Post 47 - Meu diário - parte XXIV - torturas - continuação
- guifsalles
- 26 de mai. de 2024
- 16 min de leitura
Atualizado: 3 de jun. de 2024
Período 26/05/2024 até atualmente.
26/05/2024 - São 00h10, termina o jogo da NBA. Estou indo dormir.
São 00h21, falam o nome de Anderson e Léo.
São 00h40, sinto algo atingindo minha cabeça. As vozes vinham do ar condicionado mas agora mudaram de direção e ficaram mais evidentes.
Parecem microondas ou algo do tipo e parece que existe algum tipo de alinhamento do equipamento que estão usando, o que não ocorre na rua.
São 00h41, uma mulher diz, “é a polícia civil”, “Guilherme, você fez muita coisa pra mim”.
São 00h45, ela fala, “vou te foder mais ainda”, “tem policial civil mesmo”.
São 01h04, não param de bater no teto do quarto e arrastar algo de metal no chão que parece ter um fio ou uma extensão.
Enquanto as vozes vão falando os indivíduos do quarto de cima ficam batendo. Era assim no apartamento do Filadélfia. Não deixam eu dormir.
São 01h05, falam, “e o Cássio Salles?”, “ele tá aqui em cima”.
São 01h08, a mulher diz, “tem maconha no seu armário”. O armário da PRF? Igual no carro? Não respondem.
São 01h11, falam, “eu sou polícia Salles, você não”.
A falação de privação do sono começou. Vai ser mais uma noite sem dormir.
São 01h15, falam, “ele tá publicando tudo que a gente tá falando”, depois arrotou.
São 01h19, a mulher diz, “não quero ver você na casa da minha família”.
São 01h21, me chamam de imbecil.
São 01h23, uma mulher mais velha diz após rir, “o Cássio comeu a Sueli”.
São 01h26, o cara diz, “vamos arrumar uma coisa pra ele fazer”.
Dormi após algum tempo.
Me acordaram pelo menos duas vezes no início da manhã mas voltei a dormir devido o cansaço.
Por volta de 09h30, percebi que estavam falando enquanto eu dormia, por isso parecia que estava sonhando. A estória dessa vez era sobre meu tio, irmão da minha mãe, que morreu assassinado.
Assim que acordei começaram a falar sem parar. Já começaram com a frase “aqui é polícia civil “.
Quase ao mesmo tempo veio a impressão de que há um investigador ou detetive da polícia civil perseguindo a família da minha mãe. E agora me persegue.
Mais uma noite que não descanso. Parece que o trabalho dessas pessoas é me infernizar.
Manhã com vozes de modo normal. Não param nunca.
Tarde assistindo série e jogo. Ignorei as vozes ou estavam muito baixas. Foi possível ouvir as vozes me chamando e tentando falar coisas.
Início de noite com vozes baixas.
Assistindo NBA.
São 23h50, terminou o jogo e falam, “você se fodeu”, “perdeu tudo por causa da gente”.
São 23h57, liguei o celular na internet. Passaram dois minutos e minha barriga começou a pulsar. Isso não é normal.
27/05/2024 - são 00h01, pedem para eu falar sobre meu sentimento para com a Tatiana. Vejam a pergunta dessas pestes.
Então respondo, ela nunca foi minha amiga, apenas uma colega de trabalho e faz parte do grupo de PRFs que fizeram bullying comigo e forjaram situações para me prejudicar. Ela é amiga de Adilson que é meu desafeto. O que será que acho dela? A resposta tá em vários posts nesse Blog. Parecem que estão forçando mais alguma situação.
São 00h05, tem mais pessoas falando. Parecem estar se divertindo.
São 00h14, estão resmungando alguma coisa. Não entendo o que falam entre si.
Alguém gritando ao fundo, “Alisson”, “Alisson”, “Alisson”, por dezenas de vezes. Parecia até uma gravação.
Depois falaram o nome de Zema, como se ele soubesse o que tá acontecendo comigo.
Não sei que hora fui dormir.
Revirei na cama a noite toda. Senti dores na cabeça.
São 08h33, tem uns dois minutos que me acordaram. Tentei ignorar e voltei a dormir. Cansado.
Ouvi uma voz diferente falar, “ô palhaço, a gente tem um acordo aqui”, “quando você descobrir…”, final inaudível. Não fala quem tem acordo.
São 09h50, acordo de novo . Vontade de ficar na cama mas levantei. Uma mulher fala, “vou contar tudo pra sua família”.
