Post 56 - Meu diário - parte XXXIII - torturas - continuação
- guifsalles
- 4 de jan. de 2025
- 40 min de leitura
Período 01/12/2024 até 31/12/2024.
01/12/2024 - são 00h53, indo dormir.
São 01h05, acordado.
São 06h10, acordo com meu filho me ligando. Resolvo o problema dele.
São 06h50, recebi meu filho e fomos deitar.
São 10h30, acordei. Não consegui dormir direito. Tem uma falação na minha cabeça.
Levantei fiz café da manhã pra mim e meus filhos.
Dia com vozes baixas. Fiquei mais perto dos meus filhos não tendo que cozinhar muito. Comprei mais coisas industrializas porém não deixei a nutrição de lado.
São 22h33, meus filhos já foram embora. Foi um dia atípico mas foi legal. Estou cansado por não conseguir dormir direito devido às vozes e introjeção.
02/12/2024 - São 00h36, acordado.
Dormi mas revirei a noite toda. A introjeção não deixa meu corpo e cabeça descansar.
São 10h00, acordei. Estava no meio da introjeção novamente. Dessa vez falavam que um chip na coluna vertebral anularia ou interferiria nos sinais enviados pelo cérebro. Era sobre tortura.
São 11h15, ouço um homem e uma mulher conversando baixo. Ele fala, “ele é tudo que eu tenho”.
Tarde arrumando a casa, fiz compras, assisti tv.
Noite com o preparo de uma deliciosa brusqueta. Vendo tv e realizando um sudoku pra não deixar a mente parada.
03/12/2024 - são 01h12, estão falando sem parar. Dizem que é questão de segurança nacional, citam o nome de Tatiana e Cida de novo.
São 01h31, uma mulher diz, “a gente não quer saber do que os outros fizeram”, “somos omissos”. Não param de falar. Faz pouco citaram o nome de Benito.
São 02h32, continuam falando. Enchem o saco.
São 03h44, continuam falando. Dizem que precisam saber tudo da minha vida. Estão tentando levantar informações sobre minha formatura e o curso de formação da PRF. Não tem como dormir. Também não tem muito tempo várias vozes femininas estavam falando e perguntando o tamanho do meu pênis. E a tortura continua, e a privação do meu sono continua. Não há ninguém nesse país que seja correto e dê um fim nessa tortura.
São 04h04, ainda acordado. Não param de falar.
São 04h24, atualizando meu Instagram. Estão me chamando de imbecil e depois falando que me ama. Não gostaram da postagem que fiz agora.
São 04h37, estão conversando entre si. São dois homens agora. Um fala, “ele não tá aguentando mais”, e o outro retrucou, “e o crime que ele cometeu”.
São 04h42, um deles diz, “ele denunciou a gente no Ministério Público”.
São 04h44, ouço alguma coisa bater na parede do quarto, do lado externo do prédio. Parece algum tipo de pêndulo ou fio. As vozes baixaram de repente.
São 05h08, não param de falar. Já desliguei o ar condicionado e reduziu, mas depois voltou. Voltei a ligar o ar condicionado. Um homem diz, “não sei porque a polícia civil foi fazer isso com ele”.
Acho que dormi próximo das 06h00.
Esse sono foi infernal. Acordei várias vezes. A falação não para. A tortura não para. Os incômodos na região da próstata estão mais intensos.
São 10h30, dormindo daquele jeito, olhos fechados mas cabeça cheia de vozes eletrônicas. Me sinto injustiçado e colocado num hospício como Barbacena. Me sinto uma cobaia de psiquiatras corruptos. Sei que fizeram muitas coisas pra me prejudicar e eu nem havia percebido.
São 12h00, levantei. Cansado. Não vou fazer nada hoje. A vontade é de beber o dia inteiro e ficar quieto.
São 15h19, continua a falação. Falam que vão cassar minha aposentadoria, que vão terminar de me destruir. Olha que vida! E ainda não acreditam que falo a verdade.
São 15h26, estão chamando meu nome. São pessoas diferentes dos que falavam à noite. As vozes tem a direção da janela do quarto. Uma das vozes é idêntica a do PRF Adilson.
São 21h29, cansado, tomei meu banho.
Aproveito para registrar que tem cerca de uma semana que ouço batidas de pé no chão ou na parede do quarto de cima. Não havia isso aqui no primeiro mês quando mudei. Já está igual ao apartamento do Filadélfia e do Hotel Primavera. Bom deixar claro que morei um tempo no meu carro, na rua e nunca ouvi batidas de pé no chão ou coisa parecida.
Fui dormir após meia noite.
04/12/2024 - levantei por volta das 09h00 pois tenho compromisso com meu advogado.
Tomei meu café e saí.
Tive uma conversa boa com o advogado. Falei muito. Chegamos a conclusão de que a visita do psiquiatra Dr. Gustavo na semana passada no escritório do advogado não foi uma perícia médica. O próprio advogado testemunhou a situação de imposição de uma doença mental sem justificativa, que ocorreu apenas por recomendação da PRF.
São 13h42, comprei comida fora hoje. Já almocei. Estou com uma dor de dente muito ruim. Durante o almoço um dos dentes foi forçado a ir para o lado, quase quebrando e gerando uma dor fortíssima. Foi como eu ter recebido um choque e minha mandíbula ter entortado.
São 15h15, postei no meu Instagram, localizei novamente o site da igreja Verbo Vivo em São Joaquim de Bicas, igreja essa que fui ludibriado a entrar pelo PRF Diorato. Igreja que responde no ministério público por perseguição a seus colaboradores.
A falação continua. Duas mulheres falando que sou louco.
São 16h40, uma mulher diz, “o PM foi demitido”.
São 17h12, eles continuam falando. Estão exaltando o feminismo.
São 19h10, fiz meu jantar e degustei. Muito quente esse apartamento.
São 20h44, tá uma barulhada danada no apartamento de cima. Gritos, pisadas no chão, etc. A forma é idêntica ao apartamento do Filadélfia. Tá tudo piorando aqui.
São 21h26, tem várias pessoas rindo. Estão falando que sou louco. Um cara diz sobre eu tentar provar eles estão fazendo isso, “vou te falar nada não, viu!?”. Segue os passos fortes e altos no chão do teto. As vozes são dos jovens do apartamento de cima do Filadélfia.
São 22h00, um homem está conversa com uma mulher e informando que vão me matar primeiro.
São 23h00, vendo futebol.
05/12/2024 - fui dormir próximo de meia noite.
São 08h49, acordei e levantei.
São 10h32, a falação não parou essa manhã. Hoje já ouvi pelo menos 4 pessoas diferentes falando. Como de sempre dizem que são da polícia, mas hoje eles são da polícia militar. Mais cedo uma mulher com a voz da Tatiana perguntou, “você usa a senha de outras pessoas?”.
São 16h26, cheguei da rua. Tinha dentista de um dos filhos hoje.
São 16h34, um homem diz, “você comeu a minha filha”.
São 18h00, uma mulher mais velha diz, “sua comida é horrível, tem que parar de fazer”, “ninguém nunca gostou”. Nesse instante estou preparando o jantar para mim e meu filho.
São 18h15, uma mulher diz, “você tem que ficar igual sua mãe”, “vamos te destruir”.
São 20h53, acabei meu banho. Foi um inferno o banho. Não dá vontade de tomar banho. Tem uma mulher dizendo que mexo com crianças. Olha o absurdo! Filhos da puta, mentirosos!
Todo dia uma acusação nova. Quero tanto saber quem são essas pessoas pra eu mostrar pra eles.
São 22h18, acabei uma cruzadinha. E as vozes ficam sugerindo palavras. Me atrapalham.
São 23h41, indo dormir.
06/12/2024 - não demorei a dormir pois estava cansado.
São 04h00, me acordaram., pareço estar vendo estrelas, parece que alguma coisa acertou minha cabeça. Tem uma velha falando, um homem esquisito e uma garota. Não deixam eu dormir. Começaram incômodos na região da próstata e na cabeça. Disseram que que não vai sobrar nada de mim, citaram o nome da Cida, Tatiane e Gustavo. Uma hora me ameaçam, outra hora diz que me ama e outra hora ficam me chamando de louco. Aliás essa semana colocaram repetidas vezes alguém falando louco.
São 04h38, minha cabeça arde. Uma mulher diz, “não sabe nada”, “vamos começar tudo de novo”.
Tentei ignorar e voltei a dormir mas não sei quanto tempo levou.
São 09h20, acordei. Estão falando sem parar, são muitas pessoas conversando entre si. Uma diz para mim “você vai ser preso”, “vamos te mostrar”. Também me chamam de “capeta”. Citam o nome de Luciano e Nilton. Uma mulher diz, “o Nilton é tarado com mulher Salles”.
