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Post 16 - É possível criar um indivíduo louco mesmo que não seja?

  • guifsalles
  • 8 de mai. de 2023
  • 19 min de leitura

Atualizado: 24 de mai. de 2024


A resposta é um sonoro SIM.


Se não conseguirem criar um indivíduo louco irão realizar seu cancelamento, ou irão te cancelar para lhe tornar louco. Saliento que não sou integrante de inteligência policial, não tenho cursos na área e nunca almejei trabalhar com isso. O que explano a seguir é tão somente o que ocorreu comigo e ainda vem acontecendo.


Leiam na sequência, que basta pouco conhecimento para se chegar num resultado em que um indivíduo se verá imerso em uma "loucura" completa e sem volta. A principal variável nesse processo é o tempo, pois são dispendidas muitas horas de planejamento e ação por parte de uma equipe e nunca por uma pessoa somente. Outra variável é a quantidade de membros e suas correspondentes funções.


Bem, deste de que criei este blog venho descrevendo o que vem acontecendo comigo, então creio que estou experimentando esse processo que vou descrever e que posso afirmar; não é nada agradável. Você vê sua vida se perdendo e mesmo que interaja com outras pessoas tentando procurar ajuda, será completamente ignorado e desacreditado. Será o fim então? Não existem direitos humanos e leis nesse país (Brasil)? Infelizmente a resposta a essa pergunta é um sonoro NÂO, ainda mais se for pobre e ter uma família problemática.


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O processo


O processo constitui em causar danos sociais à reputação do indivíduo a partir de problemas que ele não consegue resolver sem ajuda. O processo é contínuo, ou seja, não pára nunca. Mas uma pessoa se sujeitaria a isso? Claro que não. A pessoa não quer isso e provavelmente irá procurar ajuda, porém, com um abalo social gritante em sua vida ela percebe que não consegue a ajuda adequada o que acaba promovendo seu isolamento social e a sensação de que está ficando louca.


Exatamente isso que um processo deste tipo procura fazer, criar uma loucura na pessoa de modo que essa pessoa faça coisas que poderão comprovar que está ficando louca. Isso foi planejado no processo. Sendo considerado louco, deverá, obrigatoriamente, inicialmente por sugestão, procurar por ajuda psiquiátrica, e, finalmente, ser taxado de louco por meio de relatórios médicos incontestáveis. Esse processo não permite volta sem que alguém perceba o que realmente está acontecendo e ajude a pessoa.


O que chama a atenção no processo são os recursos dispendidos pela equipe que planeja os atos que causarão o isolamento da pessoa. Perdem muito tempo, levando até anos para concretizarem seus objetivos, o que inclui oitivas de amigos, de familiares, de colegas de trabalho, de ex-namoradas ou esposas, e ainda, dispendendo muitos recursos como dinheiro, combustível, alimentação e equipamentos sofisticados. Mas quem financia tamanho projeto com gasto de tantos recursos? É o Estado? A resposta para essa pergunta ainda não é possível de dizer, mas chama a atenção o acesso às informações sobre a pessoa e sua vida, informações que não estão disponíveis para um cidadão comum ou um criminoso comum. Desta forma, é possível inferir que há sim participação do Estado ou de agentes do Estado.


Como tenho anotado tudo que vem acontecendo comigo e sei que muitas informações sobre minha pessoa que estas pessoas conseguiram só podem ser conseguidas com uma investigação social detalhada e demorada, já que são tratadas informações pessoais do passado, sendo muitas vezes associadas à infância da pessoa, sua juventude e da vida adulta, perfazendo um dossiê completo sobre a pessoa.


Em seguida vou tentar inserir o máximo de detalhes que pude levantar desse processo de criação de um indivíduo louco. Leiam!


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Início do processo


Conhecendo e mostrando o alvo para a equipe


À princípio é criada uma situação em que a pessoa alvo é convidada a participar de um encontro, festa, reunião, seleção, programa, etc., de modo a reunir todos os participantes da equipe com esta pessoa com objetivo de apresentá-la, vê-la, conhecê-la e avaliá-la.


Nessa introdução do processo são feitas perguntas à pessoa, que ao respondê-las está alimentando o processo com informações pessoais. Pode incluir assuntos sobre família, amigos, desavenças, brigas, estado emocional, profissão, futuro, entre outros que considerarem pertinentes. Aqui a pessoa alvo não sabe o que está acontecendo e pode ser manipulada a revelar algo achando que está apenas conversando com pessoas ou interagindo socialmente.


