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Post 38 - Meu diário - parte XVI - torturas - continuação

  • guifsalles
  • 6 de mar. de 2024
  • 22 min de leitura

Atualizado: 18 de mar. de 2024

Período 06/03/2024 a 16/03/2024.



06/03/2024 - são 07h40, me acordaram falando de novo. A impressão que era aqui no hotel. Pareciam falar do meu ronco, riam, como uma coisa provocada e me chamavam de trouxa que mexeu com a polícia civil. Disseram que sou um tarado que fica masturbando.


São 07h45, falam, “vou metralhar sua família”, “estamos ajudando a Sueli”. Citaram nome de Madu ou Artur. Falaram a respeito de um oficial de justiça mas não entendi o restante que foi falado. Depois falaram que vão me colocar num hospício mesmo não sendo doido.


São 07h47, arrastaram um móvel por muita extensão do quarto.


Noto com estranheza a vacinação da dengue voltada apenas para crianças de 10 a 11 anos. Outro detalhe é a aplicação na parte de trás do braço. Com outras faixas etárias mais vulneráveis, porque vacinar somente esse público inicialmente? É uma impressão minha mas escolheram propositalmente com algum objetivo.


São 08h25, continua a falação. Chamam pelo meu nome. Falam, “sabe de tudo né!?”.


São 09h18, fui ao banheiro pela segunda vez nessa manhã. Falam, “tadinho do Gustavo”, “Mateus”, “Salete”, respondi, “vocês realmente se preocupam com meus filhos”, “tiraram tudo que o pai deles tem”, “fizeram eles perderem até o plano de saúde”, “realmente são vocês que preocupam com meus filhos”. Corruptos covardes!


São 09h20, uma mulher fala, “Cida!”, como se estivesse do lado dela.


São 10h40, uma mulher com voz bem jovial fala, “Guilherme, eu sei tudo sobre sua vida”. Então respondo, “e aí?”, “fizeram um dossiê sobre mim?”, “com qual objetivo?”, “quer chantagear?”. Não reconheço essa voz apesar de aparecer sempre. Ao fundo ouvi alguém falar de “família da Sueli” e “delegado amigo do Madu”.


São 10h45, ela fala, “sabe de nada”, “chupa!”.


São 10h48, um cara fala, “tem um capeta nessa porra”. Então respondi, “chama a igreja”.


São 14h28, estou sentindo barulhos e dor na barriga. Uma mulher diz que é o celular que tá fazendo isso. Ela ri e diz, “chupa!”.


São 16h47, um cara fala, “é isso que você tem, aneurisma da aorta”, “come tudo”, “chupa!, chupa!”, várias vezes.


São 17h12, sinto gases que aparecem de repente e um tremor constante e em frequência alta na parte baixa da barriga. A garganta seca rápido. Como venho sentindo isso faz tempo, sei que sempre começa por volta das 17h00 e vai piorando.


Esporadicamente essas sensações ocorrem em outros horários, mas sempre estão associados às vozes. Quanto mais falam, quanto mais raiva percebo mas falas, pior são essas sensações. Ocorrem inclusive quando não ingiro bebidas alcoólicas.


Continuam falando. Estou tentando ignorar.


São 18h58, ouço um cara no corredor falando, “ele é burro”. Enquanto isso começa a pulsar algo do lado esquerdo do meu corpo e as vozes voltam. Falam, “você é doido”.


São 19h16, falam, “masturba pra gente ver”, “seu maluco”.


São 19h29, falam, “você se fodeu todinho”, riem, “Guilherme”, são 19h32, “ninguém vai fazer nada por você não”.


São 21h00, “Salles, pode vir aqui pra casa”, diz um cara.


São 22h32, falam, “sua vó quem te ensinou tudo isso?”, “eu sou o Hugo mesmo”.


São 23h16, falam, “o que o Adilson tem com a Sueli?”.


Perdi o jogo Botafogo e Bragantino todo no segundo tempo por causa da falação, são 23h25.


07/02/2024 - acordei por volta de 08h30. Assim que acordei começaram a falar, “Mateus vai te salvar”. Não há nada aqui para ser salvo.


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Desabafo


Viva a tortura! Perdi tudo por causa dessa tortura. E não adiantou tentar seguir em frente, pois tentei, mas sabotaram tudo que eu fiz. Infelizmente, com tudo isso, os maiores prejudicados são meus filhos. A ausência de vontade e omissão em criá-los e ajudá-los na vida, demonstra como a Sueli está por trás disso. Nem sequer reclamar de pensão, o que ela fazia com tanta veemência, não faz mais.


