigado a fazer tratamento psiquiátrico por causa dessas pessoas mas a turma deles continua no poder até hoje, fazendo as mesmas coisas.
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Stanley
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Se mudou pra Paraíba. Ex superintendente da PRF em Minas Gerais.
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Stanley foi procurado várias vezes pelo meu ex amigo Alberto Saraiva em Contagem enquanto era superintendente. Ambos eram integrantes da ADESG de Belo Horizonte. No último encontro Alberto Saraiva lhe pediu pra me remover da Bahia para Minas Gerais com intuito de eu terminar seu projeto de estacionamento inteligente. O interesse era do próprio Alberto apesar de eu ser beneficiado caso conseguisse essa remoção, visto que eu não aguentava mais ficar naquele estado. Mas Alberto não conseguiu. Ainda acrescento que Alberto Saraiva tinha um amigo, também da ADESG, na inteligência da PRF, o policial Ivirton. Acabei sendo removido pelo processo normal em 2012 aberto a todos e com base em pontuação obtida numa fórmula
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Esteve na delegacia de Seabra na Bahia para apresentar e iniciar o curso de fiscalização de peso nos moldes da fiscalização realizada em Uberlândia em parceria com o ministério público. Isso só foi possível por que solicitei à chefia da delegacia um curso para os PRFs poderem fiscalizar melhor os veículos de carga. Eu e muitos outros já conhecia o trabalho de Stanley na delegacia de Uberlândia. O chefe de policiamento e fiscalização da delegacia, Marcus França, me colocou nesse curso devido à minha sugestão. Foi um sucesso a disseminação de conhecimento e a fiscalização. Stanley sabia que fora eu quem sugeriu o curso.
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Nesse curso participou o PRF Esaú como instrutor.
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Esaú
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Amigo de Stanley. É oriundo da Paraíba.
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Esaú trabalhava com o PRF Farias de Brasília na abordagem a ônibus clandestinos pelo Brasil afora. Em certa vez que estavam em Ibotirama na Bahia foram vistos por populares recebendo propina dentro da cidade. Eles se dirigiam para as agências bancárias para fazerem os pagamentos de custos de um transporte licenciado como da empresa Gontijo. O ônibus clandestino era apreendido mas os passageiros tinham que seguir viagem em ônibus da empresa permissionária. Os custos desse transporte eram pagos pelo abordado ou proprietário do ônibus clandestino. Os ônibus apreendidos só podiam ser liberados após as empresas permissionárias terem recebido seus pagamentos. Tudo que a população de Ibotirama denunciava normalmente era verdade mas não creio que a PRF tenha averiguado. Até delegado da polícia civil já tinha sido denunciado pela população culminando no seu afastamento a pedido do ministério público. Lembrando que um PRF foi morto na delegacia de Seabra na Bahia por causa da fiscalização de ônibus clandestinos. Isso ocorreu antes de eu chegar na delegacia em 2006.
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Walder
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Chefe da contrainteligência da PRF em Minas Gerais. Já foi superintendente. Um indivíduo estranho que tem forte ligação com o sindicato Sinprf-MG. Política e inteligência combina? Ou será sede de poder?
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Elegeu a PRF Janaína como sua sucessora na contrainteligência. A mesma PRF que ficava me assediando. Falo mais na seção correspondente a essa PRF.
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Walder ajudou a montar o suposto curso de alinhamento de inteligência que eu participei. Quem me indicou para esse curso foi o PRF Antônio Dias, chefe da delegacia metropolitana. Eu fui participar desse curso achando que poderia ser um novo aprendizado para mim inclusive queria conhecer os softwares e equipamentos utilizados na área de inteligência. No meio do curso Walder pegou um rastreador, localizador ou "scanner" bem grande e escaneou minha mochila no chão ao lado da mesa que eu utilizava. Disse que esse equipamento custava centenas de milhares de reais. E depois disse que removeu do curso os softwares que a inteligência utiliza como Teamviewer e Anydesk, e, olhando pra mim, disse ainda que nem todo mundo que estava naquela sala iria trabalhar na inteligência. Só que todos naquele curso já eram da inteligência, menos eu. Na verdade eu me senti como um alvo deles, e senti que estavam me expondo pra todos me conhecerem. Tanto é que em dado momento do curso o PRF Denis falou alto, "é louco", e riram no fundo. Falavam de mim de forma que só eles entendiam, uma forma indireta. Colocaram um PRF da delegacia sentado atrás de mim que vez ou outra ria quando eu falava. Ele já tinha trabalhado em vários setores da administração e era cheio de amiguinhos, por isso estava ali. Ele já tinha sido escolhido como representante da inteligência da delegacia Metropolitana. Essa estória estava se repetindo como foi na Bahia com o PRF James Frank. Me fizeram de idiota pela segunda vez. Falo mais na seção correspondente a esse PRF. Eu já sabia que eu não tinha os pré requisitos para estar ali após o PRF Fonseca me confrontar antes de iniciar o curso. O PRF Antônio Dias pediu pra ignorá-lo pois era ele quem tinha me indicado. Era tudo teatro, todas as falas, curso, almoço, o PRF sentado junto à mim e etc. Isso é PRF, uma vergonha, ninguém trabalha, vivem fazendo teatro.
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Já estavam planejando tudo isso que venho enfrentando hoje, tanto as vozes eletrônicas como o monitoramento ilegal já tinham começado sem eu perceber. Inclusive participei do curso ouvindo as vozes eletrônicas, mas de maneira subliminar. Era por isso que riam durante o curso. Eles estavam se divertindo com o pobretão da delegacia. Tempos depois conseguiriam me destruir conforme planejado. Walder sabia exatamente como fazer isso.
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Além de ter virado alvo da inteligência, não consegui apoio do sindicato em nada, nem mesmo um advogado me forneceram. Isso não é coincidência. Fui abandonado por eles. Essa inteligência é formada por traidores e gente que só fica se beneficiando e encobrindo os crimes deles. É a elite da PRF. Hoje sou torturado por eles. E Walder é um deles.
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Walder participou das reuniões com outros chefes da PRF como Messias, Bennet, Damasceno, Aristides Júnior, Jardim e outros. O superintendente sabia o que estavam fazendo. Eles estavam dispostos a destruir minha vida e dos meus filhos. Em nenhum momento se preocuparam no que estavam armando e suas consequências, queriam se proteger pois sabiam que fizeram tudo errado. Eles produziram atas onde eram registradas as ações que iriam tomar contra mim com objetivo de me aposentar compulsoriamente. Nunca fui chamado e nunca fui ouvido. Tudo ocorreu à revelia e em tempo recorde. Cheguei a procurar um advogado pra evitar e corrigir tudo isso mas esse advogado chamado Dalmo era filho de policial militar da P2. Dalmo fez tudo ao contrário do que solicitei e esteve reunido com esse grupo presencialmente em Contagem.
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Walder falava que temos que manter boas relações com a polícia militar e polícia civil. Seu intuito era esclarecer que podemos fazer consultas nos sistemas da PRF para policiais dessas corporações. Essa pauta foi uma pergunta de um dos colegas no suposto curso de inteligência.
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Fonseca
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Não confio nesse indivíduo. É falso. Possui ganância exacerbada e quer estar na inteligência.
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Ele diz ser casado com uma mulher que trabalha na Hermes Pardini. Nesse local, mas na unidade de Betim, foi aonde uma técnica de enfermagem simulou colocar ou empurrar um implante no meu braço direito próximo do cotovelo. Ela me colocou numa cadeira na parte externa, ou seja, fora da área destinada à coleta de sangue, às vistas de todos, e começou a furar meu braço. Empurrou a agulha várias vezes para dentro do meu braço direito como se estivesse empurrando alguma coisa. Depois alegou que não tinha achado minha veia e apareceu outra mulher que me levou pra área de coleta de sangue e fez o procedimento normalmente. Não creio que isso que descrevi seja algo normal ou corriqueiro.
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Fonseca ocupou cargo de chefia na delegacia Metropolitana e parecia ter algum tipo de problema comigo. Numa vez disse pra todo mundo ouvir que ele tinha curso de inteligência, tinha os pré requisitos pra trabalhar na inteligência mas quem tinha sido chamado pra fazer esse curso fora eu. Implicou comigo e queria que eu apontasse o motivo de eu estar fazendo esse curso, que na verdade era falso, e ele não.
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Me criticou numa ocorrência de TCO ou Termo Circunstanciado por ter usado a palavra "especial". Disse que o ministério público não aceitaria essa palavra por que o correto era deficiência física. Eu utilizei o termo pois correspondia às palavras ditas pela vítima e era a declaração dela. Novamente implicou comigo tentando parecer que ele é mais inteligente do que eu. Depois que fui afastado da rodovia Messias, o chefe da delegacia Metropolitana, me chamou de especial e disse que eu era muito importante para a PRF. O termo é o mesmo, a palavra especial, que nesse último caso foi utilizado como sinônimo de doente mental (especial) por causa de Fonseca. Isso é assédio, isso é "bullying", isso é PRF.
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Cheguei na delegacia metropolitana e fui até a sala da chefia pra comunicar que o psiquiatra do Siass-Cefet havia me retornado ao trabalho normal e que era pra devolver minha arma. Fonseca riu e disse rapidamente que não era bem assim, que eu tinha que voltar no Siass-Cefet. Eu estava tão feliz com a notícia. Logo questionei e ele deu mais uma risada. Perguntei o que tinha acontecido mas Fonseca não teve coragem de dizer. Medroso. Ele e a chefia da delegacia já tinham entrado em contato com o psiquiatra pra mudar a decisão dele e eu não voltar a trabalhar. Essa decisão do psiquiatra que eu portava em minhas mãos foi substituída por outra naquele momento. Isso pra mim é corrupção. E depois desse dia eu não voltaria mais, mesmo seguindo tudo que impusessem. Tinha virado um doente mental naquele instante e à pedido desses corruptos e desafetos.
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Esse indivíduo merece estar no setor de inteligência pois ganância e falsidade ele tem de sobra. Ele já deve ter chegado lá pois puxou muito saco pra isso e já causou muito mal. Maldito!
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Resende
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Também da inteligência da PRF. Se não me engano é formado em educação física.
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Me abordou no pátio em um intervalo do suposto curso de alinhamento de inteligência e disse que era pra eu procurar o chefe Antônio Dias e pedir para eu já ficar trabalhando na inteligência, que estavam precisando de gente com urgência e eles me queriam com eles. Eu até fiz o que ele sugeriu e o pedido foi prontamente negado pelo chefe da delegacia mas depois percebi que estavam brincando comigo. Já estavam planejando tudo isso que venho enfrentando hoje e as vozes eletrônicas e monitoramento ilegal já tinha começado sem eu perceber. Inclusive participei do curso ouvindo as vozes eletrônicas, de maneira subliminar. Era por isso que riam durante o curso. Eles estavam se divertindo com o pobretão da delegacia. Tempos depois conseguiriam me destruir conforme planejado.
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Ariane e Leonardo (casados)
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Ariane é chamada de "Maria da Penha", apelido que ganhou na polícia civil antes de ser PRF.
É insuportável ficar do lado dela devido ao tanto que fala.
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É casada com o PRF Leonardo que tem na sua família vários policiais civis e é filho de delegado.
Ela ficava com a PRF Maria Chaves tentando obter informações sobre mim fazendo interrogatórios sobre meus filhos, ex mulher e minha família.
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Ariane dizia com orgulho que a polícia civil tinha gente que faz serviços extras e que podia confiar neles se precisasse. Tenho minhas dúvidas mas acho que ouvi ela dizer que conhecia vários policiais civis em Betim, ex companheiros de trabalho.
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Dizia ter um acordo com o chefe da delegacia metropolitana para ser removida do posto de Betim para Nova Lima mas dependia de serviços dela para com ele combinado como missões. Creio que uma missão provavelmente seria tirar informações sobre mim.
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Me fez uma pergunta indiscreta no posto de Betim: "Salles, você fica pelado em casa?", e eu respondi que sim, então ela falou, "êta lê lê!" em tom positivo e rindo. Acho que ela indiretamente queria dizer que havia câmeras no apartamento do Filadélfia que aluguei após ser expulso pelas minhas irmãs da casa dos meus pais.
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Ariane parece mais homem que mulher. Ex policial civil fica articulando com delegadas e outras PRFs para punir homens sob justificativa de estar fazendo justiça, mas sem precisar do judiciário. Se acha melhor que todo mundo mas é um lixo de policial. Traz consigo as manias e a sujeira da polícia civil aliada com o extremismo do feminismo.
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Não respeita regras de abordagem, se colocou certa vez no vidro da janela do motorista de um veículo correndo risco desnecessário. Ela sabia que o veículo abordado era alvo da inteligência e que existia risco.
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Ariane ficava dizendo pra todo mundo que eu era chique e não comia suam, só queria salmão. Ela tentava me colocar como fresco ou exigente como se eu comesse só comida de rico. Ela nem me conhecia pra falar isso. É como se eu fosse rico e ela simples. Eu era o mais pobre de todos os policiais da delegacia Metropolitana. E minha família não come salmão apesar de eu e algumas irmãs gostar. E como suam também. E como fígado e dobradinha. E como muitas outras coisas se tiver disponível. Frequentemente eu era assediado dentro dessa polícia até por quem nem me conhece.
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A voz dela é uma das vozes eletrônicas que já ouvi durante as torturas que sofro desde 2021. Inclusive as frases me ajudaram a identificar a pessoa pois tem frases que só ela diz.
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Num almoço no restaurante O Milhão na Bar262 Ariane me disse que fora designada pela PRF pra fazer trabalhos extras oficiais no intuito de prender policiais corruptos. No caso ela disse que fez um serviço desse tipo em Mato Grosso do Sul. Não duvido que estivesse monitorando algum PRF usando técnicas de investigação da polícia civil de modo ilegal. A PRF tem usufruído desses serviços ilegais e por isso não constam provas contra os policiais e como obtiveram as informações. Diante disso realizam atos que prejudicam ou incriminam esse policial pra expulsá-lo da corporação. Um exemplo é a utilização de flagrantes preparados, criminalizado pelo código penal.