São 09h24, chamam por Mateus.
São 09h30, uma mulher diz, “e o Barbosa?”.
São 09h43, um homem diz, “Túlio!”.
Manhã, tarde e noite arrumando a casa pra receber meus filhos. Lavando roupa também.
São 23h59, tomei banho, assisti tv, fiz uma cruzadinha. Indo dormir.
07/12/2024 - são 02h00, acordei. Estava dentro de uma introjeção com outra estória maluca, e dessa vez falavam de João, Kombi e Clube. Ouço duas pancadas na parede e um móvel arrastando. Parece que ficaram nervosos.
São 02h10, um homem diz, “vou fazer você voltar”, “você vai ter que voltar”.
São 02h17, ele diz, “acordou bem no finalzinho”.
Dormi novamente.
Acordei definitivamente por volta das 10h25, com uma noite rolando na cama e acordando o tempo todo por causa da introjeção.
Lavei um pano de chão, arrumei a cozinha e saí pra ir no supermercado. Me perguntaram sobre Caetano falando que é da polícia civil.
São 13h14, pensando e preparando o almoço.
Dia com meus filhos. Assistimos série até à noite.
08/12/2024 - fui dormir por volta de 01h30. Cansado. Muito quente o dia e noite.
Levantei por volta das 10h30.
São 12h20, preparando o almoço. Uma mulher diz, “aqui é a irmã da Poliana”, “vou matar toda sua família”.
São 13h15, um homem diz, “é o Marçal que tá fazendo isso com você”. Nem sei quem é esse.
Tarde com meus filhos, assistimos jogo do Galo.
Noite tranquila mas quente. Jantar com hambúrguer delicioso apesar das vozes tentarem me atrapalhar.
São 22h35, os filhos já foram embora e estou assistindo TV. As vozes me atrapalharam no jantar e continuam me enchendo o saco. Durante meu banho foi a mesma coisa mas abri a janela e isso amenizou as vozes.
09/12/2024 - são 00h14, indo dormir.
São 03h30, me acordaram. Começou uma falação e uma espécie de ablação na região da virilha. O local ficou quente que instantaneamente e eu comecei a coçar. Falaram que estão me vasectomizando, tem um homem rindo de forma idêntica ao PRF Adailson. Falaram nomes como Tatiana, Alberto, Moisés, Cida, Maurício.
São 03H59, não deixam eu dormir. E de novo ouço movimento no apartamento de cima. Falam que nunca mais vou comer uma mulher, disseram que são da polícia e que sou uma experiência.
São 04h24, minha barriga faz cinco barulhos altos seguidos de modo idêntico ao que acontecia no apartamento do Filadélfia e onde eu escutava palavras saindo dela. Uma mulher diz que não posso confiar na minha advogada porque ela já sabe de tudo e está me enrolando. Disse que o PRF Dias vai sair de férias agora e eu vou ver com ele.
São 04h29, não param de falar e não deixam eu dormir. Uma mulher diz, “a gente vai te queimar por dentro”, “aqui é da polícia”, “todas aquelas mulheres”, “por isso o delegado regional tá ajudando a gente”.
São 04h33, outra mulher diz, “esqueceu quem mexeu nos fios do seu carro Salles?”, “e a mulher que te pediu ajuda pra manobrar o carro dela aquele dia?”, “lembra do João”, “viatura da PM”.
São 04h38, ouço gravações de pessoas chamando meu nome. É uma outra mulher agora, ela diz, “Guilherme, sabia que você é mais famoso do que pensa?”.
São 04h42, uma diz, “eu te mato Salles”, “se falar dessa Carla dos diamantes”, “e do PRF que morreu com uma doença nos ossos”.
São 04h49, uma mulher diz, “o Alisson tem nojo de você”. Eu respondi, “nojento é ele que fica olhando a bunda da minha mãe e das minhas irmãs dentro da nossa casa”. Não falaram mais.
São 04h53, um homem diz, “você é um cabeça de bagre”, “a corporação tá perdida com você”. Desliguei o ar condicionado e amenizou a falação. Liguei a tv e melhorou mais um pouco.
São 05h34, continuo acordado. E continuam privando meu sono. É uma tortura que não para.
São 05h36, estou ouvindo duas mulheres conversando. Conversam como se fossem superiores a mim. Ficam me julgando. Pra mim são tão somente torturadoras misândricas. Os incômodos na região da minha virilha e próstata continua. Sinto algo esquentando.
São 05h41, um homem diz, “coitado desse Salicha”, “porque você não morre?”, “vai ficar sofrendo e passando vergonha?”, “a juíza vai te matar”.
São 06h00, ainda acordado. Tô muito cansado mas não deixam eu dormir.
São 06h05, uma mulher diz, “masturba pra gente agora”.
São 06h23, tem um cara rindo, mas dessa vez aqui no prédio e ele diz, “sabe de nada”. Não foi uma das vozes. Ainda acordado. Tentei dormir várias vezes, estou bocejando mas eles não deixam.
São 07h37, ainda acordado. A tortura não para.
São 08h08, me acordaram de novo. Uma voz de homem igual a do PRF Christian diz, “você não tem condições de trabalhar mais”, “nunca mais”. É uma mulher com voz da Tatiana diz, “ô Salicha!”. E continuam falando. Nem dá pra anotar tudo e há falhas na comunicação.
São 08h58, estão realmente empenhados em não deixar eu dormir. Não param. Os incômodos por todo o corpo estão piorando.
São 10h15, continuo acordado. Continuam falando. É um inferno.
São 10h35, ainda acordado. Como vingança pro que estão fazendo comigo continuo atualizando meu Instagram com informações interessantes.
São 11h37, celular apresentando problemas com senhas, navegação na web e lento. Desconectei da rede.
São 13h10, abro a janela do quarto e ouço uma mulher falando. Nesse instante percebi que há uma direção para essas vozes. Mas que tipo de sinal pode ser direcionado para sua casa e até atravessar obstáculos como vidros, janela de metal e até paredes? Está vindo de algum imóvel ou das antenas de celular?
Pra somente eu ouvir tem que ter alguma coisa em mim que alinhe ou indique minha localização. Hoje pela manhã com as vozes falando pra eu não dormir, levantei rápido e fui pra cozinha. De lá da cozinha era possível ouvir as vozes falando no quarto. Foi questão de pouco tempo até ficar mais intenso na cozinha.
São 15h07, saí pra ir numa agência do Mercado Livre e voltei pra casa. Pensei em aproveitar pra fazer uma caminhada mas tô muito cansado devido ao fato de terem privado meu sono. Infelizmente não tenho mais uma vida normal, esse psiquiatra Dr. Gustavo do SIASS-Cefet tirou minha dignidade e a capacidade de trabalhar como um homem comum. Acho que isso não deveria existir mas as pessoas estão prejudicando as outras de forma intencional e nada acontece. Reitero que esse indivíduo destruiu a vida dos meus filhos e também os privou da convivência com meus pais. Isso demonstra que a assistência social do SIASS também não funciona e é complacente com a situação. Como não ocorreu nenhum tipo de ajuda dessas pessoas para com meus familiares, comigo ou com meus filhos, prova a parcialidade e má fé no intuito de me prejudicar a qualquer custo.
São 22h47, assistindo Ratinho. Estou muito cansado pois estou acordado desde a madrugada. Não consegui ter energia hoje.
Fui dormir.
10/12/2024 - são 08h50, acordei. Colocaram uma música de uma propaganda da tv para eu ouvir a noite inteira. É a música da Madona “like a virgin”. Por isso não consigo descansar. É a introjeção. Essa é a tortura, falam palavras e frases na minha cabeça 24 horas por dia. Pode parecer uma inteligência artificial fazendo isso mas consigo perceber os horários em que trocam as pessoas e seus modos de conversar.
São 09h15, fui ao banheiro e ouvi um cara rindo. Ele disse, “você vai pular de um prédio”.
São 09h25, estou fazendo café e um homem diz, “aqui é a polícia civil de Pernambuco”.
São 09h36, um outro homem diz, “Luiz vai ser inocentado e você condenado”, “você vai aprender o que a inteligência faz”.
São 12h46, um homem diz, “vamos ter que aumentar a dose pra você”.
São 14h36, falam, falam, falam. Não param nunca, é irritante. Deixa a gente nervoso.
São 15h27, uma mulher diz, “a gente conseguia fazer você vomitar na sua casa”, “lembra!?”, “a gente conseguia fazer você ficar sem comer”.
São 15h29, ela diz, “louco”, “a gente faz o que a gente quiser”, “a Sueli mandou”, “ela disse que seu pinto é pequeno”.