Para conseguir mais informações de você, alguma pessoa pode te fazer perguntas como: quem acabou de te ligar? quem é sua cardiologista? pra onde você vai viajar e com quem? você conhece essa pessoa da onde? você tem boa relação com sua ex esposa? como estão seus filhos? que tal sair comigo e uns amigos meus pra tomar umas cervejas? vamos numa igreja que quero conhecer? Eles demonstram uma curiosidade sobre sua vida mas o intuito é realmente levantar quem são as pessoas que você confia ou não, de modo a conseguirem sempre mais informações e alimentar o processo.


Saliento que nessa etapa do processo a equipe já se familiarizou com a pessoa alvo em monitoramentos que já começam a ser frequentes, seja por voz, por localização, mas tudo realizado à distância, semelhante a um sistema de monitoração de criminosos.


Não posso deixar de citar que nessa fase eles já obtiveram todas as informações acerca de problemas, brigas, erros, falhas, frustações, e tudo que ocorreu na vida da pessoa de forma negativa, pois isso tudo que foi coletado será jogado contra ela durante outra parte do processo. Caso não tenha errado em nada ao longo da vida, eles terão o prazer de fazer a pessoa errar em algum momento para que seja torturada e fique mal com o que aconteceu. É o processo, vai mexer intensamente com o emocional, e se por um acaso a pessoa alvo seja frágil nesse quesito, deixará tudo mais fácil para a equipe.


Para obter informações acerca da pessoa, basta pesquisar ou ir à campo. Uma espiada nas redes sociais já é suficiente para descobrir amigos e familiares. Quiçá locais que a pessoa frequenta comumente.


Mais uma forma de obter informações adicionais sobre a pessoa é forjar uma conversa com uma ex-namoradas ou com vizinhos. Lembrando que caso exista problemas ou desavenças com seu vizinho, com certeza as informações serão obtidas com facilidade. Em caso de litígio com esposa(o) será da mesma forma. Aqui citei duas fontes excelentes para obter informações sobre a pessoa alvo e que provavelmente ela nem ficará sabendo. Cabe salientar que a pessoa alvo não será consultada para confrontar as informações coletadas, pois todo o processo é unilateral.


Até aqui foi somente isto, um levantamento sobre a pessoa alvo. Tenham em mente que esse levantamento não para, é contínuo, e sua duração é a de todo o processo.


Bem, após conhecer o que o alvo fala, com quem fala, o que o alvo procura, como se diverte, sua relação com a família e ex parceiras, darão início às próximas etapas. Começa o chamado Stalking¹, uso da psicologia.


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Fragilidades da família


Dizem que toda família guarda sua intimidade e possui seus segredos. Mas se cair em mãos erradas o que pode acontecer? Não posso deixar de falar sobre a família pois é um dos pontos mais importantes e explorados pelos mal intencionados.


Aqui é importante frisar que a relação com a família é ponto chave na obtenção de informações pessoais e do passado. Em se tratando de desavenças familiares posso dizer que os sentimentos ficam aflorados e aí que mora o perigo. Um familiar ressentido com a pessoa pode desabafar informações pessoais com intuito de prejudicá-la, mas sem pensar nas consequências.


Para essa tarefa basta ir à campo, realizar gravações de vídeo ou áudio a partir da casa de vizinhos por exemplo, e com isso conseguir traçar um perfil para aquela família e todas suas falhas. Será possível verificar ressentimentos, falhas, brigas, apoios, mentiras, verdades, assuntos íntimos, etc.. O que era algo íntimo e privado à família vai ganhar outra dimensão nas mãos dos mal intencionados.


Depois de traçadas as fragilidades da família, prejudicar ou ameaçar o alvo será muito mais fácil para a equipe.


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Quem mente primeiro diz a verdade


Para informação do leitor explano sobre o conceito de um termo interessante, a desinformação.


Desinformação é a utilização das técnicas de comunicação e informação para induzir a erro ou dar uma falsa imagem da realidade, mediante a supressão ou ocultação de informações, minimização da sua importância ou modificação do seu sentido.