Vai contar como funciona a tortura demônio? Não param de falar.
São 10h51, estão menos falantes.
Almoço com falação. Aliás, aproveito o ensejo para dizer que não tenho mais paz nem para me alimentar.
São 13h20, minha barriga tá revirando. Começaram os gases e barulhos.
São 13h24, tive que ir pro banheiro.
São 13h27, uma mulher diz, “sabe o que tá acontecendo aqui?”, “o Adilson…”, inaudível o final da frase. Me pareceu uma ameaça.
São 13h36, continuam os barulhos na barriga. Dor na costela esquerda.
Período de vozes baixas.
São 15h37, uma mulher diz pra um homem, “para com isso”, e ele responde, “minha filha”.
São 15h40, a mulher diz, “Guilherme, vou conversar com sua família, se você não fez nada …”, ela não finaliza a frase.
São 15h49, duas mulheres, uma diz, “ele nem conversa com mulher mais”, a outra diz, “aceita que dói menos”.
Mais frases que levam a imaginar que estou sendo torturado e sendo condicionado a não namorar ou casar de novo. Tiraram minha intimidade pra isso. Isso é um outro tipo de tortura.
São 16h11, a mulher diz pro homem, “eu te amo”, e ele responde, “é bom demais torturar esse cara”.
São 17h23, uma mulher diz, “eu te amo”, parece uma maluca, “sabe o que tá acontecendo na sua família?”.
Noite com a mesma falação desgraçada.
28/05/2024 - fui dormir depois do jogo da NBA. Mais uma vez cansado e sentindo incômodos na barriga.
São 05h45, acordo com gente contando estória na minha cabeça. É um homem e uma mulher. Ele se diz chamar Leonardo e trabalhar na Central PRF. Falavam nos nomes de Dias, Cida, Adilson, Bárbara e Barbosa. Diziam que eles jogaram a isca e eu peguei. Foi um verdadeiro massacre mental onde eles falavam e eu ia interagindo com que falavam.
Isso é tortura. Eu não estava dormindo. Pior coisa que alguém pode estar vivendo, parece uma tortura em que eles querem que você confesse alguma coisa pra eles e por isso ficam te espremendo. Não desejo isso pra ninguém. O corpo e mente não descansam.
Horrível, muito diferente de um sonho, aliás deve fazer muito tempo que não sonho, talvez por não chegar no ponto correto. Estão agindo no subconsciente com essa tortura, com ondas, interferindo no meu sistema neural. Isso é tortura, nunca autorizei nada disso.
Dá medo de voltar a dormir, até isso estão tirando de mim. É muito sofrimento que eu estou passando.
Aproveito o ensejo para deixar registrado algo que vinha notando mas não escrevia e que pode ter relação com isso. Minha narina direita fica entupida quando fico ouvindo essas vozes, algo que nunca tive mas que é constante há bastante tempo. Fico com dificuldade de respirar, seja dormindo ou acordado. Mais um sintoma físico dessa tortura.
São 06h13, uma mulher diz, “você precisa confirmar Salicha”. Um homem diz, “ele é doido, ele pensa que tá sendo torturado”, “Marquinhos, ele não sabe de nada”.
São 06h17, o cara diz, “Michele!”.
Cansado, não aguento isso mais. O que será que fiz que justifique ser torturado? Isso eles não falam, só ficam tentando extrair informações.
São 06h20, votaram os incômodos barriga com sons altos.
São 06h21, o cara pergunta, “de que planeta você veio?”.
São 06h22, xinguei. Parece ter duas mulheres agora. Uma diz, “você não perde por esperando”, “você não sabe de nada”, a outra diz, “graças a Deus”. Estão falando entre si e não só comigo.
São 06h32, outra fala, “ele não aprende nada”, “sou filha de …”, inaudível o final de novo.
Tortura isso gente, provocam com frases para você ficar remoendo e tentando descobrir o que não existe na tentativa de entender ou descobrir quem está por trás dessa merda toda.
São 06h35, ele diz, “a Sueli mandou fazer isso com você”.
São 06h40, tive que correr pro banheiro, estava impossível segurar. Lá percebi que meu corpo do lado esquerdo estava tremendo. Tenho para mim que evacuei de forma forçada.
São 06h47, também tive a impressão de que esses três demônios são da corregedoria da PRF. Se forem prova que o objetivo foi criar uma aversão em mim para que eu não volte a trabalhar. E é exatamente o que vem acontecendo, pois meu desejo é de não voltar mais pra PRF. Caso se confirme isso, ficará claro como utilizam ferramentas e recursos do Estado para expulsar servidores sem um processo de demissão. É isso que a PRF precisa? Fica explicado porque não me demitiram ainda.