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Webinho (era da delegacia de Monlevade)
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Falavam que ele não queria trabalhar no posto PRF de Betim porque só tinha bandido. Porém, ele é amigo de dois PRFs corruptos, Adilson Souza e Evandro Pedras.
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Estudei no SENAI com o irmão dele, Vanderli, que toma remédios controlados e todo mundo chama de doidinho. Webinho briga com o irmão por ser de esquerda enquanto é de direita. Já ouvi falar que ele vive bêbado na noite, adora festas e bebidas, e arruma confusão. Até um barbeiro do bairro Bom Retiro diz ser muito amigo dele. Eu não o conheço pessoalmente mas todo mundo já ouviu falar.
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Campos (Carioca)
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Só sabia dormir e ficar em aplicativos de namoro. Não fazia outra coisa, não atendia o telefone, não atendia um usuário, enfim, não fazia nada.
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Ficou com raiva de mim por eu criticá-lo por estar dormindo durante a tarde enquanto o telefone não parava de tocar e os usuários precisavam de atendimento na porta do posto PRF de Betim. Ele espalhou isso pra todo mundo tentando jogar outros PRFs contra mim.
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Numa ocorrência de busca por drogas numa carreta destro da superintendência em Contagem passou o tempo todo assediando a secretária da delegacia chamada Lorena ao invés de ajudar a procurar as drogas. Não fez absolutamente nada. Depois que Adilson pediu pra nossa viatura retornar pra Betim por causa da quantidade de acidentes que estavam ocorrendo e no caminho tomou conhecimento que o NOE havia encontrado a droga, Campos ficou me pedindo a pontuação correspondente à apreensão da droga. Nem fomos nós que encontramos. Eu achei muito conveniente esse indivíduo não fazer nada mas cobrar lucros. Eu disse que não ia cobrar essa pontuação mas ele procurou a chefia da delegacia pleiteando a pontuação e conseguiu. Isso é PRF.
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Fajioli
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Não parava de falar em Tatiana. Dizia que trabalhou com ela no Paraná, que queria trabalhar com ela aqui na Metropolitana, que admirava ela.
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Foi para a corregedoria muito rapidamente, ficou pouco tempo na rodovia. Foi beneficiado pela corrupção na PRF na época do diretor Derene, do Paraná, que atropelou direitos adquiridos e assegurados por lei a todos os servidores públicos. A direção da PRF prometeu que PRFs recém concursados pudessem ser removidos para seus estados se aceitassem trabalhar no estado do Paraná por um período. Muitos PRFs mais antigos que já esperavam muito tempo uma remoção foram prejudicados. Tatiana Baía, Fajioli, Renato Mendes, Paulo Magno e muitos outros foram removidos do Paraná para Minas Gerais mediante prioridade ou precedência estabelecida pela diretoria-geral. A atitude da diretoria prejudicou muitos PRFs no Brasil inteiro e o judiciário foi complacente com a situação assegurando que a remoção era lícita. Eu consegui ser removido para a delegacia Metropolitana mas outros colegas não conseguiram como o PRF Reginaldo que aguardava muito tempo pra ficar perto da família. Ele morreu num acidente de trânsito em outra delegacia de Minas Gerais e não pode fazer valer seu direito por causa da corrupção e política na PRF e ministério público federal. Talvez se Reginaldo tivesse vindo pra Minas Gerais não teria morrido tão novo. Lembrando que esses PRFs bem mais novos tinham acabado de entrar na PRF e fizeram um concurso público exclusivo para os estados de Mato Grosso e Pará.
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Nilton Vaz
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Nilton é assediador contumaz de mulheres. Passa o plantão inteiro falando de mulher, mostrando fotos delas nuas, usando aplicativos, afirmando que "come" duas por dia, que eu deveria fazer o mesmo, que ia me levar pra noite pra "comer" mulher, e etc.
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Segundo dizem os PRFs mais antigos Nilton Vaz era pra ter sido expulso ou demitido da PRF por cometimento de crime grave. Porém, continua trabalhando e faz isso muito mal na corporação. Ele atrasa todas as ocorrências de acidente, por exemplo, prejudicando os usuários que dependem dessa ocorrência, e mesmo sendo obrigado a finalizar as ocorrências no prazo estipulado não é cobrado por isso. Ele não está nem aí pra esse prazo.
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Nilton apresentou um site pornográfico para mim e outros colegas como Adailson e Moisés. Esse site possui câmeras em quartos e cada uma delas mostra mulheres fazendo sexo pelo mundo inteiro. São centenas ou milhares de câmeras filmando. Alegou que esse site maravilhoso foi apresentado por um policial militar amigo seu. Nilton dizia que esse site na opinião dele era o "top" de sexo. O problema que o site mostrava crianças, mulheres, homens, gays, de tudo. Os três PRFs que citei abriram esse site nos computadores do posto de Betim para assistirem. O site funcionava perfeitamente sem qualquer restrição da rede corporativa. Cheguei a comentar sobre isso com o PRF Paulo Magno mas ele não deu atenção à gravidade do fato.
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Nilton intercedeu sem minha autorização junta da delegada de polícia civil no dia em que fui conduzido por supostamente infringir a lei Maria da Penha. Ele negociou com a delegada e duas de minhas irmãs para eu aceitar sair de casa em troca delas renunciarem a representação contra mim. Apesar da ocorrência da PM conter informações falsas que pioraram minha situação e eu querer me defender das mentiras atribuídas à mim, Nilton fez esse acordo mesmo eu sendo contra. Esse indivíduo me prejudicou demais interferindo aonde não era da sua conta. O advogado que o sindicato conseguiu apoiou a decisão de Nilton em negociar com essa delegada. Até hoje não consegui me defender e mostrar que minhas irmãs mentiram. Fui tirado da casa dos meus pais, não da casa delas, sendo que meus pais permitiam que eu ficasse lá. Minhas irmãs não honraram o trato feito na delegacia.
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Em certa oportunidade esse indivíduo falso, que mais parece bandido, virou pro PRF Ranieri e disse que eu estava criticando sua equipe por essa dormir durante o dia, que quando eu era dessa mesma equipe eu era obrigado a dormir mesmo não concordando. Nilton fez intriga e almejava ver algum conflito entre mim e Ranieri. Assim como ele me prejudicou na delegacia da polícia civil também o fazia dentro do posto PRF de Betim entre os colegas.
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Nilton ficava falando insistentemente que iria me levar pra comer mulher, me levar pra sair à noite e ainda perguntava da minha vida sexual. Tudo pra esse indivíduo é sexo e ainda diz pra todo mundo que "come" duas mulheres por dia. Ele é repetitivo e chato, o assunto dele é só mulher.
Ele assedia todas as mulheres que se depara pela rodovia, sejam envolvidas em acidentes, sejam garçonetes dos restaurantes, sejam frentistas, ou qualquer outra que passe na frente dele. Não sei se é um comportamento de PRF isso. Usa sua foto vestido de uniforme da PRF pra convencer mulheres a ficarem com ele em redes sociais de namoro.
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Divulga para policiais militares que é o chefe de Betim. O pior é que os PMs acreditam e chegam no posto procurando o chefe de Betim chamado Nilton Vaz que não existe. Os policiais militares acham que existe um chefe único na unidade.
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Nilton incomoda todo mundo, ele ainda fica pedindo dinheiro emprestado e tentando convencer outros policiais a fazer apostas. É um malandro que continua trabalhando na PRF enquanto eu, o oposto dele, sou torturado pela PRF. Os PRFs do corpo de motociclismo dizem que Nilton pede dinheiro pra todo mundo, que já tentou várias vezes enganá-los mas todo mundo recusa suas ofertas.
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Chegou a chorar quando o chefe de equipe Moisés Gustavo o excluiu da equipe Alfa da unidade de Betim. Nenhuma equipe queria que ele fosse integrante dela. Isso mostra como esse indivíduo causa repulsa nos colegas por seu comportamento criminoso. Possui amizade com o PRF Vitorino que possui afinidades como apostas e sexo.
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Nilton falava constantemente sobre o sistema de radares da polícia militar em rodovias chamado sistema Helios. Ele falava que os PMs que o instruíam sobre a localização desses pontos de leitura de placas e dizia que um deles era na rodovia BR262 na comunidade Boa Vista. Nilton diz isso pra todo mundo como se fosse um assunto comum sem se preocupar com quem está ouvindo. Talvez a PM não se importe com isso.
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Bravim
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Conhecido como indiano.
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Também nunca se aproximou de mim ou me cumprimentou. Ele é admirado pelos PRFs André Pires e Adailson Silva. Sua função na inteligência da PRF em Minas Gerais é localizar e monitorar cargas de cigarros contrabandeadas. Pela cor da sua pele e aparência ele se parece com um indiano.
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Participou do falso curso de alinhamento de inteligência montado para mim. Ele já era integrante da inteligência e nesse curso não foi falado nada de importante.
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Muito citado pelos PRFs Adailson e Pires. Tem alguma coisa a ver com essa tortura que estou sofrendo. Será uma tecnologia que não existe no Brasil mas existe na Índia? Há um caso em Burari de vozes eletrônicas que causaram um suicídio coletivo de uma família. Recebi ligação e mensagem WhatsApp de números da Índia ou região. O que esse cara tem a ver comigo que faz Pires e Adailson ficar falando dele pra mim já que não o conheço.
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Limoncino Paiva
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Esse indivíduo não me cumprimentava de jeito nenhum, chegava num recinto e cumprimentava a todos mas na minha vez me dava as costas. Sempre ignorei pois eu sempre cumprimentei todo mundo independente de qualquer coisa. Mais um PRF vazio, esquisito e idiota. Nem me conhece, nunca falou comigo e o desprezo dele vai voltar pra ele próprio. Esse indivíduo tem alguma coisa contra mim e não sei o quê é.
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Ele trabalha no RH e pode ter me prejudicado com relação a salário, deduções, pagamentos judiciais, e etc. Atualmente sei que não tenho recebido reajustes de salário já que meu salário é calculado no último nível da carreira que já foi reajustado.
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Damasceno
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Chefe do RH da PRF em Contagem.
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Damasceno é o PRF que prejudicou Arthur no corpo de motociclistas. Damasceno excluiu Arthur do corpo de motos e o prejudicou explicitamente. O próprio Arthur declara isso e faz muitos xingamentos.
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Damasceno foi até o meu apartamento no bairro Filadélfia em Betim, juntamente com o PRF Bennet, chefe do setor de saúde, e me ameaçou de demissão se eu não voltasse ao trabalho. Disse que não restaria outra opção senão me demitir e que eu tinha que preocupar com meus filhos. Expus o que estava acontecendo inclusive mensagens de supostos hackers me ameaçando mostrar vídeo meu me masturbando mas eles ignoraram. Falei da tortura eletrônica, do "bullying" na delegacia Metropolitana e do excesso de trabalho, mas não deram importância. Damasceno estava preocupado com seu cargo pois eu estava recebendo meu salário mas não estava trabalhando. Isso poderia causar problemas à ele e então veio me ameaçar. Bennet sabia exatamente o que estava acontecendo sobre as torturas eletrônicas mas não quis fazer parar já que tinha poder para isso. Foi a própria PRF que aceitou tudo isso. Por fim, Damasceno não me demitiu mas participou de várias reuniões com a cúpula de chefes produzindo atas com decisões de me aposentar. Isso tudo não deu certo num primeiro momento por que o ministério público foi contra. Diante da negativa do MPF produziram falsas declarações de ameaça minhas para outros colegas e assim convenceram o ministério público que acatou minha aposentadoria. Nunca fui ouvido e nunca consegui me defender. Foi tudo à revelia e de modo unilateral. Isso foi corrupção.
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Almeida
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Sonegava ou adulterava sua declaração de imposto de renda inventando gastos com saúde. Ele obtinha recibos falsos ou simplesmente declarava sem possuir esses recibos somente pra obter a dedução no imposto de renda. A restituição dele era bem considerável por causa disso. Ele mesmo falava pra todo mundo como fazia.
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Esfregava em mim quando estava próximo. Eu acreditava que era sem querer mas ele ficava esfregando o braço em mim de modo intencional, inclusive na viatura da PRF quando estávamos sentados nos bancos dianteiros. Quanto à essa atitude ele fazia isso à pedido da PRF Maria Chaves, chega da equipe, que certa vez chegou no posto de Betim gritando que era nojento um homem esfregando em mulheres. Ela na verdade estava direcionando essa frase para mim mas de forma indireta. Os dois são muito amigos.
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Me deu a dica de ir pra uma academia, não pra fazer atividade física mas para ficar olhando as mulheres de short e calças apertadas. Me confessou que escolheu uma academia na Rua do Rosário por ser distante de sua casa e diminuir o risco de sua mulher ficar atrás dele. Disse que ficava olhando as meninas malhando e que isso lhe dava tesão.
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É uma pessoa difícil de conversar pois a cada um minuto conversando com ele você tem que observar o gestual dele com a mão mexendo no órgão genital dele. É o tempo todo. A PRF Maria Chaves disse que isso é normal. Eles são amigos bem íntimos.
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Dizia que deveríamos esperar tudo que tiver que acontecer após os acidentes de trânsito antes da equipe chegar no local do acidente. Tínhamos que protelar a chegada em locais de acidente pra ficar mais simples e não ter que tomar atitudes necessárias que poderiam complicar o plantão. Atrasando o atendimento ele dizia que tudo já teria acontecido e pronto. Ainda dizia que não precisava da viatura sair correndo pra chegar antes do resgate. Agindo dessa forma, mortes já teriam acontecido, roubos já teriam acontecido, saques já teriam acontecido.