Quanto a isso posso dizer que basta uma informação falsa colocada no lugar e momento certo para causar um estrago sem precedentes. Isso que já foi, e talvez, ainda é uma estratégia militar imagine o que pode causar numa família fragilizada. Uma pessoa mal intencionada pode relatar fatos inverídicos ou passar informações falsas para uma determinada pessoa alvo, de modo que, a presunção da verdade estaria alheia ao que foi dito. Se essa desinformação for passada para um ente familiar na tentativa de causar danos nessa família com certeza obteria êxito caso não fosse checada. O que ocorre é exatamente isso, as informações são passadas para pessoas fragilizadas mas que podem causar um grande estrago na estrutura familiar ou até rompê-la. Esse é o processo. Como isso aconteceu comigo e como pude ouvir casos dentro do ambiente policial, acabei por descobrir como isso ocorre. E basta uma ligação para iniciar o caos.


Percebe-se desta forma que basta uma mentira bem contada para ter-se um caos no seio de um grupo ou uma família. Essas mentiras são as causadoras de brigas, rompimentos e discórdias, como planejado pela equipe. O resultado deste caos é o isolamento da pessoa em relação à família. Assim, gradativamente a pessoa vai se isolando socialmente e não pode recorrer a ninguém, consequentemente vai ficando difícil de justificar os fatos e tudo vai piorando.


Nesse ponto você poderá ouvir a seguinte frase: "Quero ver você provar tudo isso que você tá falando.". A pessoa encontra-se isolada e sem apoio. O que você faria?


Mesmo que esta desinformação seja parcialmente uma mentira, mas que foi bem contada, você verifica que os envolvidos não conseguem digerir ou discernir entre a verdade ou a mentira, então a informação que é tratada como verdade não é mais passível de contestação. O resultado disso? A loucura, o isolamento, o caos se instalando na vida da pessoa.


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Meios de monitoração do alvo


Primeiro posso citar a monitoração da pessoa por GPS. Como isso é feito? Por meio do aparelho celular, aplicativos em aparelhos de entretenimento, computadores ou por meio do seu veículo. Como citei anteriormente em outro post é possível encontrar o monitoramento por meio também de chip implantado na pessoa.


A localização de uma pessoa ou um objeto não é nada de outro mundo. Por sinal de celular, dados móveis de redes celulares ou por Wi-fi é possível rastrear a pessoa. Não só equipes policiais possuem meios de rastrear, mas também os detetives particulares e ministérios públicos podem e fazem esse tipo de rastreamento.


Em veículos normalmente é colocado um equipamento com um ímã que se prende à estrutura metálica do lado externo, possui bateria própria que pode durar muito tempo, e é capaz de rastrear via GPS a localização de um veículo em qualquer lugar do mundo. Esse equipamento não precisa de ter acesso ao interior do veículo.


Outra possibilidade são concessões judiciais para monitoramento via rede celular. Porém, nem sempre é o que ocorre. Acredito que todas as polícias já realizam este tipo de monitoramento mesmo com a proibição de não o fazerem sem autorização judicial.


Também é possível monitorar as placas de veículos através de radares e câmeras instaladas em rodovias e pedágios. O que não é segredo, já se tornou público, já que é divulgado por muitas polícias através de entrevistas para jornais. Caso você siga com seu carro por uma rodovia em direção a outra cidade, tenha certeza que já terão conhecimento.


Não muito comum mas utilizado constantemente estão a instalação de aplicativos em celulares para monitorar a pessoa. Um aplicativo espião pode ser instalado por parentes, parceiros, amigos, policiais, esposas, que tenham acesso ao equipamento. E não é nada difícil de fazer isso. Uma vez instalado o aplicativo a pessoa será monitorada constantemente e não saberá como caso desconfie. O aplicativo se mantém oculto em qualquer celular com sistema operacional Android, o mais vulnerável, como também IOS.


Por isso sugiro sempre verificar as configurações do sistema operacional do aparelho celular para verificar se foram alteradas logo após alguém tomar posse temporária do aparelho. Em caso positivo é bem possível que um aplicativo oculto fora instalado. Caso um aplicativo tenha sido instalado ele será capaz de registrar todas suas senhas, sites visitados, pesquisas, mensagens, e-mails, números de telefone com chamadas recebidas e efetuadas, prints de telas de aplicativos de banco e etc., nada mais estará no privado.