Mais uma noite sofrendo privação do sono, o que caracteriza uma tortura física. Os PRFs nos postos das rodovias devem dormir mais que eu mesmo estando de plantão. Até os PRFs de serviço na C3R-Central PRF dormem mais que eu.
São 06h59, uma mulher fala algo e minha cabeça dá uma pontada, ao mesmo tempo.
A propósito, o som de frequência no ouvido não cessa nunca, é outra tortura, outro sofrimento.
São 07h44, estava tentando dormir de novo, até meus olhos estavam fechando, mas a falação não deixa. Falam, “tem que ter morte Salles”, se referindo a parar com a tortura.
Parece que o sugestionar deles voltou para o suicídio de novo. Essas vozes de pessoas do mal acham que podem mandar em mim.
São 08h01, não param de falar. É possível ouvir as conversas entre si embora ininteligível. Não estão medindo esforços para me prejudicar mais ainda. É muito ódio que vem desde 2013.
Pelas minhas contas são 11 anos de tortura, que começou quando o Adilson preparou a festa no clube Teuto e depois foi na minha casa sabendo que eu estava trabalhando e minha esposa estava sozinha com meus dois filhos pequenos.
São 09h47, não dormi mais. Meus olhos estão muito vermelhos e ardem. Me sinto cansado.
São 09h54, tem uma mulher falando que não sei de nada que não tenho capacidade de ensinar meus filhos. Vejam a tortura, tentam menosprezar meus conhecimentos e ficam me chamando de burro. Sempre de cunho depreciativo.
São 09h57, uma mulher chama por Paula. Aí veio um “aqui!”.
São 10h02, de modo atrasado falam que o PRF que está cuidando do meu caso na corregedoria é o Mauro. Eu nem lembrava o nome dele até essa voz dizer. Realmente ele ia com duas mulheres, também PRFs da corregedoria, no posto de Betim. Nunca tinha os visto lá até eu ir pro administrativo. Ele ainda perguntou se eu estava satisfeito trabalhando ali. Salvo engano, deve ter ocorrido em 2022.
Porém, nunca me ajudaram, nem mesmo pra fornecer a porra de um número de processo que pedi tanto. Ficavam me enrolando toda vez. Enquanto isso eu era torturado pelas vozes no trabalho, o que interferia demais no meu desempenho. Mas trabalhar com rádio na cabeça e gente falando sem pausa é impossível. Até hoje não tive acesso ao processo e nem sei o teor, pois não tenho mais acesso à rede da PRF, nem celular funcional, nem dinheiro pra pagar um advogado.
Quando saí do hotel para almoçar percebi que eu não estava enxergando direito com o olho esquerdo, estava embaçado. Não sei o que é mas pode ter relação com as tremidas e falta de descanso.
Tarde com falação como é de costume. Nada a acrescentar além de encherem o saco.
Ainda à tarde comecei a ouvir os barulhos na barriga. Não são gases pois não ocorreu flatulência.
Coloquei um caderno sobre a barriga e parou. Mais um registro de que isso parece ser externo.
Final de tarde com essa maldita mulher me chamando de doido. A tortura continua.
São 18h20, a mulher diz, “você é maluco”.
Eu penso que contra fatos não há argumentos. Vamos ver se sou maluco.
Noite com falação reduzida. Estou assistindo jogos de Libertadores e NBA.
São 22h13, tem tempo que o homem que normalmente fala não diz nada. Já a mulher fica chamando meu nome. Parece que esse cara tá dormindo.
Realmente o cara sumiu. Assistindo NBA.
29/05/2024 - Fui dormir após 00h20.
São 04h15, me acordaram com a falação. Uma mulher dizendo que sou monitorado e um vagabundo falando sobre criança. Como sempre sem sentido só pra privar meu sono. A tortura continua.
São 04h28, uma outra vagabunda aparece falando de serviço.
São 04h30, falam, “a Maria Chaves que mandou”, “lembra do cara do Camaro de Para de Minas?”.
São 04h33, o cara fala, “bem feito”, “tadinho”.
São 04h41, meus olhos tremem e o som de frequência desse sistema aumenta. A mulher ri e fala, “ele morreu”. Meus olhos estão embaçados de novo.
São 04h45, ela fala, “para com isso Salles, larga a polícia e começa uma nova estória”, o cara fala, “sabe tudo”.
