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Post 23 - Meu diário - parte VII - torturas - continuação

  • guifsalles
  • 30 de nov. de 2023
  • 63 min de leitura

Atualizado: 3 de jan. de 2024

Período 25/11/2023 a 05/12/2023.



Inicio outro post com mais do mesmo.


Vou fazer uma descrição de assédios e outras situações que sofri no trabalho desde o início. Não vou esgotar todas as possibilidades pois é uma vida de fato com muitas situações. Falo da ex esposa também porque ela se envolveu com meus colegas de trabalho. Depois dessas citações dou prosseguimento ao meu diário com as torturas.


Pessoas que me prejudicaram intencionalmente no decorrer do tempo:


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Desabafo com citações de desafetos e pessoas que me prejudicaram


PRF Adilson - central, amigo de P2 e delegado regional


Só entrou na PRF por decisão judicial. Não passou no concurso devida a avaliação psicológica, segundo estória dele mesmo. Eu o considero manipulador, sabe usar muito bem as palavras para convencer, hoje sei que é um desafeto. Eu o classificaria como um psicopata que tem que manipular pessoas e situações, sendo seu prêmio ver o que conseguiu fazer independente de quem foi prejudicado. Quer demonstrar poder e influência através dos seus amigos na P2, na polícia civil como o delegado regional e outros.


Foi até minha casa sem me informar num dia que ele sabia que eu estava trabalhando. Éramos da mesma equipe. Só tomei ciência porque a irmã da minha ex esposa me informou quando cheguei do trabalho. Até hoje ele não me informou o que foi fazer na minha casa e era sabido que, normalmente, minha esposa ficava sozinha com meus filhos pequenos. No serviço quando estávamos trabalhando ele ficava dizendo na frente de todos que eu tinha mania de perseguição. Eu dizia que não mas não adiantava. Somente ele falava isso, mais nenhum colega. E não sei da onde ele tirou isso porque fazia pouco tempo que convivíamos.


Ele tinha a mania de esperar o momento em que ficávamos a sós para começar a falar mal dos outros integrantes da equipe. Por não aceitar ficar ouvindo isso decidi mudar de equipe para me manter afastado dele. Aquilo me fazia mal.


Todos os plantões ficava falando ou perguntando, como, “quem você conhece na P2 Salles”, “você sabe mexer em celular?”, “a P2 me ensinou que depois que você envia ou recebe mensagem no WhatsApp tem que apagar”, “sou amigo do delegado regional da Polícia civil”, “a gente bebe e conversa muito no clube” (ele e os PMs P2 no Teuto).


Certa vez, pela segunda vez, ele me perguntou quem eu conhecia na P2, então respondi que conhecia o Júlio e ele então falou que não conhecia e nunca tinha ouvido falar. Mas ele tinha acabado de se contradizer pois o Júlio já tinha ido no posto e eu o vi cumprimentar e conversar com ele como bem conhecidos. Só não ouvi o que ficaram conversando. Estranho hein.


Um dia, eu chegando para trabalhar, ele me chamou para acompanhá-lo no acompanhamento de um Fiat/Uno. Logo me mandou atirar nesse Fiat Uno que era dirigido por um senhor. Disse que esse senhor tinha roubado o veículo no posto PRF, mas depois mudou de versão dizendo que o senhor estava bêbado. Não era nem uma coisa e nem outra. Ele quis fazer eu atirar nesse veículo de qualquer jeito. Mas não atirei. A perseguição durou até a Avenida Eugênio Pacelli. O senhor não tinha roubado o veículo e não estava bêbado. O carro era dele e fazia parte de uma ocorrência da equipe dele. Porém, não entendi porque me chamou pra ir já que a equipe dele era grande. Ele tentou fazer eu cometer um crime para me prejudicar mas não conseguiu. Mas ele não ia desistir de me prejudicar.


Depois ocorreu outra tentativa com o PRF Adailson. Uma ocorrência com um Fiat Fiorino que assaltava na rodovia. Falo dessa ocorrência quando eu falar do Adailson, amigo do Adilson. Depois dessa ocorrência surpreendentemente quem apareceu pela manhã no posto? Ele mesmo, o Adilson. Ele já não trabalhava no posto há algum tempo e então o que estava fazendo lá? Ficou muitos minutos conversando com Antônio e Edvaldo dentro de uma sala. Naquele dia o GPT também participou da ocorrência. Dava pra ver eles conversando e olhando para mim. Depois que saiu da sala veio na minha direção e falou, “fiquei sabendo que você atirou”, “e se pega em alguém?”. Eu então respondi, atirei para baixo mas foi o Adailson que mandou eu atirar. Ainda por cima tirou o pé do acelerador por conta própria e disse que não iria mais perseguir o carro dos criminosos. Esses agiam na região por tanto tempo e estava visado nos sistemas de inteligência. Incrível como essa ocorrência foi o principal assunto das vozes durante meu primeiro afastamento com a voz do Adilson. Ele já tinha tentado antes me prejudicar, será que conseguiu nessa ocorrência? Sei que o carro sumiu e nunca mais ouvi nem um alerta dele nos sistemas da inteligência. O que posso concluir é que expuseram pessoas ao perigo, forjando situações em que pessoas estão armadas. Os crimes aqui foram cometidos por Adilson e cia.


No dia que a PM chegou em minha casa em 19/08/2021, com escudos e muitas viaturas, quem estava de plantão na C3R ou Central PRF? Adilson. Coincidência né? Logo na sequência vem a ocorrência da PM com um monte de agravante para comigo incluindo informações falsas e omissões. Quem será que ligou para a PM naquele dia?

Em outro dia, eu trabalhando administrativamente no posto de Betim, Adilson chegou e começou a falação. Dizia que precisava tirar o cunhado da casa da irmã dele pois estava lhe deixando nervoso. Então falou, “eu vou conversar com a Ariadna (delegada de mulheres) para tomar providências quanto ao meu cunhado”. O que deu a entender era que ia fazer com o cunhado dele exatamente o que conseguiram fazer comigo, usar a lei Maria da Penha para prejudicar o cunhado e tirá-lo de casa colocando uma medida protetiva. Ele ainda falou, pra todo mundo ali, que a irmã dele não queria fazer nada com o marido dela. Mas porque ele acha que tem direito de interferir na vida dos outros? Ele se acha um justiceiro? Pode ser que isso esteja acontecendo com muita gente em Betim, e a polícia civil é conivente com situações armadas para prejudicar determinadas pessoas.

Certa vez na viatura disse que eu era um cara seguro e que deveria ter muito dinheiro guardado no banco. Não sei porque ele disse isso mas o informei que tinha menos de R$ 20.000,00. Atualmente não tenho mais nada, mas será que ele vai querer saber?

Existe a possibilidade do Adilson ter me indicado ao corretor da Funpresp para fazer previdência privada e seguro de vida. Ainda estávamos na mesma equipe quando recebi o corretor que me informou que eu tinha sido indicado por outro PRF. Fiz a previdência privada e o seguro de vida no valor R$ 900.000,00. Eu já estava separado da esposa mas era recente.

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Ex esposa, Sueli


Uma pessoa que nunca confiei. Existe a possibilidade de ter se relacionado com outros homens durante nossa época de namoro ou enquanto estivemos casados, gerando nossos dois filhos. Eles são fisicamente diferentes em quase todos os aspectos. E até hoje não consegui fazer um exame de DNA isento e imparcial. Na última vez que tentei fazer os testes estes foram recolhidos nos correios, logo após minha postagem, pela polícia civil.

Nunca foi na justiça pedir separação e pensão apesar de sempre ficar ameaçando. E até hoje não foi. Será que existe algum receio por parte dela ou é tudo pensado para criar um maluco?

Depois que descobri sem querer que o PRF Adilson estava indo na minha casa e ela desconversou sem dar uma explicação para isso, ela começou a dizer que eu estava ficando louco. Não parou mais, ela passou a me chamar de louco todos os dias. No sumiço do HD com fotos e documentos, tanto nosso quanto da minha família, ela não conseguiu explicar até hoje o que fez com ele. O sumiço durou mais ou menos 3 dias e reapareceu no mesmo lugar. Eu estava sofrendo “gaslightining” mas não sabia. Depois que encontrei uma cartela de comprimidos no teto do guarda-roupas de nosso quarto e ela dizer que era um sossega leão pra pacientes em UTI e saber que ela tinha desviado da Unimed, decidi romper o casamento. No trabalho o Adilson ficava falando, quase todos os plantões, que eu tinha que voltar com ela.


Ela é amiga da esposa do meu ex chefe Dias. Ela ficava elogiando o Adilson quando eu contava o que ele fazia no trabalho comigo (gaslighting). Achei estranho mas foi só ligar os pontos.

Certa vez na viatura o Adilson disse que eu era um cara seguro e que deveria ter muito dinheiro guardado no banco. Não sei porque ele disse isso mas o informei que tinha menos de R$ 20.000,00. Atualmente não tenho mais nada, mas será que ele vai querer saber?

Certo dia ocorreu uma situação estranha. Eu estava com meus filhos na casa da minha mãe quando a ex esposa ligou perguntando se eu já estava indo levar os meninos embora. Informei que sim. Logo que cheguei com o carro na porta do prédio dela, saíram dois indivíduos de uma moita que vieram na direção do carro. Um veio pelo lado direito e estava com a mão embaixo da blusa de moletom. O outro veio pelo lado esquerdo e não usava moletom. Mandei os meninos tirarem o cinto, se abaixarem e não abrir as portas. Assim eles fizeram. Aguardei a reação dos indivíduos que estavam olhando para o carro. Eles desistiram e viraram a esquina. Depois dessa ocorrência que poderia ter culminado em morte de um dos meliantes ou minha morte em um latrocínio, juntei os pontos. Tinha feito o seguro de vida que em caso da minha morte daria um prêmio de R$ 900.000,00. A ex ligando para saber o horário exato que eu estaria levando os meninos embora foi o outro ponto importante. Será que foi o Adilson que me indicou para o corretor da Funpresp? Felizmente Deus me protegeu e pude cancelar esse seguro.

Certa vez alegou estar namorando um policial militar mas depois disse que era mentira. Não acredito em nada que venha dela. Mente desde que namorávamos. E ainda falou que eu tinha que fazer tratamento.

Está trabalhando atualmente em um dos CERSAMs de Belo Horizonte. Coincidência de novo? Não sei como ela passou no concurso mas posso inferir, que se tem sistema de vozes sem dispositivos visíveis, sabendo que ela está colaborando ou fazendo parte disso, ela mesma fez uso desse sistema e se beneficiado. Deveriam investigar isso pois desconfio de sua capacidade em certas matérias.

Em 2007 me ligou no posto dizendo que tinha uma pessoa tentando abrir a porta de nossa casa em Ibotirama. Ela estava sozinha com meu filho pequeno em casa. Peguei a viatura e me direcionei até em casa, cerca de 2 quilômetros de distância. No meio do caminho, bem no centro da rodovia, havia um jumento parado e no escuro. Quando tentei desviar a viatura perdi o controle desta. Rodei na pista mas parei em desnível. A viatura então adernou girando uma vez ou duas sobre o teto. Mas diante do problema peguei carona com um desconhecido e fui para casa. Chegando lá saltei o muro e fui verificar todo o local. Não havia ninguém. Voltei depois para o trabalho com um prejuízo. Apesar de ter reparado a viatura, por minha conta, ela foi sucateada e eu perdi minha remoção para Mato Grosso do Sul. Tenho para mim que a ex esposa tenha ligado no posto para saber ou testar se eu estava com alguma mulher, pois ela era muito ciumenta e dizia saber como a baiana é, que adora um homem de farda. Fala dela.


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PRF Dias - chefe de equipe e delegacia, inteligência


Sempre o via rindo de colegas que supostamente tinham sido prejudicados. Não importava o motivo. O mesmo comportamento que Adailson e Maria Chaves tinham. Com certeza é a mesma escola (NUINT).

Como chefe de equipe e delegacia e com ajuda da Maria Chaves tinha mania de me mandar fazer apreensão de animais. Nunca vi pedindo outros policiais. Era um serviço que ninguém gosta de fazer e ele articulava com a concessionária para eu fazer. Tinha prazer de me acordar durante a madrugada rindo e sem necessidade. Esse é outro ponto que deriva da escola de inteligência da PRF, atrapalhar o sono de quem não gostam. Manipulam escalas, folgas, montam equipes com policiais desafetos, e sempre levam vantagem.