Outra forma de monitorar a pessoa é seguindo-a. Poderá ser realizado através de viaturas ou veículos descaracterizados. Aqui pode parecer difícil de perceber pois veículos passam por nós o tempo todo nas ruas, mas com um pouco mais de atenção é possível notar certas atitudes. Mesmo em locais ermos, é possível notar veículos sendo estacionados ou já estacionados com pessoas em seu interior sem razão explícita ou compatível para o local.


Salientando que se você contar algo do tipo pra alguém será indagado do porquê e provavelmente não acreditarão em você. Notou viaturas te seguindo onde quer que vá? Fica a dica que algo está errado, porque é estatisticamente impossível que tenha uma viatura da polícia militar em todos os locais que você vá. Comigo começou assim, quase me causando um nó na cabeça de tanta coincidência diária, pois era possível perceber que chegavam e partiam do nada, sem objetivo, era pra somente causar algum tipo de impacto psicológico.


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Modificação de veículos para causar pânico


Esse assunto pode parecer estranho mas ocorreu comigo. Então vou tentar explanar o que aconteceu comigo pois a modificação de veículos pode ser algo muito mais articulado e ser diferente para outras pessoas.


Inicialmente é preciso que a equipe do processo tenha acesso ao seu veículo, seja no seu ambiente de trabalho, em uma oficina, em uma concessionária ou em algum estacionamento privado. Lembrando que agora eles monitoram a pessoa alvo em qualquer lugar. É possível também terem uma chave (cópia) para acessar o veículo.


Meu carro, um Polo da Volkswagen, sempre foi para revisão em concessionárias da marca, então não houve uma pessoa de fora que tivesse acesso ao meu veículo, lembrando que também nunca emprestei meu veículo para alguém.


A primeira situação que ocorreu com meu veículo foi o vidro traseiro esquerdo abrir sem nenhum comando e então o alarme de intrusão soava. Até aí tudo bem, poderia ser um defeito, mas notei que ocorria sempre que estava estacionado na casa de minha mãe. Tentei retirar o fusível mas não foi possível pois ele fornecia energia a outros componentes. A solução era desligar o motor do vidro. Com auxílio de meu filho, desmontei a porta traseira esquerda e desliguei o motor do vidro retirando a fiação do conector. Remontei a porta e achei que tivesse resolvido o problema do vidro. Deixei para consertar o problema quando retornasse para próxima revisão na concessionária. Porém, poucos dias depois notei que meu filho abriu o vidro da porta traseira esquerda. O confrontei e ele disse que tinha apertado o botão para abrir. Daí percebi que alguém teve acesso ao meu veículo, desmontou a porta e religou o cabo do motor. Quanto ao problema que me fez retirar o cabo não mais ocorreu. Contei pra todo mundo o que tinha acontecido, já que não tinha levado meu veículo para conserto, mas ocorreu que ninguém acreditou. Então me vi imerso em uma loucura provocada pelo processo pois sabia que eu tinha desligado o motor do vidro.


A segunda situação foi ouvir vozes vindo do interior do meu veículo, como se tivessem saindo de todos os alto-falantes. Eram xingamentos com vozes de pessoas conhecidas, de colegas de trabalho. Nesta oportunidade, eu estava deitado no banco traseiro do veículo para dormir. Como eu disse, dormir não era possível, então comecei a xingar também. Quando fiz isso uma das vozes falou que eu não iria dormir nunca mais e a luz traseira do teto se acendeu. Fui ao botão para desligar e não consegui. Ficavam rindo da situação constrangedora que eu estava passando. Foi quando eu arranquei a luminária com violência arrebentando os fios e as vozes cessaram. Naquele momento de agressividade eu disse para aquelas vozes que caso acendessem mais alguma luz eu iria quebrar tudo. Foi quando pararam. Ainda neste post falo de agressividade provocada pelo processo.


O que posso inferir sobre isso é que o carro foi modificado em uma concessionária para causar este tipo de problema e consequentemente me causar pânico e perseguição extrema.


Aqui posso dizer que foram duas situações que me provocaram medo, pois senti que poderiam ter alterado o sistema de freios, ou outro componente de segurança do veículo para, eventualmente, causar um acidente resultando em minha morte ou de meus filhos. Isso porque em Dezembro de 2018 já haviam provocado uma colisão transversal em meu veículo em que quase meu filho foi atingido através da porta.