São 15h32, fui ao banheiro e um cara disse, “nós somos de uma empresa de segurança”.
São 21h00, acabei de jantar. As vozes não me deixaram em paz. Nem na hora de comer eles param de falar.
São 23h03, deitado. As vozes não param.
11/12/2024 - são 00h28, me acordaram. Ouço um homem xingando e dizendo que sou um bandido. O som vem de outro apartamento. Fiz uma gravação pra ver se consigo provar que não sou doente mental. Tem uma mulher também. O fala deles deverá estar bem baixa na gravação.
São 01h12, estão empenhados em não deixar eu dormir. A tortura continua. Falaram de cavalaria da PM, os nomes Tita e Madu, Alberto e ainda uma mulher disse, “papai noel vai vir te buscar, seu filho da puta”, “não aprende nada”, “isso que eu faço com homem”.
São 01h21, minha cabeça dói. Eu não estava sentindo nada. Percebo dois canais de vozes, um em primeiro plano e outro em segundo plano. Um estão colocando uma espécie de gravação ou inteligência artificial pra falar comigo e eu responder, noutro ficam conversando entre si e apontando minhas falas como sendo de um maluco que conversa sozinho. Não é a primeira vez que notei isso mas prova que não são vozes da minha cabeça. Assim não consigo dormir, minha cabeça dói, meus olhos tremem.
Isso é tortura! Pode ser praticado por psiquiatras mas é uma tortura, ainda mais porque nunca concordaria com isso e também não desejo pra ninguém. É tortura.
São 01h27, tenho compromisso amanhã com meu filho que está de recuperação na escola e como já venho relatando há tempos, são nesses dias que focam mais a tortura. Não dormindo, ficando cansado, não cumpro meus horários, não tenho atenção para ensinar, não tenho vontade de cozinhar ou fazer qualquer outra coisa. Existe uma grande chance de desmarcar com meu filho, como foi das outras vezes. Isso é sabotagem, isso é tortura!
São 01h34, uma mulher diz, “Guilherme, a justiça tá sendo feita”. Eu respondi, “por meio de um tribunal do crime, né!?”.
São 01h53, fiz mais uma gravação. Dessa vez do lado da saída do ar condicionado. Como aprendi com o chat GPT, o ar condicionado cria um ruído branco de base ou constante que pode ser usado para amplificar sons. Essa gravação foi de 11 minutos.
São 02h01, acordado.
São 02h13, uma mulher diz, “a Sueli vai se foder”, “tudo porque você não quer mudar de opinião sobre seus filhos”.
São 02h18, uma mulher diz, “seu corno!”, “seu corno!”.
São 02h38, não param. Falam em Edmar e bombeiros.
São 02h58, não param de falar. Agora falam que são do Ministério Público e que minha irmã Andresa é a responsável.
São 02h59, um homem diz, “que nojo da sua família”.
São 06h08, música Silvio Santos, gritos, demissão, famoso, Renato Garcia,
São 10h40, acordei. Estou com uma dor na cabeça que vai do topo até o pescoço.
São 10h59, tudo atrasado, fiquei sem tomar meu café da manhã. A escola do meu filho está me ligando. Tudo isso por causa de vozes do demônio que parece ser mais importante que a própria vida da pessoa. Foi um inferno essa noite.
São 12h14, tive que correr na escola do meu filho e resolver algumas questões. Já voltei e estou fazendo meu almoço. As vozes não param.
São 13h30, estou almoçando, uma mulher diz, “eu sou mulher do Territo”.
São 13h52, uma mulher diz, “você tem que ser islamista”, “já que não quer ser evangélico ou católico”, “a inteligência vai aprovar”.
São 17h16, uma mulher diz, “nosso rádio funciona em qualquer lugar”, “não adianta Salles”.
São 17h37, minha cabeça dói, voltou a doer no topo. Fazia tempo que eu não sentia essa dor. A última vez foi no apartamento do Filadélfia.
São 17h51, continua a dor. Agora a sensação é de escalpelamento, como se alguém estivesse puxando.
São 20h13, assistindo a Record o canal caiu, mudei pra Band começou a falhar. Deve ser coincidência.
São 20h36, senti mal, minha cabeça quase explodiu. Fui jogar água fria nos cabelos e parece que tive um choque na cabeça, algo inexplicável. Me senti mais mal ainda. Minha cabeça está doendo mais ainda agora.
São 23h28, muito cansado, não descansei. Não consegui estudar com meu filho pra recuperação na escola. Essas pessoas estão extrapolando a realidade. É muito ódio de mim.
Preparando pra dormir.
12/12/2024 - são 07h10, acordei e voltei a dormir.
São 08h20, acordei e levantei. Fui ao banheiro e depois fui fazer meu café.
Não passou 20 minutos senti uma dor fortíssima na barriga e tive que correr pro banheiro. A mesma sensação que havia nos outros imóveis mas nesse aqui é a primeira vez.
São 10h49, já arrumei minha casa.
Fiz almoço pra recepcionar meu filho.
São 12h40, almoçando.
Fomos estudar química à tarde.
Fiz o jantar e meu filho foi embora à noite.
Deitei para descansar e fui fazer umas cruzadinhas.
Fui dormir assim que acabou o programa do Ratinho.
13/12/2024 - São 01h15, me acordaram com algum tipo de barulho. Começaram a falar que estou numa prisão, que é o Ministério Público que está fazendo isso comigo, e outras frases.
São 01h22, o vizinho do lado solta uma gargalhada muito alta. Houve um sincronismo entre as frases e a gargalhada.
São 01h25, ele ri de novo. Tem mais pessoas rindo.
São 01h33, uma esquisita diz, “desculpa Salles”, “é a juíza Salles”, “preocupa não Salles”. E um idiota diz, “você é vagabundo”, “vai tomar no rabo”. Estão alternando as falas, “eu fiz isso pra você…”, “eu não aguento mais isso”, são 01h37, “a boquinha dele”.
O vizinho está falando alto, parece nervoso, parece xingar.
E continuam falando, “vou bater na sua família todinha”, “ele não aguenta mais”, são 01h39, “moleque!”.
São 01h41, o vizinho tá gritando, está nervoso mesmo. As vozes estão falhando, somem e aparecem.
São 01h45, persiste a situação, o vizinho falando e as vozes falhando. Me chamam de bandido e capeta.
São 01h46, e falam, “a vergonha que esse menino tá passando”, continua falhando e está ininteligível. São muitas frases.
São 01h49, ouço barulhos de pessoas batendo o pé e o vizinho está rindo alto. As vozes somem e voltam.
São 02h03, eles falam, “começamos tudo de novo”, “você vai se ferrar”, “sabe tudo”.
Desliguei o celular.
São 03h13, liguei o celular. Não ajudou muito isso. A falação é extrema, é torturante. Não consegui voltar a dormir mesmo muito cansado. Durante esse intervalo falaram nomes como Alexandre, Cida, Nassif, Tatiana, Ariane, Pires. A única frase mais distinta que disseram foi que existe um raio laser mirado na minha boca. De resto, é mais do mesmo, continua a privação do meu sono e incômodos pelo corpo.
Bom frisar que ouvi a voz idêntica do Pires falando comigo. Fiquei imaginando se ele chegou na sede da PRF em Contagem nesse horário e não passou no setor de inteligência ou da central PRF. Isso poderia ser verificado pelos registros de ponto, acesso na portaria ou outros meios tecnológicos como nos sistemas. Deixo registrado.
São 03h19, uma mulher manda eu tirar o nome do Nassif do período acima. Porquê?
São 03h34, um homem diz, “nunca mais você vai ameaçar polícia federal”. Hã? Mais uma frase vazia, sem sentido.
São 04h01, continuam. Eles dizem, “aqui é a Adriana”, “é a polícia civil”, “todo mundo sabe da sua história”, “olha o que fizemos com sua mamãezinha”, “você é burro demais”.
São 04h11, ele diz, “sou muito mais inteligente que você”.
São 04h20, e continuam, “ele é imbecil demais”, “você vai apanhar”.
São 04h30, e falam, “quem é você pra destruir nossa inteligência artificial”.
São 04h40, e falam, “você é estranho”. A tortura continua.
São 04h50, não param de falar. Falam nada com nada. Querem parecer que sabem da minha vida mas não acertam uma, ficam “jogando verde” pra ver se caio nas estorinhas deles. O objetivo deles é só torturar, tirar minha credibilidade, distorcer a verdade. Por isso querem que eu seja considerado doido, porque assim tudo que eu disser será questionado. Se isso acontecer vai favorecer quem realmente está errado ou cometeu um crime. São 04h55.
São 05h08, falam, “a gente fez isso com sua mãe…”, não entendi o final. Fui à cozinha e voltei pro quarto. Quando cheguei no quarto ouvi as vozes falando lá na cozinha.