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Me confidenciou que fez sua casa com materiais de construção fornecidos de graça por caminhoneiros e empresas correspondentes mediante a não fiscalização dos veículos. Ele conseguia tijolos, areia, brita e outros materiais de construção. Ainda disse que, atualmente, sua casa no bairro Espírito Santo em Betim estava avaliada em R$ 800.000,00.
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Vitorino
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Se diz maçom. É amigo e apoiador de Nilton Vaz em sites de relacionamento e apostas. Passa o plantão fazendo apostas em "Bets". Diz que trai sua mulher toda a semana por não aguentar ficar só com uma mulher. Possui site de contratação de prostitutas de luxo e repassa pra todo mundo. Parece um psicopata que conversa pausadamente, faz perguntas como se fosse um idiota, porém, a chefia diz que não pode fazer nada pois a irmã dele é psiquiatra.
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Adailson José da Silva
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É casado com uma neuropsicóloga.
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Emprestou sua Taser para um policial militar da unidade do bairro PTB, próximo da rodovia BR381, para dar choques e fazer tortura contra um adolescente que eu havia prendido num assalto a ônibus coletivo. O PM queria informações sobre os outros meliantes. Enquanto isso Adailson soltava gargalhadas dos choques que o menino levava. Aonde que Taser registra e informa seu uso? Os instrutores dizem que fazem auditoria mas não fazem.
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Chutou um caminhoneiro em um acidente na BR381, km 489, que eu atendia. Ele queria fazer esse caminhoneiro se acusar de ter cometido ou causado esse acidente. Sua esposa estava também na boleia e viu o que Adailson fez. Eu o afastei e pedi pra parar de agredir o caminhoneiro.
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Disse e alegou que teve seu celular funcional furtado. Nada de errado aí, porém, foi no mesmo dia em que descobri um aparelho celular cadastrado em minha conta do Google. Esse celular era do mesmo modelo que o meu funcional. Quando identifiquei esse aparelho utilizando minha conta solicitei o apagamento dos seus dados, via remotamente, e a inutilização desse aparelho. Muita coincidência os dois fatos. Também não acreditei na estória que Adailson contou para o furto do seu aparelho. Nessa época eu sofria com problemas de contas de e-mail e redes sociais.
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Apareceu num plantão com o olho roxo alegando que tinha se envolvido numa briga de bar por causa de um cigarro. O olho dele parecia maquiagem mas a chefa de equipe Maria Chaves confirmou o fato. Não houve apurados conduta dele no bar como fizeram comigo na ocorrência na casa da minha mãe. Deve ser porque ele é da inteligência.
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Tirou foto de macacão laranja, do sistema prisional, no presídio Nelson Hungria "aparentando" estar preso. Maria Chaves mostrou as fotos de Adailson no celular, alegou que ele foi preso por desacatar a PM após um acidente de trânsito alcoolizado. Não houve nenhuma apuração dessa conduta dele por parte da PRF, ele continuou trabalhando normalmente depois que supostamente saiu do presídio.
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Corroborado pela PRF Maria Chaves, disseram que Adailson foi ao psiquiatra e logo foi liberado para trabalhar após o incidente que relatei acima. Não acreditei mais uma vez. Essa estória foi criada por ambos para que eu seguisse o exemplo e fosse ao psiquiatra fazer tratamento sob pretexto de eu ser liberado para trabalhar na rodovia.
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No dia em que Maria Chaves começou a chorar dentro do posto PRF de Betim por causa da morte de um tio e fui avisar ao Adailson da situação, fiz um gesto com a mão no olho indicando que ela estava chorando mas Adailson então começou a tremer todinho. Era algum tipo de ataque nervoso. Tivemos que chamar o médico da concessionária para atender Adailson. Maria Chaves mais uma vez intercedei por Adailson e disse que ele estava tendo esse ataque por causa de falta de açúcar no sangue pois ele bebia muito. O médico da concessionária desmentiu ela na cara dela. E hoje sei porque ele teve esse ataque. Ele entendeu que eu estava fazendo um gesto de dormir ou de morte pra ele, como se eu tivesse descoberto o que eles estavam fazendo mas foi o ataque dele que me fez perceber quem estava me prejudicando sem eu saber. Lembrando que como eu descrevi na seção Maria Chaves, tenho certeza que hackearam meu WhatsApp pessoal e copiaram minhas mensagens.
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Brigou comigo quando lhe falei que tinha comprado um VW Polo novo. Não sei por quê mas ele disse para mim que não era pra eu ter trocado de carro. Lembrando que bateram nesse carro novo meu poucos dias depois.
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Também não gostou quando eu comprei um IPhone. Dizia que IPhone era lixo.
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Recebi uma ligação telefônica de cunho pessoal, não me lembro de quem, mas assim que eu terminei a ligação Adailson veio perguntar com quem eu estava falando. Nesse dia reparei que ele fazia isso o tempo todo, qualquer ligação telefônica ou pessoas que se aproximavam de mim, Adailson queria saber quem era e da onde eu conhecia a pessoa.
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Não trabalhava, só ficava vendo vídeos de TikTok, pegadinhas do João Cléber e a escolinha do professor Raimundo. Maria Chaves, chefe de equipe, nunca lhe dava serviço e nunca lhe chamava a atenção. Às vezes, Adailson até a xingava e saía. Havia certa intimidade.
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Adailson abaixava o som do alarme do sistema Alerta que soa quando veículos roubados, clonados ou alvos da inteligência passam em certos pontos da rodovia. Abaixando o volume ninguém ouvia os alertas. Não sei porque ele fazia isso.
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Após o apontamento de um veículo utilitário, uma van de carga, por dois PMs da P2 na BR262, Adailson e eu perseguimos esse veículo que logo empreendeu fuga. Esse veículo saiu da rodovia e entrou num bairro, e durante esse acompanhamento Adailson fez dois disparos que acertaram a lataria do veículo. Eu falei pra Adailson não atirar pois nem dava pra ver as rodas. Essa ocorrência terminou com o veículo apreendido e a carga de temperos recuperada. Os dois meliantes fugiram. Os PMs só tornaram a aparecer muito tempo depois mesmo eles estando atrás desse veículo. O que me chamou a atenção nessa ocorrência foi uma voz que ouvi enquanto eu dirigia a viatura, "vocês atiraram nos meus meninos".
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Acessou o site que Nilton Vaz dizia ter recebido de um amigo da PM num computador do posto PRF de Betim. É um site com vídeos e câmeras de pessoas e sexo do mundo todo. Há vídeos de crianças lá também. Adailson disse que aquele site era muito bom e que podia ver muita mulher gostosa. O PRF Moisés também abriu esse site em outro computador. Comentei isso com o PRF Paulo Magno mas ele nem ligou. Lembrando que Nilton só fala de mulher, o tempo todo.
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Adailson e eu saímos num Corolla na madrugada na tentativa de localizar e abordar um veículo Fiat Fiorino de cor branca e letras de placa JIJ que estava realizando assaltos na região da BR381. Também havia equipes de grupos especiais como GPT. Deparamos com esse veículo na entrada da via expressa próximo do bairro Alterosa e iniciamos o acompanhamento. O veículo empreendeu fuga para dentro de um bairro. Num determinado momento, numa conversão à direita, Adailson gritou pra eu atirar. Sem pensar eu atirei em direção ao pneu traseiro direito da Fiorino. Assim que ocorreu esse disparo Adailson tirou o pé do acelerador e disse que não iria mais seguir o veículo porque o Corolla não ia conseguir acompanhar por causa do terreno. O veículo foi embora. Pela manhã vi Antônio Neto, Edvaldo e Adilson conversando numa sala. Depois Adilson saiu e falou pra mim, "eu sei que você atirou", "alguém podia ter morrido". O interessante aqui é que Adilson não era pra estar ali pois ele trabalha em Contagem. Só depois de um tempo que percebi que cai numa armação deles com a ajuda de Adailson. O objetivo dele era fazer eu disparar de qualquer forma, já que Adilson já tinha tentado fazer a mesma coisa comigo mas eu não disparei. Isso eu conto na seção correspondente a Adilson Souza.
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Certa vez me perguntou se eu achava que a ABIN monitorava os PRFs. Essa pergunta estranha me chamou a atenção para o propósito da pergunta.
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Disse para mim que gosta muito do PRF Adilson Souza, do PRF Bravim, que chamam de Indiano, do PRF Jeferson, que deu um tiro na cabeça do PRF Scapin por ter "roubado" sua esposa, elogia ainda o PRF Territo e o PRF Garcia. Aliás, ele falava muito desse indiano e não sei por quê.
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Adailson me disse que já colocou câmeras e microfones escondidos dentro da unidade PRF de Betim e colheu muita informação. Só não disse se foi autorizada essa instalação.
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No início, quando nos conhecemos me perguntou se eu conhecia uma empresa chamada Vega Informática, em Contagem. Eu lhe disse que sim e ele estão retrucou dizendo que ela vendia peças de informática roubadas ou com outros tipos de problemas. Não sei nada sobre isso mas essa pergunta mostra como ele e a inteligência da PRF estava investigando minha vida. Tem um PM chamado Geovani, um negro, que também comprava lá. Creio que todas as empresas de informática da região metropolitana compravam lá. Inclusive um policial militar de Betim chamado Giovane também fazia compras lá junto com seu pai. Creio que esse Giovane está atualmente na P2 e chegou a me procurar na unidade de Betim certa vez. Muita coincidência.
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Numa ocorrência de acidente de trânsito com uma carreta óleo na BR262, no bairro Boa Vista em Juatuba, Adailson se afasta da equipe e um indivíduo que estava saqueando a carga joga uma garrafa de óleo de soja nele. Ele aparece todo cheio oleado. Adailson correu atrás da identificação desse indivíduo e monitorou ele com a ajuda da inteligência da PRF, da PM e da polícia Civil. Ele dizia que ia matar esse indivíduo. Em certo dia ele me diz que o indivíduo sumiu pra sempre.
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Em outro episódio, dessa vez num roubo a ônibus coletivo, um dia indivíduos efetuou um disparo contra Adailson enquanto fugia. Nessa ocorrência eu corri atrás de um dos três indivíduos e o prendi. Adailson correu pro outro lado no encalço de um desses indivíduos. Tempos depois Adailson disse que a polícia civil do bairro PTB tinha prendido o indivíduo que fez disparo contra ele e que era pra eu ir lá ver esse indivíduo e que ele não poderia comparecer. Achei estranho Adailson não ir e eu ter que ir lá. Fui até lá, cheguei a trocar algumas palavras com esse indivíduo mas não entendi minha presença lá. Esse indivíduo disse para mim que não efetuou disparo nenhum, mas eu não acreditei pois tinha passado por perícia. Depois lembrei que o local fora desfeito e que a perícia se baseou apenas numa marca na parte traseira do ônibus. Com o decorrer do tempo Adailson foi me atualizando sobre o outro indivíduo que faltava e então me disse que esse indivíduo havia morrido ao tentar assaltar um policial civil fora de Betim. Depois na audiência na justiça federal notei que havia gente demais dentro da sala da audiência, gente me olhando e sem função definida, que parecia ser gente da inteligência. Para meu espanto o juíz e o promotor não me perguntaram sobre o disparo de arma de fogo. Eu fiquei pensando muito sobre a ocorrência depois já que não confiava em Adailson e por ser da inteligência poderia ter prejudicado o indivíduo de propósito por ele ter fugido imputando a ele um crime de tentativa de homicídio contra um agente policial. Depois disso tudo Adailson tentou me prejudicar na ocorrência que descrevi anteriormente onde faço um disparo contra um Fiat Fiorino por pressão dele e ele desiste da ocorrência imediatamente em seguida.
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Adailson dizia que pra trabalhar na inteligência é necessário, às vezes, fazer coisas erradas como furtar objetos ou cometer outros tipos de crimes.
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Quando o PRF Jeferson da inteligência deu um tiro no PRF Scapin de Juíz de Fora e o matou, Adailson disse que Jeferson era um cara bom demais e um ótimo policial mas que precisava resolver alguns problemas pessoais. A ocorrência do fato, a prisão de Jeferson na sede da PRF e até a saída dos outros PRFs de perto na hora do fato, leva a crer que foi tudo orquestrado pela inteligência da PRF. Jeferson era triste por ter perdido a esposa e os filhos para o PRF Scapin, segundo Adailson.
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Segundo Antônio Dias, Maria Chaves e Antônio Neto, o PRF Adailson foi preso por perseguir duas jovens na rua completamente nu. Eles argumentaram que Adailson estava bêbado quando teve essa atitude. Dias disse que teve que ir na delegacia da polícia civil para livrar Adailson da prisão. As duas jovens que fizeram a representação, teoricamente, para a inteligência, estavam mentindo para prejudicar Adailson a pedido de um guarda municipal de Contagem com o qual Adailson teve um desentendimento anterior. Existe uma base ou quartel da guarda municipal em frente à casa de Adailson numa praça do bairro Eldorado.
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Antônio Dias me contou que Adailson bêbado saiu de um shopping e nesse momento colidiu na traseira de uma viatura da guarda municipal ou da Transcon. Que essa foi mais uma ocorrência que não deu em nada. Parece que a inteligência limpa as coisas para Adailson constantemente. Ou será que é tudo mentira?