Destas situações até então tenho para mim que alguém tem acesso ao meu veículo onde quer que eu esteja. É possível inferir que tudo só pode ter sido feito em dois lugares, nas concessionárias ou no estacionamento da minha corporação policial, pois nunca deixei meu veículo por muito tempo na rua ou em estacionamentos particulares.


A modificação de veículos pode ser uma forma de demonstrarem poder e fazer a pessoa alvo ser torturada, pois ninguém acreditará que tal coisa existe.


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Um drone?


Em meu novo apartamento, após ser expulso de casa por meio da polícia militar, tive que experimentar mais um problema ou fato estranho.


Um drone, grande, caro, pairando do lado externo de minha janela durante a noite enquanto eu assistia o jornal. Percebi que estava me observando ou gravando pois minha janela estava aberta e ele ficou parado e virado para mim por muito tempo. Após alguns instantes ele sumiu e não apareceu mais.


O que pude entender disso foi que esse equipamento foi utilizado também pra causar pânico ou sentimento de perseguição. Essa é outra parte do processo, que você se sinta perseguido e monitorado.


É mais uma condição do processo de causar danos psicológicos a pessoa e causar sua desacreditação³.


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Provocando agressividade na pessoa alvo


Esse é um ponto crítico do processo. A agressividade pode ser um meio que a pessoa encontra de se defender, mas a equipe sabe que está alinhada com várias doenças psiquiátricas. Se a pessoa chegar nesse ponto não poderá mais retornar. E tenho colega de trabalho nessa situação. O processo almeja isso, já que a pessoa está muito fragilizada, isolada e sem acreditação. Percebam que tudo faz parte do processo.


O que você faria se falassem algo de você que não fosse a verdade. E se disseminassem a informação sem seu consentimento? E qual seria a dimensão da mentira? O que você seria capaz de fazer?


Nesta fase do processo a intenção é causar a agressividade da pessoa alvo, provocar a irritação, a fúria, com o simples objetivo de registrarem o fato de alguma forma, como por exemplo numa ocorrência policial, onde a consequência é "sujar" seu nome, sua reputação, causar uma vergonha pública. No caso de uma ocorrência policial a demanda terá partido da equipe do processo em anonimato, ou seja, a pessoa nunca saberá quem fez a denúncia.


Após um fato de agressividade com certeza a pessoa receberá a indicação de um psicólogo para fazer terapia. Mesmo que esse profissional forneça um relatório sobre a situação da pessoa e diga que a pessoa é normal e que recomende um acompanhamento através de terapia, como é sempre indicado para todas as pessoas, tenha certeza que relatório não será aceito. A justificativa para a não aceitação do relatório será de que o psicólogo não é médico, e portanto, não pode te fornecer um relatório de que você é normal. Somente um psiquiatra pode atestar seu estado pois ele é reconhecido como médico. Um médico é mais crível que um psicólogo na opinião de quem vai julgar. Aqui a pessoa já perdeu muito tempo, chegando a meses ou até anos, sem que o resultado apareça.


Daí em diante você será recomendado a procurar um psiquiatra e a tomar medicações. Bem, as medicações poderão ter qualquer intuito ou objetivo, pois há medicações para ansiedade, insônia, depressão, bulimia, irritabilidade, hiperatividade, estresse, síndrome de Burnout, humor, TPAS, álcool, drogas, etc., enfim, após um quadro problemático, não importa mais qual a causa, a pessoa se enquadrará dentro de uma das inúmeras doenças psiquiátricas sem que qualquer argumento a proteja, sendo tratada com tal problema. Aí sim, um médico psiquiatra poderá emitir um relatório médico em desfavor da pessoa de acordo com o planejado pela equipe e poderá, no pior dos casos, receber diagnóstico errado e tomar uma medicação errada o resto da vida. Seria uma espécie de anulação da pessoa, da sua capacidade cerebral, do seu discernimento acerca do mundo, dos seus sentimentos.


Assim, a pessoa alvo viveria sua vida inteira prostrada sem ser capaz de reagir. O pior seria quem gerenciaria seu patrimônio. A pessoa seria interditada pela perda das faculdades mentais. A interdição de uma pessoa trata-se de uma medida judicial que tem por finalidade alegar a incapacidade, absoluta ou relativa, de um indivíduo. Isso diz respeito, por exemplo, ao discernimento necessário para atuar sozinho em questões sociais, exprimir a própria vontade ou gerenciar seu patrimônio.