Mais um indicativo de que está participando disso para destruir a mim e minha família. Peço desculpas aos meus filhos pois ela conseguiu ajuda dentro de órgãos de segurança pública para confeccionar essa tortura e eu não pude aguentar. Suportar essa tortura foi demais para mim.


E acredito que essa misandria vai aumentar no Brasil, pois a tortura foi um sucesso e o meu cancelamento como pessoa demonstra como feministas querem o futuro. Não é à toa que desde o início usam a frase, “a luta vai continuar”.


Hoje me encontro com aversão ao meu trabalho que eu sonhava e adorava. Falava bem do meu órgão e era feliz por ter chegado onde cheguei por minhas próprias forças, ou seja, com muita dificuldade e sozinho. Mas corruptos e desafetos no órgão não deixam barato, agem através dos seus mais importantes cargos, como se fossem o Estado, mas são apenas pessoas com vontades próprias, desejos pessoais acima da vontade do coletivo. Parabéns corruptos, parabéns inteligência maldita.


Se tem uma coisa que vou agradecer pelo resto da minha vida e agradecer a Deus por isso, é o fato de nunca ter entrado para essa corja, que faz parte desse antro de pessoas más que se auto-ajudam e se beneficiam.


Ficam escondidas da sociedade, nunca são questionados pelos seus atos e o uso anti-ético de suas ferramentas. Com eles estão um Ministério Público covarde que não auxilia pessoas menos abastadas e ajudam a formar um sistema oculto e indeterminado de investigação, sem nunca serem auditados. E por não o são? Porque tem poder sem controle? Porque a elite os apoia.


E é por isso que eu e minha família, os invisíveis na sociedade, somos alvos de uma segurança pública covarde, miliciana, numa cidade que vive política e corrupção. Minha família com pouco estudo e recursos financeiros não sabe o que é contra-informação, contra-inteligência, desinteligência ou inteligência policial, como funciona, o que fazem, o que são capazes de fazer, portanto, não tem como se proteger ou se defender. E a mentira e influência dos agentes dessa inteligência corrupta que causaram as brigas, conflitos e rompimento do cerne da minha família. Como somos invisíveis ninguém virá ajudar e ninguém vai responder por tamanha infâmia.


Pelo contrário, irão rir e gritar frases como as que ouço todos os dias, “vai se foder mais ainda”.


Sugiro ao leitor do meu Blog a leitura do post 16 - “É possível criar um indivíduo louco mesmo que não seja?”.


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São 09h38, falam, “Guilherme, é o capeta”.


São 10h07, uma mulher fala, “sabe tudo de Edvaldo”, “capeta”.


São 10h36, ficam falando de pinto. Agora só falam isso, de pinto e masturbação. Lembrando que não tenho uma namorada por conta deles.


A Tv AOC do quarto de vez em quando fica piscando o led vermelho como se estivesse recebendo sinal do controle remoto. Acho estanho. Mesmo com o quarto escuro e o controle remoto escondido. Justamente quando as vozes ficam mais evidentes.


São 11h02, “como você sabe de tudo isso?”, “como você sabe que voltaram a Vera e ela foi pra Brasília?”. Ela só voltou porque viu a amiga na Paraíba morrer e não fez nada. E olhe que a PRF que morreu era psicóloga. Pra mim mataram ela, porque se ela passava por isso que estou passando, só resolveria desta forma.


As sensações de perdimento de sua vida em detrimento de pessoas más e corruptas é o gatilho para se fazer uma besteira. E se sentir impotente porque fazem tudo pra te foder, impondo falsos processos e você não consegue fazer essa merda eletrônica parar, e ao redor estão pessoas mentirosas e falsas dizendo que você está ficando louco,é outro gatilho. E eles sabem o que estão fazendo.


São 11h41, falam, “porque você fez isso com ele Mateus?


São 11h50, um cara fala, aqui é da polícia federal. A polícia federal agora tortura?


São 11h58, uma mulher diz, “eu te amo Salles”. Digo que nunca ouvi tanta besteira na minha vida.


Enquanto isso as sessões de torturas e vozes pra se criar esquizofrênicos continua.


São 12h16, uma mulher me chama pelo nome e fala, “aqui”. Mais nada, só pra irritar. Estão se divertindo.


São 12h50, estou almoçando com um dos meus filhos e as vozes estão desesperadas, que estão gritando as frases de sempre para chamar minha atenção mas em meio ao barulho do ambiente elas não prevalecem. Foi bom demais. Primeira vez que vejo eles se foderem com esse sistema de tortura. Não dão paz nem na hora do almoço.


Acho que uma ou mais dessas pessoas que participam dessa tortura parecem ter ou tem muitas características de tarados e voyeurs. Só falam coisas relacionadas a isso.