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Paramos numa marginal de terra à beira da BR262, próximo do km 373, sentido Pará de Minas, logo depois de uma empresa grande que esqueci o nome, depois que visualizamos um veículo estacionado. Quando chegamos havia um casal, um senhor idoso e uma jovem. Eles disseram que eram um casal e que ele pagava ela. No entanto, eles alegavam que tinham sido assaltados por meliantes que chegaram numa caminhonete. Adailson me chamou pra adentrar uma vicinal rural e andamos por um tempo. Era uma estrada bem longa. Adailson não parava de andar sendo que ali não tinha nenhum indício dos meliantes. Num momento falei que eu ia voltar pois não tinha sentido caminhar mais. Estávamos bem longe do local do crime e Adailson não falava. Já voltando eu comecei a ouvir vozes, e elas falavam que Adailson iria me dar um tiro na cabeça e me deixar ali. Não dei muita importância ao que eu ouvia mas em um momento Adailson se atrasou um pouco e começou a caminhar atrás de mim. Uma das vozes então começou a dizer que era agora que ele ia me matar. Continuei sem dar importância à essas vozes, não aconteceu nada e voltamos para o local do assalto. Lembro de Maria Chaves estar nessa ocorrência e me mandar colher os dados pra fazer a ocorrência. Depois de tudo isso fiquei pensando se tudo aquilo não era montado pois nada nessa ocorrência fazia sentido, e hoje, sabendo que Adailson não gostava de mim, sabendo que ele é Maria Chaves são da inteligência, sabendo que Jeferson deu um tiro na cabeça de Scapin e sabendo que essas vozes eletrônicas são de verdade, só posso inferir que ocorreu uma tentativa de homicídio contra mim orquestrado pela inteligência da PRF. Tinha outro PRF nessa ocorrência mas não lembro quem era.
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Ficava assistindo filmes sobre psicopatas e crimes. Ele comentava como eram os psicopatas, como eram suas prisões e crimes. Assistiu todos os tipos de filme sobre esse assunto. Ao mesmo tempo, o meu cunhado Alisson e minha irmã Andresa, também assistiam aos mesmos filmes e histórias. Tudo na mesma época. É ou não é uma coincidência fenomenal. E agora virei um doente mental por intermédio dessas mesmas pessoas.
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Túlio
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Veio do sul de Minas Gerais para ocupar um cargo de chefia na delegacia Metropolitana. No caso, ele não queria ser chefe e sim ser transferido para essa delegacia. É assim que acontece na PRF quando se encontra uma brecha. Dessa forma, não precisa esperar um concurso de remoção, arrumou-se um jeitinho "lícito". Ficou pouco tempo só pra fazer o teatro de chefinho justificando sua remoção remunerada a critério da administração.
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Quando fui expulso da casa da minha mãe e fui dormir no sindicato Túlio veio falar comigo pra saber o que tinha acontecido. Mais um inútil que conheci na PRF. Achei que era alguém me apoiando mas era justamente o contrário. Interessante destacar que o grande "amigo" Antônio Dias e chefe da delegacia não foi me ver ou saber o que estava acontecendo, mas mandou esse pau mandado.
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Almeja chegar no grupo de elite conhecido como NOE, núcleo de operações especiais. Está no caminho certo.
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Bárbara
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Mesma situação de Túlio. Veio pra delegacia Metropolitana ocupar cargo de chefia mas o interesse pessoal era ser transferida ou removida. Ficou um tempo na chefia e saiu. Como eu disse, é assim que os amigos dos amigos vão sendo beneficiados dentro do órgão.
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Bárbara ficou responsável pela gestão do contrato da concessionária Arteris para compra de viaturas ou veículos novos para a PRF. No caso, a compra estava sendo direcionada para a marca Toyota, onde Corollas estavam sendo adquiridos. Por coincidência, Bárbara adquiriu um Toyota Etios hatch no mesmo período. Será que ela foi beneficiada?
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Bárbara estava na central da PRF no dia em que fui expulso da casa da minha mãe por meio da ocorrência mentirosa da PM. Ela estava acompanhada do PRF Adilson Souza, meu desafeto. Eles fizeram uma ocorrência de registro no sistema PDI onde colocaram que eu estava sendo preso, o que não ocorreu.
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Também foi prejudicada pela chefia da delegacia Metropolitana e pelo Siass-Cefet de Belo Horizonte. Colocaram Bárbara pra trabalhar administrativamente na unidade de Betim estando com o joelho doendo. Ela mancava e não conseguia descer escadas para atender ao público. Eu fiquei com dó dela, ajudei como pude mas depois eu que iria passar por tudo isso quando fraturei o tornozelo. Foi a mesma coisa que fizeram comigo mesmo eu informando que não conseguia andar ou descer escadas. Eu mancava fardado, que vergonha pra essa polícia que não tá nem aí pra seus servidores e nem pra sua imagem. Isso é PRF. Esse é o Siass-Cefet que sabe de tudo com seus peritos confiáveis. Nunca vi qualquer chefe passar por isso.
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Marcos Ávila
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Sem nem me conhecer e nunca ter conversado comigo antes disso, virou pra mim e disse que eu deveria me mudar para o Espírito Santo. Quando perguntei o porquê ele justificou que o aluguel e custo de vida de lá era mais barato. Mas por quê ele teria me sugerido isso? Eu nunca pensei em sair de Betim então ficava uma interrogação pois tem muita gente fazendo planos para os outros. A própria pessoa desconhece esses planos arquitetados por terceiros. Foi o que aconteceu com minha permanência na polícia e consequente aposentadoria. Até hoje não sei o que aconteceu e por quê fizeram isso comigo. Eu e meus filhos perdemos tudo.
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Frequentador assíduo da cúpula da PRF. Faz acordos com chefes, escolhe onde trabalhar e o que fazer. Mais um amigo do amigo se dando bem dentro do órgão cheio de regalias.
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Se dizia feio mas conseguia arrumar mulheres bonitas. Se mostrava convencido nessa área como se fosse um sucesso com as mulheres. Não sei a mensagem que queria passar mas suas indiretas se somam às dos outros policiais para comigo. Alguma coisa acontecia no alto escalão em relação à mim mas eles não tinham coragem de dizer.
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Ficava me perguntando se eu estava gostando de ser da inteligência. Respondi na lata que não. Eu não estava na inteligência, eles estavam me ludibriando e querendo que eu acreditasse que era parte do setor de inteligência mas nunca fui. Isso foi armado pelo chefe da delegacia, Antônio Dias, e pelo superintendente de Minas Gerais, Territo. Eu tinha notado que os policiais que trabalham nesse setor eram falsos, me colocaram pra fazer um curso de inteligência que na verdade eu era um alvo e não um integrante. Tanto Ávila quanto os outros PRFs sabiam que estavam brincando comigo. Ávila tinha acesso à cúpula da PRF mas nunca me contou o que estava acontecendo e por quê estavam fazendo aquilo comigo.
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Virou pra mim certa vez e disse para eu ir comer gente, que era isso que eu tinha que fazer. Hoje sei que eu não ia conseguir ficar com uma mulher sendo monitorado e sabotado, faz parte da tortura que sofro por causa dessas pessoas com ódio de mim.
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Na lanchonete do posto Juá me disse que ninguém aguentava trabalhar com o PRF Alessandro pois ele era preguiçoso, se esguiava do trabalho e só queria dar entrevista pra imprensa pra aparecer. Isso forçou Ávila a sair do GPT.
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Vasconcelos
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Virou pra mim, dentro da viatura, no dia em que armaram para me prejudicar na delegacia de plantão da polícia civil em Betim, e disse que estavam pensando em me aposentar. Naquele dia eu estava sendo conduzido por uma quebra de medida protetiva que eu nem sabia que existia. Mas Vasconcelos, vários PRFs de grupos especiais, Maria Chaves e Daniel, forjaram juntamente com a escrivã da delegacia um documento oculto que eu assinaria digitalmente sem ver, um documento que seria minha declaração assumindo ser esquizofrênico. Eu nunca disse isso e nunca fui diagnosticado com essa doença. Eles usaram esse documento falso para inserir no processo que culminaria na minha aposentadoria. Mas Vasconcelos não era meu chefe, não era da área de RH e nem da área de saúde, como ele poderia saber que queriam me aposentar? Não é meu amigo e nunca foi. Como um PRF comum pode ter informações privilegiadas acerca da minha vida e eu não saber de nada. Isso mostra que não existe sigilo dentro da PRF. Os processos são sigilosos mas o conteúdo desses é espalhado pra todo mundo. Aliás, esse documento falso que a escrivã preparou não deveria ter sido entregue aos PRFs pois fariam parte de processo sigiloso da justiça estadual como assim o juíz impôs. Não tive acesso a um advogado nessa prisão fraudulenta e o próprio juíz declarou que eu realmente não tinha conhecimento da medida protetiva. Inclusive a policial militar que apareceu na casa dos meus pais informou que tinha acesso a essa medida protetiva mas não disse como é esse acesso. Ela não sabia nem informar sobre a validade da medida. Tudo era um enredo montado com a ajuda desses PRFs. Porque eles não me queriam na casa dos meus pais?
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Vasconcelos foi até o apartamento em que eu estava morando juntamente com os PRFs Pires e Maria Chaves para me "conduzir coercitivamente" para a consulta ou perícia no Siass-Cefet em Belo Horizonte. Alegaram que eram meus amigos e que estavam preocupados comigo. Não são meus amigos e são os que me prejudicaram. Podem ler mais nas seções correspondentes a cada PRF. Os ignorei mas eles produziram outro documento alegando que eu não estava bem e que estavam preocupados comigo. Esse documento foi anexado em processo e depois levado para reuniões de chefes que o utilizaram pra me aposentar. São declarações falsas mais uma vez. Eles insistiam em me assediar pra justificar o que estavam fazendo e me obrigar a fazer tratamento psicológico de forma obrigatória. Esses PRFs não possuem esse tipo de atribuição e fizeram esse teatro pra me prejudicar mais ainda.
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Juliana Pontes
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Juliana só aparecia na unidade de Betim para criar confusão. A equipe Alfa falava isso. Ela reclamou dos homens usarem o alojamento feminino e o banheiro feminino. Mesmo sabendo que os alojamentos são pequenos e que havia sim a necessidade dos homens usarem o alojamento e banheiro femininos, encabeçou uma revolta junto a chefia da delegacia Metropolitana para tornar exclusivo esses ambientes para as mulheres. Ela fez isso pois chegou de viagem em certa data durante a madrugada e encontrou um PRF masculino dentro do alojamento ou quarto, a deixando muito nervosa. O chefe da delegacia, Antônio Dias, ficou do lado dela. As PRFs femininas passaram a trancar o alojamento, agora feminino e isso revoltou a todos os PRFs masculinos. Em certo dia a porta desse alojamento foi arrombada e o local utilizado pelos masculinos. Não se descobriu quem quebrou a porta mas era divulgado que Juliana estava querendo aparecer por que é influente em Brasília e que nunca trabalhava em Betim. Sabiam que equipe arrombou a porta mas a corregedoria não fez nada.
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Ganhava muitas diárias e indenizações mas não se sabe de quê. Segundo o PRF Christian ela tem as "costas quentes" em Brasília e pode trabalhar quando quer.
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Foi removida para o Espírito Santo juntamente com os PRFs Antônio Dias e Higor.
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Ludimila
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Formada como perita especialista em arcada dentária ou algo correlato. Pode ser só uma dentista. Irmã do PRF Teles do núcleo de operações especiais-NOE. Diz que seu namorado é policial federal. Pediu remoção para Sete Lagoas/MG.
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Pessoa difícil de trabalhar que passa o plantão falando de assédio moral e sexual que sofrera em Brasília. Ela especifica um PRF que a assediou moralmente e sexualmente enquanto trabalhava na sede da PRF em Brasília. Não sei o nome dele. Ficava nervosa e até chorava por estar contando o que tinha acontecido em Brasília destacando que todos os chefes ficaram contra ela por ser mulher. E mesmo quando saiu de Brasília e veio pra delegacia Metropolitana, disse que esse PRF veio junto e atrás dela.
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Declara que possui um psiquiatra, que faz terapia porém continua trabalhando normalmente na rodovia. Não aparenta ter condições para estar trabalhando na área fim.
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Ludimilla certa vez gritou, discutiu com o PRF Adailson, chorou e bateu muito forte a porta blindada de entrada demonstrando falta de controle. Ela não queria atender a um acidente alegando que estava sendo prejudicada por nós, que a estávamos enganando. Ela não queria seguir a regra de atendimento de ocorrências da equipe Charlie criada pelos PRFs Antônio Dias e Maria Chaves.
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Me acompanhou num levantamento de quilometragens e pontos de referências pela rodovia BR381. Enquanto eu anotava os dados, ela dirigia. No início do levantamento ela estacionou a viatura em cima da faixa 2 de rolamento ao invés de usar o acostamento quase provocando um acidente gravíssimo conosco e uma carreta. Ela não tem condições de dirigir mas nenhuma providências foi tomada quanto à isso.
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Ela dava a entender que sabia o que estava acontecendo comigo mas nunca falou diretamente comigo. Eu era um dos poucos que a escutava e a deixava desabafar. Em certos momentos eu achava que tinha alguma coisa na minha arcada dentária por ela falar tanto de assédio e mulher. Hoje, eu já tenho quase certeza que há algo no meu corpo que faz com que eu ouça vozes eletrônicas e está na região da minha cabeça. Por minha ex mulher ter arrumado os dois últimos dentistas pra mim imagino que possa existir algum tipo de dispositivo na boca ou região. Quando mexo meu maxilar o som de frequência constante muda ou sofre interferências parecendo um chiado constante.
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Maria
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Trabalhou comigo na delegacia de Seabra/BA mas ficou pouco tempo por lá e logo foi removida por ter se casado com outro PRF. Ela foi removida pro Rio Grande do Sul. Hoje ela trabalha na superintendência em Contagem e estava separada.
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Me abordou na saída de uma festa na casa do PRF Antônio Dias no bairro Ingá Baixo em Betim e me perguntou de quem era aquela casa onde estava acontecendo a festa. Logo eu a informei que pertencia ao chefe da delegacia Metropolitana. A família dela parecia ser vizinha da casa de Dias.