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Desespero e isolamento social


Uma colega de trabalho me disse em dia do ano de 2021: "Salles você vai ver que vai sobrar só você." Aquilo ficou marcado pra mim, pois parecia que todos no meu ambiente de trabalho sabiam o que ocorreria comigo. O isolamento.


Aqui é uma das piores fases do processo. A equipe conseguiu concretizar suas ações planejadas e a pessoa alvo se vê isolada, sem amigos, sem família e sem apoio. Nada que faça poderá mudar o que já foi concretizado. Parece ser o fim do processo.


Com as mentiras, as situações que provocaram dentro da família e no trabalho para que o alvo pareça sempre errado, não sobrará nada além de desespero. A única pessoa que poderia falar da própria vida, que é a pessoa alvo, nunca será ouvida.


O isolamento social fará parte da nova pessoa alvo, uma pessoa sem sentimentos, considerada louca, que não vê nenhum tipo de benefício em terapias com psicólogos ou tratamentos com psiquiatra.


Contudo o processo se valeu de um termo em psicologia chamado de "gaslighting²". Esse termo está ligado à distorção das informações para causar abusos psicológicos em que a própria pessoa acredita no que não é verdade. Como exemplo da situação de um gaslighting seria um cônjuge alegar que não está traindo o parceiro, mesmo estando clara a traição e ainda atribuindo o problema ao outro dizendo que ele ou ela é louco e que precisa de tratamento, chegando a ponto da própria pessoa achar que está ficando louca.


Isso é perfeitamente possível e ocorre com frequência em nosso mundo hoje. Muitas vezes ligados na relação de duas pessoas onde uma quer o controle lançando mão de artifícios conhecidos por gaslighting.


Dentro do processo, com pequenas alterações, é possível provocar o constrangimento da pessoa, dizer que ela ficou louca ou provocar situações que ela não consegue explicar, já que tal situação foi forjada pela equipe, resultando assim em gaslighting. A própria pessoa começa a verificar onde errou ou o que possa ter feito de errado acreditando que realmente estar ficando louca. Esse é o pior dos casos, pois sem uma ajuda de alguém que conhece mesmo a realidade a pessoa não sairá deste quadro. A pessoa alvo além de isolada ainda será taxada de louca sem possibilidade de defesa. É uma espécie de julgamento unilateral em que a pessoa fora condenada sem contraditório e injustamente.


O que pode uma pessoa isolada sendo considerada louca? A resposta da equipe do processo seria um sonoro nada.


A pessoa sente o isolamento e percebe as mentiras que são contadas sobre ela mas não consegue se defender como deveria. Judicialmente teria o direito a se defender e a ter um advogado, mas aqui nesse processo não funciona assim. O processo não é judicial, mas é o julgamento da pessoa que sentirá a sentença com a condenação ao tratamento psiquiátrico "ad eternum" sem defesa ou contraditório.


Antes do fim do processo existe a constante apresentação de atestados médicos que dão a credulidade do processo de criação de um louco. Produzindo provas contra si mesmo sem perceber a pessoa alvo se vê num tratamento psiquiátrico sem fim, onde nada se modifica ou melhora. Será o que antecede o fim do processo.


O fim do processo deve culminar em algo devastador e com destaque social. Deve ser algo impactante que coroe a equipe como mestres da inteligência de um um Estado omisso e manipulado por psicopatas que conseguem convencer e ludibriar profissionais experientes acerca do que não é verdade. O resultado, atinja quem atingir será cosiderado um sucesso.


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Fim do processo - a razão de um insano


Como o fim do processo culmina em algo devastador, posso inferir que existem duas possibilidades: ou a pessoa suicida ou ela comete algum crime associado ao sofrimento e desespero por suas próprias razões.


Como não sou psicólogo não posso afirmar com plena certeza o que ocorre com uma pessoa desesperada e isolada, mas estes concretamente são os pilares do processo de criação de culpa e loucura em um indivíduo. O processo almeja sempre o pior resultado, por isso o título acima "a razão de um insano", pois considero que somente um insano ou um grupo deles seja capaz de perseguir e destruir uma pessoa a ponto de desejar e fomentar seu suicídio. Isso vai além das leis, da religiosidade, da moral de uma sociedade que pretende crescer e ser melhor. Vai de encontro com o mal, alinhado com o que há de pior no mundo e demonstrando que não aprendemos nada como civilização e com os erros do passado.