São 06h02, continuam falando. Lorota mais lorota.
São 06h27, estão me chamando de “esse porra”, “vagabundo”.
São 06h30, uma mulher diz, “ele deu depoimento do lado do filho da escrivã”, “isso vai dar merda Adilson”. Conversam entre si.
São 06h38, conecto o celular na internet. Após um minuto já sinto uma dor no estômago. Não é normal isso.
São 10h00, me acordaram e começaram a falar de novo. Fizeram acreditar que o Adilson estava falando. Tem mais pessoas na conversa, apesar de baixa não deixou eu dormir. Disseram que hoje vai ser a última vez que vou postar alguma coisa.
São 11h23, continua a falação. Estou muito cansado e estava dormindo bem até começarem com essa tortura de novo. Foi a madrugada inteira assim.
São 12h15, tem duas mulheres falando. Dizem, “você é maluco agora”, “olha o que a gente fez com você”, “você nunca vai saber quem é a gente”.
São 13h04, acabei de almoçar. As vozes continuam. Seguem me torturando e ameaçando.
São 13h31, falam, “é bom demais prejudicar seu filho”, “nós vamos fazer ele repetir de ano”.
São 13h33, uma diz, “tirar a sua vida é muito bom”.
Continuo cansado e minha cabeça tem um som ou frequência insuportável. Por volta das 05h00 da manhã esse som estava mais alto, depois foi reduzindo mas não cessa.
São 13h36, um homem está rindo e me zoando. Tá me chamando de machão.
São 13h40, outra diz, “aguenta só mais um pouquinho Salles”, voz parecida a da PRF Maria Chaves. Estão rindo.
Voltaram com tudo. Sei que no mês de Dezembro tem muito PRF favorecido com férias. Todos os meses de Dezembro até hoje tem sido assim, PRFs de férias tem mais tempo e destaque nas vozes e torturas. O primeiro Dezembro foi em 2021, quando acabaram comigo e me obrigaram a enviar mensagens de WhatsApp pedindo ajuda. Naquele Dezembro a voz que eu mais ouvia era do PRF Dias me chamando de “pau no cu”. Eles conseguiam me causar dores pelo corpo e riam o tempo todo. Até um drone grande apareceu na janela do quarto do apartamento do Filadélfia.
São 14h26, estou redigindo frases pro meu Instagram em contrapartida do que estão fazendo comigo.
São 14h32, uma diz, “não tem como tirar isso de você mais não Salles”, “não adianta ficar nervoso”.
São 15h10, um cara diz, “você beijou minha filha” e uma mulher diz, “o que a gente faz agora?”. Não param de falar.
Se a tortura foi liberada no Brasil, as acusações infundadas se multiplicam, cuidar da vida dos outros virou normal e cancelar pessoas é bom, vou dizer o quê?
São 15h41, continuam falando.
São 15h52, uma mulher grita, “foda-se”, três vezes, “você e seus filhos”.
São 19h32, a falação continua. Pelo menos recebi, pela primeira vez, através da contratação do advogado, os relatórios que o doutor Gustavo fez mas supostas perícias médicas.
São 22h57, indo dormir ou tentando.
São 23h44, não consegui dormir devido à falação. Deitei com os olhos fechando mas me despertaram. Essa tortura não acaba.
Parece que vou ficar sem ver meus filhos amanhã pois não terei energia. Quando vem essa tortura mal consigo fazer alguma coisa ou levantar da cama. Era assim no apartamento do Filadélfia. E já estou indo para a segunda noite sem dormir.
Dormi mas não sei o horário.
14/12/2024 - são 01h42, em dos meus filhos chegou. Fiquei acordado um tempo. Estou com dores na cabeça.
As dores estão aumentando como se eu tivesse levado uma pancada na cabeça. Voltei a dormir apesar da falação.
Madrugada com dores na cabeça, percebo algo diferente na minha garganta e na direção da frequência que é constante.
São 09h44, acordei e fui ao banheiro. Minha cabeça continua doendo.
São 10h04, continuam falando, as vozes estão mais distantes. Me chamam de “capeta” e estão rua rindo por eu não conseguir descobrir como funciona isso.
São 10h58, eu meu filho sentimos dores fortes na barriga ao mesmo tempo. Está acontecendo com as pessoas a minha volta também.
São 12h37, as vozes estão fracas mas a sensação de alguma coisa atingindo você é evidente. Mas não é possível saber de onde vem ou o que é.
O sinal do meu celular fica variando constantemente e muito. Ouço pessoas em festa conversando entre si.
São 14h03, estão conversando com uma Raquel.
São 16h23, sinto meu osso da mão e pulso esquerdos tremer muito rápido. É estranho. Espremo várias partes da mão e não muda, é o osso tremendo. Mais cedo ocorreu no meu pé esquerdo, como um tremor com choque.
Passei a noite cozinhando.
São 23h50, filho chegou e vou dormir.
15/12/2024 - acordei por volta das 08h30 e voltei a dormir.
Levantei por volta das 10h05, a noite inteira ocorreu a introjeção na minha cabeça. Foi possível perceber todo tipo de palavras que falavam de cunho sexual. Falavam até de mulher pegando em minhas partes íntimas. Não consegui descansar por causa disso.
Cozinhei, estudei com meu filho, assisti tv, ouvi música e etc.
São 22h15, posso dizer que as vozes falaram e encheram o saco o dia inteiro. Deram opinião no meu almoço e tentaram atrapalhar os estudos com meu filho. Num exercício de matemática, por exemplo, um homem disse, “sabe tudo”, por duas vezes, por eu ter ficado em dúvida na resolução do exercício. É irritante esse indivíduo.
São 23h03, indo dormir. Muito cansado.
16/12/2024 - dormi até 06h51 quando acordei com alguém limpando o apartamento adjacente.
Voltei a dormir e acordei por volta das 09h00. Estava em uma introjeção de informações na minha cabeça. Alguém falava e eu visualizava, estava num quarto com duas camas de solteiro, um guarda roupa grande e muitas sacolas no chão, quando chegaram duas mulheres e um homem. Uma mulher tinha um piercing reto na divisão das narinas e era morena.
São 14h18, estão me provocando sem parar desde 12h00. Fazem isso pra me irritar.
São 14h46, acabamos de almoçar mas um dos meus filhos não veio.
Restante da tarde e início da noite estudando matemática com meu filho.
Terminei a noite tomando meu banho, assistindo tv e resolvendo questões de matemática do trabalho do meu filho que havia alguma dúvida.
Acabou o programa Pesadelo na Cozinha na Band.
17/12/2024 - são 00h26, indo dormir.
São 01h39, ainda acordado mas tentando dormir.
São 07h10, me acordaram com um incômodo na virilha. Parece queimar por dentro. É na mesma região que descobri esquentar com uso do microondas, como tivesse algo de metal. Falam que não vou dormir nunca mais.
São 07h57, não param de falar. Falam de um tal Marçal, Fabrício, Adriana e citam a cidade de Ananindeua. Falam de polícia federal e psiquiatria federal.
Passei o dia ouvindo as vozes baixas. A maior parte ininteligível. Mas falaram o dia inteiro. Também aproveitei o dia para lavar roupa.
Tarde e início da noite estudando com meu filho.
Noite descansando um pouco, vendo tv e jogando Sudoku.
São 23h34, indo dormir.
É bom salientar que foco muito no meu sono, pois é a tortura mais concreta a que estou submetido. A privação do sono é uma tortura.
18/12/2024 - acordei por volta das 07h00, depois novamente por volta das 09h00.
Dia ouvindo música, cozinhando, estudando com meu filho, e outros afazeres. As vozes continuam falando sem parar.
Nem anotei muita coisa hoje sobre essas vozes e torturas. Mas deixo registrado os nomes que usaram, “Geraldo”, “Tatiana”, “Christian”, Adilson”, “Júlio”, “Raquel”.
São 23h00, estou lendo um pouco sobre química pra ajudar meu filho nos estudos. Não é minha matéria preferida e talvez a que menos sei.
19/12/2024 - são 00h50, acabei de ler. Cansado demais. Preparando pra ir dormir. A falação não para, parecem mais distantes.
Noite acordando e dormindo sem parar. Inquietação demais. A falação continua.
São 10h00, acordei e levantei.
Dia estudando com meu filho e cozinhando. Também consegui limpar toda a casa.
São 21h00, descansando agora.
Assistindo tv e fazendo cruzadinhas para não ficar “gagá”.
20/12/2024 - São 01h00, acordado e tem muita falação.
São 08h50, acordei.
São 11h46, vozes baixando o volume. Estão mais quietos. Mas o som de alguma frequência na cabeça ou ouvido continua.
