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Post 34 - documentos forjados ou manipulados na polícia civil

  • guifsalles
  • 6 de fev. de 2024
  • 3 min de leitura


Abaixo apresento algumas fotos de documentos que foram forjados ou adulterados para me prejudicar. Há algum tempo escrevi sobre ter assinado documentos na delegacia de policia civil em Betim que nunca tinha lido ou tomado conhecimento. E também não me foi fornecido. Mas lembro da escrivã, uma senhora de óculos que tinha seu filho sentado ao lado, que fez eu assinar vários documentos.


Nesse sistema de assinatura virtual da polícia civil você não consegue saber o que está assinando pois é apresentado uma tela com a assinatura digital ou virtual mas não mostra o documento ou o nome do documento.


Lembro que argumentei com ela sobre essa questão e ela disse que eu tinha que assinar.


Naquela oportunidade, ou seja, na segunda vez que fui conduzido pela polícia militar para a delegacia da polícia civil, por supostamente, descumprir medida protetiva contra minha irmã Poliana, a minha ex chefe de equipe Maria Chaves também estava. Levou muito tempo para ser recebido e desde que tínhamos chegado no local não vi essa PRF Maria Chaves. Ela demorou a voltar do plantão de recebimento de flagrantes enquanto eu permaneci na viatura. Então não sei o que foi conversado. Sei que ela tinha intimidade com essa escrivã de óculos. Eu já sofria com assédio moral na equipe dela.


Também não sei o que o filho da escrivã estava fazendo na sala enquanto ela me ouvia. Uma completa falta de respeito, privacidade ou qualquer outra quebra de conduta.


Quando meu colega me mostrou o que eu tinha assinado na tela do computador e que eu o questionei, ele simplesmente balançou a cabeça negativamente.


Nesse documento o delegado virtual, que não está presente no local, assina um documento em que eu assumo ser esquizofrênico. O que é um disparate pois nunca disse tamanha mentira. Também nunca fui diagnosticado com essa doença.


E depois que li a oitiva da minha irmã fiquei mais nervoso ainda. Ela alegava que não sabia se eu tinha conhecimento da medida protetiva, que eu ouvia vozes mesmo eu nunca ter dito isso a ela, que realmente minha mãe e meu pai autorizaram eu entrar na casa. Ou seja, meus pais, tanto minha mãe quanto meu pai, me deixaram ficar na casa que eu ajudei a construir. Porque ela, que nem é filha do meu pai, queria me impedir de entrar na casa que eu ajudei a construir?


Lembrando que na primeira ocorrência que a polícia militar me conduziu para a delegacia essa mesma irmã mentiu dizendo que tomo remédios, como se eu tomasse remédios controlados, disse que tentei suicidar, o que é uma mentira, e ainda relatou tudo que não viu porque estava dentro de um quarto fechado. Naquele dia somente minha mãe sabe o que aconteceu na parte externa da casa, pois estava somente eu e ela. Mais uma vez a mentira prevaleceu. Esse dia representou minha queda, perda de tudo que tinha conquistado até então, não só financeiramente como moralmente. Fiquei com o nome sujo junto a polícia militar que é sabido de nunca excluírem o que registram mesmo que seja uma mentira.


Deixo registrado abaixo documentos que provam o que estou falando. Toda a mentira orquestrada para eu parecer um esquizofrênico e aposentar pelo INSS.


Grifado ou em destaque estão os pontos principais. Primeiro o despacho do delegado.

Página 1



Página 2


Agora depoimento da minha irmã.


E como eu tinha dito alguns dias atrás, nunca tinha sido notificado de qualquer medida protetiva, inclusive cheguei a ir lá, na casa da minha mãe, várias veze e até levar meus filhos para eles verem. Porque quando estava com meus filhos eles não chamaram a policia para mim? Porque quando fui dar os parabéns e feliz dia das mães não chamaram a polícia para mim? Incrível como são as coisas.


Ainda acrescento que minhas irmãs que moram com meus pais fizeram um acordo de não representar contra mim caso eu deixasse a residência. No dia elas não representaram e eu deixei a casa da minha mãe. Porém, dias depois, por intermédio de alguém, não sei se do SIASS ou da PRF, elas foram diretamente na delegacia de mulheres e fizeram a denúncia.


E meses depois fui tentar localizar meu armamento e descobri que estava na delegacia de mulheres de Betim. Ao conversar com uma delegada no local, essa afirmou que estavam fazendo perícia na minha arma e que seria devolvida ao meu chefe Dias.


Perícia não sei para quê. Ainda espero uma informação concreta para descobrir quem está tentado e conseguindo me prejudicar.



 
 

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