A Maria Chaves me colocou para trabalhar com o Diorato. Um policial relapso que não gosta de trabalhar e ainda era meu desafeto. Ela elogiava ele e aceitava-o na equipe mas não trabalhava com ele. Ele respondeu processo por minha causa em uma das vezes que fui chefe de equipe. Ela sabia disso mas fez questão de nos colocar juntos. Mais um assédio que sofri. É bom deixar registrado que apareceu uma denúncia à noite de uma carreta sobre a via, que a Maria Chaves fez questão de mandar eu e ele para lá. Era na frente da Igreja Verbo Civo em São Joaquim de Bicas. Algo estava estranho na ocorrência e o Diorato ficava insistindo pra entrar nessa igreja. Eu não queria entrar mas ele insistiu tanto que entramos. Ele dizia que era uma igreja diferente que ele queria conhecer há muito tempo. Não gostei e não me senti bem. Detalhes estão no meu blog.

O considerava uma pessoa boa, talvez um amigo, porque eu confiava nele. Hoje sei que é um desafeto que se mantinha oculto se interando da minha vida pouco a pouco. Ficou sabendo das minhas dificuldades e dos problemas da minha família. Por vezes, eu comentava que precisava de um advogado para resolver questões variadas mas nem ele e nem sua esposa (advogada) se prontificaram a me ajudar. Uma das questões que eu precisava de ajuda era a realização da minha separação. Ele sabia até quanto eu gastava com pensão para meus filhos. Só depois percebi que a esposa dele era amiga da minha ex esposa e portanto desafeta a mim. Eu estava alimentando o inimigo com informações mas não tinha percebido.

No meu primeiro afastamento que foi logo a seguir da minha saída da casa da minha mãe não houve nenhum tipo de comunicação da chefia da delegacia para comigo. Ele se prendeu em aguardar uma suposta perícia, sem razão, na polícia civil. Porém, aguardei por meses. Durante esse tempo me obrigaram a fazer terapia e argumentaram que estavam me ajudando. Segui tudo que pediram apesar de não concordar. Em nenhum momento me ajudou ou se colocou pra ajudar. Como já tinha passado um bom tempo e vinha sendo humilhado e assediado no serviço e comecei a ouvir as vozes de pessoas conhecidas no meu apartamento, no carro e no trabalho e minha arma não era liberada, procurei a delegacia de mulheres e a delegada disse que estavam mesmo fazendo perícia e que a arma seria devolvida apenas para meu chefe. Apesar de ter aceitado a saída da casa da minha mãe e estar mobiliando o apartamento alugado não consegui voltar. O Dias nunca me ofereceu outra arma para continuar trabalhando. As torturas pioraram no apartamento então parei de mobiliar e de seguir o que estavam falando. Mas estava gastando muito com psicólogo, R$ 300,00 por sessão e tudo porque me obrigavam. Perdi meus investimentos na bolsa porque não pude acompanhar trabalhando administrativamente, tive que cancelar o plano de saúde por causa do aluguel e minha vida começou a cair vertiginosamente. Eu queria voltar a trabalhar mas ninguém me apoiava. O Dias chegou a dizer, “que tal você ir trabalhar na delegacia em Contagem?”, “assim posso pegar carona com você todos os dias”. Não quis. Durante esse primeiro afastamento consegui aval dos psiquiatras a voltar ao serviço. Mas as torturas no apartamento pioraram e era possível sentir dores, cabelo levantando, olhos ardendo e tremendo, algo se movendo no apartamento de cima e principalmente a risada e voz do Dias falando que eu era um pau no cu. A voz dele era inconfundível. Para pedir ajuda já que conseguiram me isolar tive que recorrer a mensagens de WhatsApp para colegas que eu achava que poderiam me ajudar. Ledo engano.

Depois do meu afastamento passou a me chamar de amigo. Muito estranho. Foi embora mas não despediu do amigo. Estranho, né?

O meu segundo afastamento foi motivado pelas mensagens que havia mandado via WhatsApp. Não entendo porque mas utilizaram isso para me afastar definitivamente. Era tudo que queriam quando foram no meu prédio e fizeram alterações no meu carro. O Dias logo pediu para ir para o Espírito Santo, como estivesse fugindo. E ele era um dos responsáveis pelo pedido do meu afastamento junto ao SIASS. Então depois do Dezembro de 2021, o mais terrível, onde estava sendo bombardeado por algum tipo de equipamento, ele simplesmente foi embora. Quando eu tentava me defender e ia dormir na garagem do meu apartamento, ou saía de carro para dormir na garagem do posto PRF, ouvia um monte de gente gritando a frase “pau no cu”. Era repetido e a voz dele, Dias, era a mais evidente, ele dava gargalhadas se divertindo. E eu segui nessa tortura até hoje. Não sei explicar como estou suportando, porém, depois que meu carro deu problema no motor com 25.000 km, desfiz dele para ter paz.


Acredito que ele tenha ido para o Espírito Santo para cumprir outra tarefa delegada pela inteligência, a mando do Territo para perseguir um determinado PRF que o peitou. Segundo esse PRF (Higor) ligaram para sua esposa tentando envenená-la e obter informações sobre ele. Acredito que foi a mesma coisa que fizeram com minha família. É provável que essas pessoas achem que vão fazer a mesma coisa que fizeram comigo com o Higor. Ele pediu remoção para lá para ficar longe da PRF MG. A inteligência da PRF está focada em prejudicar e perseguir servidores e isso tem que parar. Esse Territo é admirado pelo Adailson e eu nunca ouvi falar que esse PRF tenha feito algo de útil. O indiano também.

O apartamento que aluguei para morar estava bem até eu começar a ouvir vozes e sentir dores terríveis. Eu sofria tortura psicológica e física diária. Era complicado. Não tinha apoio de ninguém e tudo tinha virado motivo para me taxar de doido. Uma das vozes dos dias mais torturantes foi em Dezembro de 2021. E uma das vozes mais evidentes era do Dias, gritando a mesma coisa, “pau no cu”. Tive que abandonar o apartamento por causa disso e quando fui morar na rua percebi não tinha nada disso e era possível evitar essas vozes. A história completa do que passei está no meu diário no meu blog.

Meu carro começou a falar pelos altos falantes e acender luzes internas sozinho. Eu já tinha notado alguns problemas como porta traseira desmontada, cheiro de cachorro dentro do carro, cheiro de gente suada e fedida, e outros problemas. Mas ouvir a voz do Dias rindo e gritando pau no cu junto com outras várias pessoas era o fim. Isso acabou provocando meu segundo afastamento que perdura até hoje. E ele foi embora pro Espírito Santo. Covarde.

Christian tinha me falado que precisava de alguém para acompanhá-lo numa viagem até Brasília com objetivo de levar uma viatura para a Sede Nacional. Ele podia escolher quem quisesse e então me chamou. Quando o Dias ficou sabendo que o Christian tinha me escolhido, ele falou logo que eu não poderia sair da escala e quem iria era ele. Eu estava precisando de dinheiro e a diária iria me ajudar. Mais uma vez eu não consegui. Adivinhem porque não consegui fazer cursos ou viajar em operações pela PRF?

Não vou esquecer que foi ele que me indicou para aquele suposto curso de inteligência. Ele me falou isso quando fui falar com ele sobre o pedido do pessoal da inteligência sobre eu já poder ficar trabalhando lá. Claro que ele negou. Era tudo um teatro. Nem curso de inteligência de pré requisito eu fiz. Ele estava na verdade me assediando novamente como foi com o concurso do NUTEL da Bahia. Virei um teste ou uma cobaia para a inteligência da PRF? Isso porque sou pobre ou porque minha família é humilde e tem pouca escolaridade?

Infelizmente todas as atitudes dele para comigo eram de ganha-perde, ele ganhava e eu perdia, seja pessoal, seja profissional.

Nunca me deu carona no carro dele mesmo eu pedindo. Ao contrário, sempre me prontifiquei a ajudar, dei incontáveis caronas a ele, inclusive buscava em casa ou deixava em casa. Uma das vezes ele disse que me pediu carona para que a Ana Paula, esposa dele, pudesse dormir mais um pouco. Ela não precisou levantar da cama porque o amigo estava vindo? Assim que ele levava vantagem? Isso que aprendeu na inteligência?

Certo dia me chamou de Don. Achei estranho e perguntei. Aí ele disse que isso foi num churrasco que participamos e que um filho meu me chamou de Don. Então retruquei e falei que nenhum filho meu jamais tinha me chamado assim e que nunca ouvi esse termo em churrascos ou festas. Não sei como mas meus filhos passaram a me chamar assim. Parece algo orquestrado com minha ex esposa.


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PRF Christian - Equipe C


Interferiu na minha mudança de equipe fazendo com que eu ficasse na equipe da Maria Chaves sem me consultar e sabendo que ninguém gostava de trabalhar nessa outra equipe. Minha situação piorou nessa outra equipe.


Me mandou arrumar o armário de materiais sendo que nunca ocorreu tal tipo de ordem para  com nenhum PRF. Não fiz.


Depois que todos fizemos um curso obrigatório pela PRF, um curso on-line, conheci um termo usado pela psicologia e o seu significado. Era Bornout. Uma estafa que qualquer pessoa pode passar e que interfere no seu trabalho. Cheguei a comentar com ele que eu poderia estar assim. Ele não falou nada. Depois descobri que os sintomas não eram correspondentes ao que eu estava passando, era excesso de trabalho delegado por eles, chefes, aliado a falta de distribuição igualitária da carga de serviço. Eu estava fazendo mais que outros colegas da mesma equipe mas felizmente não tinha Bournout.


Me pediu um dia pra conversar com uma psicóloga amiga dele. Ela era PRF. Indaguei o motivo disso e porque ela, já que o NUSINT não pediu pra eu conversar com nenhum psicólogo. Percebi como mais uma tentativa de tirar informações de mim do que me ajudar. Porque ele estaria interferindo se nem sequer me apoiou nem por um minuto sequer? Porque ele não fez a mesma coisa que fez quando interferiu junto a chefia em decidir para qual equipe deveria ir? Nunca me ajudou em nada e agora estava pagando de bonzinho?


Ele e a equipe dele tem mania de ficar falando dos outros e fofocando. Logo, a Tatiana ficou sabendo do motivo da minha saída da equipe, e explanou não ter gostado de saber que eu tinha saído da equipe por causa do Adilson (que me fazia mal), e era amigo dela. Quem contou pra ela foi o Christian, então já podia imaginar que o próprio Adilson ficou sabendo por eles. Eu só tinha falado o motivo da minha saída para o Christian porque ele era o chefe de equipe e por eu até aquele momento confiar nele. Ledo engano, é uma víbora.


Hoje posso dizer que a equipe que o Christian faz parte tem a cultura de julgar e dar lição de moral em todo mundo, como se fossem os melhores do mundo e nunca tivessem errado na vida. Cultura da superioridade.


Logo depois que fui expulso de casa fiquei sabendo por meio das minhas irmãs que um PRF tinha ido lá na casa da minha mãe. Não sabia quem era mas ele tinha se declarado meu amigo. Eu só descobri que foi ele quando perguntei pelo WhatsApp a ele mesmo, que confirmou que tinha ido lá mesmo. Até hoje não sei o que ele foi fazer lá, mas se tirou informações das minhas irmãs com certeza essas informações foram levadas para os outros desafetos, como Dias e Adilson, principalmente. Nunca me ajudou e ainda interferiu no meu trabalho sem ter conhecimento de causa ou da minha vida pessoal, pois não é meu amigo. Nunca conversamos como pessoas normais, assim como Tatiana e Michele.


Me disse certa vez, em 2021, rindo, quando eu já estava afastado da pista, que tinha sido convidado pelo Adilson e Dias a ir na casa do Adilson para conversar sobre mim. Falou que a conversa não foi positiva. Eu nem quis perguntar sobre o que tinham falado pois se ele estava rindo e o Adilson e Dias já eram meus desafetos, imaginei logo que ganhei mais um desafeto. Dito e feito, ganhei.


Foi no meu apartamento durante o meu afastamento. Não se prontificou a ajudar e ficou rindo quando perguntava o que estava acontecendo. Eu relatava para ele mas o risinho dele não cessava. Quando falei que as vozes tinham sumido após um raio cair e eu ter descoberto que havia realmente algum dispositivo no apartamento, ele indagou, “mas você já desligou o relógio geral do apartamento para testar?”,  e eu respondi que não. Logo riu de novo, se despediu e foi embora. Porque ele foi na casa da minha mãe, porque ele veio no meu apartamento?


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PRF Tatiana - Equipe C


Depois que comecei a trabalhar administrativamente afirmou que eu não iria voltar para a atividade fim (rodovia) enquanto eu não aceitasse tomar remédios psiquiátricos, que não aceitava laudos de psicólogos, e que no fim restaria somente eu. Ela agia como se fosse alguém que orquestrava e decidia o que estava acontecendo comigo.

Começou a me dar ordens para produzir documentos e atender usuários. Não conseguia ter um tempo para mim como o resto da equipe, era tratado de forma diferente, inferior, apesar de ocupar o mesmo cargo.