São 04h54, falam, “esse vai ser o novo modo de monitoração de presos no Brasil Salles”, “o Brasil todo tá vendo”, “você é especial”, “rapaz”, essa última palavra com sotaque nordestino.
São 05h25, continua a falação. Agora tem dois homens falando.
São 05h33, um cara fala, “Mateus!”, “pede um vídeo dele se masturbando”.
São 06h04, continuam falando, agora sobre alguma coisa de dinheiro. Estou acordado pra ficar ouvindo essas merdas. Meu Deus!
São 07h04, continua a falação. Falam, “quero ver você encostar no carro do Gustavo”. Essa frase é nova. Que carro é esse?
São 07h06, a mulher diz, “sabe o que a Cida vai fazer com você”.
São 08h21, não dormi de novo.
São 09h19, tentei dormir mas não deixaram.
São 09h49, tentei de novo. Ocorreram espasmos no ombro esquerdo, perna direita e braço direito que me acordava quando começava a cochilar. Assim era no apartamento do Filadélfia mas aqui no hotel não ocorria. Coincidência ter voltado com a retirada das cortinas. Sigo observando.
Estou muito cansado, conseguiria dormir com muita facilidade mas não deixam. Essa tortura com falação não para. É real e eu não desejaria isso pra ninguém.
Saí para almoçar e caminhei um pouco. Na rua as vozes estavam baixas mas eu sabia que estavam lá.
Em certo momento eles disseram e descreveram o local em que eu estava no centro da cidade. Como pode isso?
São 15h18, uma mulher está rindo e dizendo que não sei de nada.
São 15h33, vou tentar dormir não estou aguentando ficar com o olho aberto.
São 18h20, acordo com a introjeção de informações na cabeça como se fossem pensamentos meus.
Ficam falando enquanto durmo e por isso não descanso. Dessa vez falavam me acusando de ter pagado para passar no meu concurso público porque não tenho capacidade. Estão me diminuindo cada dia mais.
Deve ser porque eu só tinha o 2 grau ou ensino médio e eles já eram bacharéis. Se o conhecimento deles é superior ao meu porque escolheram um concurso de nível inferior? Poderiam ter almejado cargos melhores no governo federal.
São 18h58, não me sinto descansado, parece que nem dormi. Talvez pelo tempo, menos de 3 horas de descanso. Não sei até quando meu corpo vai aguentar.
São 19h00, falam, “aí Paula!”. Continuam falando, não cessa.
Escolhi umas frutas para comer e coloquei no jogo do Grêmio.
São 19h44, uma mulher diz, “a luta vai continuar até você morrer”.
São 21h45, uma mulher fala, “seus filhos não querem saber de você”.
São 23h35, acabou o jogo da Libertadores.
São 23h38, uma mulher com voz diferente fala, “você é burro meu filho”, “sabe nada de Sueli”.
Devo saber mesmo não, fui enganado
completamente quando estava casado. Isso é fato!
São 23h41, uma outra mulher diz, “o Adilson é um justiceiro Salles”.
30/05/2024 - são 00h08, acabou o programa do Ratinho e vou tentar dormir. Tomei um vinho pra relaxar. As vozes continuam. E já falam, “que Cida o quê!”, porque a chamei assim.
Então tem dia que tem Cida e tem dia que não tem.
São 00h53, já me acordaram. Veio uma dor na cabeça, garganta seca e tosse junto com a falação.
Ela já fala, “coitado”, “ele não sabe nada”.
Me acordaram várias vezes e ficavam rindo. Difícil descansar. Acordava mas dormia de novo porque o corpo tá pedindo e precisando descansar.
São 10h08, acordei com pensamentos que não são meus. De novo a introjeção de informações na minha cabeça. Falavam muitos nomes de pessoas e falavam sobre lesbianismo. Olha a que ponto chegamos.
Uma veia já veio falando, “ele sabe a doença que ele tem …”, final inaudível.
Em um momento da noite acordei fazendo um barulho estranho com o nariz, em outra vez foi uma espécie de grito. Tudo estranho e não comum na minha vida. É uma espécie de manipulação mental, de ondas do cérebro ou algo parecido. Seja lá a tecnologia usada é tortura.
Não tenho doença nenhuma bando de desgraça.