São 15h17, continua a falação desses idiotas.

Mudaram a falação. Agora voltaram a 2021 dizendo que matei um PM, o que é uma grande mentira. Se isso não é tortura é o quê? Aliás é bom deixar bem claro, e estou ratificando, nunca matei ninguém.


São 19h19, continua a falação.


São 19h23, uma mulher diz, “ele falou tudo que a gente quer ouvir”.


São 19h47, falam, “se você não for doido a gente tem que devolver o dinheiro”.


São 20h33, uma mulher se diz ser a Cida e fala, “você é doido”, “ninguém conhece essa tecnologia”, “ninguém vai acreditar em você”, um cara fala, “você é maluco”.


São 22h25, falam, “sabe de nada”.


São 22h36, falam, “sua água tá contaminada com arsênico”.


São 22h46, falam, “o Moisés tá impressionado com sua capacidade…”.


São 22h48, uma mulher diz, “o que você me pede que eu não faço rezando”.


08/03/2024 - São 03h30, me acordaram. Estão falando o mesmo de sempre. O objetivo é não deixar eu dormir.


Meus olhos tremulam. Não consigo dormir.


São 04h15, tive que ir correndo ao banheiro. Faz parte dessa tortura.


São 04h20, falam, “A Tereza e o Leonardo querem destruir sua família”.


São 04h24, falam, “a Cida botou câmera na casa deles pra te vigiar”.


São 04h30, falam, “aquele cara que você viu com o Leonardo é policial civil”, “amigo dele”, “a Tereza te fodeu”, “por isso que o Bráulio não te ajudou”, “não é de hoje”, “ele ligou pra PM aquele dia”.


São 04h39, falam, “foram eles que bateram no seu carro novo”.


São 04h50, falam, “eles tem pacto com o cão”, “vão foder sua família”, “aqui é a Cida”, “eu te mato”, “a gente te monitora há tempos”, “você nunca mais vai voltar a ser policial”, são 04h52, “polícia é a gente”.


São 05h02, falam, “quero ver você escrever aí que foi a homicídios que matou e sumiu com o Afonso”.


Estão me ameaçando de morte e ameaçando minha família.


São 05h08, falam, “a gente vai te matar seu desgraçado”, “maluco”, “desde o dia dos Correios”.


São 06h57, não deixaram eu dormir. Foi um inferno. Falaram que não vou em perícia nenhuma.


São 10h20, acordei depois dos olhos fecharem sozinhos por volta das 08h00.


São 13h35, falam, “ele não sabe de nada”, “olha pro cê ver”, diz uma mulher com voz jovial.


Falação baixa mas presente. Dia de perícia. Não fui. Se eles me afastaram de forma unilateral, agora eles decidem também de forma unilateral, não tenho que ficar participando de teatro que tende a agradar quem quer me prejudicar. Não querem que eu volte a trabalhar, mas nenhum deles tem coragem de chegar na cara e falar. São covardes. Ficam usando esse sistema eletrônico de rádio pra mandar frases.


São 17h17, falam, “aqui é a Cida”, “vou te colocar num hospício”, “ah Salles”, “eu tô feliz demais”.

Voz idêntica à dela. E não duvido que seja ela como já escrevi antes.


E digo mais, se não desligarem e disserem como funciona isso, eu não vou em nenhuma perícia.


São 17h59, começaram as dores. Também chegaram os vizinhos, que nunca mudam de quarto.


Vou anotando tudo que vejo e percebo.


São 18h09, falam, “mexe com minha família”, “sabe tudo”. Que família, pergunto. Não respondem.


São 18h18, o cara do quarto do lado finge espirrar e fala bem alto, “bicha”, por três vezes. Enquanto escrevo ele deu uma porrada muito forte na parede.


As coisas parecem estar se concretizando.

Infelizmente não pude ligar para minha mãe nesse dia internacional da mulher devido à medida protetiva que duas irmãs minhas impuseram. Elas não permitem que eu fale com minha mãe e nem meu pai. Não posso ir lá, não posso ligar e não tenho o contato deles. Será que uma mulher pode impedir alguém de ver seus pais porque ela tem uma medida protetiva que é para ela? Ao meu ver isso vem provocando danos psicológicos a mim e aos meus filhos.


São 22h38, vou tentar dormir, estou muito cansado pois não deixam eu dormir e esses sons e vozes cansam a mente. É horrível essa tortura.


09/03/2024 - acordei por volta das 08h30. Parece que consegui dormir apesar de remexer a noite toda.


Acordei e a falação começou.


São 14h45, falam, “vamos clonar seu WhatsApp”, “chupa!”.