São 12h59, vozes baixas mas falam de Tatiana e Paulo.
São 14h05, tá uma chuva forte com ventos.
São 15h00, as vozes continuam, falam de Cida e Adilson.
São 15h45, há pouco meu celular ficou mudando de rede, entre 3G e 4G, travando, parando de navegar e esquentando.
São 15h49, um homem grita, “chupa!”, “chupa!, voz idêntica a do japonês que morava no apartamento de cima no Filadélfia. Chamam por Márcia e citam o nome de Micaela.
São 15h54, uma mulher grita com alguém sem ser eu, “esse fedaputa não tá sabendo de nada, nada!”.
São 20h50, hoje ouvi música, limpei casa, descansei um pouco. Dia chuvoso.
Assistindo tv.
São 23h59, indo dormir. As vozes de três pessoas já estão incomodando. Parecem as vozes dos três jovens que estavam morando no apartamento de cima do Filadélfia. Eles falam que não vão deixar eu dormir. Na tv passa o especial de Roberto Carlos.
21/12/2024 - são 01h00, me acordaram. Falam, “você é bobo demais”, “você quer ser polícia?”, “tadinha da Cida”, “eu te odeio”, “Paula”, “sabe todas as armas que a polícia usa, né!?”, “você vai morrer de câncer”, “promessa da Sueli”.
Sinto algo atravessar meu corpo e acredito estar vendo estrelas. Isso ocorria no apartamento do Filadélfia.
São 01h35, falam, “sua advogada é fraca demais”, “igual o outro”, “vai morrer sem saber”, “Adilson!”. Nesse intervalo disseram muita coisa.
Aumentam o som no meu ouvido, fica muito alto. E depois de alguns segundos abaixam. Tão fazendo uma demonstração de poder.
São 01h37, continuam, “bem feito pra sua família”, “A Adriana”, “vocês nunca vão saber”, “capeta”, “você é inocente seu Salles”.
São 01h43, falam, “sabe de nada”, “Adilson, para!”. Tem uma mulher com voz de criança.
São 01h44, falam, “é a polícia federal”, “sua irmã pediu ajuda”, “Gustavo tá te ajudando”.
São 01h49, falam, “aqui é a família da Tereza, Salles”, “mexe com a minha família”, “Salvador”.
São 01h54, falam, “é a polícia civil da Bahia”, “Guilherme seu louco”, “não sabia que você tinha uma namorada chamada Micaela”.
Percebo três vozes falando, três pessoas diferentes. São um homem e duas mulheres. Devido a isso lembrei do Mauro e das duas PRFs que andam com ele pra cima e pra baixo a serviço da corregedoria.
São 02h02, uma diz, “você é muito burro Salles”, “a equipe é sempre inocente pra um ser culpado”, “é a Marcinha”.
São 02h05, ela arrepende e diz, “Marcinha porra nenhuma!”.
São 02h08, uma mulher diz, “fiz isso pra você aprender”, “você se masturbou na frente de …”, não completou a frase, “gosto muito da sua família”. Todo dia inventam uma coisa diferente.
São 02h12, uma diz, “masturba pra gente Salles”.
Fui obrigado a levantar e beber alguma coisa. Não consigo relaxar e dormir com essa falação. Me acusam de tudo.
São 02h30, falam, “a Ariadne tá ajudando seus vizinhos”.
São 02h39, ouço a voz da ex mulher que diz, “Guilherme”, “você não projetou nada”, “você matou todo mundo”.
São 02h43, estão discutindo entre eles, ou fingindo. Por um segundo as vozes pareceram sair do celular ou de dentro das molduras de madeira na parede.
São 02h48, ainda acordado. Elas continuam falando. Uma diz, “ele não entende”, “precisa de ajuda psicológica pra matar”.
São 02h52, o homem diz, “ô Sara!”, “ele estuprou minha filha três vezes”.
São 02h54, um homem parece explicar alguma coisa pra mim, mas o áudio ficou muito baixo, ininteligível. Ficam brincando com isso.
São 03h05, uma grita, “a Paula vai te internar”.
São 03h07, o som muda de repente, uma mulher surge falando normal e me chama de “Salicha” e no fundo há pessoas rindo. Uma outra diz, “vamos caçar outro cara”.
São 03h19, ela diz, “quem fez isso com você foi a Tatiana”. Em seguida tentam justificar e me acusam de fazer alguma coisa a ela com o celular mas não entendi.
São 03h28, uma mulher fica chamando e conversando com alguém chamada “Amarela”. Usam o apelido constantemente para eu ouvir bem. Já tem cerca de um mês ou mais um pouco que utilizam esse apelido. Salientando que “amarela” é um apelido da minha ex mulher de muito tempo. Eu nem lembrava até ficarem falando tanto.
Ainda acordado e sendo torturado. Chamam por Márcio.
São 03h32, um diz, “tira esse cara da minha frente”, se referindo a mim, é claro. É torturante essa falação que não para. Homens e mulheres alternando sem parar, como uma inteligência artificial conjuntamente com pessoas reais. Isso é tortura. Não lembro de ter torturado alguém na minha vida.
São 03h50, ainda acordado. As vozes continuam. Havia ligado a tv e tomado um dose pra ver se relaxo. Eu não tenho dificuldade em dormir, nunca tive, a razão é tão somente essas desgraças falantes, esses torturadores, esses demônios, seja polícia ou igreja.
São 04h25, tentei dormir várias vezes mas me impedem, ficam falando sem parar. Mais um dia que vou ter de abrir mão de ver meus filhos. Sem dormir não consigo fazer nada, nem limpar a casa, nem cozinhar, pois fico “quebrado”. Sem falar as dores que aparecem do nada e ajudam a me derrubar. Tudo isso por causa dessa tortura.
São 04h28, e continuam falando.
São 04h32, já havia muitos minutos que não ouvia a voz do homem. Mas parece que eu o acordei, achei interessante. Mas a mulher disse que eu falando era um espírito. Bando de maluco! Ou estão me confundindo ou estou falando com outras pessoas sem abrir a boca e essas comigo. Eu continuo acordado, cansado, querendo dormir e não deixam.
São 04h38, diante do cenário que há, enviei mensagem para meus filhos informando que não terei condições de recebê-los.
São 04h59, continuam. É só eu fechar os olhos e pegar no sono que começam. A tortura não para.
São 05h35, uma mulher está me chamando de Sr. Salles.
Não param. É insuportável.
Dormi em algum momento.
São 09 horas e pouco, acordei mas voltei a dormir.
São 11h30, acordei novamente e fui ao banheiro.
São 12h00, assistindo jornal. A falação continua. A tortura continua.
São 14h10, acabei de almoçar. Durante a refeição não pararam de falar. Essas pessoas estão empenhadas na tortura esse mês. Um homem disse que eu vou ver meu natal.
São 18h13, devido a essa tortura na data de hoje, que foi extensa, e por não ter recebido meus filhos também por causa disso, postei no Instagram mais uma realidade da PRF. Um órgão que quer estar perto do cidadão mas pratica tortura, atos ilegais, mente nas ocorrências, passa dados falsos para a imprensa, não dá o exemplo, é cheia de assédios moral e sexual, é muito mais. É uma forma que encontrei de expor essa instituição que não me protegeu e participa dessa tortura, humilhação da minha família, perda da minha dignidade e a dos meus filhos. Talvez seja pouco perto do que ocorre lá dentro e pouco pela dimensão de destruição que fizeram na minha família como um todo.
São 19h24, acabei meu banho e estou vendo tv. Durante o banho as vozes aumentaram mas abri a janela do banheiro e amenizou. Mandaram eu fechar a janela, me xingaram, falaram de Tatiana de novo, de Sueli, e outros.
São 19h26, uma mulher diz, “vamos colocar um carro na porta da sua casa”. Essa semana você vai ver.
Fui ao supermercado, fiz meu jantar, organizei algumas coisas e deitei pra assistir tv e fazer um Sudoku de 12 linhas.
São 23h51, passando Altas Horas na Globo. Preparando pra ir dormir. Minha cabeça dói e estou muito cansado. Pelas minhas anotações é possível ver como foi esse dia.
São 23h53, a dor está mudando de lugar. Estava na cabeça, foi para a mandíbula do lado direito, depois a mão esquerda e barriga. Pelo que conheço de lógica e realidade não existe isso de dor se movimentar, a não ser que alguém esteja te expondo a algum tipo de coisa. Tem uma mulher com ódio falando alguma coisa que não entendo.
22/12/2024 - acordei por volta das 09h40 após acordar e dormir várias vezes devido a inquietude.
Dia com meus filhos. Comemos, assistimos tv, conversamos um pouco.