Aliás, alguém nesse mundo sabe o que é isso é que tecnologia é essa. Não pode ser algo oculto que ninguém conhece. Pode ser simples ou não, mas é utilizada para tortura, roubar informações, tirar o livre arbítrio da pessoa. Sem esse livre arbítrio, que Deus dá a cada um de nós, não é possível viver. Então, não tenho e não existe doença, são pessoas más que querem ganhar vantagem e destruir pessoas.
São 10h18, outra mulher diz, “ô Cida tá tudo bem com o Salles”.
Enquanto no banho falaram, “a PM tá monitorando você mesmo”, “aqui é polícia civil”.
São 16h52, continuo sendo torturado e preso nesse quarto de hotel. Não tenho liberdade ou intimidade pra continuar minha vida como uma pessoa normal.
Essa tecnologia faz você abandonar tudo, perder tudo, não querer continuar, desistir de viver. Mas ainda estou vivo.
Hoje recebi e-mail de cancelamento do meu acesso ao sistema Infoseg do governo federal. Mensagem automática vinda do chefe da C3R ou central PRF em MG.
Provavelmente devem estar dando prosseguimento em minha demissão ou exoneração mas nem isso tenho acesso. Continua tudo de forma unilateral já que nesse órgão não há transparência e nem decência de enviar um e-mail de notificação dando publicidade ou ciência a outra parte.
Aguardo os próximos capítulos.
São 17h04, um homem diz, “tamo fazendo uma limpeza na sua família”.
São 19h28, o cara tá me chamando de imbecil. Acho que vou colocar o trabalho deles em xeque. Não gostou de ver eu assistindo uma série na Netflix.
Vou falar nessa série na sequência. Ela é sinistra mas tem muito a ver com o que tá acontecendo comigo, e faz pensar se realmente não há pessoas com ideologias ruins por trás de tanta coisa na vida das pessoas. Faz pensar se não existe mecanismos de causa de morte que não deixam marcas ou rastros, que poderiam ser contratados mediante pagamento.
São 23h05, um homem fala, “você vai ser expulso da PRF”, “você comeu a minha filha”. Perguntei o nome dela e como é de praxe deles não responderam.
Depois ele perguntou se eu conhecia uma Adna. Lembrei que ela é amiga da minha ex mulher. Tá aparecendo mais gente ligada a interessada principal na minha morte. É um complô?
Assistindo NBA, me atrapalharam o jogo inteiro com essa falação do demoníaca.
31/05/2024 - são 00h06, acabou a final do oeste da NBA.
São 00h15, tão falando muito, são várias pessoas.
Por ser feriado devem estar em festa ou confraternização de ontem pra hoje.
São 00h16, o homem fala, “eu comi o seu filho”.
Olha o que essa desgraça tá falando.
Já contei pelo menos três vozes femininas e duas masculinas, são 00h19. Estão gritando e rindo.
São 00h33, minha cabeça começou a doer. Não consigo fazer parar.
São 00h36, não param de falar. Uma mulher diz, “há muito tempo que você tem isso em você”.
Falam, falam e falam.
São 00h45, outra mulher diz, “eu adoro sua família”.
Uma das coisas que reparei nessa falação dessas pessoas é a falta de respeito em relação às datas religiosas do calendário. Nunca respeitaram um dia sequer mas usam termos como “Nossa Senhora”.
Não deixam eu dormir. Mais uma noite de privação do sono. Tortura.
São 00h51, o cara fala, “minha filha tem os olhos verdes, porque você não quer ela?”.
Olha a loucura dessas vozes. Depois eu que sou doido. Não é de hoje que ficam oferecendo mulher pra mim. Deve ser de igreja ou virtual. São zombeteiros essas vozes mas não são espíritos e sim pessoas reais.
São 00h56, agora a mulher diz, “vai pra puta que te pariu”.
Tomara que o leitor do meu Blog perceba como ficam mudando as frases e conversas. Tudo isso é para fazer eu parecer louco. Mas eu não caio nessa e sigo sim registrando tudo que falam.
São 00h58, o homem fala, “vai responder por tudo isso”, “é doença mental”.
São 01h12, falam, “a gente aposenta pessoas”, “imbecil”.
Sei! Polícia persegue para aposentar. Se eu aposentar vou reduzir meu salário ao teto do INSS. E como doente mental com essa falação na minha cabeça.
São 01h30, uma mulher diz, “a polícia federal sabe tudo de você agora”, “você é burro demais”, chamam por Alberto ou Roberta.
Desliguei o ar condicionado, o que atenuou o número de vozes e sua intensidade. Vou tentar dormir.
Foi possível perceber que ficavam me prejudicar perguntando coisas e afirmando outras numa tentativa de introjeção.