Certa vez ela e a Michele começaram uma falação na minha cabeça parecendo uma lição de moral, mas era assédio moral. Estávamos só nós três no posto. Elas não estavam interessadas em saber o que aconteceu na minha casa e nem se a PM tinha feito uma ocorrência falsa do ocorrido. Falavam de psiquiatras, que são médicos, que psicólogos não são médicos, que o SIASS estava errado em aceitar laudos de psicólogos para eu voltar, que só medicamentos psiquiátricos poderiam me ajudar, que ela (Tatiana) passou um inferno quando separou do marido por causa da traição com o Paulo e que teve que tomar remédios psiquiátricos por causa disso, e que eu iria tomar também por causa disso, que só assim eu conseguiria voltar. Importante frisar que não tenho nada a ver com a vida dela e do Paulo, não sei e nunca soube nada sobre eles e não faço investigações sobre pessoas, mal consigo me ajudar.

Que a Michele estava tinha começado curso e estava estudando sobre doença mental. Tatiana filha de coronel da PM e Michele casada com P2 da PM em Divinópolis.

Certa vez, enquanto todos diziam as datas que queriam folgar, informar férias e licenças, para montar a escala de serviço do mês subsequente, ela virou para nós e disse, “gente, o Adilson tem que tirar uma folga no sábado ou domingo”, justificando que ele só via a esposa, bancária, nos finais de semana. Não me lembro se alguém apresentou objeção mas me prejudicou. Ora, todos tinham o mesmo direito que ele mas porque ele seria beneficiado? Era amigo dela. E eu, com crianças em casa não poderia passear ou curtir meus filhos porque o Adilson tinha que ficar com a mulher dele? Mais um assédio moral na equipe que eles colocaram como justo.

Outro ponto a acrescentar era o fato dela ficar me perguntando, como o Adilson fazia, sobre conhecimentos de informática. Era como se estivesse me testando para confirmar se eu sabia ou não alguma coisa. Me sentia mal com isso pois quando ela queria algo mesmo, com intenção de perguntar mesmo, ela ia diretamente ao Christian. Era uma situação estranha. Saliento também que ela nunca conversou comigo, nunca parou pra conversar sobre qualquer outro assunto que não fosse serviço.


Me colocou como chefe de equipe mas nunca deixou eu fazer uma escala de serviço como todo mundo sempre faz. Como tudo foi meio forçado acredito que tenham me colocado para me prejudicar. E acho que fui. Adilson arrumou confusão com uma mulher que estava carregando uma placa de veículo. Disse que tinha que prender a mulher pois senão ela que iria prejudicá-lo e processá-lo. Eu, Paulo e Michele discordamos dele e nada foi feito contra a mulher. Ela não tinha cometido nenhum crime e não precisava inventar crime para beneficiá-lo. Como chefe de equipe democrático fizemos o que a equipe achou melhor. Ele ficou maluco e envenenou os colegas. Quando Christian e Tatiana voltaram de folga ou férias começaram a dizer que eu não dei apoio ao colega Adilson. Que ele estava certo. Nada falaram de Paulo e ou Michele. Então nunca mais aceitei trabalhar como chefe de equipe. E espero que a mulher tenha processado ele, pois ele “catou” a mulher na rodovia, sozinho e colocou-a dentro do posto PRF, só os dois. Imagino o que ele deve ter falado sabendo do jeito psicopata dele. Não vou proteger psicopata. Mais um assédio moral que sofri e a mulher também.


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PRF Michele


Infelizmente quando estávamos juntos não era uma pessoa que eu podia contar ou uma pessoa que podia me ajudar. Várias vezes que estávamos somente nós dois na frente do posto e o telefone tocava, ela nunca se levantava para atender. Mesmo que eu estivesse ocupado e ela só mexendo no celular, ela não atendia o telefone. E qualquer PRF podia atender o telefone da unidade. Era uma situação muito estranha para mim. Parecia que eu era inferior, subalterno a ela.

Em acidentes, por exemplo, atendidos por mim, não me auxiliava como esperado. Não sei o motivo mas muitos procedimentos alheios que dependia de decisões em conjunto e que deveriam ser feitas, ou ficavam incompletos ou não eram feitos. Ela não me auxiliava. Assim era nos atendimentos de Luiz.

Confirmou certa vez para a Tatiana que o PRF Luiz Carlos confirmou para ela que eu tinha dito que a Tatiana só estava como chefe porque era filha de coronel. Ouvi ela falando isso e fiquei triste, porque Michele ainda disse que confiava no Luiz. Não adiantou eu falar que eu não disse aquilo e que aquelas palavras foram proferidas por ele. Infelizmente a mentira de Luiz foi endossada pela Michele. E é quase certo que na cabeça da Tatiana eu seja uma pessoa não confiável ou desleal. Não gosto de mentiras mas certas pessoas não possuem vergonha em mentir e prejudicar outras. Continua a mentira.

No quesito falar mal dos outros era muito parecida com o Adilson. Ela criticava, principalmente, os PRFs mais antigos. Somente do PRF Luiz que ela não falava mal.

Durante meu afastamento e trabalhando administrativamente no posto de Betim, disse estar fazendo curso sobre doença mental. Para quê? Coincidência, hein?


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PRF Ariane


Ficou por muitas vezes perguntando sobre minha vida e querendo saber de fatos sobre mim. Quando estávamos sozinhos ela dizia, “conte me tudo, não me esconda nada”. Acabei por confiar nela e contar fatos da minha vida e do meu casamento. Ela sabia por exemplo que fui enviar exames de DNA, meu e de meus filhos, pelos correios e que na ocasião a polícia civil apareceu, retirou pessoas da fila e ficaram atrás de mim. Depois descobri que meu pacote, a partir do momento que postei, foi registrado em Contagem em apenas 15 minutos. Sabia também que minha mãe foi espancada na rua e a PM, mesmo sendo acionada, não se movimentou para ajudar e nem fez ocorrência que era obrigação deles. Ainda ficava me vendo trabalhar administrativamente e dizia, “calma Salles, vai dar tudo certo”, “confie na polícia civil”, “eu confio demais nos peritos da polícia civil”. Quando eu perguntava que perícia era essa, ela desconversava.

Uma vez almoçando juntos no Milhão ela me disse que tinha feito um serviço em Mato Grosso do Sul. Era algo relativo a investigação de colega PRF, que já havia terminado esse serviço e que agora estava aqui (em MG). Ela não entrou em detalhes sobre o serviço mas deixou no ar que eu era o investigado agora. Ela é conhecida ou apelidada de Maria da Penha pois trabalhou muito tempo com isso na polícia civil.

Ela era uma das vozes que eu mais ouvia em Dezembro de 2021 quando enviei as mensagens de WhatsApp pedindo ajuda para parar a tortura. Essas mensagens subsidiaram meu afastamento definitivo e me colocaram como maluco. Agora querem me aposentar por ter esquizofrenia? Muito pertinente.

Ela me falou certa vez que Dias prometeu a ela que sua remoção para Nova Lima estava garantida. Imagino o acordo que fizeram. Ela comprou apartamento no Buritis e foi realmente para lá.

Disse certo dia que conhecia todo mundo no SIASS e arriscou uma orientação do que eu devia falar nas perícias. Acredito que possa ter interferido no resultado dos meus laudos. Nunca me ajudou em nada apesar de saber um pouco sobre meu casamento e filhos.


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PRF Adailson - inteligência


Primeiramente expressou gostar demais do Adilson, são da mesma turma de curso de formação da PRF.

Ex inteligência como Maria Chaves e amigo dessa.

Provavelmente armou para mim no caso do Fiat Fiorino que já relatei aqui já que deixou o veículo que fazia roubos ir embora por sua própria decisão.

Começou a tremer de nervoso e mais um pouco teria tido um infarto. Foi quando eu olhei pra ele dentro do posto e fiz um gesto com os dedos nos olhos. Meu intuito era comunicar a ele que a Cida estava chorando lá fora da unidade mas hoje sei que ele interpretou meu gestual como uma ameaça. Ele recebeu atendimento de médico da concessionária. Ele e Cida ficaram falando que a razão era a bebida alcoólica que ingeriu na noite anterior e que a pressão havia baixado por causa disso. Eles foram desmentidos pelo médico na minha frente que falou bem claro, a pressão está ok e ele teve foi uma crise nervosa. Foi só juntar os pontos que descobri o motivo dele ter tremido. No dia anterior tentaram clonar meu WhatsApp, e acho que conseguiram, pois fiquei muito tempo sem acesso. O PRF Catanhede foi um dos que apareceu me ligando pra saber se tinha sido clonado mesmo. Parecia estar me distraindo enquanto minhas mensagens eram copiadas. Algo que o Adilson já tinha colocado como ensinamento da P2. Outro fato estranho era porque esse PRF nunca conversava comigo. Bem, complementando o caso do Adailson, percebi depois que o que a Cida estava fazendo lá fora do posto era lendo mensagens de WhatsApp que durou toda a manhã. Devia ser algo extenso. Seriam minhas mensagens de WhatsApp copiaras no dia anterior e por isso o Adailson entrou em estado de choque, achando que eu tinha descoberto? Eu creio que sim, porque meu WhatsApp voltou a funcionar depois de muito tempo e não houve nenhum pedido de dinheiro por parte de bandidos. Golpe da inteligência da PRF ou da PM?

Ele também chegou alegando certa vez, em 01 de Agosto de 2020, que teve seu celular furtado. Achei estranho pois no dia anterior eu descobri através do Google que havia um celular, de mesma marca e modelo que o meu, conectado na minha conta Google. Todos PRFs tinham o mesmo aparelho que era fornecido pela corporação. Imediatamente enviei para este aparelho desconhecido um comando para apagar todas os dados. O Google confirmou a operação e eu exclui o aparelho da lista de conectados. O que acontece depois que o Google apaga um aparelho assim remotamente? O Google guarda tal informação em seu banco de dados? E Adailson teve seu celular furtado mesmo?


Certa vez na viatura percebi que ele ficava aproximando o celular dele de mim. Tentei entender, mas nem sol tinha para ele agir daquela forma. Também não perguntei mas passei a notar que outros PRFs faziam a mesma coisa comigo como Pires e Maria Chaves. Estavam pareando, sincronizando ou acessando um RFID, pois sempre aproximavam demais os aparelhos de mim.


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PRF Maria Chaves - chefe de equipe, inteligência


Desafeta. Disse na minha cara que eu tinha mania de perseguição enquanto eu contava um pouco da minha vida. Primeira e última vez que falei algo para ela.

Em um dia, ela baixou a cabeça sentada próximo da mesa do computador se trás do posto, fazendo menção que estava tentando adivinhar alguma coisa, mas fazendo o gestual utilizado por Chico Xavier quando estava psicografando, pois ela sabia que eu era espírita mesmo não sendo praticante. Papel ridículo para uma chefe de equipe. Não respeita a religiosidade de outrem.

Disse que como o caseiro do sítio dela era preto, que não sabia fazer as coisas certas. Falou que nunca mais teria outro dessa cor. Falou diretamente para mim.

Quando contei pra ela que meu casamento não perdurou por causa do que minha ex esposa fazia (gaslighting) e que um dos estopins foi o sumiço de um HD com informações pessoais, tanto da nossa família como da família Salles, assim como informações de centenas de condutores e veículos envolvidos em acidentes e BOPs, quanto um projeto que participei como desenvolvedor, como fotos da minha juventude e amigos, minha faculdade com trabalhos e apostilas, arquivos e circuitos eletrônicos, livros, revistas, brincadeiras, fotos de problemas provocados pelo vizinho da minha mãe, documentos pessoais meus, dos meus filhos, dos meus pais e das minhas irmãs. Ela ficou ouvindo e não se importou com isso. Desdenhou do que ocorreu e quis defender a ex. Não entendi mas hoje sei que ela sempre foi desafeta minha, mesmo eu não tendo percebido e que as atitudes que ela teve já fazia parte de um assédio moral para comigo.