Vozes baixas. Passei a tarde e noite ignorando esses demônios. Fui dormir após a novela das nove pois estava bem cansado.


10/03/2024 - São 05h16, tem cerca de uma hora que estão infernizando. Não param de falar essas desgraças. São as mesmas pessoas.


Falaram que eu tenho que aposentar. Depois ofereceram R$ 50.000,00 para eu aceitar isso tudo. Tive que xingar e dizer que o que me levaram é muito, mas muito mais que isso, e inclui a minha saúde e a dos meus filhos. Só danos morais deve perfazer um montante considerável, já que fui cancelado socialmente por conta dessa perseguição desenfreada.


Citaram minha irmã Andresa como responsável por isso tudo, depois citaram a Sueli, ex mulher.


São 06h56, um cara fala, “olha o que eu fiz”, se referindo ao que fez comigo. Ainda estou acordado.


São 07h13, continua a falação dos vermes. Estou assistindo TV. Falam, “olha lá Paulo”.


Dormi após beber.


São 11h15, acordei.


São 11h40, uma mulher fala, “mostra seu pinto pra mim”.


São 12h40, um cara fala, “eu vou prender seus filhos ainda”.


Se isso não é algo pessoal é o quê? Alguém está se vingando ou me passa prejudicando propositalmente. E ficam dizendo que são policiais.


São 14h49, começo a sentir a garganta secar rápido demais e por coincidência, tem uns 5 minutos, que chegou um indivíduo no quarto do lado. É algum tipo onda.


São 14h51, iniciam os barulhos estranhos na barriga. Vozes falando pra eu parar com isso. Riem.


Vozes baixas na parte da tarde.


São 22h20, uma mulher diz, “ai que raiva, e se eu der um tiro nele?”.


11/03/2024 - A noite inteira me acordaram. Até o cara do quarto do lado bateu forte na parede me acordando.


São 07h45, acordei definitivamente.


São 09h17, vozes baixas. Mas sei que ainda tá funcionando esse sistema de tortura porque o barulho numa frequência alta ainda soa na minha cabeça.


São 12h37, falam, “o que vamos fazer com esse cara?”, “não sei”.


Vozes baixas durante a tarde. Pareceu até que sumiram por um tempo.


São 23h12, as vozes estão vindo de outra direção e mais baixas.


Dormi por volta das 00h00.


12/03/2024 - remexi a noite inteira. Acordava e dormia. A falação era baixa mas a introjeção de informações na cabeça fazia eu sonhar com aquilo que eles falavam.


São 06h50, me acordaram mas voltei a dormir.


São 08h35, acordei com sonhos de novo. Mesma introjeção. Alguns barulhos no ouvido semelhante a equipamentos fora de operação ou fora do ar, como em filmes. Ou um telefone com sinal de ocupado.

Percebi que o hotel está sem energia elétrica. Todos os equipamentos estão desligados, exceto o celular.

Desliguei o celular e continua.


Religuei o aparelho celular pra gravar um vídeo com o barulho que vem da janela do banheiro. O barulho é muito alto e parece ser de grilos. Depois fiz outra gravação com os barulhos diminuindo. E acabei lembrando da gravação da pomba que parecia falar todo dia no apartamento do Filadélfia e que ocorreu algumas vezes aqui no hotel. Agora parece que os sons dos grilos e da mata se acentuassem, é estranho.


São 09h26, o hotel continua sem energia elétrica. As vozes estão baixíssimas. Não entendo o que falam.

Mas a frequência na cabeça não para. É por isso que continuo ouvindo essas vozes desgraçadas. Será que é algo em mim que está produzindo essa frequência? Ou será a frequência de ondas Frey? Um áudio silencioso que só eu ouço devido a um chip colocado no meu corpo?


Ainda não sei como eu não enlouqueci de verdade.


São 10h10, enquanto eu tomava banho falaram muito. Disseram que minha família toda tá monitorada por esse sistema eletrônico.


Tentei dormir após 13h30, mas não deixaram.

Cansado fui tentando cochilar até às 16h10.


Vozes baixas. Pior momento ocorre após às 17 horas.


São 20h28, estou fazendo uma cruzadinha e as vozes ficam falando palavras. Não tenho paz nem no momento de diversão. Quer mais uma prova de tortura? Os caras com Google na mão e falando na sua cabeça? Desisti de fazer. Mais uma coisa que deixo de fazer por causa desses filhos da puta.


Fui dormir assim que o programa do Ratinho terminou.