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Seu ex marido, instrutor de tiro da PRF, que também trabalha no NOE em Contagem, já me abordou duas vezes me perguntando sobre o comportamento de Maria na delegacia de Seabra/BA enquanto ela trabalhava lá. Ele perguntou no geral mas queria saber de assédios por lá. Infelizmente, Seabra é uma delegacia de interior aonde os PRFs de Salvador e Feira de Santana aproveitam pra trair suas esposas. Assédio lá é comum, não podem ver mulher.
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E sim, ela sofria assédio do chefe do núcleo de policiamento e fiscalização, Marcus França. Todo mundo comentava sobre isso já que eu raramente a via e raramente trabalhava com ela.
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Pedras
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Metido a ser político de esquerda, do PT. Não faz nada num plantão de 24 horas, literalmente, nada. Nunca respondeu processo por falta de produtividade. É protegido por seus amigos.
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Seu lema é bem conhecido por todos, "sair do plantão mais descansado que chegou". Se deixar dorme o dia e a noite. Não é cobrado pelo trabalho que vez ou outra atrasa sem justificativa prejudicando os usuários que dependem dessas ocorrências.
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Todos os PRFs da sua equipe Alfa concordam com esse lema inclusive o chefe de equipe Moisés Gustavo.
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Segundo me relatou, deu um soco na parede num momento de fúria fraturando os ossos da mão e assim se afastando do trabalho. Não era pra chefia ou o Siass-Cefet saberem disso e conduzirem uma investigação de um possível problema psicológico? Se fosse comigo eu estaria afastado e sendo obrigado a fazer tratamento. Tudo na PRF depende de quem é.
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Em toda eleição solicita afastamento pra concorrer a cargo público sob pretexto de ficar longe do trabalho no período em questão. E continua recebendo normalmente.
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Em toda ocorrência de crime pede pra ficar na unidade PRF pois tem medo desse tipo de ocorrência. O chefe Moisés sempre o deixa no posto por conta disso. São amigos.
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Muito amigo do PRF Webinho de Betim, que por sua vez é amigo do PRF Adilson Souza. Pedras adora ir pra Salvador no carnaval e sempre consegue ir mesmo que esteja escalado pra trabalhar. Ele sempre dá um jeito de ir. Conhece a turma "comedores de nega" da PRF na Bahia. Assim, conheceu todos que me prejudicavam quando eu trabalhava na delegacia de Seabra na Bahia.
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Me chamava de "Salicha" o tempo todo e quando aparecia um usuário no posto da PRF ele falava alto, "vou te passar pro inspetor Salicha, ele vai te ajudar, ele é muito bom nisso". Eu ficava puto com a atitude desse verme de esquerda preguiçoso mas não tinha como brigar na frente do usuário. Devolvendo o insulto eu o chamava de "Pedricha" embora muitos PRFs mais velhos o chamassem de "Pedrita". O PRF Moisés dizia que Pedras foi visto em Salvador usando shortinho coladinho na micareta e que por isso os mais velhos o chamam de Pedrita.
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Não gostava que eu multasse veículos estacionados de forma irregular na BR381 em Contagem, seu reduto político. Enquanto isso as pessoas comuns ou cidadãos me agradeciam "in loco" pela punição aos infratores. A PRF em Minas Gerais pertence à poucos e esses fazem o que quer nas Jaris e núcleos de multa. São amigos dos amigos se ajudando mutuamente.
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Era sarcástico ou irônico comigo. Dizia pra mim que eu estava fazendo um ótimo trabalho em referência ao meu trabalho como policial já que eu gostava do que eu fazia enquanto ele fugia do trabalho. Ele dizia, "Salicha, você tá fazendo um ótimo trabalho na PRF", "continue assim", e fazia um sorriso irônico. Sabe o que está acontecendo comigo e me trata com desdém.
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Pedras divulgava que seu sobrinho era especialista em informática, que entendia de tudo inclusive sistemas. Não sei se isso era uma indireta para mim.
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Márcio Rodrigues
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Inoperante. Só fica parado, sentado e sem conversar. Não tem pró atividade. Da equipe de Moisés Gustavo, Pedras e Ranieri. Demora uma eternidade pra te responder. Se for atender um usuário esse fica muito tempo esperando.
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Márcio disse que ele tinha uma amiga advogada que eu poderia conhecer. Uma mulher gorda e feia de Mateus Leme. Essa indicação foi devido aos comentários falsos sobre mim dentro da PRF. Não acredito que ele quisesse me ajudar pois era mais um pau mandado de Moisés, Pedras e Ranieri.
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Sua esposa é médica e eles moram em Mateus Leme.
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Certo dia fez uma ronda sem razão no sentido Pará de Minas e depois estacionou a viatura em frente ao restaurante Milhão. Não estávamos fazendo nada mas disse que era por orientação da chefia. Ficamos muito tempo lá. Claro que voltamos em algum momento mas só quando encerrou o plantão que percebi a razão de ter ficado tão longe do posto PRF por tanto tempo. Meu carro estava com cheiro de cachorro. Alguém abriu meu veículo e deu acesso a pessoas estranhas com cachorros. O cheiro estava muito forte e fácil de perceber já que o veículo ficou fechado e estava estacionado dentro da garagem cercada do posto PRF de Betim. Foi aí que percebi que tinha alguma coisa errada acontecendo. E tudo isso tem o aval da PRF. Quem tem canil na PRF é o NOE, núcleo de operações especiais. Porque abriram meu veículo sem autorização e usaram cachorros?
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Gledson
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Integrante do grupo GFT, grupo de fiscalização de trânsito da delegacia Metropolitana.
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Ficava sugerindo que a PRF tem que multar todos os caminhões de grandes empresas e fazê-los ficar parados por muito tempo com intuito de atrasar serviços de montagem dessas empresas, como por exemplo da Fiat em Betim. Esse procedimento seria utilizado como forma de demonstrar força contra políticos e o próprio governo, chamando a atenção. Ele queria chamar a atenção da imprensa e causar prejuízo financeiro pra essas empresas de modo a chantagear o governo federal na obtenção de benefícios como aumentos de salário ou uma lei orgânica da PRF. Vários PRFs ligados ao sindicato apoiavam essa pauta.
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Cristian Coimbra
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Em uma ocorrência de acidente de trânsito na Serra de Igarapé fomos chamados para conter um saque de carga no local. Cristian Coimbra e eu deslocamos e conseguimos conter o saque. Houve a chegada de uma empresa de segurança armada privada contratada pela transportadora para proteger o local. Havia um PM à paisana no local organizando essas equipes. Em dado momento o meu colega Cristian sumiu e eu quase fui atropelado e esmagado contra a carreta por uma viatura dessa empresa de segurança. Logo sai do local e fui procurar meu colega pois afinal eu estava sozinho. Quando vi que Cristian estava na viatura desloquei até lá pra solicitar apoio na saque ainda em andamento mas ele estava fazendo uma "live" pro Instagram ou outra plataforma de rede social falando sobre coisas pessoais ou sei lá o quê. Quando vi aquilo fiquei revoltado. Desisti de conter o saque e fiquei também na viatura ouvindo ele falar sem parar. Isso que ele estava fazendo era mais importante que o local do acidente e o saque de carga. O saque continuou e a empresa de segurança não conteve. O policial militar contratado ficou olhando. Indivíduos transportavam as caixas na faixa de domínio livremente. Por fim, deixamos o local sob guarda dessa empresa e do policial militar. Para me resguardar da situação fiz uma ocorrência no livro eletrônico chamado PDI, parte diária da informação. Os colegas Coimbra e Lana II disseram que concordavam com o que escrevi, embora eu tenha visto apenas Lana lendo a ocorrência. Alguns dias depois os PRFs Antônio Dias e Maria Chaves começaram a me mandar indiretas, como era costumeiro, dizendo que a corregedoria apuraria a situação. Maria Chaves disse, "não é Dias?", "tudo que coloca na PDI a corregedoria tem que apurar?", e ele confirmava. Parecia uma tentativa de me intimidar ou de causar algum tipo de receio em mim por a corregedoria vir a apurar, ou seja, como se eu estivesse mentindo. Cabe salientar que Adilson fez a mesma coisa, lançou indiretas dentro do posto de Betim alegando que o PM é seu amigo e que ia ser prejudicado.
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Mais um PRF ligado ao sindicato. Participa de tudo que o sindicato faz. Trabalha na unidade de Sabará. Raramente o via trabalhar em Betim.
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Lúcio
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Tentaram prejudicar esse PRF de tudo quanto é forma. Espalhavam verbalmente que ele chegava tarde ao trabalho, que trabalhava à noite num horário sem expediente, que faltava ao serviço, que o RH estava abrindo vários processos contra ele, que o processo de demissão sairia logo e que iriam começar a descontar do contracheque dele as horas não trabalhadas. Falavam que ele é ruim de serviço e que tinha problemas mentais. Tentavam de toda forma obrigá-lo a fazer o que queriam, mas pelo visto, não conseguiam. Ele me confidenciou que precisava aposentar pra sair da PRF o mais rápido possível e que não aguentava essa situação. Ele aposentou.
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Foi quem me ajudou a abrir uma viatura da unidade de Betim quando esqueci a chave dentro do porta malas. Ele saiu de Contagem e trouxe a chave reserva pra mim após o fim do expediente administrativo.
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Mauro
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Trabalha na corregedoria.
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Eu nunca o tinha visto antes mas quando fui afastado da rodovia comecei a vê-lo com frequência na unidade de Betim juntamente com duas outras PRFs que também nunca tinha visto. Eles ficavam me perguntando se eu realmente queria trabalhar em Betim e se eu estava satisfeito com isso. Nunca me deu uma informação útil ou me forneceu o número do processo acerca do meu afastamento da rodovia. Ele e a corregedoria me faziam de palhaço e me negavam acesso aos processos que diziam respeito à minha pessoa. Pareciam ir à Betim apenas pra me ver trabalhando. Sabe exatamente o que fizeram e estão fazendo comigo. Sabe da tortura assim como toda a corregedoria da PRF.
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Domingues
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Foi realizada uma festa no Clube Teuto em Betim, uma festa de confraternização da equipe Charlie, festa organizada por Adilson Souza, sócio desse clube. Em dado momento da festa, com a saída do PRF Domingues e de sua esposa o povo começou a falar. Eles criticavam a postura de Domingues frente às atitudes de sua esposa, que diziam ser impositiva e ditadora. Disseram que Domingues era um frouxo por não colocar a mulher dele no seu lugar. Eu não falei nada, só fiquei ouvindo as cobras venenosas falando da vida dos outros como se fossem perfeitos. Entre os PRFs que falavam mal dele estavam Antônio Dias, Tatiana Baía, Renato Mendes, Adilson Souza, Christian Neves e seus cônjuges. Minha ex mulher também falou dele, ela estava enturmada com as cobras fofoqueiras.
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Walter Maia
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O PRF Walter trabalha administrativamente na delegacia Metropolitana e toma remédios psiquiátricos. Isso após uma suposta agressão a um colega de trabalho como contam. Ele virou doente mental por ter agredido um colega, foi isso que eu entendi. Eu notei que há uma revolta guardada nele com essa situação. Sua calma às vezes é exagerada e imagino que devido aos remédios. O interessante é que os PRFs dizem que não gostavam de trabalhar com ele e que ele é muito agitado se não tomar os remédios. Disseram que ele não foi demitido por causa das filhas. Messias, chefe da delegacia metropolitana, se irritava às vezes com ele alegando que fora ignorado. Nesse caso Messias queria dar ordens em Walter mas não conseguia.
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Ricardo Borges
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Ex integrante do GPT, grupo de policiamento tático. Fazia muito tempo que não o via pois tinha sumido dos grupos.
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Em uma abordagem minha a um veículo alvo da inteligência suspeito de estar com sinais identificadores adulterados e possivelmente utilizando CRLV fraudulento, busquei auxílio com o PRF Ricardo na confecção dessa ocorrência. Ricardo foi indicado previamente pelo chefe da delegacia Antônio Dias devido ao seu conhecimento nesse tipo de ocorrência. Falei com Ricardo e esse me forneceu uma cópia de outra ocorrência feita por outro PRF que não era de Minas Gerais. Segui tudo que estava nessa ocorrência, fiz a minha própria e encaminhamos pra polícia civil. Mas, um dia, começarem a dizer que minha ocorrência estava ensinando aos bandidos como a PRF trabalha. Fui criticado por meio de indiretas até num curso que fiz sobre esse mesmo assunto. Eram PRFs que trabalhavam em Brasília, que estavam no chat e alguns que coordenavam o curso. Chegaram a dizer que um PRF que estava no grupo do curso naquele momento "fodeu" o trabalho da inteligência por fornecer dados para criminosos. Alegavam que isso iria fazer os criminosos melhorarem suas adulterações. Eu havia só seguido a ocorrência que Ricardo me enviou. Ninguém que estava comigo ou a chefe de equipe Maria Chaves foi criticada por isso. É como se eu trabalhasse sozinho e fosse o único responsável pela ocorrência. Isso é PRF. Eu já tinha virado um saco de pancada mas não tinha percebido.
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Após eu fazer um levantamento de pontos de referências nas rodovias sob circunscrição da delegacia Metropolitana e entregar para o chefe da delegacia Antônio Dias, Ricardo criticou o motivo de eu não ter inserido coordenadas de GPS dos locais levantados. Salientando que fiz o levantamento praticamente sozinho, sem apoio e sem segurança (eu estava desarmado). Eu consegui em certo ponto o auxílio de outros dois PRFs pra dirigirem para mim mas as equipes não queriam ceder policiais pra me ajudar. Antônio Dias não quis colocar um outro PRF pra me auxiliar. Dias e Ricardo são muito amigos.