Certa vez, Desterro chegou no posto dizendo que viu um cara no pátio de veículos apreendidos que fica no fundo do posto. Eu e Paulo nos dirigimos até o local. Em meio aos veículos começamos a procurar. Eu localizei um indivíduo dentro de um veículo Fiat/Tempra e dei ordem de prisão. O Paulo logo chegou e levamos o indivíduo para o posto. Lá tentamos identificá-lo mas não conseguimos. Ele nos confundia com informações erradas. E ele era o responsável pelos furtos de peças que ocorriam no pátio. Maria Chaves então começou a argumentar que ele estava falando a verdade e que ele era só um noiado fumando no pátio. Eu e Paulo divergimos da opinião dela. Eu iria prendê-lo e consuzí-lo para a delegacia da Civil para identificação já que não estávamos conseguindo. Antônio, da inteligência, também não conseguia fazer a identificação do indivíduo. Esse indivíduo furtava peças e rodas no pátio há pouco tempo. Logo Maria Chaves convenceu Paulo que não deveria conduzir o indivíduo e Paulo argumentou que ele seria enquadrado no princípio da bagatela pelo juíz e não aconteceria nada. Então, tendo eu como voto vencido, vi o criminoso ir embora. Ele já tinha admitido que furtava objetos e vendia num topa tudo no bairro Citrolândia. Bem, depois de algum tempo todos os veículos no pátio apareceram sem rodas e depenados. Em outra ocasião o mesmo indivíduo foi encontrado pelo Desterro furtando o trailer de seu filho e caminhões na área de sua casa. Ou seja Desterro e família acabaram prejudicados pela não prisão desse indivíduo no dia que o surpreendi. A essa altura a inteligência da PRF já tinha identificado esse indivíduo e descoberto um mandado de prisão para ele no Espírito Santo. Demorou para prendê-lo de novo e o estrago já estava feito no pátio em praticamente todos os veículos. Até processo de restituição de valores pagos em leilões a PRF teve que intermediar pois o veículo já não era o mesmo que fora levado a leilão. Estava depenado. Isso se aprende na inteligência né Maria Chaves?


Certo dia, mesmo dia que o Adailson começou a tremer e passar mal dentro da unidade, ela me contou uma estória. Que seu tio era uma pessoa desprezível e que morava sozinho. Ela tinha acabado de saber da morte dele e me mostrou uma foto no celular. Disse que ninguém na família dela gostava dele e que por isso ele foi morar sozinho. Que agora tinha morrido, não sei o motivo da morte, mas que ninguém se importou. Não disse o que ele fez para a família não gostar dele. Que então pegaram os bens dele. Era um prenúncio do que eu enfrentaria? Coincidência? Muito parecido com o que enfrento hoje, isolado e sozinho.

Montagem da escala de serviço do mês subsequente

Ela colocava o Adailson e ela própria de folga nos plantões em que eles ficariam por último na escolha da escala de sono daquele dia. Então não eram prejudicados como o resto da equipe.

As coisas ruins começaram a acontecer quando fui trabalhar na equipe dela. Ninguém gostava de trabalhar com ela mas foi por interferência do Christian que acabei lá.

Ficava falando coisas sobre o Adailson. Coisas que nunca acreditei como verdadeiras. Posso citar por exemplo a foto dele preso no presídio com uniforme laranja que ela mostrou na tela do celular dela. Criticava o Adailson devido à quantidade de bebidas alcoólicas que ele ingeria, que chegou a participar do AA, que bateu o carro numa viatura da guarda municipal de Contagem dirigindo bêbado. Eu percebia que quando ela falava do Adailson ela na verdade estava mandando uma indireta para mim. E foram muitas vezes. No caso do acidente com o Adailson disse que o Dias foi na delegacia de polícia civil para livrar ele.

Me disse que ela fazia as coisas certas porque tinha trabalhado na inteligência e que eu deveria aprender. Isso porque coloquei um documento impresso referente ao recolhimento de um veículo anexado num boletim de ocorrência policial e ela não gostou pois queria que fosse colocado digitalmente. Apesar da pressa em chegar na polícia civil, que possui fila para atendimento, fiz o que ela quis.

Ela prejudicou o PRF Nolasco prestes a aposentar por várias vezes. Ele se queixava direto das atitudes dela e se sentia um lixo por causa disso. Não havia nem respeito pelo seu trabalho durante anos para a instituição.

Ela também se indispôs com o Arthur, Edvaldo, Márcia, Luiz, etc, por vários motivos. Não sei se é normal isso.

Criticou muito o PRF Eônio como chefe de delegacia, dizendo que ele era sugestionável por outros policiais e incompetente, que somente o Dias sabia gerir a delegacia. Porque Eônio era da minha turma fiquei triste com o que ela tinha falado. Uma das vozes disse que eu fazia parte da pior turma da PRF incluindo Messias, Eônio, etc.

Me ligou na minha folga dizendo que eu tinha que ir lá no posto PRF pra liberar um caminhão. Eu estava numa festa com minha família. Ficou nervosa diante da minha negativa. Falou que eu tinha obrigação de ir lá. Então retruquei que o veículo poderia ser liberado no outro dia dadas as circunstâncias do recolhimento. Falei que ela poderia liberar o veículo mas não quis. Eu não fazia parte da equipe dela quando aconteceu. Até na minha folga ela queria interferir.


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PRF Diorato


Amigo de Maria Chaves e Dias. Respondeu um monte de processo na corregedoria mas continua trabalhando normalmente. Não gosta ser policial e queria ser juíz. Nunca trabalhou com zelo ou respeitou sua profissão.


Meu desafeto por ter respondido um dos processos que possuía.


Além de ter me levado numa igreja evangélica sem que eu quisesse quando trabalhando na equipe de Maria Chaves, disse certa vez para mim na viatura, que eu perderia tudo, até minha família. Que meus filhos virariam drogados e que minha vida nunca mais seria a mesma. Seria um profeta? Porque será que ele e Maria Chaves conseguiram acertar que eu perderia tudo e ficaria isolado? Mais uma coincidência na minha vida.


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Sindicato - advogado Jarbas e presidente José Henrique


Ele não me deu explicações do que estava acontecendo e falou, “não se preocupe, coisas da sua vida privada não vão interferir no seu trabalho”. E interferiu e muito pelo visto. Tive que me desfiliar por falta de apoio. Continuo até hoje sem advogado para me defender.


Passei uma noite e uma manhã no sindicato. O presidente José Henrique estava lá e nem me deu atenção. Quando saí de lá me ligou pedindo para eu voltar lá para conversar. Kkkkkk! É piada né? Nunca mais me ligou e nunca me ajudou. Esse presidente é amigo do Adailson.


O que posso dizer é que paguei sindicato desde minha entrada na PRF. Até PRFs criminosos conseguiam apoio e advogado do sindicato para se defenderem. Enquanto a mim, se recusaram a ajudar. Mesmo eu ligando para o Jarbas não consegui a devida assistência.


Tive que cancelar também o pagamento ao sindicato quando fui obrigado a sair da casa da minha mãe e alugar um apartamento. Tive que cortar custos devido ao aumento de gastos que fui obrigado a suportar, além da falta de apoio e respeito.


O aluguel, arrumado às pressas, já que eu não tinha onde morar e precisava sair da casa da minha irmã, prejudicou minhas finanças. Tive que cancelar o plano de saúde, tanto meu e quanto dos meus filhos para pagar o aluguel. Essa situação perdura até hoje.


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PRF Walder - chefe de contra inteligência


Nesse suposto curso de inteligência escaneou minha mochila com um equipamento que ele disse custar centenas de milhares de reais.


Disse no curso que nem todo mundo que estava ali iria fazer parte da inteligência. Só que isso eu já tinha percebido. Posso dizer que 95% das pessoas ali já faziam parte da inteligência da PRF em Minas Gerais. É plausível que estivesse falando para mim, pois eles escolheram meu lugar de sentar na sala e ainda explanou essa frase bem na minha frente.


Disse também que não haveria atualização quanto ao uso de softwares de acesso remoto a computadores e celulares, como Anydesk e Teamviewer. E essa era uma das pautas do curso que despertou meu interesse em conhecer, os softwares utilizados.


Me perguntou nesse curso, “Salles, se você detectar um sinal ou frequência num recinto o que você faz?”, então respondi que tentaria detectar a origem do sinal para anular. Coincidência estar acontecendo exatamente isso comigo, não é mesmo?


Ligado também ao sindicato, é muito atuante, pode ter interferido para me prejudicar. Não recebi nenhum tipo de apoio do sindicato. Tive que me desfiliar.


É provável que todas desinformações a meu respeito, assediando pessoas ou divulgando, sejam pertinentes ao setor dele, que conta com a participação da Janaína.


Não me auxiliou em nada durante essa tortura. Seria a pessoa que o Bennet iria acionar para ir até o meu apartamento e detectar o sinal das vozes. Porque não aconteceu? Afinal, dados e informações, pessoais e profissionais, de muitos PRFs e da própria instituição estavam sendo expostos com a minha tortura. Ele sabe mas não faz nada. Até hoje continua. A Michele me disse certa vez na unidade de Betim que tinha medo que minha situação pudesse prejudicá-los (os PRFs) de alguma forma. Ela tem razão, é sabe porque é casada com alguém da P2 de Divinópolis, e tudo tem limite. Mas será que a PRF preocupa-se com limites, com leis ou direitos humanos? Acho que se consideram Reis ou Deuses inalcançáveis pelo poder e influência que exercem a muito tempo.


É possível que tenha impedido a inteligência de fornecer ao Bennet um aparelho de bloqueio de frequências para eu testar. Bennet disse que não foi autorizado a fornecer tal equipamento a mim. E esse era um acordo que eu tinha feito com ele. Ele não cumpriu o acordo.


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PRF Janaína - inteligência


Ficava me perguntando e assediando sobre minha preferência em trabalhar na pista. Foram várias vezes. E eu sempre respondia que gostava.

Por último articulou com o Dias para eu fazer um curso de alinhamento de inteligência. Foi realizado no auditório da superintendência e notei que todos já possuíam algum curso preliminar da área para estar ali, menos eu. Assédio moral de novo. Aceitei participar para ver como era mas não foi o que eu pensava, não gostei. Achei tudo artificioso, todo mundo já sabia as respostas e eu me sentia como um alvo e não como colega de trabalho. Durante o curso Yannes ainda me pediu para falar com Dias para ir trabalhar com eles alegando que eles estavam precisando de gente. Quando fui falar com o Dias ele riu e disse que naquele momento eu não iria mas quem sabe um dia. Logo o Fonseca falou, “eu fiz os cursos preliminares de inteligência e não fui chamado, porque o Salles que não tem curso foi chamado”, saiu esbravejando.

Então me colocaram como disseminador de inteligência na pista. Não sei até hoje o que queriam que eu fizesse. Me senti humilhado, sem conhecimento da área e ainda era questionado pelos colegas sobre o que eu fazia. Não tinha contato com os outros integrantes da inteligência como vários colegas já tinham, então eu não estava servindo pra nada. Bastava eles ligarem para o setor de inteligência que resolviam suas questões. Eu era um engodo articulado pela chefia para passar vergonha. Somado a isso, quando eu passava alguma orientação da inteligência para um colega ou outro, era hostilizado. Não sabia o que eu estava fazendo ali, nunca foi minha área e nunca tive amigos na área. Humilhação posta, parei de achar que era dessa área e voltei a fazer o básico. Nunca mais. Essa polícia tem talento para matar pessoas e humilhar. Já tinha passado tanto assédio nessa polícia, estava quieto fazendo meu trabalho direitinho, mas alguém foi me encontrar e destruir de vez minha vida.

Será que é nos cursos que fazem fora do Brasil que esses agentes de inteligência aprendem a massacrar e torturar gente? E ainda compram software para invadir celulares para monitorar pessoas, lhes tirando privacidade e intimidade?


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PRF Denis - inteligência


Era um dos instrutores do suposto curso de inteligência no auditório. Amigo do Dias. No curso falou mal do Adailson, dizendo que era um cara problemático e que já tinha dado trabalho demais para eles. Me fez uma pergunta no curso após memorizar uma sequência de carácteres, “Salles, você memorizou, diga a sequência”, após eu falar corretamente ele me perguntou, “que técnica você utiliza para memorizar?”, eu respondi e ele sem perder tempo disse em tom baixo mas audível, “maluco”. Todos na sala ficaram em silêncio e ele continuou a explanação. Foi a segunda vez que ouvi alguém próximo a mim falar essa palavra. A outra vez tinha sido proferido pelo Dias quando dei uma carona para ele até o posto de Betim. E ambos da inteligência da PRF. Coincidência?

Era chefe de delegacia quando cheguei da Bahia. Quando fui me apresentar na sala dele apenas disse que bom que você chegou, vai começar a trabalhar nesse mês mesmo, vou mandar a escala por e-mail. Não me deu atenção como deveria ser de praxe, não se apresentou e tive que ir embora. Fui mal tratado por esse indivíduo. Não muito tempo depois foi expulso da delegacia pelos colegas mais velhos porque tratava todo mundo como corrupto e ainda era arrogante. O Sindicato ajudou a retirá-lo da chefia. Nunca ouvi alguém dizer que gostava dele. Está na inteligência hoje.