13/03/2024 - São 01h15, me acordaram pela segunda vez na noite e começou a falação. Junto vieram dores na barriga seguido da formação de gases. Falaram que era a Sueli, Cida, Tatiana e Salete. Um grupo só de mulheres feministas. Que há uma juíza me julgando quando fazem as torturas.

Me chamaram de maldito e pediram para eu mostrar o pinto. A mesma ladainha de sempre. Também chamaram por Mateus e disseram que era do CERSAM onde eu vou ficar internado.


Depois falaram que é do FBI.


Enquanto elas falavam alguém fazia barulhos no quarto de cima. São 01h35, alguém liga o carro na garagem e sai do hotel. Parou a dor na barriga após ficar vibrando por vários momentos e eu cobrir o corpo.


São.01h45, falam, “tá vendo Cida?”, “aqui!”, “por mim”.


São 01h59, chamam por Anderson e Mateus novamente. Disseram que vou sumir igual ao Afonso e que a Sueli vai ficar com meu salário.


Falam, “chupa!” várias vezes e chamam por Paula.

Falam com voz de criança que invadi o computador do FBI. Nunca vi tamanha ilação. A criatividade deles é mato.


São 02h49, não param de falar. Falam, “ele sabe quem eu sou”, diz uma mulher se referindo a esposa do Dias, “ai que ódio desse cara”, “aqui é a polícia militar”. Ficam falando o nome Mateus.


São 02h52, tive que correr pro banheiro evacuar.


Falaram que é o Adilson que tá fazendo isso e citaram o ministério público com a inteligência policial.


São 03h03, sinto incômodos na virilha e saco escrotal. A barriga faz barulhos. Falam, “nunca mais seu pinto…”, final inaudível.


São 04h27, estou acordado ainda, mas não é por insônia e sim por causa da falação dos demônios. Isso não para. Não sei o que fazer. Sei que é, claramente, uma forma eletrônica e científica de ser explicada, porém, não acho respostas. Ficam me infernizando como se quisessem se vingar de mim. Pensei até em maçonaria ou coisa do tipo, mas não sei mais o que pensar, já que não tenho ligações com diretas com essa entidade. E porque estariam me torturando? Fica a dúvida.


Já são 2 anos e 7 meses que tiraram minha arma e sou torturado sem piedade. Porém, como já disse aqui no Blog, são torturas que remontam ao ano de 2012 no mínimo. Desta forma, já fazem 11 anos que estou nessa batalha com stalkers travestidos de polícia. Lembro de ouvir vozes ainda trabalhando na Bahia mas que eu não tinha me dado conta que eram eletrônicas, e que me sugestionavam o tempo todo de forma inconsciente.


São 04h42, disseram, “fizemos a mesma coisa com seu tio”, “ele entende rápido demais”.


Dormi após ingerir bebida alcoólica. Acordei por volta das 08h50 com falação.


Fui almoçar e voltei pra descansar um pouco. Estou quebrado. Minha vida se resume a isso agora.


São 16h05, acordei de um cochilo de pouco tempo. Dormi mesmo com falação devido ao cansaço.


São 18h28, vozes baixas. Dizem que não estão me aguentando mais.


São 23h06, continua a falação mesmo baixa. Há algum tempo atrás senti dores no peito do lado direito com dores na garganta e secura, azia e gases na barriga. Fui ao banheiro depois disso.

Sigo anotando.


São 23h27, ouço as vozes de três, uma mulher, um homem e uma jovem. São os mesmos de sempre. Falam, “sabe de nada”, “vou matar sua família toda”, é possível sentir ódio nas falas deles que se alternam. É um sistema de rádio. Citam anjos e Deus sem ter sentido ou foi inaudível.


São 23h30, estão falando para não deixar eu dormir. Falam, “sou da polícia civil”.


14/03/2024 - São 00h12, tentei dormir e não deixaram. Tossi, babei, senti dores, foram algumas das coisas provocadas por eles. Falaram alguma coisa de marinha e Brasília.


São 00h23, uma mulher diz, “a gente não vai te matar, vai deixar você doente”, “você vai caminhar amanhã?”.


Acordei por volta das 09h20. A noite inteira fiquei revirando na cama e por pelo menos duas vezes ocorreu introjeção de informações na cabeça que causavam sonhos estranhos. Me sinto até certo ponto descansado mas com uma sensação de incerteza quanto a ter descansado, uma espécie de dúvida se consegui dormir ou não.


São 10h10, uma mulher diz, “a justiça tá te esperando”.


São 12h38, continua a falação. Após meu almoço fui ao supermercado comprar água mineral é um pouco antes de entrar nas dependências do supermercado um cara falou alto, “aqui é a polícia militar, porra!”, e na saída do supermercado havia uma viatura da PM na porta. Coincidência de novo.