A possibilidade de suicídio é um dos meios de finalização do processo. É onde a equipe comemora o fim dos trabalhos, a realização de todo desempenhar de funções, onde aproveita todo o sumo produzido para melhorar na execução do próximo processo. A morte do alvo é a realização de um trabalho bem feito que não despertou o interesse do Estado ou qualquer ente que pudesse proteger a pessoa. É algo que será mantido oculto até o próximo trabalho. E para a sociedade será nada mais do que um simples suicídio de alguém afetado mentalmente. E ponto!


Aqui faço um adendo para brevemente citar a estória contada por outra colega de trabalho. Que ela tinha um tio que se isolou e que a família não gostava mais. E que certo dia ele morreu e ninguém se importou. A estória não tem detalhes, parece ter sido contada para causar impacto durante o processo. Percebem? E foram muitas coisas que tive que ouvi onde trabalhava. Qualquer semelhança é pura coincidência. Ainda estou aqui, hein!


Os insanos ainda podem fazer a pessoa alvo a cometer crimes. Esse seria considerado o fim do processo mas não posso afirmar que seja. O cometimento de crimes poderia apurar mais a perseguição do processo em relação à pessoa alvo ou concretizar o controle do processo em relação a pessoa na realização de atos criminosos. A pessoa fica desesperada, entediada, sem razão de viver, sem perspectivas, isolada, não consegue mais sair do limbo. Caso ela não seja capaz de suicidar por medo ou culpa, ela poderá fazer algo que acha ser o caminho certo, a pessoa que está realmente fazendo isso com ela, mas sem discernimento real e sem saber que as pessoas da equipe sempre ficam ocultas, acaba por fazer besteira e destinando sua raiva a quem não deveria. Não vou elencar os crimes aqui porque qualquer pessoa é capaz de imaginar, mas terá o mesmo impacto do suicídio para o público em geral.


Assim, concretiza-se a razão do insano psicopata. A equipe conseguiu realizar a destruição da pessoa, de um desafeto, de um criminoso, de alguém não bem quisto. Utilizaram todas as informações coletadas e equipamentos para chegar num resultado planejado, dispenderam muitos recursos e assediaram muitas pessoas. Foi um trabalho bem feito e sem conhecimento do Estado, pois não há um inquérito aberto.


O processo em que a pessoa alvo será exposta poderá ter várias durações. Pessoas mais fragilizadas em menor tempo e outras mais fortes psiquicamente será em maior tempo. Mas o resultado desse processo condenador será o mesmo, pois não há ninguém nesse mundo que consiga ser tão exposto e assediado e ainda manter sua sanidade.


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1 - Stalking - (em português, “perseguição insistente”) é um termo em inglês que designa uma forma de violência na qual o sujeito ou sujeitos ativos invadem repetidamente a esfera de privacidade da vítima, empregando táticas de perseguição e meios diversos, tais como ligações telefônicas, envio de mensagens pelo SMS ou por correio eletrônico, publicação de fatos ou boatos em sites da Internet, remessa de presentes, espera de sua passagem nos lugares que frequenta, prática de constrangimentos públicos e coletivos direcionados, tratamento de menoscabo, desprezo e inferioridade, xingamentos e gritarias sem razão, apontar defeitos imaginários, menosprezar as suas conquistas e planos, culpar a vítima pelos abusos sofridos, ameaçar, divulgação de boatos mentirosos, divulgação de que a vítima está louca para a sociedade e perdeu a razão, destratar as opiniões da vítima, perseguir e apontar a vítima para terceiros turbarem publicamente, etc. - resultando dano à sua integridade psicológica e emocional, restrição à sua liberdade de locomoção ou lesão à sua reputação. Os motivos dessa prática são os mais variados: erotomania, violência doméstica, inveja, vingança, ódio ou simples brincadeira.



2 - Gaslighting ou gas-lighting - é uma forma de abuso psicológico na qual informações são distorcidas, seletivamente omitidas para favorecer o abusador ou simplesmente inventadas com a intenção de fazer a vítima duvidar de sua própria memória, percepção e sanidade. Casos de gaslighting podem variar da simples negação por parte do agressor de que incidentes abusivos anteriores já ocorreram, até a realização de eventos bizarros pelo abusador com a intenção de desorientar a vítima.



3 - Desacreditação - perder o crédito, deixar de possuir boa fama.

 
 

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