As vozes estavam ausentes ou muito baixas. Meu celular passou a tarde e noite desconectado da internet. Nem registrei muita coisa das vozes.
23/12/2024 - são 00h03, indo dormir.
São 02h00, me acordaram falando que são policiais militares. E falam muito. Falaram de Edmar e Raquel. Também falaram Dalmo.
São 03h00, ainda acordado. Estou xingando esses demônios falantes já tem muito tempo. Não estão gostando disso. Tive a impressão que apareceram outras pessoas e que estão numa sala.
São 03h30, ainda acordado. Estão privando meu sono de novo. Ouço a voz da ex mulher e do Adilson. Tive a impressão de ouvir a voz da Manuela, também PRF. Mas também usaram o nome Arquimedes, nome de um ex sócio de empresa.
Não sei que horas dormi mas deve ter sido após às 04h00.
São 09h40, me acordaram de novo. Meu sono foi inquieto a noite toda.
São 10h00, tem alguém dano socos na parede e andando batendo o pé aqui no prédio. Parecem querer me acordar ou acordar meus filhos. Foram mais de vinte batidas na parede, mas não contei.
São 10h19, tem um homem falando o nome Priscila e me chamando de malandro.
Dia com meus filhos. As vozes continuam.
Consegui relaxar um pouco e ainda ajeitei a casa. Fiz um salpicão delicioso pra gente.
Noite com vozes baixas.
24/12/2024 - deitei antes da meia noite. E quando fechei os olhos para dormir alguém bateu no teto muito forte me despertando. Parece uma porrada no rodapé do quarto de cima.
São 01h12, continuo acordado. Não param de falar. Um deles disse que sou um “filho da puta” e outro disse que vai armar para mim. Falaram nomes como Anderson, Artur, Adriana, Vinicius, Dartanhã. Um diz, “sou muito mais inteligente que você, Salles”.
São 01h23, um deles diz, “olha a câmera aí Salles”.
São 01h27, uma mulher diz, “é o estupro de vulnerável, Salles”, “por isso a gente tá fazendo isso com você”. Continuam me acusando de coisas terríveis e que não fiz. Falam também que são da polícia civil.
São 01h29, ela diz, “olha aí Marcinha”.
São 01h42, estão arrastando cadeira no apartamento de cima bem em cima de mim no quarto.
São 08h00, me acordaram. São barulhos do vizinho de cima, batidas e alguém que anda socando os pés no chão.
São 09h00, móveis estão sendo arrastados em cima. O som na minha cabeça parece estar aumentando. O ruído é alto, consegui gravar com o celular.
São 09h16, uma diz, “nunca mais você vai meter numa mulher”, “aqui não vai”.
São 10h06, continuam enchendo o saco.
São 13h19, não param de falar.
São 17h00, o cara de cima bateu o dia inteiro. Não sei porquê mas é idêntico ao apartamento do Filadélfia que aluguei na Vicente Araújo. Lá o apartamento de cima também foi alugado pela Vicente Araújo.
São 20h51, sinto cheiro de maconha, quando olho pela janela está vindo de cima do meu apartamento. Horrível, infestou meu quarto.
Noite assistindo filme sobre Jesus na Record. Fiz uma cruzadinha pra me distrair também.
25/12/2024 - São 00h00, ouço fogos de artifício. É natal.
São 08h46, acordei com barulhos vindo de cima. Batem no chão e na parede. Minha cabeça dói do lado esquerdo posterior. Meu celular está desconectado da internet. À noite estive pensando ou sofrendo introjeção novamente, não sonhando.
São 09h23, uma mulher diz, “estou te filmando”, “ô Artur!”.
São 11h47, falam que minha advogada não está me representando e sim à eles. Continuam as batidas no apartamento de cima, as mais fortes sempre no local em que estou naquele momento.
São 15h00, almocei uma bacalhoada maravilhosa. Tô em êxtase pois é a melhor que já fiz até hoje.
São 16h02, sentado perto da janela e curtindo uma brisa me vem um cheiro de maconha. Já é a segunda vez desde ontem. Tive que fechar a janela.
São 19h05, ouço uma mulher falar, “calma, Sueli!”. Estão nervosos com alguma coisa. Acabo de assinar um Spotify Família pra mim e meus filhos.
São 21h00, estou deitado assistindo tv e fazendo um jogo Sudoku. Falam pra s nomes de Márcia e Moisés.
Nem sei que horas fui dormir, desliguei o celular. As vozes estão baixas mas voltaram os barulhos e desconfortos intestinais. Mudo de lugar no apartamento e os barulhos somem. É algum tipo de onda. Consegui gravar um som constante dentro do apartamento, deve ser assim que funciona esse sistema eletrônico deles.
26/12/2024 - são 08h00, me acordaram. Voltaram os borbulhamentos na barriga e barulhos estranhos. Ouço um homem e uma mulher conversando. Ele diz, “você acha que é normal?”, “ô Salicha”. Uma mulher diz, “Adilson”, “o Moisés tá olhando isso”.
São 09h10, não param de falar. É um inferno.
São 13h32, liguei o exaustor do fogão pois vou fritar peixe. As vozes aumentaram substancialmente e o indivíduo acima começou a bater sem parar. Minha cabeça dói. O vizinho do lado tem entrado e saído constantemente associado sempre com os sons no apartamento de cima.
São 14 horas e pouco, conecto meu celular na internet. Vejo que tem uma mensagem de WhatsApp de Bangladesh dizendo “Oi” duas vezes. O número é +880 1929‑448721. Não é de hoje que recebo mensagens da Índia mas desse país é a primeira vez.
São 14h48, tem 5 minutos que o indivíduo de cima fica batendo o pé no chão logo acima de mim. Não é lá no quarto, não é lá no banheiro, não é lá na cozinha, é sempre em cima de mim independente do cômodo.
São 14h56, uma desgraça maldita diz, “sabe de nada!”.
São 14h59, acabo de tossir sem vontade, sem necessidade, por causa de alguma coisa não natural. Era assim no hotel Primavera e no apartamento do Filadélfia alugado na Vicente Araújo.
São 22h20, sinto alguma coisa me atingindo, como se estivesse atravessando meu corpo. Um homem diz, “isso é fácil demais Salles”, “tadinho do seus filhos”, “você vai morrer doente”, “é muito bom fazer isso com você”, “tá vendo Paula?”.
São 22h22, meu dente começou a doer do nada, parece estar vibrando. Minha barriga revirou, começaram os barulhos estranhos. Isso é tortura. Tudo isso começou com esse indivíduo aqui em cima como era no apartamento do Filadélfia e o hotel. Estou sozinho, isolado e sendo tratado como louco. Talvez seja melhor ficar sujeito a isso mesmo pra ver se acaba logo pois ninguém virá, não há pessoas boas nesse mundo mais. Até o advogado que poderia ter feito tudo isso parar, se omitiu e vai protelando, me enrolando. Se isso tudo for pra eu ficar doente estão conseguindo e nem família ajuda. Pra complementar, as costelas doem por inteiro, vai até a espinha dorsal, até meu filho mais novo sentiu uma vez no apartamento do Filadélfia e ficou assustado da sensação.
São 22h50, tem vários minutos que o indivíduo de cima está batendo o pé no chão. Começou quando iniciei minhas postagens no Instagram. Quando penso em gravar as batidas ele para. Mas vou tentar gravar pra provar que não estou doido e que isso não vinha acontecendo nos meses anteriores, iniciou agora em Dezembro. Ainda acrescento que se uma pessoa relata que ouve batidas pode estar relacionado com esquizofrenia, e é exatamente isso que pretendem.
São 23h00, estou ouvindo áudios gravados por mim ao longo do tempo dessa tortura. Já tenho vários áudios gravados. Percebo vozes baixinhas em alguns áudios que parecem desses demônios.
27/12/2024 - São 00h13, estão nervosos porque fiz gravações deles. Uma mulher diz, “qual a sua idade?”. Uma voz é parecida com a da Emília.
São 00h16, ocorre uma pancada forte no teto, bem alta e o objeto é um metal. Não tenho mais dúvidas de que estão sempre em cima. Isso com certeza incomoda outros vizinhos além de mim.
São 00h22, um cara diz, “eu sou o Nassif” e a mulher diz, “que medo!”.
São 00h57, não param de falar. Contem pelo menos 4 pessoas diferentes falando comigo ou entre si. Quem faria isso a essa hora da noite?
São 00h58, uma diz, “vai pro inferno”, “pauzinho”, “a gente tá sendo beneficiado pra fazer isso”.
São 01h23, falam, falam, falam. Uma mulher diz, “eu sou a Priscila”. E o homem diz, “eu não aguento mais isso”.