São 12h55, falam, “você é doido”.


São 13h15, conectei o celular na internet. Senti uma vibração na barriga. Será que acontece com todo mundo isso?


São 14h00, uma mulher diz, “maluco”, mas é possível ouvir que estão conversando entre si porém inaudível para mim.


E continuam falando. Estou ignorando.


São 16h39, falam, “nossa Guilherme, todo mundo tá querendo que você morre”.


São 22h50, uma mulher diz, “a comédia vai começar”.


São 23h05, batidas do quarto de cima e do lado.

Deve ser coincidência. Minha garganta começou a sentir incômodos. Estou utilizando ímãs na tentativa de interferir ou impedir as dores. Para as vozes os ímãs não funcionaram até hoje.


15/03/2024 - São 00h07, fui dormir.


São 07h25, acordei com a falação. Falam, “você matou o menino”, “você matou …”, “ele matou…”, “ele matou também…”, e ficaram citando. A maior parte inaudível. Se isso não é tortura, é o quê?


Tive que correr pro banheiro. Algum tipo de frequência que esses torturadores utilizam faz a barriga doer e eu ter que ir no banheiro.


São 07h39, falam, tô achando que esse cara vai morrer mesmo. A pouco chamaram pelo nome Michele.


São 07h46, uma mulher diz, “eu não fiz nada com ele”, e outra responde, “agora você fez. Um cara fala, “tadinho do Gustavo”, e eu respondo, “vocês são os responsáveis pela quebra da minha relação de pai e filho”, “eu era o herói do meu filho e agora sou o quê?”. Interferiram na minha relação com meu pai dizendo que sou “bicha” e na relação com meus filhos dizendo que sou maluco. Corruptos! Esse país não tem lei.


Essa polícia corrupta e vingativa destrói famílias e todos aplaudem, cadê a polícia legalista que o Datena sempre cita? Só existe pra elite, no nível onde tudo é orquestrado e acertado. Nem os criminosos mais perigosos do Brasil foram torturados da forma que estou sendo. Fui cancelado totalmente, seja moralmente, seja socialmente, seja financeiramente, seja psicologicamente, enfim, não sou mais um cidadão, passei a ser cobaia de uma polícia que se diz inteligente.


São 07h57, falam, “deixa eu te dizer uma coisa”, diz uma mulher com a voz parecida da Sueli, minha ex mulher. Ela não termina a frase. Várias pessoas conversam ao fundo, está inaudível. Me chamam de veado, capeta e maluco, é a única parte audível.


Durante o almoço uma mulher ficou falando sem parar. Não tenho paz nem para almoçar.


São 12h11, já voltei do almoço. Uma cara fala, “sabe quantas pessoas você matou?”, respondi, “não matei ninguém”, depois uma voz idêntica a da Sueli diz, “chupa Guilherme!, chupa!”, por várias vezes, “Paula!”.


São 17h00, estão me atrapalhando a fazer uma cruzadinha, ficam falando e sugerindo palavras.


São 17h34, continua a falação.


São 18h58, voz da Sueli fica chamando meu nome.

Foram várias vezes. Depois um cara chama por Paulo.


Passaram a noite enchendo o saco. Tentei ignorar ao máximo assistindo TV.


16/03/2024 - São 00h31, uma voz que não tinha ouvido ainda diz, “chupa!”, várias vezes, respondendo ao que eu estava pensando acerca de não ter feito nada que justificasse meu afastamento da rodovia. Até o sindicato e a corregedoria não colocaram objeções à época, então não entendo até hoje o motivo. O objetivo era eu ser torturado? Só pode ser. Agora não volto nunca mais. Olha o que fizeram comigo. E sou obrigado a ficar ouvindo vagabundo demoníaco falando chupa.


São 00h37, parece um garoto que está falando.


São 01h06, não deixam eu dormir. Primeiro falaram que é a polícia civil de Goiás, que matou meu tio Celdes e agora veio destruir o resto da família. Depois falaram que mexi com a mulher de alguém e que por isso estou sendo torturado. Depois falaram que era a Tatiana e o careca desenvolvedor da inteligência da PRF em Contagem. Que ele desenvolveu isso. Não sei o nome dele e o vi apenas uma vez. São 01h09, estão falando um monte de coisa quase tudo inaudível, estão nervosos. Me chamam de traidor.


São 01h41, uma mulher diz, “seu filho tem a mesma coisa na cabeça”.


São 01h45, uma mulher diz, “você citou a concessionária no boletim de ocorrência”, “não pode”, “você é maluco”.


São 01h51, a mulher mais velha diz, “Eu tô chupando pinto aqui Salles”.