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Isabela
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Sei que ela fica sendo jogada de um setor pro outro como se não agradasse os chefes desses setores. Ela deve ter passado por todos. Sei que ela chegou a trabalhar pra inteligência na delegacia metropolitana mas depois saiu e foi para outro setor. É um dos nomes que usam nas frases das torturas que sofro eletronicamente.
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Lages
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Médico, mas não trabalha como médico na PRF, é só mais um policial. É jogado de um lado pro outro pra fazer tarefas das mais diversas. Faz de tudo. É um coringa dos chefes. Às vezes, parece ser doente mental e nunca se estabelece num setor. Desconfio que Lajes saiba o que está acontecendo comigo em relação às torturas principalmente por que apoia o setor de saúde e os chefes da PRF. Ele ajuda a organizar avaliações de saúde dos servidores assim como fazia o PRF Moisés quando estudava medicina.
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Flávia
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Casada com um policial federal chamado Guilherme. Estava trabalhando com educação para o trânsito.
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Trabalhamos juntos na equipe do PRF Moisés. Nessa equipe quando tive um acidente de bicicleta fiquei ferido na perna eu apresentei um atestado médico para me ausentar do trabalho. Na frente de Flávia o chefe de equipe Moisés disse que eu estava "dando o migué" pra não ir trabalhar. Abri meu curativo na perna e mostrei pra Flávia a perfuração que ali estava.
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Rabelo
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Trabalhou em Betim mas estava no setor de patrimônio. É ex policial civil.
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Trabalhou com a PRF Ludimila por um tempo. Ela é toda elogios à ele. Falo dela na seção correspondente.
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Durante a conferência de material sob minha guarda lhe informei que meu armamento Glock e um pente completo com munições 9 mm eu não poderia apresentar pois estava com a polícia civil de Betim. E que esse armamento estava sob perícia e seria devolvido pra PRF. Eu não tinha conhecimento do destino da minha arma, não sabia da tal perícia (falsa), e havia muitos meses que estava nessa situação. Nunca fiquei sabendo acerca do meu armamento. Rabelo criticou a situação e disse que não era pra ser assim, que poderiam ter feito o que quisessem com minha arma em tanto tempo. Me isentou de apresentar o armamento e disse que iria cobrar a delegacia Metropolitana. Não tenho críticas negativas a Rabelo.
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Dornelas
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Irmão de um policial federal. Se encaixou perfeitamente na equipe Charlie e turma do mal, grupinho que se ajuda, faz fofocas e prejudica os outros. Esse grupo é formado pelos PRFs Christian Neves, Tatiana Baía (Coelho), Michele Resende, Paulo Magno, Adilson Souza, e outros.
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Em certa ocasião havia ocorrido um furto à residência num condomínio fechado. Essa residência pertence a algum parente de Michele Resende. Por coincidência, ou não, havia polícias federais na unidade de Betim sendo que um deles era o irmão de Dornelas. Logo o grupo se juntou e se movimentaram pra localizar e prender os indivíduos que entraram na casa. Michele logo colocou Marquinhos, seu marido que é inteligência da PM, em contato com a PF. Interessante aqui foi ver a rapidez com que os policiais se uniram para encontrar os criminosos, PRFs, PFs e PMs. Se fosse casa de pobre agiriam assim? Fica a dica pra mostrar como a polícia funciona.
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Daniel
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Veio de Mato Grosso e foi integrado à equipe de Maria Chaves, ou Cida, na equipe Delta.
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Maria Chaves disse que Daniel é especialista em rádios da PRF.
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No dia em que supostamente quebrei uma medida protetiva contra minhas irmãs foram esses dois, Daniel e Cida, que apareceram pra me conduzir pra delegacia de polícia civil. Pareceu algo orquestrado ou previamente sabido pra eu ser prejudicado. Nesse dia Maria Chaves e a escrivã fizeram um documento ou declaração falsa minha que iria ser inserido em processo SEI de maneira fraudulenta pra me aposentarem compulsoriamente.
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Cândido
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Cândido tinha acabado de entrar no setor de inteligência da PRF. Apareceu na unidade de Betim num dia de plantão em que eu estava trabalhando e disse que tinha que me ensinar a operar um dos sistemas da inteligência chamado Alerta Brasil. Ele foi muito específico quando disse pra todo mundo que iria me orientar no uso do sistema e não a todos da equipe. Era o indicativo de que a inteligência da PRF tinha planos para mim, no caso, essa tortura desenfreada, mas eu não tinha notado o que estava acontecendo.
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Cândido foi trabalhar na região de Caxambú após sair da Delegacia Metropolitana. Sua esposa, PRF Odiane, também foi para lá. Ela é de Fortaleza/CE. O trabalho deles é ligado à inteligência da PRF.
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Tomioka
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Casado com uma PRF da inteligência.
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Ficava me fazendo perguntas demonstrando interesse em atitudes pessoais minhas. Parecia coerente e corroborava minhas opiniões mas hoje desconfio de suas intenções com essas conversas. Imagino que tentou se aproximar de mim com algum objetivo oculto menos ser meu amigo. Essa gente faz tudo pro setor de inteligência, te testam e colhem suas reações e opiniões. No caso eu já estava ouvindo vozes eletrônicas, ou seja, já estava sendo torturado.
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Conversava em voz com tom mais alto com outro PRF dizendo que aplicativos em TVs podiam fornecer os IPs que a pessoa estava utilizando. O IP identifica a rede e aparelhos que a pessoa utiliza principalmente se o aplicativo fornecer uma lista de equipamentos conectados. Essa converso soou como mais uma indireta pra mim. No meu caso, por causa da tortura eletrônica, conseguiam copiar minhas senhas que eram pronunciadas ou faladas pelas minhas cordas vocais quando as digitava em qualquer aplicativo. Soou também como estratégia da inteligência da PRF para conseguir monitorar alguém.
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Márcia
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Descendente de japonesa. Trabalhou na Caixa Econômica Federal.
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Me presenteou com uma espátula nova por eu gostar de fazer identificação veicular e descobrir sinais escondidos embaixo de pinturas. Parecia que era uma amiga mas a realidade é outra.
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Veio conversar comigo sobre Maria Chaves, uma conversa sobre as atitudes erradas da nossa chefe de equipe. Eu a confidenciei como achava errado o modo de trabalho de Maria Chaves, suas regras que só a beneficiavam e como ela favorecia seus amigos. Parece que Márcia fingiu ser minha amiga pra colher informações. Salientando que Márcia também criticava Maria Chaves e uma vez ambas discutiram na frente de todos.
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Ricardo Ferreira
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Trabalhou um tempo em Betim mas depois foi trabalhar com a cúpula da PRF em Contagem.
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Enquanto estava em Betim ficava me chamando de "Salicha", praticamente todos os plantões. Em retaliação eu tentava chamá-lo de Ricardicha. Quem começou com esses apelidos na unidade de Betim foi a PRF Tatiana. Ela chamava outros PRFs por apelidos terminados com "icha" mas o principal alvo dela e de outros como Pedras, Ricardo, Ranieri, Moisés, era justamente eu. Eu virei alvo e sofria assédios e "bullying" constantemente pois essa brincadeira saiu do controle.
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Ouvi dizer por outros PRFs que Ricardo estava sozinho e precisando de mulher. Eles falavam que tinham que conseguir uma mulher urgentemente pra ele então o fizeram por um aplicativo de namoro. Se for verdade Ricardo nem desconfia.
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Tinelli
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Amigo de Denis, Maria Chaves, Antônio Dias e Moisés. Ocupou cargo de chefia na delegacia Metropolitana quando Denis era o chefe da delegacia e quando Denis foi retirado por dizer que em Betim só tinha PRF corrupto.
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Conduziu minha oitiva num procedimento disciplinar instaurado contra o PRF Diorato por chegar cerca de 12 horas atrasado ao serviço. Eu fui testemunha de acusação pois era chefe de equipe no dia do fato. O ex corregedor regional da PRF em Minas Gerais, Paulo Urzeda, também foi testemunha do fato e era chefe de posto no dia em questão. Tinelli fez minha oitiva sentado do lado do PRF Diorato e de sua advogada Ivana, sendo tendencioso nas suas perguntas em favor de Diorato principalmente no que tange ao deslocamento para o trabalho. Respondi todas as perguntas mas o intuito de Tinelli era provar que Diorato não estava errado. Me senti ameaçado e não o contrário. Não sei exatamente o que se concluiu no processo mas sei que Diorato ficou espalhando que eu o prejudiquei e depois ele tentou me prejudicar me levando pra uma igreja chamada Verbo Vivo em São Joaquim de Bicas com ajuda da sua amiga Maria Chaves que nos colocou juntos numa viatura, o que nunca deveria ter ocorrido por representar risco à minha pessoa. Isso é PRF!
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Neves
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Constantemente chamava o PRF R. Oliveira de "pé de rôla", "Roliveira". É mais um bullying" que existe dentro da PRF. Ele e outros dão gargalhadas com isso. Eles chegam perguntando se sabemos qual é o PRF que tem uma árvore de "rôla" no nome. Trabalha na delegacia de Juíz de Fora.
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Marcos II
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Não o conhecia direito mas sabia que foi ele quem criou o sistema SIIO para a superintendência da PRF em Minas Gerais. Esse sistema foi utilizado apenas em Minas Gerais e não era homologado pela PRF em Brasília. Era sabido dos inúmeros pedidos vindos de Brasília para parar de usar esse sistema. Vi vários chefes da delegacia Metropolitana alterar dados diretamente no banco de dados, o que não seria possível se fosse criptografado. Os chefes com a senha de acesso ao banco de dados poderiam ter acesso a dados confidenciais como senhas e até alterar outros dados como ocorrências registradas. Na seção correspondente ao PRF Antônio Dias, chefe da delegacia Metropolitana, discorro sobre um problema e discussão que tive com ele. Foi aí que desconfiei que poderiam ter tido acesso à minha senha.
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Sem ter qualquer intimidade Marcos chegou próximo e disse que se quisesse podia ler qualquer informação na tela do meu celular remotamente. Eu não entendi o motivo dessa abordagem dele mas fiquei desconfiado. Ele era um hacker a serviço da PRF?
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Vários PRFs diziam que ele foi acusado de vários assédios sexuais contra mulheres que trabalham na sede da PRF em Contagem. Nunca fiquei sabendo de alguma punição a ele mas o via em serviço da cúpula da PRF e ouvia que estava trabalhando no desenvolvimento de sistemas em Brasília.
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Bennet
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Chefe do setor de saúde da PRF em Contagem. Também é instrutor de direção veicular.
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Se tornou chefe do setor de saúde ainda no início do meu afastamento da rodovia. Antes dele era uma mulher que ocupava esse cargo. Ele veio de Brasília.
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Foi até meu apartamento no bairro Filadélfia em Betim juntamente com o PRF Damasceno para me ameaçar de demissão caso eu não voltasse ao trabalho. Mesmo eu expondo a realidade da situação como chantagens sofridas por e-mail por supostos hackers fez questão de ignorar a s fatos. Tem conhecimento do que está acontecendo comigo, sobre as torturas eletrônicas realizadas pela própria polícia mas se omitiu ao não impedir essas torturas.
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Chamou minha mãe de doente e disse que eu tenho a mesma doença. Só que minha mãe nunca foi diagnosticada com doença nenhuma. E o pior de tudo, não conhece minha mãe, nunca viu minha mãe e não sabe da nossa realidade. É um indivíduo falso que almeja poder.
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Bennet me chamou na sua sala junto do PRF Messias, chefe da delegacia Metropolitana, para fazer um acordo comigo. Ele propôs que eu fizesse um tratamento psiquiátrico para eu poder voltar ao trabalho na rodovia como era antes. Ambos disseram que fui afastado definitivamente por ter enviado mensagens WhatsApp para vários colegas. Isso não era motivo para eu ser afastado mas assim o fizeram. Ao invés de me afastar e pedir tratamento psiquiátrico forçado deveriam ter impedido as torturas eletrônicas mas não o fizeram. Diante dessa proposta dele eu disse que faria o tratamento mas que eu queria uma coisa em troca, a disponibilidade de um bloqueador de frequências ou "capetinha" para eu testar com as vozes eletrônicas já que eu sabia que era eletrônico. Ele então aceitou meu pedido e disse que iria solicitar à inteligência ou à polícia civil para que eu pudesse fazer os testes. Alguns dias depois, enquanto eu aguardava esse equipamento, ele disse que a inteligência não iria me fornecer o equipamento nem mesmo emprestado por pouco tempo. Como ele não cumpriu o trato, eu também não. Durante nossa conversa ficou claro que ele e Messias sabiam das torturas eletrônicas e tinham conhecimento dos assuntos e conversas feitas bidirecionalmente durante as torturas. Tanto tinha conhecimento que Bennet disse que acreditava que o que eu falava sobre terremotos, durante as torturas, poderia acontecer do outro lado do mundo ou aqui. Ele dizia que isso era possível espiritualmente e que ele acreditava nisso. Nunca falei nada com ele sobre isso, era assunto de conversas apenas durante as torturas no apartamento do Filadélfia. É um maldito esse cara, falso, mentiroso e torturador.
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Galeano
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Entrou na PRF e foi trabalhar em Foz do Iguaçu. Amigo e colega de trabalho de James Frank um dos que me prejudicaram na Bahia. Falo de Frank em sua seção correspondente.
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Discutimos no curso de formação pelo direito de participação das instruções do instrutor Guedes. Eu e os outros colegas queríamos participar bem mais, mas só Galeano participava. Somente eu tive coragem de falar e discutir. Agnaldo presenciou a discussão mas não lembro se interferiu. Só citei esse PRF pois sei que ele deve ter falado de mim e é amigo de Agnaldo e Pierre, mesma turma de formação. Lembrando que Agnaldo me prejudicou na Bahia e principalmente pela PRF viver de fofocas.
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Outros situações e outros PRFs
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Instrutores do curso de formação em 2006 no Rio de Janeiro
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Instrutora de direitos humanos
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Não me lembro o nome dela mas é baixa de cabelo comprido e liso.