A noite inteira fiquei mudando de posição. Utilizei panos metálicos para amenizar os incômodos gerados por essas vozes ou sons.
São 08h20, acordei mas voltei a dormir. As vozes continuam.
São 09h35, acordei de novo. A falação está aí. Já começaram a jogar frases e falar nomes.
São 09h49, duas mulheres conversam. Uma diz, “vou tirar isso da cabeça dele”, a outra responde, “tá doida minha filha, não pode”. Outra mulher chama por Pedro. Citam o nome Adriana. Uma mulher mais velha me chama de “fedaputa”.
São 11h20, saí pra colocar o lixo pra fora e quando chego na cesta de lixo um veículo Chevrolet Agile de cor bege, bem que incomum, tem o motor acionado. Olho e tem uma mulher no passageiro me olhando. Fiquei acordado esperto e notei que o veículo não saiu do lugar. Como já tinham prometido colocar um carro na minha porta, não pestanejei em acreditar que são os mesmos casais que ficavam monitorando eu e meus filhos antes por tanto tempo.
São 12h11, falam, “vamos te abandonar”, “bem vindo à nova justiça”.
São 16h16, descansando. Limpei casa e fiz almoço. Acertei uma receita de risoto com funghi sechi que ficou maravilhosa. Agora tenho um robô pra varrer a casa. As vozes continuam, diminuem e aumentam.
São 18h47, vozes baixas. Estou assistindo tv.
São 20h15, fazendo meu jantar. Há pouco foi uma barulhada no apartamento de cima. Gravei esses barulhos que parecem ser dentro do meu apartamento. Havia falação e discussão entre eles.
São 20h28, tem várias pessoas de novo falando. Uma fala que é a Cida (Maria Chaves), outro me xinga, outro me chama de burro e fala que não sei nada. É a mesma conversa desde 2021.
São 20h37, uma mulher esquisita diz, “você não sabe tudo, Salles!?”, “desliga isso aí”, “imbecil”. Vozes parecidas com a das mulheres da família da Sueli.
São 22h51, volto do banheiro. Não é meu horário normal de evacuar.
São 23h00, fazendo cruzadinhas.
28/12/2024 - são 00h41, ainda nas cruzadinhas. A falação não para, ficam sugerindo palavras pra me prejudicar e tirar meu prazer.
Preparando pra dormir.
São 08h10, me acordaram mas voltei a dormir. Sempre quebram meu sono.
São 08h45, me acordaram de novo, não deixam eu dormir. É tortura. Estão falando de mulheres. Citam nome de Renata e Fabiana.
São 11h34, arrumei a casa e a cozinha. As vozes não me deixaram em paz, citaram nomes como Cristian, Tatiana, Sueli, Adilson, Paulo, Dias, Mauro, Fajioli, Diorato e Tineli. Ficam me chamando de doido. É impossível concentrar em alguma coisa pois se perde o foco quando falam, parece que aumentam o volume em cima de você.
São 12h51, tá um inferno a falação, é tortura. Não querem me deixar em paz. Querem que eu fique dando respostas aos nomes e situações, que eu conte a minha vida inteira à eles. Tive que produzir mais posts pro Instagram, ficam satisfeitos às vezes com isso e outras vezes ficam nervosos. Mas posso dizer que não é uma coisa que eu queria fazer, porém ficam me ameaçando e ameaçando prejudicar meus filhos. Claramente existe a intenção de prejudicar a mim e a meus filhos.
São 15h07, continuam me infernizando. Nem sinal dos meus filhos, acho que esqueceram de mim. E tudo isso porque contaminaram a cabeça deles. Também ter uma ex mulher que trabalha no CERSAM é pedir pra se foder. Ela acabou com a minha vida, vira e mexe ouço a voz dela. Não posso deixar de dizer que acredito que meus dois filhos não são meus de verdade e sim frutos das traições da ex mulher, traições essas confirmadas por ela em períodos que brigávamos. Já os pais deles suspeito que sejam o PRF Antônio Dias e o ex namorado dela, Fabrício. Pode ser até de outros como, o filho da padaria SEMOVI, que nem sei se existe ainda e o Alberto, meu ex amigo da ADESG. Tive um casamento falso, cheio de mentiras, com uma mulher que ouvia mais os outros que a mim, que elogiava meus desafetos deitada ao meu lado, que tentava me prejudicar utilizando de recursos como “boa noite Cinderela”, mais de uma vez inclusive, como pedir a irmã pra se insinuar ou entrar em um cômodo que eu estava, como sumir objetos e dizer que eu estava louco e ainda dizer que não tinha um Corolla ou tinha o pênis pequeno. Dedo podre é isso.
Nesse ínterim as falas dessas vozes desgraçadas foram chamar por Adilson e um deles dizer que é policial e que destruiu minha família com prazer.
São 16h38, estou modificando um aparelho de microondas para localizar ou queimar algum chip que por ventura esteja no meu corpo. Diante da tortura de onde eu ir levar comigo essas vozes eletrônicas existe uma grande possibilidade de ter algo colocado em mim. Isso parece que vem desde 2014 ou próximo disso quando o Adilson ia na minha casa às escondidas. Eu já havia identificado algo na minha perna esquerda quando fiz o mesmo procedimento ou teste no apartamento do Filadélfia. Por isso digo, mesmo que eu pegue um câncer, tenho que tentar, já que minha família não apoia, não acredita e os médicos que fui tentaram me enganar. Lembrando que esses médicos podem ter sido assediados pela prima do meu pai que é médica aqui em Betim, influente e já foi até diretora de hospital.
São 17h15, aguardando o microondas esfriar. Já fiz vários testes em várias partes do corpo.
São 17h31, uma mulher diz, “fiz isso porque você não sabe de nada”.
Sei!
São 17h32, fui para o quarto e começaram os barulhos em cima. Outubro e Novembro estava tão bom aqui.
São 17h42, mais um teste no microondas. Não param de falar. Deve ser um computador. Ficam repetindo frases.
São 18h29, uma mulher me chama de idiota. A voz parece vir do alto, de cima.
Noite assistindo tv, fazendo jantar e resolvendo cruzadinhas. As vozes não param, não há paz. Sem paz não há vida. Principalmente por saber que é tudo eletrônico mas não saber como parar ou bloquear.
São 23h25, as vozes continuam. Preparando pra dormir. Assistindo SFT.
29/12/2024 - são 00h30, me acordaram falando de Ercilia. Depois uma mulher começou a gritar Palmeiras, várias vezes. Daí ficaram me perguntando quem é Ercilia e falando que o Adilson é demais. Estão felizes. A tortura continua. É um inferno. Logo apareceu a voz da Maria Chaves dizendo que não tenho coragem pra nada.
São 01h08, continuam falando. Desliguei o ar condicionado e amenizou. Havia muito mais vozes com ele ligado e de repente sumiram e voltaram de forma mais amena. Por isso que digo que é eletrônico. Uma das vozes diz que é amigo do Adilson.
São 01h14, cito alguns nomes da casa da Tereza, vizinha da minha mãe, então uma mulher diz, “vou te matar!”, “não aguento mais isso”. Estranho esse nervosismo dela.
São 02h10, tá um inferno aqui. Uma diz, “você não sabe quem é a gente Salles”, “só mulher”, “você não vai dormir nunca mais”, “ele não aguenta mais Cida”, “que isso Ariane”. A tortura continua.
São 02h13, me chamam de louco e dizem que vai piorar. Citam o nome da delegada Ariadne. Outra diz, “ele sabe que a gente tem um grupo”. Minha cabeça começa a doer.
São 02h15, continuam, “vamos fazer você ter um derrame e uma doença grave”, “esqueceu da Branca, Salles?”.
São 02h22, uma mulher diz, “o Dias é o pai do seu filho Salles”, “você não vai fazer nada?”, “o Jeferson resolveu o problema dele”, “e seu outro filho Salles?”.
São 02h25, dizem, “seu filho já está aprendendo inteligência”, “mané!”, “você vai morrer”. Riem.
São 02h30, e falam, “ele não entendeu nada”, “imbecil mesmo”, “Tati!”, “é questão de honra pra Michele”, “masturba pra mim Sr. Salles”, “você é nojento”.
São 02h52, continuam falando. Diminuíram a intensidade, parecem estar comendo, estão conversando entre si, não entendo o que falam.
São 03h05, falam, “porque colocaram isso nele?”, “é martírio”, “a cabeça dele vai explodi”.
São 03h11, falam, “e aí Paulo, vai falar pra ele?”, “eu não!”, “tem jeito não, tá embutido na cabeça dele”, “e aí Davi, vamo embora daqui”, “Davi não”.
Dormi próximo das 05h00.