São 2h00, “você não tem medo de nada, né?”, “toma Guilherme, toma Guilherme”, “olha minha buceta aqui”, “esse menino é maluco”.


São 02h04, não param. Ouço apitos e falhas nos dois ouvidos. Ouço um coro de crianças dizendo “ele se fodeu”.


São 02h27, fizeram alguma coisa que fiquei sem ar, tossi e senti dores na barriga e cabeça. Minha garganta secou e tive refluxo com a tosse. Meus olhos tremem. Comecei a arrotar e estou com flatulência. Tudo ocorreu ao mesmo tempo. É impossível dormir. Quer tortura maior?


Me acordaram por volta das 08h20 mas ignorei e voltei a dormir.


Será que alguém no Brasil é torturado dessa forma? Alguém aguentaria?


São 10h02, acordei. Estavam falando na minha cabeça tentando simular sonhos. Falavam de Alisson e Andresa. Depois falaram de Adilson e Christian.


São 10h40, Fui tomar banho e encheram meu saco. Continua a falação e falsas acusações. Falaram que o Dias foi a Bahia e que a Sueli já conhecia ele. Ele trabalhava na inteligência.


São 14h40, falam, falam, falam.


Nesse ínterim estive fazendo alguns jogos de Sudoku e assistindo jogo de futebol.


São 18h45, um cara fala, mostra seu pau pra mim”, perguntei como, mas não respondeu ainda.


São 21h17, falam, “Marquinhos!”. Pediram pra contar mais histórias.


Então vamos lá.

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Desabafo


Lembrei da época que eu estava tentando tirar carteira pela primeira vez. Era uma coisa importante para mim e então procurei a Autoescola Unibet. Eu ia de bicicleta para a autoescola e a deixava do lado de dentro amarrada com um cadeado próprio com cabo de aço. Ela ficava amarrada junto com a bike do meu amigo. Era uma bike da marca Bacini, de cor vermelha, com passadores e marcha semi-automático e suspensão dianteira. Era uma bike exclusiva e estilizada por mim. Fui gradativamente melhorando os componentes e peças dela já que não tinha muito dinheiro. Só que um dia, quando voltei do treinamento de rua, percebi que minha bike não estava lá. Também não estava o cadeado, porém a bicicleta do meu amigo, uma Caloi 10, estava no mesmo lugar. Ou seja, retiraram a bike do meu amigo que estava encostada sobre a minha e retiraram somente a minha bicicleta. Não havia vestígios de corte ou serramento do cadeado. Quando perguntei ao pessoal da autoescola, inclusive o proprietário, disseram que a secretária havia saído por um minuto e que alguém havia furtado a bicicleta. Fiquei desconfiado que alguém da própria autoescola pudesse estar envolvido no furto e já havia especulações dos funcionários da empresa sobre o valor da minha bike. Fui até a polícia militar e fiz uma ocorrência do furto. Mas, mais uma vez, ninguém nunca me ligou perguntando sobre a ocorrência, seja porque foi encontrada, seja porque houve algum tipo de investigação. Mais uma vez demonstra como a polícia civil nunca investigou uma ocorrência envolvendo minha família. Talvez o contrário seja verdade, é mais fácil investigar pobres do que ajudá-los.


Porém, quando fui transferir para meu nome, um veículo usado e procurei o despachante Alves para realizar o serviço para mim, me deparei com uma situação. Na vistoria do DETRAN da Avenida das Américas em Betim, o vistoriador me informou que eu não poderia utilizar o insulfilme que já estava no veículo, alegando que era ilegal e muito escuro. Então me prontifiquei a retirar mas antes de realizar a retirada da película o vistoriador pediu para eu procurar o despachante. Voltei ao despachante e ele sabendo do ocorrido mandou o estagiário, dizendo na minha frente, “vai lá e pergunta quanto ele quer”. Quando o estagiário voltou disse que ele queria R$ 20,00 para liberar o veículo com a película. Tive que pagar mesmo não concordando. O veículo foi liberado e transferido para meu nome.


Vamos a outra história. Já tinha dito aqui como meu cunhado Alisson arrumava confusão comigo em todo final de festa ou confraternização da família Salles. Mas lembrei que quando minha irmã o apresentou para mim e a família, ele possuía uma história de ter passado por uma traqueostomia. Ele tem uma cicatriz no pescoço referente a um furo para entrada de uma cânula para respiração de quando ele passou por algum problema. Porém, acho que é uma coincidência o fato de eu falar ou ficar falando sem parar, mesmo com a boca fechada, movimentando minhas cordas vocais quando penso ou leio algo, justamente relacionado com essa tortura que venho atravessando. Só quem passou por uma traqueostomia sabe como funcionaria essa questão de falar e cordas vocais. Deixo registrado porque parece muita coincidência eu estar passando por algo similar.