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Entrava em meio as cadeiras onde os alunos do curso de formação estavam lada a lado formando um semi círculo na sala de aula. Ela fez isso por duas vezes vindo a ficar parada entre eu e outro colega com a sua bunda próxima ao meu rosto. Parecia me testar por algum motivo.
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Me chamou pra ajudá-la mas me levou pra uma sala vazia. Não havia motivo aparente pra gente estar ali. Ela ficou ali parada, olhou e depois saiu do mesma forma que chegamos. Não entendi nada mas parecia estar me testando novamente, queria ficar sozinha comigo.
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Instrutor de tiro
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Não me lembro o nome desse indivíduo mas não era o instrutor Montes e nem o instrutor Failde.
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Ficava gritando dentro do meu ouvido quando eu estava atirando, chegando a cuspir na minha orelha. Era frequente isso e parecia querer fazer eu, especificamente, desistir do curso de formação da PRF já que os alunos que eram ex militares eram bem tratados.
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PRF Gutemberg Nader Almeida Júnior
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Fato histórico e cruel. Segundo pesquisas no meu celular ele é um dos indivíduos que ateou fogo num índio deitado num ponto de ônibus em Brasília. Foi admitido por meio de concurso público após ser rejeitado em outro concurso público mas da polícia civil do Distrito Federal. Foi um caso de repercussão nacional a morte do índio Galdino. Tenho as telas ou "prints" das telas pra provar minha pesquisa.
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Ele ainda ocupou cargo de chefia na PRF em Brasília. Essa é a PRF.
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PRF careca da inteligência de Brasília
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Não me lembro o nome dele mas ele foi bem específico em dizer que trabalhava na inteligência em Brasília.
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Em uma festa pós operação carnaval em Barreiras na Bahia contou pra todos que a PRF possuía cursos específicos e exclusivos para superintendentes e diretores, cursos de gestão com conhecimento sobre inteligência e mecanismos utilizados que não é de conhecimento comum ou da maioria dos policiais.
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Dentre esses conhecimentos de inteligência imagino que esteja a tortura eletrônica psicológica e física de servidores federais. Uma coisa eu tenho certeza é que a PRF em Brasília sabe o que está acontecendo comigo, sabem da tortura eletrônica e não fazem nada pra impedir. Se omitem pra eu parecer doente mental e tal fato não chegar ao conhecimento público. Afinal sou um contra uma instituição inteira.
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NOE - núcleo de operações especiais
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Juntamente com policiais militares e sob alegação de investigação prévia da inteligência da PM, a P2, invadiram um imóvel no sul de Minas Gerais e executaram integrantes de uma quadrilha de assalto a banco. Vários PRFs comentaram sobre isso e disseram que foi execução. Disseram que entraram nesse imóvel sem mandado de prisão, sem mandado de busca e apreensão e sem conhecimento da polícia civil. Todos morreram nessa ocorrência.
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Sabem o que estão fazem comigo e possuem equipamentos sofisticados para monitoramento de imóveis e contenção de manifestações. Estudam e sugerem compras desses equipamentos. Muitos são instrutores da PRF e responsáveis por escolher armamentos, rádios e celulares. Fazem cursos fora do Brasil e possuem PRFs em outros países pra estudo de tecnologias. Assim como eles a inteligência da PRF também participa disso.
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Vários integrantes desse grupo mandavam indiretas pra mim e fingiam ter apreço por mim. O PRF Duarte chegou a proferir frases que as vozes eletrônicas da tortura dizem pra mim. Já o PRF Demerson claramente não gosta de mim e já tinha tentado me prejudicar. O PRF Brant se finge de amigo mas me prejudicou através de um amigo seu chamado Aldo que possui uma loja de acessórios de carro em Betim. Aliás esse PRF Brant atropelou e matou uma mulher, ficou pouco tempo no administrativo do próprio setor e já voltou a trabalhar, diferente de mim que fui afastado por meios fraudulentos e não consegui voltar a trabalhar. Isso é a PRF, nada é isonômico.
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Alegaram no fim do curso de tiro que uma munição de 9 mm estava faltando. Fizeram um teatro danado com isso pedindo pra todo mundo encontrar essa munição. Ninguém encontrou essa munição. Mas um dia o PRF Adailson me forneceu uma munição. Ele estava nesse curso no mesmo dia. A ocorrência que fiz um disparo está na seção correspondente ao PRF Adailson. Tudo na PRF parece um enredo montado.
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Eu era um dos poucos que recebia bem as equipes do NOE na unidade de Betim. A maioria dos colegas que trabalham nessa unidade reclamam dos grupos especializados e evitam contato. Alguns xingavam, outros saíam em ronda e outros iam pro alojamento. Enquanto isso o bobão aqui recebia todos com um sorriso e cumprimentava . Já cheguei a ajudá-los em várias ocorrências. Como me arrependo disso.
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Já o PRF Bonfante, judeu, tenta parecer que é benevolente, justo e calmo. Também opera o canil da PRF com os PRFs Duarte e Demerson. É uma faixada pra parecer superior aos outros.
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Inteligência de Minas Gerais
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Eu sofria com o pessoal da inteligência da PRF. Enquanto estava no plantão eles ficavam mandando mensagens no meu celular solicitando abordagens de veículos na BR381 e BR262 como se eu fosse chefe da equipe. Enquanto isso o pessoal da turma deles como Adailson e Maria Chaves sequer eram notificados. Havia um PRF da inteligência de Sete Lagoas e outro de Oliveira que várias vezes ficavam me passando pedidos. A maioria desses pedidos não davam em nada e parecia que estavam brincando com a minha cara, estavam me dando serviço pra nunca ficar ocioso. Várias mensagens de veículos no sistema da inteligência que estava no computador dedicado dentro da unidade da PRF em Betim pareciam surgir quando eu ficava sozinho na unidade. Eu desconfiava que eram montagens para mim pois a quantidade de pedidos de abordagem era fora do comum. Quando as equipes voltavam as mensagens no sistema paravam. Assim, eu ficava sobrecarregado consultando, averiguando e entrando em contato com as equipes para abordagem. Vários PRFs desligavam o sistema, sabotavam ou abaixavam o volume do alerta pra não ter que ficar fazendo esse serviço enquanto eu nunca fiz isso.
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Por falar nesse sistema que é chamado Alerta Brasil e possui câmeras em todas as rodovias no país inteiro, quando era sabotado na unidade de Betim, ficavam me perguntando o que tinha acontecido. Até a empresa que instala e dá manutenção me procurava pra saber o que estava acontecendo mas eu não sabia. Parecia algo orquestrado pra me incomodar sendo que eu não era chefe de nada e não trabalhava em todas as equipes. Por que não cobravam os chefes de equipe? Por que nunca a corregedoria ou a própria inteligência procurou saber o que estava acontecendo? Nunca abriram um procedimento de apuração, o problema era comigo, sempre foi pessoal.
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Tanto é pessoal que o chefe da delegacia me indicou para fazer um curso chamado Alinhamento de Inteligência. Eu nunca quis trabalhar no setor de inteligência, nunca fiz qualquer curso da área, mas me colocaram nesse curso aonde me senti deslocado e me senti sendo um alvo da inteligência ao invés de possível integrante. A PRF Janaína, da contrainteligência, me assediava constantemente sobre eu trabalhar na atividade fim e eu dizia que gostava. Me fizeram de palhaço e por fim destruíram a minha vida e a vida dos meus filhos. Nunca tiveram coragem de conversar comigo ou perguntar qualquer coisa sobre mim ou sobre o trabalho. Hoje sou torturado eletronicamente mas eles não fazem nada. O tal curso foi um engodo.
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Pregam que a PRF deve manter boas relações com as polícias militar e civil. Isso com relação à consultas nos sistemas da PRF que incluem leitura de placas pelos radares e pedágios do Brasil todo. Eu não gostava de fazer isso por que não sabia quem estava solicitando e imaginava que esse tipo de pedido deveria ser feito por ofício. Emblemas e insígnias da polícia qualquer um consegue. Policiais corruptos que trabalham com atividades à margem da lei é uma realidade. Mas os colegas consultavam livremente para qualquer policial tirando o sigilo dessas informações e passando para supostos agentes que supostamente estão investigando algo ou por mero interesse pessoal. Se um policial quiser saber se o veículo da sua esposa passou num determinado local com um radar ou câmera basta consultar numa umidade da PRF, simples assim. Muitas fotos de radares mostram pessoas sentadas do lado dos condutores, por exemplo, e os PRFs mostram as telas dos computadores pra esses agentes. A inteligência nunca fez nada à respeito mas prejudicar seus servidores faz muito bem.
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A inteligência acobertou a morte do PRF Scapin em Juíz de Fora. Ele foi morto por um PRF que trabalhava na inteligência. O PRF Adailson falava que Jeferson era um cara bom demais mas que tinha que resolver uns problemas. No caso o problema era Scapin que roubou sua mulher e vivia com seus filhos. Depois do ocorrido Jeferson foi preso na própria superintendência da PRF em Contagem. Tudo indica que a inteligência ajudou Jeferson nesse processo. Mas o mais importante é ver que eu suspeito que meu filho mais novo é filho biológico do PRF Antônio Dias, também da inteligência. Hoje sou torturado, mantido isolado e sofrendo pra parecer que sou doente mental. Usaram todos os tipos de técnicas de inteligência pra me destruir. Gente, isso não é coincidência. Além disso tenho que ouvir que só suicidando que isso vai parar, que nunca mais volto pra PRF, que tão brincando comigo, que estão assistindo eu morrer aos poucos, que é bem feito pra mim e pra minha família, que vão me bater, que vão me matar, e muito mais. Só essas frases mostram tentativas de me fazerem suicidar. E toda essa tecnologia empregada é usada pela inteligência. Sabem muito bem o que está acontecendo. Eu desconfio que exista dentro da PRF grupos de policiais que provocam intencionalmente suicídios assistidos. E não estou brincando com isso pois é muito sério esse assunto mas estou passando por isso. Tortura é crime hediondo, se for praticado por agente público é pior ainda.
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É comum dentro da PRF chefes, instrutores e "donos" da polícia te ameaçar por falar determinado assunto. Se você falar do sistema Alerta Brasil ou AB, será punido. É só um sistema que lê placas por meio de câmeras de radares nas rodovias pelo Brasil inteiro. Se você citar a palavra inteligência pra algum jornalista será punido. Christian fez isso comigo após eu conversar com um jornalista e dizer que um caminhão com cigarros foi um trabalho de inteligência da PRF, nada mais. Fui execrado por Christian, um dos donos da PRF. Já vi o inspetor Júnior falar de inteligência várias vezes em entrevistas mas ele não sofre retaliação alguma. As ameaças são direcionadas para aqueles que deveriam temê-los. Até a polícia militar divulga sobre as câmeras e leituras de placas na televisão.
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PRFs cônjuges ou parentes de policiais federais
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Cito esses PRFs pois possuem influência no órgão e não são meus amigos. Pelo contrário, usam seus relacionamentos pra mostrar poder e interferir em decisões da cúpula de chefes. Por isso não fui à polícia federal denunciar as torturas que sofro há anos. Provavelmente todos sabem o que se passa comigo mas se omitem ou fingem não ver.
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Dornelas, tem um irmão na polícia federal.
De Oliveira, tem um irmão delegado da polícia federal.
Flávia, é casada com um policial federal.
Márcia, é casada com um policial federal.
Ludimila, diz namorar um policial federal.
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Concurso público e mulheres
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Já tinha relatado isso no meu diário, aqui mesmo no blog. As fichas de novas servidoras da PRF, recém formadas, são analisadas e distribuídas. Os chefes olham e escolhem as servidoras com base em fotos. Os instrutores que tem contato com elas nos cursos de formação já iniciam uma pré propaganda das mais bonitas. Essas são direcionadas para o setor do chefe que as escolheu. Eles distribuem as mulheres conforme interesse pessoal de cada chefe ou amigo mesmo se for casado. Elas não percebem como foram escolhidas e por quê. Dentro da PRF há um jogo sexual que movimenta escolhas e interesses, e esse jogo não é implícito. Os assédios sexuais são uma realidade.
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Existe também algum tipo de proteção extra às mulheres. Os chefes as chamam de flores do jardim. Não se pode mexer com elas senão sofrerão represálias fortes.
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Relacionamentos ou casamentos entre PRFs deveria ser proibido pra não influenciar no trabalho policial. Deixo minha sugestão pois vejo muitos relacionamentos assim dentro da PRF e que não são saudáveis pra atividade policial.
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Mulheres cônjuges dos PRFs
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Ouvi a primeira vez sobre isso quando eu trabalhava na Bahia. Era uma espécie de fetiche sexual misturado com traição. O "modus operandi" do esquema eram os chefes da PRF assediarem a esposa ou cônjuge de algum policial subordinado a si alegando que iria prejudicá-lo de qualquer maneira caso essa mulher não ficasse com ele. Assim essa mulher era intimidada e seu esposo era ameaçado sem saber o que está acontecendo. Depois do chefe ou algum amigo conseguir ficar com essa mulher eles espalham no grupo deles e riem da cara do policial que não sabe de nada e nem vai saber devido ao sigilo exigido para sua mulher. Vejam que se ela falar alguma coisa estará disposta a ver a morte de seu esposo.
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Após expor esse esquema que existe sim dentro da PRF quero mostrar que isso pode ter ocorrido comigo e minha ex mulher. Ela era constantemente assediada na Bahia por vários PRFs. Entretanto, só quando o PRF Adilson Souza foi na minha casa, já sabendo que eu estava trabalhando e já sabendo que minha mulher estava sozinha em casa, que eu fui desconfiar de que esse esquema poderia estar acontecendo comigo. Cabe acrescentar que eu desconfio da paternidade do meu segundo filho com o PRF Antônio Dias da inteligência e meu ex chefe. Além da semelhança física existe uma semelhança no modo de agir e falar. Além das chefias, a inteligência tem conhecimento disso. Por isso me transformaram em doente mental por meio de processos forjados e uso de tecnologia eletrônica que não é de conhecimento público.