São 09h30, me acordaram de novo. Falam de Moisés me processando, de Sueli, conversam com um Gustavo, acho que é o psiquiatra do SIASS, falam de polícia militar se fodendo, e muito mais.
Tentei dormir mas não deixam.
São 10h51, tem uma criança falando que é da polícia civil e diz, “mexe comigo Sr. Salles”.
São 10h53, uma diz, “o que você vai fazer da sua vida agora?”, “não fica com a boquinha calada”, “aqui é o Leonardo e a Branca”.
São 10h56, uma diz, “a polícia civil é corrupta”, “aqui tem tribunal do crime também”, “não precisa de juíz”.
São 10h58, um ao fundo dá um grito e diz, “ô Geraldo, olha o que eu fiz ele fazer com a inteligência”. E uma mulher diz, “Marco Antônio”, “Paulo!”.
São 11h11, não deixam eu dormir. Um homem diz, “aqui é o Pires e a Manuela”, “porque você não compra uma arma e resolve o DNA dos seus filhos?”. Estão sugerindo a morte dos meus filhos e dizendo que eles serão perseguidos da mesma forma que fazem comigo, como fazem com a minha mãe e fizeram com meu tio Celdes antes de matá-lo.
São 11h17, uma mulher diz, “você não tem nenhum futuro pela frente, Salles”, “tem que resolver isso”, “sabia que tem cocaína?”, “maluco”, “o Dias conseguiu”. Chamam por Andresa.
São 11h23, falam, “estupro de vulnerável é crime”, “a Ariadne vai te perseguir mesmo”, “aqui é polícia civil, Salles”, “a PM tá aqui na central também”. Estupro de quem? Não respondem. Mais uma invenção pra me prejudicar. A tortura continua, parecem “jogar verde pra colher maduro”.
São 11h26, elas falam, “a Marcela tá aqui”, “Guilherme, eu sinto muito por você”, “você já era”, “nem político, nem STF vai te ajudar”, “já te condenamos”.
São 11h31, um cara diz, “sua mula, de vez em quando sua inteligência funciona”. Ele disse isso porque imaginei que estão extraindo nomes e outras informações do meu Instagram para usarem à noite e não deixarem eu dormir.
São 11h38, dizem, “aqui é PM mesmo, Salles”.
São 11h41, um homem com a voz do Dias surge e diz, “vitória, verdadeiramente vitória”, “tem o Dartagnan também Salles”, “nós vamos te matar”. Respondi, “porque você não assume seu filho, seu merda?”, não respondeu.
São 11h46, um homem diz, “é milícia Salles”, “Tati!”, “sabe de nada”, “ninguém aguenta isso mais”, mas um outro homem no fundo diz, “eu vou continuar, até matar ele”, “ele vai saltar do prédio”.
São 11h48, falam, “mostra seu pinto pra mim Salles”.
A tortura continua. Mais uma vez cansado e sem dormir. Essa merda não para. Meu corpo dói, o som de frequência na cabeça está alto desde ontem à noite, é como um ruído forte e estridente dentro da cabeça, que cansa de verdade e te incapacita. Isso é tortura.
São 11h52, um homem diz, “o que acha de virar veado?”.
São 11h53, uma mulher diz, “queremos informações Salles”, “é a P2”, “vamos te ajudar com suas denúncias”. Outra diz, “a Tati mandou você se suicidar”, mas essa voz veio de fora do prédio.
São 11h56, vim pra cozinha, começaram a bater no teto.
Passei a tarde assistindo tv com meu filho.
São 21h30, estranho mas começou um soluço e refluxo com gases de repente. Tentei usar os ímãs que já faço uso mas não resolveu. Saí da cama em que eu estava bebendo e vendo tv e abracei uma parede. Nesse momento parou tudo que eu estava sentindo, então tive a ideia de fechar meu apartamento.
São 22h00, fechei a janela e a persiana, sumiu como um passe de mágica o soluço e os refluxos. Estou sofrendo ataques externos de ondas. Uma voz disse que é inteligência de igreja.
São 22h50, fiz mais uma gravação dessas desgraças. Quanto ao refluxo e soluço sumiram mesmo quando fechei a janela. Não sei o motivo mas acreditem pois é verdade. Quem acompanha o Blog do Salles saberá que é verdade.
30/12/2024 - São 00h12, sinto ânsia de vômito, refluxo e soluço. Uma mulher diz, “para de beber senão vou te matar”. Nem estava bebendo quando falaram. Saí do quarto, fui ao banheiro e depois à cozinha, tudo isso sumiu. E mais vez parecem ondas vindas do alto.
São 00h18, uma mulher com a voz da Janaína, da inteligência, diz, “como você sabe isso Salles”. Logo em seguida ela diz ser minha irmã Livia, mas a voz é da Janaína da PRF.
Apago a luz pra dormir e na minha visão há uma cintilação ou frequência piscante na luz do ar condicionado. É horrível.
Não sei que horas dormi.
Acordei às 06, 07, 08, 09, com a falação desses demônios. Não sei nem quantas vezes acordei e dormi mas me sinto cansado demais. Essa falação parece que vai explodir minha cabeça.
São 13h25, já almocei e estou deitado vendo tv.
Na hora que eu estava comendo um homem disse, “vou acabar com você de vez”, é uma mulher diz, “é bom demais te torturar, você não imagina como é bom”. Chamaram por Márcio.
São 15h22, tem um homem e duas mulheres falando. Tô tentando limpar minha casa mas não deixam. O homem diz, “tem que ligar a seta pra virar” e ela diz, “filho da puta”, “para de anotar isso”. Ficam falando nomes como Tatiana e Cida.
São 17h07, fui fazer uma cruzadinha e um homem começou a sugerir palavras. Desisti de jogar. É um inferno.
São 18h40, falam, “a polícia civil vai te matar”, “você é um filho da puta”. Sinto uma dor forte na coluna e ouço alguém me acompanhando no apartamento de cima quando eu ando. Em alguns momentos quando consigo parar a dor ou estou em algum local que não conseguem me atingir, ficam nervosos e batem no chão.
São 19h02, estão tentando me acertar com algum tipo de onda. Eu sinto dor nas minhas costelas e coluna, principalmente próximo do coração, na frente e atrás. Saio do local onde estou e para, assim como os barulhos e borbulhamento da minha barriga. Não é infarto. Meu colesterol ruim é baixo, me alimento muito bem e meus últimos exames estavam todos bons. Deixo registrado pois isso que ocorre vem de encontro com a pessoa que está no imóvel de cima. Quando não tinha ninguém, não haviam dores, e era assim no hotel e no apartamento do Filadélfia. Acredito que possam fazer meu coração parar utilizando ondas fortes. Enquanto todo mundo fica imaginando que são só as vozes, que isso não geraria dor, deixo registrado que pelo contrário, há em paralelo pessoas postas próximo de mim que estão sim usando algum tipo de equipamento.
São 19h09, de novo a dor fortíssima. Aumentou o impacto no meu corpo. Peguei meu ímã e coloquei na frente, parou a dor. Tem sido assim desde 2021, mas desconfio que na casa da minha mãe também tentavam fazer isso. Uma vez inclusive vi meus cabelos levantarem sozinhos quando estava dormindo ao lado da parede do vizinho de trás. Depois disso mudei minha cama de lugar e coloquei armários nessa parede. Esse vizinho provocava nossa família e ficava batendo marreta na parede todo dia.
Bom acrescentar que quando sinto a dor forte nas costelas e coluna sempre tem uma voz perguntando se estou bem ou se estou sentindo alguma coisa.
Restante da noite não senti mais dores. Consegui voltar a fazer minhas cruzadinhas. Estou vendo tv.
31/12/2024 - são 00h07, terminou o programa Pesadelo na Cozinha. Estou indo dormir.
São 07h00, me acordaram.
São 09h40, me acordaram.
São 10h10, uma mulher diz, “o especialista falou da sua personalidade”, “morrer é a solução”.
São 12h40, falam sem parar e seguem proferindo nomes de pessoas como Marcinha, Túlio, Cida. Uma frase foi, “a Marcinha disse que você é louco”, outra frase foi, “esse robô é de verdade Salles”. Já estão me enchendo o saco.
São 16h13, entrei no meu banco Caixa e tentei fazer três apostas na Mega Sena da Virada. Quando fui concluir não consegui, sumiram meus jogos e meus números. Ao mesmo tempo as vozes começaram a rir e falaram, “ai Cida, para com isso”, “aqui é a polícia civil corrupta”, “nós não vamos deixar você jogar”. Desisti de fazer e saí do aplicativo. Até isso ficam me atrapalhando.
São 16h15, uma mulher diz, “sabe de nada”.
Tarde preparando minha ceia e bebendo uma cerveja. Casa organizada.
Noite com a tv.