Agora relato outro caso de assédio que passei na delegacia Metropolitana da PRF em Contagem. Fui assediado pela chefia e pelo PRF Demoro a aceitar o uso de uma viatura descaracterizada para me deslocar de Betim para Contagem todos os dias. A princípio pareciam querer me ajudar a economizar combustível com os meus deslocamentos sabendo que o preço estava bem caro em 2022. O fato era que eu queria estar trabalhando normalmente na pista e não administrativamente na delegacia. Só era assim porque me afastaram da atividade fim sem motivo. Eu estava em dificuldades financeiras mas me neguei a aceitar. O uso das viaturas deveriam ser em serviço e não para deslocamentos que atendem interesses particulares. Dessa situação me lembrei de Carneiro, chefe da delegacia de Seabra, que todos os dias deslocava com viatura caracterizada para casa e dessa para o serviço. Ele morava na cidade de Palmeiras. E era mal visto pelos colegas por utilizar uma viatura só pra ele, sabendo que muitas vezes usávamo-nos viaturas piores. O intuito aqui foi fazer um paralelo que indicasse o assédio para comigo pois eu era um dos policiais que não concordava com o uso que Carneiro fazia e agora estavam tentando que eu fizesse a mesma coisa para me prejudicar a qualquer tempo.


O interessante nessas histórias não são o contexto em si mas o fato de que sempre estão prontos a utilizar esse contexto para me prejudicar. Posso até imaginar que tenho um monte de denúncia contra mim na corregedoria, criadas por essas pessoas corruptas. Antes disso tudo não tinha nada.


E por falar em Carneiro, chefe de delegacia, no qual fui testemunha de acusação de assédio moral no Ministério Público, foi uma das vozes que ouvi quando me dei conta que escutava vozes. Ele disse, “não tenho nada contra você”, ainda quando eu morava no apartamento do Filadélfia, fazendo menção ao que eu disse pra ele quando me chamou na sala dele para me intimidar porque eu era uma testemunha contra ele.


Outra situação envolvendo ele como chefe de delegacia é o fato de eu e Batista termos encontrado um foragido e entregue pra polícia civil. Naquela ocasião, que já narrei aqui, a família desse foragido estava a procurá-lo, como o colega Wellington indagou. Mentimos que não encontramos ninguém pois entregamos diretamente para a polícia civil e depois voltamos para o posto PRF, não tendo nenhum registro nosso. Quanto ao fato desse preso ter sumido, se realmente for verdade, o primeiro a ser questionado seria Carneiro. Até hoje não aconteceu nada. Ou seria uma situação forjada para ser utilizada nessa tortura psicológica e física, fazendo eu sofrer por algo que não aconteceu? Tirem suas próprias conclusões.


Outra situação que fui prejudicado foi numa operação de carnaval em Barreiras. Parei uma mulher numa caminhonete grande e solicitei que ela fizesse o teste do estilometro. Era o objetivo da operação. Ela se negou e iniciei os procedimentos, como a multa. Porém, depois de um tempo, aparece um outro PRF que não estava participando da operação naquele local, não deixando dúvidas de ser próximo dessa usuária e seu marido, pergunta sobre o que ocorreu e eu explico, em seguida ele desloca para trás de vários carros estacionados juntamente com a usuária e o marido dela, e volta com um teste de etilometro com resultado zero. Nitidamente para todos da operação que o fato dele ter pegado um bafômetro e levado para local diverso e oculto, mostra que sua intenção era isentar a usuária de fazer o teste e ser liberada sem nenhum tipo de penalidade, como por exemplo, a prisão da mesma caso o valor obtido no etilometro desse maior que 0,34. Tudo isso gerou muita polêmica no local, esse PRF ficou agressivo e tudo resultou num processo que foi parar em Brasília. Quando a mim foi remetido esse processo, ratifiquei o ocorrido e as atitudes desse colega. Não sei o resultado desse processo mas é também mais um motivo de eu estar sendo perseguido por colegas corruptos da Bahia.

Deixo registrado, pois imagino que a corregedoria em Brasília não tenha feito seu trabalho da forma correta e de acordo com a lei.


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São 22h06, falam, “é a Marcela”, não conheço essa pessoa respondi.


São 22h12, ouço um apito agudo no meu ouvido e alguém anda rápido, como se tivesse desligado alguma coisa e saído.


São 23h07, falam, “nunca vi isso”, se referindo ao desabafo acima.




 
 

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