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Grupos ou turmas
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Existe a formação de grupos de interesse, grupos que se alinham para dividir o poder, para se beneficiarem, para autoproteção, para angariar recursos financeiros entre eles e perseguirem quem se intromete ou tenta prejudicá-los. Eles dividem as mesmas opiniões, fazem vista grossa quando erram e aceitam novos membros que passam a aceitar como conduzem as coisas. Esses que aceitam sobem rapidamente. Esses grupos na cúpula vão trocando as cadeiras e o controle permanece sempre nas mãos deles.
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Quando vi os processos forjados que usaram pra me prejudicar, falsas declarações de ameaças, reuniões registradas em ata voltadas para me prejudicar, e, principalmente, quem eram os membros e as assinaturas, entendi melhor como as coisas funcionam no âmbito da PRF. Eles são capazes de tudo pra não serem prejudicados mesmo falseando a verdade. Criam meios de convencer o judiciário e o ministério público daquilo que estão fazendo. Usam seus amigos em outras esferas para dar ar de legalidade em seus procedimentos. No meu caso, o ministério público federal foi contra minha aposentadoria ao menos que existisse algum tipo de agressão ou algo nesse sentido para concordar. Foi justamente o que fizeram, forjaram declarações falsas e inseriram no processo pra devolver ao ministério público. Os colegas que mentiram são todos amigos entre si. E conseguiram me aposentar sem que o processo informasse o motivo. Nunca fui chamado pra nada, nem nos processos, não há um documento meu ou declaração minha. Não há ajuntamento do meu tempo de trabalho fora da PRF e nunca fui chamado pra entregar documentos para averbação. Me aposentaram como doente mas não citam qual doença. Tudo forjado.
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Tenho pra mim que há milícias organizadas dentro da PRF. O crivo de tudo passa por eles, inclusive minha situação.
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Conhecimentos da área policial na PRF
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Como eu disse antes, nunca aprendi nada na PRF. Mal aprendi a atirar por que parece um crime atirar à vontade ou muitas vezes. Até criminoso atira mais que um PRF. Fiz o curso de formação policial e depois fiquei fazendo cursos de reciclagem e atualização, só isso.
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Não ensinam nada, absolutamente nada sobre a área de inteligência. Também não ensinam e não mostram armas, quais tipos, origem e desempenho. Os traficantes e criminosos sabem mais de armamento que os PRFs. Eu nunca vi um curso sobre armas, bombas, "sniper", e etc. Ou você traz esse conhecimento de outra corporação ou está fadado a ser autodidata o tempo todo. É constante ver PRFs manipulando armas que apreenderam sem conhecimento, então não se trata somente de mim. A PRF parece uma polícia que sabe tudo mas não sabe nada. É bom salientar que passei cerca de 7 anos trabalhando na Bahia num lugar isolado de tudo e nesse tempo não consegui evoluir meus estudos em nenhuma área. Nunca cresci profissionalmente. Naquela época, creio que 2008, foi eu quem solicitou um curso de fiscalização de peso, por exemplo. Foi eu quem abordava meus colegas e dizia que tínhamos que fazer aulas de direção mais avançadas. A PRF só criou um curso de direção recentemente em 2021 sendo muito diferente do que acho necessário pra um policial.
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Enfim, pode parecer que a PRF por ser uma polícia federal é uma polícia de elite como nos EUA mas se enganam. Não sabem nada. Nem cachorro tem. O conhecimento é restrito a poucos dentro do órgão, viagens ao exterior só pra elite e seus amigos. Quem detém a informação continua retendo para si, assim ele é importante e útil sempre.
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Ah, sim! Os cursos mais legais são sempre deles, dos grupinhos que controlam. A não ser que você tenha dinheiro pra pagar.
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Suicídios
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A PRF não possui um setor de saúde voltado para combater suicídios de policiais. Vê-se muitas situações estressantes que o policial passa no dia a dia mas ninguém conversa. Eles te jogam num setor chamado Siass-Cefet onde ninguém tá nem aí pra você. Lá você vai ser liberado se tiver influência e poder. Mas se você fez algo que algum grupo poderoso não concorda daí não volta nunca mais, mesmo se fizer tratamento. É claro que servidores abonados podem se defender melhor em relação aos menos afortunados.
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Ao ouvir a PRF Vera Arcas dizer que sabia que uma servidora da Paraíba iria suicidar, mas também dizer que não deu tempo de chegar no local pra impedir, mostra como a PRF trata a situação. Eu, hoje, diante de tudo que vi e passei, por sentir na pele, posso afirmar que classificam as pessoas como úteis ou não, sendo que as que não são úteis são instigadas a cometerem suicídio. E tentaram isso comigo por meio de vozes eletrônicas que só os psiquiatras e a cúpula da PRF, incluindo inteligência e corregedoria, sabem. Esse sistema simula e faz você ouvir vozes humanas por meio eletrônico como se você fosse um esquizofrênico. Criam um cenário aonde fazem sons de batidas como um esquizofrênico, dão ordens, criam dores fortes, e sugerem nomes e instituições que porventura possam estar te perseguindo. Comigo tentaram fazer eu acreditar que as viaturas da PM estavam me perseguindo, mas era o contrário, eu chegava num local e aparecia uma viatura de propósito. Eu até olhava o relógio pra ver quanto tempo gastavam pra enviar uma viatura pois tinha virado realidade. Eu ignorava pois sabia que era tudo forjado e então nunca caí nesse enredo. E isso os deixavam nervosos pois era pra eu ter suicidado segundo os planos. E afirmo que ocultamente a PRF e a polícia militar, talvez a polícia civil também, tenham programas voltados ao auto-extermínio induzido já que induzir não é fazer psiquiatria. Os processos também são ocultados então não adianta procurar uma resposta pois só a cúpula terá acesso. E afirmo veementemente que já existe tecnologia pra simular esquizofrenia, mesmo que a pessoa não tenha qualquer doença, com diferentes objetivos.
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As inteligências policiais tem conhecimento disso tudo e deve ter servidores voltados para esse tipo de trabalho. Cabe citar que o exército possui um batalhão de ataques psicológicos. É uma realidade, só não se sabe como estão usando, se há ética ou não. No meu caso, sou torturado pela polícia ou com conhecimento da polícia com a cruel intenção de me induzir ao suicídio. Tudo que passei nas mãos dessa gente da inteligência e o que fizeram com minha família está elencado no meu blog e aqui nessas descrições que fiz pra mostrar a realidade dessa polícia sem controle do que está fazendo. Eu nunca tentaria suicidar mas de forma induzida seria bem possível, já que a tortura eletrônica pode ser utilizada em conjunto com uma inteligência artificial que não descansa nunca, é desesperador. Eu não tenho doença mental nenhuma mas sou tratado pela PRF como um doente, demonstrando a falta de expertise na área de psicologia e uso dessa condição por grupos corruptos.
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Não confio no que as polícias divulgam. Se eu não suicidar provavelmente vão dizer que foi eu mesmo quem fez isso comigo. É assim que agem pra nunca serem responsabilizados. Eles nunca tem culpa de nada. Depois de ler tudo que escrevi aqui é fácil perceber como é trabalhar nessa organização.
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Objetos furtados
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Meu carregador de celular já tinha sido furtado pelo colega PRF Batista na Bahia. Essa foi a primeira vez que furtaram um objeto meu na PRF.
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Sumiram com meu chinelo dentro do alojamento masculino. Eu havia tomado banho, descansei e fui embora, esquecendo os chinelos embaixo da cama. Era comum acontecer isso com todo mundo mas no retorno seu pertence estaria lá. Quando voltei pro próximo plantão não achei meus chinelos. Perguntei a todos sobre meus chinelos mas não encontrei. Até Roseane que faz a limpeza da unidade de Betim disse não ter visto. Isso foi sacanagem de alguém para comigo.
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A PRF havia fornecido facas táticas para todos os policiais. Eu deixava minha faca presa ao bornal de perna afixado no conto com o coldre e outros objetos. Eu deixava esse cinto em cima da bancada interna unidade como todos faziam. Certa vez notei que a faca sumiu. Achei que a tivesse deixado em casa mas quando procurei não achei. Essa faca foi furtada dentro da unidade da PRF de Betim. Isso é PRF.
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Infelizmente já sumiu um boné com meu nome escrito dentro nele.
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G. Sales (não sou eu)
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Meu nome de guerra é G. Salles mas existe um outro PRF com uma pequena diferença na grafia do nome, um "L" a menos, G.Sales. Eu descobri que havia outro PRF com mesmo nome quando uma ocorrência sumiu no sistema de acidentes e então descobrimos que havia sido designada a ocorrência de acidente para esse G. Sales. Esse outro homônimo trabalha no Piauí e eu não o conheço.
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Siass-Cefet em Belo Horizonte
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Setor destinado à perícias médicas de servidores do governo federal. Lá dentro vi que também possuem ligação com a polícia militar, ou seja, atendem policiais militares.
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O psiquiatra Gustavo Coutinho Faria numa perícia médica declarou que não estava ali pra me ajudar e que não iria fazê-lo. Diante de tudo que já estava acontecendo com tanta gente tentando criar situações comprometedoras pra mim e diante da minha vontade de voltar ao trabalho, perdi a confiança nesse médico e em certo momento deixei de comparecer nas perícias falsas dele.
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Esse Gustavo Coutinho Faria foi professor e possui vários estudos sobre sono e uso de drogas assim como uso de campos magnéticos no cérebro humano. Quando vi o currículo dele e associei com o que eu estava sofrendo não tive dúvidas de que estava participando das torturas eletrônicas contra mim. E são torturas sim. Tive que ler sobre o assunto e ver que eu estava submetido à algum tipo de tecnologia sem autorização e de maneira ilegal haja vista que não autorizei tal coisa. Inclusive esse médico tem conhecimento de como fazer alucinações auditivas diretamente no crânio da pessoa. Esse tipo de uso tem por objetivo simular uma esquizofrenia e aposentar a pessoa. Nunca pedi pra aposentar e não concordo com isso. Isso é corrupção. Esse médico se aliou à cúpula da PRF pra me manter longe do trabalho, servir de cobaia pra vários testes e me aposentar compulsoriamente sem motivo. Esse é o Siass-Cefet em Belo Horizonte, é pior que o hospital de Barbacena quando estava em funcionamento. Esse psiquiatra sabe exatamente o que está fazendo quando priva meu sono, usa frases e nomes que não contém sobrenomes pra eu fazer associações de perseguição e também quando coloca seus discípulos pra fazer batidas ou dar pancadas pra eu relatar e eles associarem à doença esquizofrenia. Eu não tenho essa doença.
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Eu já havia apresentado um atestado de tratamento psicológico para voltar ao trabalho mas em vez de eu retornar ao trabalho esse médico, Gustavo Coutinho Faria, me afastou indeterminadamente. Tive dois psicólogos e ambos me atribuíram condição mental normal. Uma psicóloga disse que o que estava acontecendo comigo poderia ser vingança de mulher e ela, diferente desse psiquiatra, foi a única que apresentou uma explicação plausível. Somente esse psiquiatra me condenou como doente mental, sequer fez perguntas sobre minha vida, família ou infância, mas produziu relatórios falsos muitos deles sem meu comparecimento. A última perícia desse psiquiatra foi no escritório da advogada Alexsandra aqui em Betim e essa me falou claramente que o que ela presenciou não tinha sido uma perícia. Quando Gustavo chegou no escritório da advogada a primeira coisa que ele me perguntou foi o que eu queria arrumando uma advogada, e então eu respondi que era processá-lo e mostrar a verdade. Ele riu. Eu gravei essa suposta perícia pra provar que eu estou certo e que esse psiquiatra age de má fé de forma intencional já que não consta nada na corregedoria contra mim e nunca ocorreu nenhum problema entre mim e outros colegas, sendo bem quisto até então.
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A chefe do setor é a assistente social Salete Guimarães. Ela invadiu uma sala em que eu conversava com o psicólogo Mateus, do próprio Siass-Cefet, sentiu-se e começou a fazer perguntas de psicólogo. Na primeira pergunta dela já falei que ela não era psicóloga e eu não iria responder sua pergunta. Ela estava quebrando o sigilo legal que eu tinha com esse psicólogo. Eu não autorizei a entrada dela e nem o próprio psicólogo. Já havia uma estagiária de Mateus na sala para ouvir nossa conversa e que eu tinha autorizado. Salete foi antiética e isso não é um comportamento aceitável pra quem coordena um setor como esse.
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Salete ainda tentou outra forma de me comprometer ou fazer prova contra mim. Ela queria que eu fizesse um vídeo falando sobre bebida alcoólica. No mesmo instante notei sua intenção de produzir um vídeo pra ser usado contra mim. Não aceitei e ela ficou nervosa com a situação. De novo foi antiética e queria se passar por psicóloga ou psiquiatra, ursupando de função que não possui. Essa tentativa dela iria me prejudicar e possivelmente seria utilizado pra me aposentar. Isso foi em 2021 mas me aposentaram compulsoriamente e sem razão em 2024.
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Em uma seção marcada com o psiquiatra Gustavo Coutinho Faria fiquei cerca de 4 horas esperando atendimento. No final uma funcionária do setor disse que houve uma confusão na agenda mas que eu seria atendido. Foi mais uma tentativa frustrada de me causar ansiedade e agressividade. Fizeram isso de propósito para causar algum tipo de conflito ou reação minha que pudesse ser usada contra mim. Está bem clara essa situação pra mim já que Salete tentou causar várias situações.
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