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PRF Demerson - operações especiais


Amigo do Adilson e outros desafetos. Me chamou para fiscalizar um veículo do nada. O NOE estava na unidade de Betim. Abordou o condutor e pediu para abrir o capô. Foi muito rápido entre abordar e abrir o capô. Então me falou, “você me empresta seu celular, esqueci o meu?”, prontamente emprestei mas então ele falou, “você pode ir buscar o bafômetro e fazer o teste com o condutor?”, respondi então pra ele que eu não iria sem meu celular. Ele ficou extremamente nervoso, me devolveu o celular, bateu o capô e mandou o condutor embora. Atitude estranha. Depois pensei, que a atitude dele estava alinhada com a inteligência da PRF, que instala softwares no celular de condutores que eles acham que é um alvo e era exatamente o que iam fazer comigo. O NOE não fiscalizou e foi embora. Mais estranho ainda. É um cara que nunca conversou comigo. Ele deveria me pedir desculpas por uma atitude ridícula, um ato que ele achou que eu não ia desconfiar. Se o núcleo de operações especiais da PRF está prestando a isso, tomando atitudes ilegais para perseguir servidores, é melhor fechar as portas e colocar todo mundo na rodovia, onde realmente tá precisando de efetivo. Essa PRF tá abandonada e ninguém vê o que tá acontecendo. Instalar software em celular de condutores sem conhecimento destes, sem mandado, não é legal e a PRF não é uma polícia investigativa. Já vi isso acontecer várias vezes mas nunca participei disso e não concordo.


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Grupo de WhatsApp com PRF Moisés, Ranieri e Pedras


Fizeram ao menos três montagens com fotos incluindo meu nome e divulgaram no grupo que tinha muitos policiais. Enquanto eu era torturado no meu apartamento e tinha que ficar falando da minha vida e outros assuntos, não sei como, mas o que eu pensava e falava comigo, sem abrir a boca, virava bullying nesse grupo. Inclusive descobriram dessa forma que eu tinha o sonho de ser astronauta desde pequeno e fizeram um post onde colocam a PRF fazendo ronda no espaço com meu nome no centro, “para Guilhermão”. Sem falar outras indiretas no grupo que pareciam ser para mim, sobre mulheres, masturbação, saúde mental, sexo, etc., e sempre tinha alguma coisa fazendo menção sobre homossexualidade e “ser bicha”. Só que esse assunto foi a tona quando descobriram que briguei com meu pai, um cara ignorante, por ter falado isso pra mim. Sou heterossexual e sempre fui.

Saí do grupo. Se não tivessem mandando indiretas para mim com tanta frequência eu teria ficado.

Moisés fez uma palestra como médico, ainda não formado é mesmo não sendo sua área, sobre síndrome de Bournout. Ninguém nem se importou com o que ele estava falando porque o ouvinte deveria ser eu. Mas eu não tinha e não tenho essa síndrome. Porque um médico que não é da área estava falando sobre aquilo? Moisés me falou que sua área de atuação após formado seria Urologia ou afim. Ele também é uma das vozes mais claras que já ouvi por esse sistema de tortura até hoje. É amigo do Dias.

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Corregedoria - MG


Solicitou informações acerca do que aconteceu na minha casa em 10/08/2021. Respondi a todas as perguntas. O principal foco das perguntas era se utilizei minha arma naquele dia e diante da afirmação negativa com a devida checagem com minhas irmãs foi arquivado o procedimento disciplinar.

Solicitei o número do processo que trata do meu caso, não me forneceram e disseram que só o NUSINT, núcleo de saúde da PRF, poderia me passar. Ainda questionado por mim acerca de estar respondendo qualquer outra coisa disseram que não havia mais nada contra mim.

Estiveram no posto de Betim e me perguntaram se era ali que eu queria ficar. Respondi que sim pois morava em Betim.

Corregedoria não me ajuda, e estou até hoje sem acesso ao meu processo sem saber o que está acontecendo. Sou tratado como uma pessoa sem direitos, sem oportunidade de defesa e sem acesso às informações que são pertinentes a mim.

Caso aconteça comigo o que aconteceu com a delegada Monah Zein e aparecerem várias denúncias na corregedoria, saibam que foi forjado devido eu expor a covardia e corrupção nas polícias. Não acreditem. É provável que muita coisa que vão inventar eu já tenha descrito no meu blog, Instagram ou contado pra minha família e filhos. A luta de uma pessoa sozinha e cancelada socialmente pela corrupção não é fácil. Quem tiver empatia entenderá.


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PRF Azevedo - superintendente Bahia


Alterou o processo de remoção entre eu e um colega Potiguá que estava no Mato Grosso do Sul. O processo já estava concluído inclusive com a ciência do RH daquele estado. Eu e o colega vendemos todos nossos eletrodomésticos e móveis por conta dessa remoção. Viajei da Bahia para Betim com minha família em férias para organizar e planejar um outro lugar para morar. Mas o colega de MS me ligou e disse que tinha ficado sabendo que a remoção não aconteceria porque apareceu de última hora um processo na corregedoria contra mim. Ele me acusou de mentir e respondi que eu não estava respondendo nada até então. Ele sabia que a corregedoria da Bahia já tinha anexado no processo um documento que atestava que eu não respondia nada. O que aconteceu então? O superintendente, cheio de brio e bondoso, preocupado com os envolvidos, solicitou a corregedoria que abrisse processo contra mim acerca de uma viatura batida e trocou o documento no processo de remoção. Assim eu estava proibido de concretizar minha remoção. E agora que vendemos ou doamos tudo? O que iríamos fazer? Eu tive que alugar um apartamento em Barreiras e comprar tudo de novo, num momento que eu não tinha recursos para nada. E a atitude desse superintendente covarde ainda aniquilou meu sonho de ser piloto do DOA/PRF.


Em reunião na delegacia de Seabra tive a oportunidade de encontrar esse superintendente e conhecê-lo pessoalmente. Ele me disse que tinha uma vaga no sul da Bahia, que era onde os mineiros costumam trabalhar. Eu demonstrei interesse e ele falou que iria interceder para isso acontecer. Tô esperando até hoje. Desde o primeiro dia como PRF eu quis estar no sul da Bahia mas me mandaram para o pior lugar e onde eu não tinha acesso a transporte, nem avião e nem ônibus, com destino a Minas Gerais.


Efetuou muitas remoções dentro do estado sem obedecer regras e provavelmente envolvendo corrupção mas nunca me forneceu a chance de ir para um lugar melhor para mim e minha família. Ajudou a destruir meu casamento, parabéns.


Os estragos que esse indivíduo fez na minha vida e da minha família foram enormes e refletem até hoje na minha condição social, financeira e profissional.


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NUTEL da Bahia

James Frank - o mentiroso


Trabalhando com ele um plantão tivemos uma conversa sobre o concurso do NUTEL-BA. Havia uma vaga para o setor em Salvador. Ele era candidato mas me disse que não queria pois sua esposa não queria. E ainda falou que se eu quisesse poderia me candidatar.

Me candidatei e enviei meu currículo. Então depois houve uma reunião de Delegacia onde iam falar desse concurso. Viajei, ida e volta, por cerca de 12 horas de ônibus, pois morava bem longe e em outra cidade. Assim que cheguei na delegacia, ainda no posto PRF antes de subir para o local da reunião, o chefe Agnaldo começou a rir e falar alto, “aqui gente quem veio, o Salles”, e me falou, “você não tá sabendo não?”, “você veio por causa do concurso do NUTEL, é?”, “já escolheram, a vaga já foi preenchida”. Então, na reunião disseram que o escolhido era o PRF James Frank e que ele já tinha sido escolhido previamente por ser amigo de outro PRF do setor e que ele já tinha feito, inclusive, um curso pelo setor.

Eu tinha viajado à toa, o que me deixou muito nervoso pois era minha folga. Ainda fui motivo de chacota por parte dos colegas policiais da delegacia. E saber que James mentiu para mim e que ele sabia que já tinha sido escolhido foi foda. Isso pra mim é assédio moral.

Até hoje não explicaram porque fizeram um concurso no Estado da Bahia se já tinham preenchido a vaga. Outro colega do norte da Bahia também participou.

Acreditava que eu contaria a ele sobre o projeto que eu estava participando e que ele seria o desenvolvedor desse projeto. Interesseiro, petulante, mentiroso, oportunista, covarde e ganancioso.


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SIASS - Cefet/MG


Dr. Gustavo - psiquiatra


Fazia um tanto de perguntas. Quando respondi a ele sobre fazer coisas que me deixavam feliz, contei como foi um dos melhores dias da minha vida, a ida pela primeira vez no Mineirão com meus dois filhos. Ele começou a chorar, vi os olhos dele lacrimejando. A conversa tinha sido boa e ele, juntamente com a junta de médicos psiquiatras, me liberaram para voltar. Até novembro de 2021 não havia nada que eu pudesse reclamar. E fiquei extremamente feliz quando o laudo foi favorável a minha volta às atividades normais e à devolução da minha arma. Porém, isso não chegou a acontecer.

Na perícia de janeiro de 2022 após eu pedir ajuda para o que eu tinha certeza ser algo eletrônico que me prejudicava e ainda ser algo que a inteligência da polícia estava fazendo, ele respondeu que não estava ali para me ajudar. Então o questionei sobre o motivo de eu estar ali então. Ele respondeu que era solicitação da chefia da PRF, senão eu não voltaria a trabalhar.

Depois montou uma entrevista comigo incluindo mais três supostos psiquiatras. Uma mulher, ele e mais dois, sendo um de óculos que parecia ter um tique nervoso pois toda vez que me fazia uma pergunta ou falava comigo olhava para a janela no alto da sala do lado oposto a mim. Cheguei a imaginar que tinha uma câmera lá porque ele fez esse gestual por muitas vezes. Nessa entrevista eles diziam que queria saber mais sobre a tecnologia que fazia eu ouvir vozes, perguntaram sobre dor, o que eu sentia, como era o tipo de voz se era igual a uma pessoa ou eletrônica, se ouvia outros sons, o que diziam, se era depreciativo para comigo, quem eu imaginava estar fazendo isso comigo, se eu aceitaria conviver com essas vozes de maneira definitiva, etc. Todos perguntaram e o Dr. Gustavo ficava digitando tudo no computador, fazendo um relatório, que nunca tive acesso. Para mim foi terrível e demonstrou somente interesse na tecnologia e não em me ajudar. No final o de óculos disse que estava ali para me ajudar no que eu precisasse. Mas o Dr. Gustavo já tinha dito, alto e claro, anteriormente, que não estava ali para me ajudar.

E nenhuma ajuda chegou até hoje, 29/11/2023. Eles me mantiveram afastado e felizes, creio eu porque estavam conseguindo extrair informações íntimas e pessoais de mim. Saliento que nunca autorizei ou quis falar da minha vida, foi tudo mediante tortura e obrigado pela PRF. Fui assediado das piores maneiras possíveis e ninguém fez nada. Não desejo mais voltar para a PRF.

Nem ele, nem o psicólogo Mateus, quiseram saber sobre mim, como foi meu casamento ou o que já tinha passado na PRF, como era a relação com os demais colegas de trabalho. Era nítido que o intuito era m saber apenas do que iria me prejudicar, da minha família, do sistema de vozes e torturas, do consumo de bebida alcoólica e sobre meu novo apartamento alugado (que virou um inferno).


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Mateus e estagiária - psicólogos


Apareceu como psicólogo do SIASS, nunca tinha visto ele, mas foi sugestão dos PRFs Bennet e Messias. Parecia muito preocupado com o que se passava comigo e ainda colocou sua estagiária para acompanhar na segunda sessão. Não senti confiança nele, era frio e se portava como superior em relação a mim. Tudo que falava era mera praxe, mero expediente, não estava nem aí. Enquanto eu estava super nervoso e me segurando para não deixar transparecer, ele me chamou de frio, dizendo que eu falava com uma tranquilidade notória. Mentiroso. Chegou a ir no meu apartamento me assediar e ficou falando que estava preocupado se eu estava comendo e me cuidando. Não o deixei entrar. Também não me auxiliou até hoje em nada.

Só tivemos duas sessões. Não gostei de falar de mim com essa estagiária na sala. Ainda por cima a Salete entrou na sala para me ouvir e perguntar sem autorização. Depois percebi que fui coagido pelos PRFs Bennet e Messias a essa situação. Talvez naquele momento eu tenha aceitado porque queria muito voltar a trabalhar. O resultado disso tudo foi o contrário.


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Salete

Asistente social e chefe do setor.


Disse que iria ajudar minha família com o que estava acontecendo. Me colocou como maluco, alcoólatra e agressivo. Até hoje minha família não recebeu ajuda nenhuma dela.

Disse que ia falar com minha ex esposa para saber mais de mim.

Tentou fazer vídeo remoto por celular comigo para falar sobre mim, sobre bebidas alcoólicas e outras coisas. Me recusei e ela ficou nervosa. Não vou produzir prova contra mim querida. Nunca mais tentou. Se conseguiu fazer vídeos comigo foi sem autorização e dentro do SIASS.