São 08h40, ainda dormindo foi possível perceber que estavam falando durante o sono.
Falavam que eu não sabia nada do vizinho de trás da casa da minha mãe.
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Desabafo
À propósito, é bom acrescentar, que esse vizinho não deixava minha família dormir, inclusive eu. Ele martelava a parede dos quartos da casa da minha mãe todos os dias, parecia uma obra que não acabava nunca. Além de uma serra que ele ligava para cortar pisos ou outra coisa. Meu pai não conseguia dormir.
Era possível ouvir também que o vizinho do lado direito, o Túlio, ia lá e ficava conversando com o vizinho de trás na casa dele e logo vinham as marretadas. Parecia instigar esse vizinho a marretar a parede da casa da minha mãe de graça, pois não parecia obra às vezes. Era impossível conversar, ouvir rádio, ouvir TV, falar ao telefone, dormir ou qualquer outra coisa dentro da casa da minha mãe.
Ele ficava gritando da casa dele que eu era o “bom”. Havia sincronismo no que ele fazia contra minha família e as vozes, que já existiam lá mas eu não tinha me dado conta.
Era possível ouvir também alguém escavando em baixo da casa da minha mãe, e o barulho vinha da casa dele. Era colocar o ouvido no chão que dava pra ouvir alguém escavando. Eu tentava avisar minha família desses problemas mas estavam incrédulos. Sem falar que era possível sentir uma espécie de campo elétrico que vinha da parede divisória ou de fundo capaz de fazer os cabelos levantarem. Desculpa, mas isso não é normal na casa das pessoas. Esse indivíduo que não conheço tem uma cabeça de boi com chifres na entrada da casa dele, então é fácil de ver.
Cheguei a ligar pro investigador Bráulio da polícia civil para me acompanhar até a casa desse cara e conversar, para saber se existe algum problema. Fiz essa ligação de dentro do meu carro todo fechado.
Eu ouvi uma voz masculina, logo depois da minha ligação pro Bráulio, de forma nervosa ou agressiva, falando que eu conhecia delegada e investigador da polícia civil, que eu ia ver se o denunciasse. Na ligação eu peço ao Bráulio que viesse, se possível, com uma delegada que eu considerava muito idônea e exemplar e que trabalhava com ele. Não lembro o nome dela mas esse indivíduo que falava na minha cabeça, já naquela época, não gostou muito de ouvir falar de delegada. Aliás, ela era dos poucos delegados que a gente (PRFs) conseguia dialogar no plantão da polícia civil em Betim.
Logo depois dessa ligação as batidas e marretadas na parede cessaram. Fui falar com o Bráulio que tinham parado e que não precisava mais ir lá comigo na casa desse indivíduo.
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Almoço e tarde com falação.
São 14h50, estão rindo por já estarem tratando da minha demissão. Segundo eles.
São 20h56, começo a sentir a garganta secar instantaneamente, fora do normal. Achei que o hotel nesse feriado estaria vazio. Estava bem até o início da noite. As vozes estavam baixas mas começa a mudar.
Noite assistindo a programação da TV aberta.
São 23h27, uma mulher diz, “você não presta pra nada”.
São 23h32, estou indo dormir ou pelo menos tentando.
Consegui dormir muito tempo depois mas antes ocorreram várias tentativas de me incomodar.
01/06/2024 - acordei por volta das 08h50. Foi uma noite tranquila com vozes bem baixas. Achei que estava dormindo mas ocorreram dores estranhas na cabeça e uma introjeção que lembro ser sobre formigas mas em cenários conhecidos meus. Não era sonho, era alguém falando enquanto eu dormia.
Remexi a noite toda.
Vozes baixas pela manhã. Esboçaram mais falação durante o meu banho mas liguei o rádio e ouvi música.
São 13h24, estava resolvendo uma cruzadinha e de novo um indivíduo escroto fica falando palavras pra me atrapalhar. Desisti de continuar. Até na minha diversão ficam incomodando.
São 14h35, uma mulher diz, “Guilherme, sua vida…”, final inaudível ou não falado.
Vozes baixas.
São 14h50, estive com o celular desligado ou fora da internet desde ontem. Agora que liguei o celular para falar com meus filhos começaram os barulhos na barriga. Isso não é normal. Existe relação entre as vozes e o meu aparelho celular.
Tarde e noite com vozes baixas.
Fui dormir antes de 00h00. Estava bocejando e me sentindo cansado.
Continua no próximo post.