A junta psiquiátrica havia me liberado para voltar às atividades normais em dezembro de 2021. Ela não me ligou, não enviou e-mail e nem deu satisfação. Essa comunicação só ocorreu em 4 ou 5 de Janeiro de 2022, ou seja, um mês depois. Perdi a oportunidade de voltar a trabalhar por causa da influência dela e sua ligação com a cúpula da PRF. Fizeram isso propositalmente para me prejudicar. No dia 6, ou seja, no dia seguinte já me chamaram pra nova perícia e me afastaram de novo. Dessa vez fui afastado por ter enviado mensagem via WhatsApp pra alguns colegas. Situação semelhante ao que aconteceu com a delegada Monah Zein. Será que mensagens estão fazendo servidores virarem loucos? Parece que sim.

É nítido que ela exerce poder sobre a junta psiquiátrica, desta forma conseguiu me afastar duas vezes. Ela está sempre alinhada com o que essas pessoas ruins que fazem parte da cúpula da PRF orquestram. Não é a Instituição PRF que está fazendo isso comigo são as pessoas que ocupam cargos de chefia e acham que podem fazer o que quiserem, e ainda tem a certeza de que são o Estado confundindo trabalhar para o Estado com o ser o Estado.

Invadiu a sala numa sessão em que eu estava conversando com o psicólogo Mateus. Ela entrou, se sentou, ouviu parte da conversa e começou a fazer perguntas para mim. Ora, se eu estou com o psicólogo e existe um código de ética e privacidade entre nós, o que ela pensava estar fazendo? Interrompi a sessão e disse para ela que se eu não autorizei a entrada dela e ela não é psicóloga, não deveria estar ali. Parece que ninguém respeita minha vida e minha privacidade.


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PRF Fonseca - chefe


Ouviu eu conversando com o chefe Messias onde eu dizia que eu tinha conseguido laudo favorável para voltar e disse rindo, “acho que não é bem assim não Salles”, “a Salete me ligou e pediu para você ir lá hoje pra nova perícia”. Indaguei o motivo disso e ele falou que não sabia, porém sabia sim, ele estava intermediando contato entre a PRF e a Salete do SIASS e já sabia das mensagens de WhatsApp. Um verdadeiro mentiroso. Era nítido a felicidade no rosto dele quando meu semblante caiu depois de ouvir que tinha que voltar no SIASS. Estava fazendo parte da chefia na época do meu afastamento e portanto, concordando com tudo.

Na sala da chefia da delegacia indagou porque eu estava no curso de inteligência e ele, que já tinha feito os cursos de pré requisito, não foi chamado. Reclamou e saiu do local. Era pra eu me sentir privilegiado mas me senti diferente, não fiquei feliz.

Bem, um dos momentos mais estranhos foi vivido por mim no laboratório Hermes Pardini em Betim. Uma técnica de enfermagem enfiou uma agulha de grosso calibre no meu braço direito e depois deu três empurraras na agulha, parecendo que havia alguma coisa ali. Ela não procurou minha veia. Era pra ela tirar meu sangue, só que isso ocorreu do lado da recepção com pessoas olhando (muito estranho) e então ela disse que não conseguiu e chamou outra funcionária, que tratou de me levar para o local interno e apropriado. Esse exame é obrigatório para apresentar a PRF. E pelo meu plano de saúde só aquele lugar que eu poderia fazer. Alguma coisa aconteceu ali. Tempos depois ainda em 2021, fiquei sabendo que a esposa do Fonseca trabalha nessa empresa, mas não sei qual das unidades. É uma coincidência?


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PRF Petronio


Entreguei minhas munições de .40 pra ele, pois estava como chefe de delegacia e era uma espécie de conferência que a PRF fazia de todos os policiais.

Entreguei muitas munições, algumas deflagradas, outras não, munições que recebi da PRF e também dos colegas Almeida, França e Christian. Não sei qual era qual, se estava misturada ou não, mas entreguei assim mesmo. Ele viu que estava faltando munições, não me lembro quantas mas disse que isso ele iria apurar depois. Nunca fui chamado para ser questionado e tal situação perdura até hoje. Logo na sequência recebemos a arma Glock 9 mm.

Faço questão de deixar registrado os disparos que fiz àquela época ou anterior, me respaldando dos desafetos que existem na corporação e do que venham alegar no futuro já que não tenho nada a esconder.

Saliento que não existia controle na PRF quanto às munições. Você poderia pedir um colega do GPT, NOE ou Chefe, que você receberia. Acredito que entre os grupos especializados e especiais ainda seja assim atualmente.

Com pouco tempo de polícia evitei um roubo a condutores no Anel rodoviário de BH sendo realizado por 3 indivíduos. Tive que trocar tiros com um deles e efetuei 5 disparos. Eu trabalhava na Bahia e estava de folga, fiz o registro do fato em livro na Bahia e depois solicitei ao Agnaldo a reposição das munições. Ele se negou a me fornecer, então consegui com outro colega. Não ocorreu desdobramentos dessa ocorrência apesar de visto a PM subindo na contramão e eu já descendo o anel.

Em um roubo a van 90 que parou no posto de Betim e eu saí correndo atrás do meliante, optei e fiz um disparo para o chão (mato) com intuito de chamar a atenção ou inibir o indivíduo a continuar correndo. Tive sucesso na minha ação pois o indivíduo parou por um instante olhando para trás e me vendo, e logo chegou o Christian pendurado num caminhão. Serviço realizado com sucesso e indivíduo preso. Porém, não sei porque os chefes, Christian e Tatiana não colocaram o fato do tiro na ocorrência. Não ocorreram desdobramentos ou questionamentos e também não solicitei a reposição da munição.

Um carro comum parou do lado da nossa viatura com dois indivíduos. Eles se identificaram como P2 e disseram que uma van que acabara de passar era monitorada por eles e estava sendo roubada. Eu e Adailson saímos atrás até localizar a van que desobedeceu ordem de parada e entrou em bairro de Juatuba. Quando pararam num aclive o carona desceu e correu. Adailson desceu. Enquanto eu segurava a van solta com a própria viatura, de repente o indivíduo que era motorista desceu pelo meu lado e então efetuei um disparo. Esse disparo foi para baixo e não atingiu o indivíduo. Atirei com a mão esquerda. Lembrando que o Adailson atirou duas vezes sem ter visão da roda/pneu e acertou só a traseira da van. Por fim os dois indivíduos correram para o mato e não foram localizados. Depois ouvi uma voz dizendo, “você atirou nos meus meninos”. Ignorei isso naquela época achando que era coisa da minha cabeça mas não era. Já eram as vozes tentando interferi na minha vida. Por ser ocorrência dada pela PM só posso imaginar que quiseram prejudicar eu e o Adailson, porque esses dois P2 desapareceram no momento dos fatos e não deram apoio algum.


Esse caso do Fiat/Fiorino já relatei anteriormente. É ocaso que o Adailson manda eu atirar e eu efetuo um disparo. Logo em seguida o Adailson diz que não vai continuar atrás do veículo e reduz a velocidade deixando o veículo ir embora. Acredito que o Adilson tenha denunciado na corregedoria pois é meu desafeto e como eu disse antes, apareceu no posto para me dizer que sabia o que ocorreu e ainda ficou muito tempo conversando com Edvaldo e Antônio numa sala. Ele é um psicopata manipulador. GPT participou dessa ocorrência. Não houve desdobramentos ou questionamentos até hoje. Depois do ocorrido, no posto de Betim, Adailson entrou na sala do rack de rede e voltou me entregando uma munição 9 mm. Eu agradeci mas depois fui olhar com calma essa munição em casa. O número dela estava raspado. Comecei a ficar de olho no Adailson e tentar descobrir o que estava acontecendo. Entreguei todas minhas munições e até hoje ninguém me questionou.

Após um mais um final de festa com minha irmã e marido indo embora começou a falação de uma menina que ria alto a cada final de frase que eu proferia. Comecei então a mostrar para meu cunhado que alguém no vizinho estava fazendo gracinha com minha cara. Ele pediu para eu acalmar mas não disse se ouvia essa menina. Por um tempo encarei a casa do vizinho e não ouvia voz alguma. De repente voltou a voz dessa menina, uma voz desconhecida, e a direção era exatamente da casa do vizinho. Ela continuou apesar de eu ir pra dentro de casa e o meu cunhado e irmã saírem pelo portão. Logo escuto a campainha e imaginei que o vizinho estava me provocando, como já tinha acontecido várias vezes, onde eles tocavam a campainha e quando atendia não tinha ninguém. Fui atender o portão e já estava com minha arma na mão. Era o meu cunhado voltando. Ele entrou e enquanto íamos andando para dentro de casa, essa menina começou a rir novamente enquanto eu falava com o Alisson. Bom, como estava descalço e irritado com a situação a que estavam me sujeitando, ocorreu um disparo acidental da arma, devidamente para área segura, o chão. Depois disso a voz demoníaca dessa garota sumiu. Cada um seguiu seu caminho. Não solicitei reposição para essa munição.

Situação incomum em outro dia, vi a Maria Chaves pedindo uma munição emprestado ao PRF Cícero. Ocorreu na minha frente. Não sei o motivo mas estávamos em época de conferência das munições individuais. Fiquei imaginando porque a Cida precisava de uma munição.


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PRF Carneiro - chefe


Fui testemunha de acusação de assédio moral contra ele no Ministério Público. Parte da perseguição que sofro dentro da PRF deve ter a ver com ele. Ele fechou o posto de Ibotirama, onde eu ficava fixo e direcionou o efetivo para Seabra. Ficou mais difícil meus deslocamentos para Minas Gerais, pois não existia linha regular e autorizada. Passei a perder mais tempo em viagens e a me indispor ainda mais com motoristas. Certa vez um motorista ou fiscal da empresa Novo Horizonte, quis me tirar do ônibus porque aquele ônibus era novo e com ar condicionado, mais caro. Diante da minha recusa, pois eu já tinha reservado meu lugar e a baldeação de todos do outro ônibus foi feita para esse ônibus novo, começou a me acusar, por ser PRF, de multar e apreender os ônibus da empresa dele na cidade de Montes Claros, de dizer que eu tinha que usar só os ônibus sem ar condicionado, que não aceitava minha presença. O motorista do ônibus não se importou comigo no ônibus e parou a discussão. Os passageiros ficaram abismados com o que esse indivíduo fez comigo e começaram a dizer que se fazem isso com um PRF imagine com eles. Eu já tinha pedido ajuda a PRF, seja pela central em MG, seja diretamente para minha chefia, incluindo Carneiro, mas nunca mudou esse cenário. Tanto dessa empresa quanto outras tive que discutir e brigar com funcionários para conseguir viajar, seja para casa, seja para o trabalho. Fui humilhado, difamado, assim como a instituição, mas nunca recebi ajuda ou apoio da PRF em nenhum sentido.

PRF Agnaldo que era chefe também junto com Carneiro assumiu chefia em Brasília mesmo não sendo pró governo Bolsonaro. Manifestava apoio no grupo WhatsApp ao PT. Sai do grupo de WhatsApp da Bahia por causa disso, era muita gente anti-Bolsonaro divulgando um monte de mentira e ainda humilhando quem era pró Bolsonaro. Tinha um colega chamado Magalhães que estava no grupo chamado Caverna do Dragão que todos os posts dele eram humilhantes e depreciativo à pessoa, que no caso, optou por votar em Bolsonaro. Nunca o conheci e não sei nada sobre ele, mas a maior parte do grupo aceitava o que ele fazia diariamente. Ele não era um PRF da turma caverna do dragão que se referia às turmas que entraram no concurso de 2003/2004 que nunca conseguiram sair do local de lotação.

Desde que assumiu a chefia da delegacia Carneiro passou a usar a viatura para ir e voltar de casa, na cidade de Palmeiras. Enquanto os policiais utilizavam viaturas sem condições para trabalhar 24 horas ele ia pra casa e a viatura ficava na garagem até o dia seguinte. Pode utilizar viatura e combustível pagos pelo contribuinte para se beneficiar?


Uma das vozes outro dia disse, “não tenho nada contra você”, e aí lembrei que eu tinha dito isso a Carneiro quando me chamou na sala dele para perguntar porque eu era testemunha no ministério público contra ele. Outra coincidência?

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PRF Vera Arcas - psicóloga


Amiga de Maria Chaves, estava em Brasília. Durante esse período disse que sua amiga PRF também psicóloga se jogou de um prédio e morreu. Disse que não deu tempo de chegarem ao apartamento da amiga antes dela suicidar. Era como se estivessem monitorando essa PRF que era da Paraíba. Depois da morte dessa PRF voltou para a delegacia.


Ficou me fazendo perguntas sobre como eu estava trabalhando administrativamente na delegacia. Tem ciência do que está acontecendo comigo.

Por um tempo ficou, juntamente com o Dias, intermediando com estudantes da PUC atendimentos e terapias para os PRFs da delegacia. Esses estudantes chegaram a visitar os postos da PRF para tentar ver o dia a dia do trabalho e fazerem perguntas. Não ocorreu divulgação dos resultados.


Desconfio que uma das vozes seja a dela.


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PRF Messias - chefe de delegacia


Passou a me chamar de amigo como estava fazendo o Dias. Nunca tinha me chamado assim. Eu me sentia extremamente triste pois eu não estava sendo tratado como uma pessoa normal.


E ainda dizia que eu era especial. Ficava perguntando se eu estava me sentindo bem na delegacia. Não disse até hoje porque sou especial. Trabalhou na rede Sarah Kubstchek que realiza pesquisas inovadoras com pacientes. É uma rede que pode ter tecnologia para fazer essas vozes? Acho que sim.


Minha mãe tinha falado que nessa rede Sarah já tentaram assedia-la de muitas formas para deixar meu irmão como cobaia de pesquisa. Ela chamava eles de carniceiros. Queriam colocar agulhas, eletrodos, e etc no meu irmão. Nunca mais voltou.


Comecei na delegacia em Novembro de 2022 mas em Fevereiro de 2022 já possuía um excesso de serviços e atribuições. Em Março já abandonei o trabalho por não concordar com esse excesso, não concordar em ter muito trabalho e ainda não estar conseguindo dormir em casa, por ocorrer indiretas de colegas de trabalho, por ficarem tentando me colocar como gestor de pátios de veículos, coisa que eu detesto, mas não respeitavam minha opinião.


Falando em pátio de veículos me colocaram para dar prosseguimento aos processos de leilão que ninguém quis dar prosseguimento desde a época dos chefes Wilza, Petrônio e Dias (em gestão anterior). Esses processos ficam parados e precisam ser atualizados pelo poder judiciário. Já era sabido que ninguém gostava de trabalhar com isso. É um serviço de enxugar gelo.


Juntamente com Bennet, chefe do setor de saúde do servidor (NUSINT), me chamaram para uma reunião na sala de Bennet. Expus o que estava acontecendo mas me ignoraram completamente para o que eu estava dizendo. Queriam que eu fizesse terapia com psicólogo e psiquiatra de qualquer jeito. Propuseram um acordo comigo onde eu continuava a terapia com psicólogos mas também iria a um psiquiatra para conseguir voltar a trabalhar. Eu aceitei com a condição de que eles me arrumariam, apenas para teste, um aparelho de bloqueio de frequências diversas para assim interromper as vozes que eu estava escutando e que eu já sabia serem eletrônicas. O acordo foi fechado e Bennet ficou de arrumar o aparelho com a inteligência ou a polícia civil. Infelizmente não cumpriram o acordo dizendo que o que eu pedi era proibido. Sabendo disso não fui ao psiquiatra. Importante colocar aqui que nunca quiseram me ajudar pois ao invés desse equipamento que pedi poderiam ter intermediado junto ao setor de inteligência para descobrir o sinal, interromper ou localizar. Nunca me foi ofertada qualquer ajuda da inteligência. E eu participando de um suposto curso de inteligência? Será que os agentes de inteligência são tratados assim?


Por fim arrumaram o psicólogo Mateus no SIASS e me levaram lá no CEFET para nos apresentarem. Ainda falou com um outro colega da delegacia que tinha que “dar a mão e levar”, como uma criança, se referindo a mim. Já no CEFET tive a impressão que Bennet e Messias assistiam eu conversar com o psicólogo da outra sala.


Interessante que eu já estava fazendo terapia com um psicólogo cadastrado pela PRF e essa era a única exigência do SIASS para me liberarem ao trabalho.


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PRF Pires - chefe de equipe e GPT


Já tinha percebido que alguns PRFs ficavam parados atrás de mim ou muito próximo de maneira estranha.

Desta vez era o Pires que estava fazendo a mesma coisa que Adailson fez na viatura. Ele pegou o celular com uma das mãos e apontou para mim com muita proximidade. Comecei a notar que outros PRFs faziam o mesmo gestual. O que deu para eu inferir com isso é que se tratava de alguma comunicação a curta distância como NFC ou RFID. Será que eu estou com um chip?


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PRF Antônio - inteligência


Amigo de Maria Chaves.

Pelo reflexo do vidro de uma janela dentro da unidade de Betim vi esse PRF, que estava parado atrás de mim, eu sentado no computador, apontando o dedo para minha cabeça enquanto ria. Ele e Maria Chaves estavam gesticulando e rindo.


Estava no suposto curso de inteligência que participei. Que na verdade não era um curso.


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Ireny - chefe do NUSINT


Chefe anterior ao Bennet.

Solicitei o número do meu processo via WhatsApp e ela disse que somente a corregedoria poderia me fornecer o número. Em contato com a corregedoria disseram que era o NUSINT que tinha que me fornecer o número do processo.


Enfim, estou até hoje, dezembro de 2023, sem acesso ou conhecimento de qualquer tipo de processo. Não me ajudou e não demonstrou ter transparência e ética. Foi substituída pelo Bennet e o setor permaneceu da mesma forma. Solicitei o número do processo em 2023, via e-mail, ao NUSINT, mas o número de processo fornecido pelo PRF Nicolatino, também por e-mail, não foi localizado. Desisti.


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PRF Moisés - médico e chefe de equipe


Ele e a equipe dele por diversas vezes me deixaram na unidade de Betim para atender ao público sem arma quando queriam almoçar. Quando iam todos dormir depois do almoço eu também ficava sozinho sem arma e fazendo atendimento ao público. A chefia da delegacia tinha conhecimento mas nada fez.


Certa vez, fui almoçar com eles e me sentei atrás na viatura. Na volta ele recebe uma ligação de um professor da universidade, era uma chamada de vídeo. Depois de uns instantes percebi que ele ficava mudando o celular de lugar como se quisesse me filmar na parte de trás. Só passei a desconfiar quando eu me escondi do alcance da lente achando que eu poderia estar atrapalhando mas ele muda o aparelho de posição com intuito de eu aparecer. Por fim, me abaixei de vez e ele desistiu.


Ajudava a organizar a patrulha da saúde na PRF. Em uma delas estava acompanhado de vários estudantes que faziam medições de pressão, peso, altura e preenchiam formulários. Uma moça fez minha medição de pressão e me disse que estava alta. Nessa patrulha a gente normalmente entregava exames de sangue com dados de glicose, glicemia, colesterol, triglicérides, etc. Por muito tempo falaram que eu tinha pressão alta e então comprei um aparelho de braço. Fazia o teste antes e dava normal, chegava diante de um médico dava alta, saía do consultório e solicitava uma terceira pessoa para medir e dava normal. Um médico chegou a me dizer que o aparelho da Onron não funcionava bem. O aparelho era novo, estava aferido e funcionava comigo. Quando saí do consultório desse médico fui direto em uma empresa que trabalha com esses equipamentos e nada de errado foi encontrado. Medi minha pressão nesse aparelho e deu normal. Não sabia o que estava acontecendo. Já tinham me receitado remédios para pressão, que joguei tudo no lixo. Com o aparelho media minha pressão uma ou duas vezes por dia e os resultados eram normais. Parecia que eu estava vivendo uma mentira provocada por várias pessoas com auxílio de médicos. E tudo começou nessa patrulha da saúde.


Em outra patrulha da saúde, juntamente com Bennet, palestrou sobre a síndrome de Bournout. Não era sua área mas parecia que o intuito era me atingir. Chegou a forçar que falássemos sobre o assunto, se já tínhamos presenciado alguma situação e etc. Parecia que ele queria me ouvir falar, e todos sabiam que eu estava afastado supostamente por adoecimento mental. E sabendo que eu conversei com o Christian sobre isso (Bournout) é mais uma coincidência.


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Edmar - síndico do prédio onde eu morava


Começou a me chamar de amigo de um dia pro outro. Nós não conversávamos e não éramos amigos. Essa atitude de me chamar assim era do Dias e Messias.


Sua esposa Raquel uma vez, pelo WhatsApp, em mensagem de áudio afirmou que eu era da área de informática e me pediu sugestões de compra de um computador. Aqui é importante salientar que nunca disse nada disso pra ela e eles nunca me perguntaram no que eu trabalhava. Não tínhamos contato. Quem será que informou isso a ela?


Fiz uma gravação de áudio deles no corredor e escada. É possível ouvir o casal falar “que não tem como rastrear” e “se devolver a arma para ele e ele me der um tiro na cabeça?”. Do que e de quem estavam falando? Será coincidência de novo? Ainda não consegui anexar os áudios no site do Blog mas vou conseguir.


Com alguma frequência eu via uma viatura Renault Duster da polícia militar estacionar na rua e seu condutor entrar no prédio. Quem recebia esse PM ficava cochichando pelo corredor. Não conversavam como pessoas normais. Certa vez desceram para a garagem.


Reclamei com Edmar dos barulhos estranhos dos três jovens do apartamento de cima, mas não deu em nada. Me acordavam até de madrugada com batidas altas e esporádicas. Batiam portas e janelas. Está relatado no meu diário, no Blog.


Certo dia enquanto limpava minha casa, abri a porta da sala e me deparei com uma mulher magra e loira. Ela ficou estática me olhando até subir as escadas. Só que ela tinha algo, era idêntica a PRF Maria Chaves só que mais nova.


Para complementar, certo dia, pela manhã, ouvi o interfone tocar e era a PRF Maria Chaves. Não abri. Depois de um tempo ela aparece batendo nas janelas e gritando meu nome. Chegou a colocar um tijolo embaixo de uma das janelas para subir. Quem abriu o portão e permitiu que essa mulher entrasse e me incomodasse?


Raquel, quando ficou sabendo que eu me mudaria do apartamento disse, “nossa Guilherme,  agora que você tinha arrumado seu cantinho abençoado”. Fica claro pra mim a participação do casal de síndicos, pois eu vivia um inferno lá e não era abençoado.


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Fim das citações.

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25/11/2023 - me acordaram por volta das 02h45. Como sempre começaram a me acusar e não deixar eu dormir. Tive que voltar a xingar a esmo sem saber quem era. Mas o curioso foi que perguntaram, “você acha normal manda os outros tomar no cu?”, então respondi, normal é seu vizinho furtar seu material de construção, normal é o seu outro vizinho montar uma máquina que corta piso embaixo da janela do seu quarto, começar de manhã e parar no final da tarde e ainda ficar batendo com marreta na sua parede do quarto por mais de 5 anos seguidos, normal é uma polícia fazer uma ocorrência falsa, te tirar de casa e ainda te tirar o emprego, normal é alguém chegar pro seu pai e dizer que você é bicha mesmo não sendo, normal é seu cunhado conversar com seu desafeto e ainda te chamar de bosta, normal é ninguém ver a verdade sobre si mas julgar o próximo, etc.

Passei quase 2 horas xingando esses filhos da puta. Cansado disso.


26/11/2023 - me acordaram por volta das 02h30 e ficaram falando o de sempre. É possível ouvir pessoas diferentes falando. Fiquei acordado até 05h00 xingando. Parecem estar com medo de alguma coisa.


27/11/2023 - me acordaram por volta das 03h00. Mesmo sistema. Ouvi a voz do vizinho da minha mãe me chamando de filho da puta. Novamente fiquei xingando até adormecer. Ouvi a voz do Christian e Tatiana. Nada muda.


28/11/2023 - começaram a encher o saco quando fui dormir depois do jogo do Cruzeiro. Depois que xinguei eles fizeram um som de assobio contínuo no ouvido esquerdo e disseram, “está no seu ouvido”. Depois parou o barulho e ficaram só as vozes. Demorei a dormir. Os olhos tremem e a cabeça parece latejar. Não aguento mais isso.

Meu cunhado veio descrever ontem o dia do tiro lá em casa. Ele contou uma versão totalmente diferente do que aconteceu no dia. Percebi que ele está mentindo mas ainda não sei o motivo. Porque esse indivíduo quer me prejudicar? Será que é por isso que ele e minha irmã pediram pra eu não envolver eles nessa situação? Uai, se participaram porque não envolver? Porque estão mentindo?

Durante a tarde uma mulher disse quando eu acabei meu banho, “tá tão bom assistir você morrendo devagar”. Todo mundo tá gostando.

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Desabafo semanal


Isso fez eu lembrar do dia em que ele me perguntou numa festa na casa da minha mãe, “Guilherme, o que você iria fazer se saísse da PRF?”. Naquela oportunidade achei estranho a pergunta dele e eu estava trabalhando normalmente, então respondi, “se seu sair, como assim?”, “fiz concurso público para ficar lá até eu aposentar”. Essa pergunta confirma que foi algo premeditado e que esse indivíduo está participando desse teatro ridículo.

E ainda veio me cobrar que tentei alertar minha irmã sobre ele por WhatsApp e que eu estou enganado sobre ele. Afirmou não ter nada que seja do seu interesse em Montes Claros apesar de eu dizer pra ela que ele vai muito pra lá mesmo tendo muitos técnicos em Minas Gerais.

Outra coisa que é importante citar é o fato de eu ter visto, por 3 vezes, ele olhando diretamente para a bunda da minha irmã Livia enquanto a esposa dele estava de costas. Ele viu que eu percebi. Falta de respeito. Ele ainda olhou uma vez para outra irmã minha. Isso é normal dentro da sua casa?

E pensando aqui ainda lembrei que o pai dele abandonou a esposa e filhos e sumiu no mundo, era mulherengo e nunca teve nem aí pra nada. Será que é coincidência? Palavras da própria mãe dele. Todo mundo sabe.

Posso colocar também o dia que tomei ciência da medida protetiva. Quando ele chegou lá na casa da minha mãe e me viu, o semblante dele mudou e a cabeça inteira dele ficou vermelha. Foi possível ver uma veia alta e ele não pronunciou nenhuma palavra. Ele estava puto. E a minha irmã ainda falando para eu ir pra casa dela, acho que ele não gostou.

Certa vez me perguntou se eu conhecia alguém da PM que pudesse dar um jeito nos mendigos que moram abaixo do viaduto da Amazonas com . Disse que se matasse esses mendigos resolveria os problemas naquele local, que a família dele não estava aguentando mais. Sei que furtaram algum item no carro do irmão dele quebrando o vidro, um carro Kadett. Matar mendigo resolve o problema? Ele é uma pessoa que eu considero ruim, no sentido literal da palavra, pois não está nem aí pra ninguém.

Na mesma época que arrumava confusão comigo em todos os finais de festas, ele dizia assistir séries de psicopatas pela Netflix com minha irmã. Sempre citavam isso na mesa quando conversávamos. Notadamente sempre falavam de psicologia, de modo sempre equivocado, achando que sabiam sobre isso e eu não.

Coincidentemente, na mesma época, o PRF Adailson também assistia documentários e séries sobre psicopatas durante as madrugadas no posto PRF de Betim.

Pediu pra ler meu livro sobre implantes alienígenas. Emprestei mas o intuito dele era outro. Hoje ele fica falando que eu acho que tenho um chip no meu corpo. Você quer fazer tomografia? Importante frisar que nunca afirmei ter chip no meu corpo. Mas diante do que ele fala começo a acreditar que tenha algo. Transformaram um hobby numa premissa para a loucura, muita sacanagem. Até meus hobbies eu perdi.

Provavelmente depois do que escrevi agora, ele vai tentar simular uma situação e chamar a PM pra me tirar daqui.

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29/11/2023 - fui dormir tarde e tomei uma cerveja. Acordei por volta das 09h30 com uma mulher falando.

30/11/2023 - fui dormir por volta das 04h30. A falação e dor de cabeça foram intensos. Citaram uma ex namorada minha como se fosse a responsável pelo que estou passando. Disseram que não adianta avisar minha família porque ninguém vai acreditar e nem me ajudar, que estou preso e vou sofrer a justiça deles. Falaram que se eu citar coisas no meu blog ou Instagram que eles não gostem, vão me matar e prejudicar minha família, principalmente minhas irmãs.


Por volta das 15h00, falaram que a Cida estava indo fazer uma ocorrência contra mim. Que ela iria numa delegacia da polícia civil me denunciar.

Ouvi a voz do vizinho da minha mãe me chamando de filho da puta. E era ele mesmo. A voz da mulher era a da Branca cunhada dele. Ela disse que é da polícia civil. Se for trata-se de desafetos prejudicando minha família e principalmente a mim, provavelmente sem autorização da justiça, pois já existe um impedimento legal aí por se tratar de conflitos diretos entre as partes.

Atualizei meu Instagram com cartazes contendo frases que expõe o que estou passando, a falta de direitos, o conflito de interesses, omissões e os processos de fomentação de crimes forçados. O chamado flagrante preparado. Cito então para esclarecer:

“Art. 302, CPP

Quando a polícia colabora para a realização de um suposto delito, quando instiga, alicia, incentiva, estimula, conduz, desperta, provoca o agente a praticar o delito, quando monta uma arapuca para flagrar o agente, quando possui toda a atividade sob seu total controle, fiscalização e gestão, quando o agente se assemelha a um fantoche comandado pelas mãos camufladas da polícia, quando é apenas um ator inconsciente de uma encenação ou fingimento previamente planejado e orquestrado pelo Estado, está-se diante do denominado crime impossível. É impossível porque o bem que a lei penal protege não corre qualquer risco ou ameaça. É o crime impossível. Quando, na cena teatral, a esposa enciumada dá um tapa no rosto do marido que chegou em casa de madrugada embriagado e cheirando a perfume barato, não há crime, pois que se trata de encenação. Não é real. É fantasia. Nenhum interesse jurídico foi transgredido. Quando o policial levanta de sua cama naquele dia disposto a prender um batedor de carteira e, na sequência, senta em um banco da Praça da Alfândega de Porto Alegre, deixando cair, propositalmente, a seu lado e em cima do banco a carteira de dinheiro com notas de cem reais à mostra, e estando na espreita mais dois policiais disfarçados prontos para realizar a prisão em flagrante, e, na sequência, alguém furtivamente se apodera da carteira e é preso, não há crime. Foi flagrante preparado. Encenação. Teatro. Instigação. Quem planejou, coordenou e agiu foi a própria polícia. Exageradamente poderia ser dito que o policial furtou sua própria carteira. O preso apenas caiu no conto do flagrante instigado, preparado, esperado. Participou como ator. Era uma encenação. Estava ausente um elemento fundamental de realidade delituosa: a ameaça ao patrimônio de terceiro.

Diferença entre o flagrante preparado e o esperado: No flagrante esperado, o qual é válido para todos os efeitos, não há provocação ou induzimento à prática do delito, mas tão somente a polícia fica aguardando vigilante para, a seguir, prender o agente.

Texto meu: Inventar, forjar, criar, teatrar com pessoas armadas deve ser um agravante, pois coloca em risco a si ou outrem, existe uma iminente possibilidade de ter outro resultado. Não se pode ter sob seu controle todas as variáveis possíveis, principalmente, as relativas das questões humanas.”

01/12/2023 - só consegui dormir após 01h00 por causa da falação. Disseram que nunca vão achar eles, que não vão me deixar em paz, que são parte de uma seita nunca vista antes, que são da polícia militar e civil. Ainda disse que já vigiam minha família há muito tempo e que não adianta eu publicar nada porque não estão nem aí. Que logo vão destruir o resto da família Salles.

Pela manhã uma garota que parece nova disse: rindo, “aguenta só mais 15 dias, Salles”. Ainda disseram que perdi 25 mil reais e que Madu vai me bater.

Estão rindo porque me ferrei ao ver que parte da família Salles se retirou do meu Instagram. Dizem que vou me ferrar mais ainda e que ninguém está nem aí pra mim. Talvez estejam certos. Só o tempo dirá, porque espero ao menos conseguir um advogado para lutar pelos meus direitos. E esse advogado tem que ser de confiança e acreditar no que estou falando.

São 23h00, os chamei de vagabundos e a voz masculina disse, “vagabundo é essa família sua”. Falaram que vão ferrar todo mundo.


São 23h00, os chamei de vagabundos e a voz masculina disse, “vagabundo é essa família sua”. Falaram que vão ferrar todo mundo.


02/12/2023 - minha irmã Andresa me mandou embora do apartamento dela. Desde que saí do hotel e não tinha mais carro, aceitei a oferta de passar um tempo na casa dela. Porém, ela iniciou acusações contra mim, se recusou a me ajudar apesar de eu ter pedido por duas vezes, novamente, disse que estou atrapalhando a vida dela, que ela ficou sem tv e sem o quarto do guarda-roupa. Apesar de eu organizar, limpar, manter tudo certo para ela não ter que fazer, fui tratado ao avesso do que eu fiz. Sempre me comuniquei para não gerar conflito, esperava ela se alimentar pra depois eu ir, arrumei o chuveiro dela com vazamento e também limpei, tirei gordura de armário, fogão, exaustor e paredes da cozinha, e etc. Começo a achar que o problema dela seja eu. Outro ponto interessante foi ouvir pessoas do condomínio gritando Galo por causa da vitória sobre o São Paulo, motocicletas e carros buzinando, enfim, muito barulho, mas ela veio falar comigo que a filha dela estava dormindo. Uai, gritei na varanda do apartamento Galo por duas vezes, uma em cada gol. Foda. Nesse momento ela não disse que eu era maluco. Estranho. Mas prometi a ela que vou sair na segunda feira. E irei morar na rua. Vou começar a tirar fotos e colocar no Instagram.


03/12/2023 - me acordaram às 04h00, às 06h00 e às 08h00. Disseram que era a filha da Aline que estava fazendo isso comigo. Perguntei que Aline mas não disseram. Essa comunicação bidirecional ocorre sempre mas nem sempre consigo entender. A maior parte eu não entendo mas eles entendem tudo que falo pois raramente perguntam o que falei. Costumam falar assim, “o que ele falou?”, indagando a alguém que está do lado dele. Voltaram a dizer que não sei de nada e que a luta vai continuar.

Isso tudo não faz parte da minha vida, então minha mente não pode estar criando. Sei o que se passou na minha vida e essas pessoas sempre dizem o contrário, sem relação com a verdade. Mesmo quando citam personagens que existiram na minha vida não conseguem estabelecer uma relação. Digo que quem não sabe de nada são eles. Estão tentando se vingar de mim ou da minha família por algum motivo mas eu vou descobrir.

Prestes a ir embora do apartamento da minha irmã, notei um aumento na frequência no meu ouvido, uma frequência mais aguda, talvez um aumento da intensidade do sinal. Notei que a tv aberta da sala passou a falhar constantemente, o que não ocorreu desde que cheguei. Fiz um teste com a bússola do celular, tanto no meu aparelho quanto do meu cunhado, e mostrou que há algum tipo de interferência. O que acontecia no meu apartamento agora passou a ocorrer no apartamento da minha irmã.

Lembrei ainda que em 2021, ou talvez antes, quando fui fazer exame de sangue no laboratório Hermes Pardini em Betim, que uma técnica de enfermagem enfiou ia agulha de grosso calibre no meu braço direito e depois deu três empurraras na agulha. Era pra ela tirar meu sangue, só que isso ocorreu do lado da recepção com pessoas olhando, então ela disse que não conseguiu e chamou outra funcionária, que tratou de me levar para o local interno e apropriado. É uma das situações mais estranhas que aconteceu até hoje mas despertou minha curiosidade.


04/12/2023 - me acordaram por volta das 04h00, mas só depois das 06h00 consegui dormir de novo. Durante esse tempo fiquei pensando no que está acontecendo e xinguei esses desgraçados.

São 09h45, me acordaram e começaram a falação desgraçada. Me chamaram de Salicha e que fui visto em Mato Grosso do Sul, onde nunca fui. Ficaram discutindo, como em uma reunião, alguma coisa mas não deu pra entender. Com certeza era sobre mim. Ouvi a voz da Ariane. Me chamaram de “bicha”. Disseram que não vou saber o que tá acontecendo. Disseram que Carneiro vai me prejudicar ainda mais.

Parece que ficam citando pessoas para me confundir e me transtornar já que não sei quem exatamente está por trás dessa tortura. Porém, o único nome que nunca usaram é o da polícia militar.


São 13h45, o meu celular acabou de ficar lentíssimo e a conexão mudou de 4G para 3G. Estava publicando no meu blog o que está escrito aqui. As vozes não estavam gostando. Uma delas, disse que era a Michele e perguntou, “porque você está fazendo isso comigo se nunca te fiz nada?”.

De novo ouvi uma mulher dizer que vai me matar.

Agora à noite ouvi uma mulher que tem a voz idêntica à da Manuela dizendo para mim que vou ficar sozinho de vez. Outra voz chamou por Roberta. Parecem desesperados. Acho que foi porque postei no meu blog parte dos assédios que sofri e venho sofrendo.


05/12/2023 - durante a madrugada fui acordado por diversas vezes. Não consegui dormir direito mais uma vez. Acabei levantando por volta das 10h00.

São 12h32, já arrumei minhas coisas para sair da casa da Andresa. As vozes continuam. Aumentou o número de vezes que me chamam de Salicha e são poucas pessoas que me chamam assim, como Moisés e Tatiana. Mais um assédio que sofria no trabalho e que não acabou ainda. E realmente uma das vozes é parecida com a do Moisés. E lembrando que a voz dele foi uma das primeiras que comecei a ouvir em 2021. Era ele é o Ranieri conversando com outra pessoa, que não identifiquei. Ocorreu no apartamento que eu morava.



 
 

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